<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><title>Geoterran Geociências Posts</title><description>Postagens em destaque do blog Geoterran Geociências</description><managingEditor>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</managingEditor><pubDate>Mon, 25 Aug 2025 06:33:32 -0300</pubDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">61</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">25</openSearch:itemsPerPage><link>https://geoterran.blogspot.com/</link><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>mente et malleo</itunes:subtitle><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><title>Fluxo Submarino: a Extensão do Evento Bed 5</title><link>https://geoterran.blogspot.com/2024/10/canion-.html</link><category>Comunicação científica</category><category>Movimentos de massa</category><author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</author><pubDate>Wed, 2 Oct 2024 22:35:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8659172315266162503.post-3896340688943872213</guid><description>&lt;p&gt;A geologia nos proporciona descobertas impressionantes, e um exemplo recente é a pesquisa sobre o fluxo submarino Bed 5, que ocorreu há cerca de 60.000 anos no Cânion de Agadir, ao largo da costa do Marrocos. Essa pesquisa revelou detalhes fascinantes sobre como pequenos deslizamentos submarinos podem desencadear eventos catastróficos, transportando enormes quantidades de sedimentos por longas distâncias. O caso do Bed 5 demonstra como a adição de lama a um fluxo submarino pode impulsionar seu crescimento e eficiência de transporte, criando um movimento capaz de varrer tudo em seu caminho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEilpmi0D6DspI4EGjdHeu3xk5tUAdII8hfpZfLAAzT1XFRGtSJONqZ0UhL7SKlQEvAvtNMgz_z87cqJHD9CCJNoyhjUI3aIO4b4_2WsxRJGEaat76X6-Ubshs6FYF-laCuoQEnosgXpNRa-2d3IhMl3vAjLMmgzhlNBmegvow7TMtU9rGuEEo2BY4Hqcy8/s585/IMG_2637.png" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="Agadir canyon nw of Morocco" border="0" data-original-height="337" data-original-width="585" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEilpmi0D6DspI4EGjdHeu3xk5tUAdII8hfpZfLAAzT1XFRGtSJONqZ0UhL7SKlQEvAvtNMgz_z87cqJHD9CCJNoyhjUI3aIO4b4_2WsxRJGEaat76X6-Ubshs6FYF-laCuoQEnosgXpNRa-2d3IhMl3vAjLMmgzhlNBmegvow7TMtU9rGuEEo2BY4Hqcy8/s16000/IMG_2637.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Cânion Agadir e o caminho do fluxo de massa submarino.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;O Início de Tudo&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;O evento Bed 5 começou com um deslizamento relativamente pequeno, de apenas 1,5 km³ de volume, localizada no afluente sul do Cânion de Agadir. Embora pareça insignificante à primeira vista, este evento deu início a um processo de crescimento exponencial, conhecido como &lt;i&gt;bulking&lt;/i&gt;, à medida que o fluxo erodia sedimentos ao longo de seu caminho. Ao final de sua jornada, o fluxo havia crescido mais de 100 vezes, atingindo 162 km³ de volume, após percorrer mais de 2.000 km no fundo do oceano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O fluxo submarino foi caracterizado por erosões localizadas na margem do cânion, sem deixar cicatrizes visíveis na batimetria submarina. Isso sugere que o deslizamento foi relativamente raso, o que dificultou sua detecção por métodos convencionais. No entanto, os pesquisadores foram capazes de estimar seu volume com base em comparações com outros eventos semelhantes, como o fluxo submarino de Grand Banks, de 1929, e na análise detalhada da morfologia do cânion.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Como Funciona o &lt;i&gt;Bulking&lt;/i&gt;?&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;O &lt;i&gt;bulking&lt;/i&gt; é o processo pelo qual um fluxo gravitacional de massa cresce à medida que erode sedimentos ao longo de seu caminho. Este fenômeno ocorre, por exemplo, nos fluxos de detritos (corridas de massa), nas avalanches de neve e nos fluxos submarinos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No caso do Bed 5, esse processo foi impulsionado principalmente pela erosão de lama do assoalho oceânico, um sedimento que aumenta a eficiência do fluxo. A lama é composta por partículas finas, como argila e silte, que têm baixas velocidades de sedimentação e, portanto, permanecem em suspensão por longos períodos. Isso mantém o fluxo denso e veloz, permitindo que ele transporte partículas maiores, como areia, por distâncias muito maiores do que se o fluxo fosse composto apenas por sedimentos mais grosseiros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além disso, a lama tem propriedades coesivas que permitem a formação de um fluxo com maior capacidade de transportar materiais de maior granulometria. Em termos práticos, isso significa que o fluxo pode continuar erodindo e aumentando de volume, sem perder eficiência, por milhares de quilômetros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Morfologia do Cânion e o Fluxo&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;O Cânion de Agadir tem uma grande área de seção transversal, que chega a 36 km² em alguns trechos, permitindo que o fluxo crescesse sem perder material pelas margens. Esse confinamento ajudou a manter a velocidade do fluxo elevada ao longo de todo o cânion levando à dispersão dos sedimentos para além da desembocadura, chegando a 2.000 km de distância, algo que não seria possível em cânions menores ou menos profundos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além disso, o declive do cânion diminui progressivamente, de 1° a 4° nas regiões iniciais para apenas 0,3° ao longo de 350 km. Normalmente, esse declive suave reduziria a velocidade de um fluxo, mas a alta densidade e a capacidade de erodir sedimentos mantiveram o Bed 5 em movimento rápido e constante. Estima-se que as velocidades do fluxo no fundo do cânion tenham variado entre 13 e 22 m/s, comparáveis aos maiores eventos de deslizamentos e fluxos submarinos já registrados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As laterais do cânion foram erodidas pelo fluxo, com transporte de sedimentos grossos, deposição de cascalho nas margens até 130m acima do assoalho do cânion. O fluxo atingiu altura de 200m, erodiu até 30m do leito do cânion e atingiu larguras de 15km.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhbZX1U8Z0m1louhz6qdVOZNaO6G__CKNeFt9iBnUcq7xnEXBdbKWic-Zd_5IBgy9IrMD-eQFfl-8GZkk2BtSprHOy5LnE4trGPeskrGVknpv4QgtB1mV32s7cbvPkRyfUKNUT2T79Zgj91FttX7cmRetZciZiJ5-c9bC7-StIHpXySfgKu7_qa_yLgwVA/s585/IMG_2638.jpeg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="Agadir canyon in NW Morocco" border="0" data-original-height="389" data-original-width="585" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhbZX1U8Z0m1louhz6qdVOZNaO6G__CKNeFt9iBnUcq7xnEXBdbKWic-Zd_5IBgy9IrMD-eQFfl-8GZkk2BtSprHOy5LnE4trGPeskrGVknpv4QgtB1mV32s7cbvPkRyfUKNUT2T79Zgj91FttX7cmRetZciZiJ5-c9bC7-StIHpXySfgKu7_qa_yLgwVA/s16000/IMG_2638.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Percurso do fluxo submarino: do cânion à Bacia de Agadir, 2.000km.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;O Combustível para o Crescimento do Fluxo&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;A lama foi, sem dúvida, o principal combustível que permitiu o crescimento do Bed 5, desempenhando um papel crucial ao aumentar a densidade e a capacidade de transporte do fluxo. No Cânion de Agadir, os sedimentos remobilizados eram predominantemente lamas, o que facilitou o processo de erosão e aumentou a capacidade do fluxo de transportar grandes volumes de sedimentos ao longo de distâncias extremas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A pesquisa sugere que a lama foi responsável por evitar que o fluxo atingisse o limite de sua capacidade de transporte. Como a lama permanece em suspensão por longos períodos, o fluxo continuou a ganhar volume, sem perder velocidade ou eficiência. Isso permitiu que o Bed 5 crescesse indefinidamente, sendo limitado apenas pela disponibilidade de sedimentos e pela própria morfologia do cânion.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Implicações e os Riscos Geológicos&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;O evento Bed 5 oferece uma visão importante sobre os riscos geológicos associados aos fluxos de gravidade submarinos. Esses eventos têm o potencial de destruir infraestruturas submarinas críticas, como cabos de internet, que transportam grande parte do tráfego global de dados. A eficiência do &lt;i&gt;bulking&lt;/i&gt; em fluxos submarinos significa que pequenos deslizamentos podem se transformar em movimentos maiores, como o Bed 5, com volumes de sedimentos superiores a 100 vezes o volume inicial, com grande poder de destruição.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além disso, o estudo ressalta que fluxos submarinos são mais propensos a crescer significativamente em comparação com fluxos terrestres, devido à maior capacidade de erodir e transportar sedimentos. Isso destaca a necessidade de modelar e prever eventos submarinos com mais precisão, especialmente em áreas onde a infraestrutura submarina é crítica para a economia global.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Saiba Mais&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Se você quer entender mais sobre o evento Bed 5 e como ele foi estudado, confira a publicação completa:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;ol style="text-align: left;"&gt;&lt;li&gt;Stevenson, C., Bottner, C., et al. "Extreme erosion and bulking in a giant submarine gravity flow." Science Advances, 21 Aug 2024, Vol 10, Issue 34, DOI: &lt;a href="https://doi.org/10.1126/sciadv.adp2584" target="_blank"&gt;10.1126/sciadv.adp2584&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEilpmi0D6DspI4EGjdHeu3xk5tUAdII8hfpZfLAAzT1XFRGtSJONqZ0UhL7SKlQEvAvtNMgz_z87cqJHD9CCJNoyhjUI3aIO4b4_2WsxRJGEaat76X6-Ubshs6FYF-laCuoQEnosgXpNRa-2d3IhMl3vAjLMmgzhlNBmegvow7TMtU9rGuEEo2BY4Hqcy8/s72-c/IMG_2637.png" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Movimentos de Massa e o Impacto em Cadeias Montanhosas: Himalaias</title><link>https://geoterran.blogspot.com/2024/09/Annapurna-landslide.html</link><category>Comunicação científica</category><category>Movimentos de massa</category><author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</author><pubDate>Sat, 28 Sep 2024 20:13:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8659172315266162503.post-5802380821968007925</guid><description>&lt;p&gt;As montanhas são frequentemente vistas como símbolos de força e permanência, mas mesmo essas enormes formações não estão imunes ao desgaste do tempo e das forças naturais do planeta Terra. Processos erosivos, como os movimentos de massa, têm um papel crucial no modelamento do relevo terrestre, especialmente em regiões de altitudes extremas, como o Himalaia. Um artigo de 2023 publicado na&amp;nbsp;&lt;span class="s2" style="font-weight: bold;"&gt;Nature&lt;/span&gt; trouxe à tona um evento de grandíssimo porte que esculpiu o Annapurna IV, uma das montanhas mais altas do mundo, localizada no Nepal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1Q9bH2IcSAZBnXKF0DLfv_M0ZFzkSwrM1fKBBK18qFu-DwU9fvnixDlrmiGqvIAmmhdQhhFhQB1L9vRSOMPbPMceZv-g-PmKZMVdAWzqc_Iz9iewLkgI0pnXY-xTYsmYvTnHotqBHGdK_yo_RVhC3_WhlYciyqLNrizCKXcedoKiVlAB1GH1ki5d_Th0/s3072/IMG_2615.jpeg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="Annapurna range" border="0" data-original-height="2048" data-original-width="3072" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1Q9bH2IcSAZBnXKF0DLfv_M0ZFzkSwrM1fKBBK18qFu-DwU9fvnixDlrmiGqvIAmmhdQhhFhQB1L9vRSOMPbPMceZv-g-PmKZMVdAWzqc_Iz9iewLkgI0pnXY-xTYsmYvTnHotqBHGdK_yo_RVhC3_WhlYciyqLNrizCKXcedoKiVlAB1GH1ki5d_Th0/s16000/IMG_2615.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Annapurna IV, Nepal.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;O Movimento de Massa que Reduziu o Annapurna IV&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Um gigantesco movimento de massa ocorrido por volta de 1190 d.C. pode ter removido até 500 metros do topo do Annapurna IV, que hoje se eleva a cerca de 7.500 metros de altitude. Este evento teria deslocado cerca de 23 km³ de rocha e sedimentos, o equivalente a enterrar a cidade de Paris até a altura da Torre Eiffel, ou equivalente a 1.000 vezes os movimentos de massa registrados recentemente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A magnitude dessa avalanche de rochas faz dele um dos maiores já registrados na Terra, e o impacto teria sido devastador para as áreas adjacentes, com o material deslocado viajando mais de 150 km ao longo dos vales.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Movimentos de Massa como Agentes de Erosão&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Assim, uma nova luz foi lançada sobre a questão de como as montanhas mais altas do mundo param de crescer. Anteriormente, a hipótese predominante era o "serrote glacial", que sugere que as geleiras são responsáveis por limitar a altura das montanhas ao erodi-las continuamente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No entanto, o Annapurna IV é uma montanha onde as geleiras não exercem mais um papel significativo, já que suas encostas são tão íngremes que as geleiras não conseguem se fixar e se tornar agentes erosivos. O movimento de massa, indicado no artigo, pode, portanto, ser uma das explicações do não crescimento contínuo dessas montanhas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="s1"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: large;"&gt;Evidências e o Papel do Clima Medieval&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;As investigações conduzidas e reportadas no artigo sugerem que o aquecimento global ocorrido durante a Anomalia Climática Medieval pode ter enfraquecido a base de Annapurna IV, levando ao colapso de seu topo. Alternativamente, a equipe considerou a hipótese de um terremoto ter desencadeado o evento, mas a falta de evidências geológicas de abalos sísmicos por volta do ano de 1190 torna essa explicação menos provável, porém não impossível.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Utilizando técnicas de datação por isótopos como o cloro-36 e o carbono-14, a equipe datou os sedimentos do movimento de massa. Os sedimentos são caracterizados como brecha, um acumulado compacto de rochas pulverizadas durante o colapso do cume do Annapurna IV, ainda presentes em porções dissecadas do terreno abaixo da montanha. A interpretação dos dados coletados é de que o colapso ocorreu de uma vez só, criando o planalto que, séculos depois, permitiu o assentamento de populações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDcrpz_CyRBQNUu8WgOL-d5OhtTrpT4v0nUy3WovmwCfu_-m1qMO0svBDWzBhGeu3KubZAiRskxHHIeuTH1CDF_Jm7nxxm7nxhhkhdnfwwuGkQ73pArkdwWXQOhIeMaaq-7TX27obIF4m4H69YZk5kYZGERRUUFxYHgYSk0qRiReteLmQGg6paLFbqzEw/s2419/IMG_2618.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="figure 2 of lavé et al." border="0" data-original-height="2419" data-original-width="2122" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDcrpz_CyRBQNUu8WgOL-d5OhtTrpT4v0nUy3WovmwCfu_-m1qMO0svBDWzBhGeu3KubZAiRskxHHIeuTH1CDF_Jm7nxxm7nxhhkhdnfwwuGkQ73pArkdwWXQOhIeMaaq-7TX27obIF4m4H69YZk5kYZGERRUUFxYHgYSk0qRiReteLmQGg6paLFbqzEw/s16000/IMG_2618.webp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Fácies de depósitos. As fotos a–f, tiradas de um avião ultraleve, mostram detalhes do deslizamento. A imagem a exibe brecha compacta e pulverizada em penhascos de 200 metros de altura. Nas imagens b e c, observa-se uma camada de material grosseiro coberto por brecha pulverizada de grão fino. As fotos c e d destacam contatos internos entre facies de brecha cinza e amarela, originadas da formação de Calcário Amarelo de Annapurna, com ordem invertida, sugerindo pouca mistura durante o colapso. Na imagem d, vê-se o contato na base sul do depósito, onde amostras foram coletadas. A imagem e revela estratos de calcário preservados, enquanto a f exibe depósitos de brecha preservados até 4.350 metros no flanco norte do circo. A última foto, g, mostra amostras serradas de brecha compacta expostas na parte basal do depósito. Fonte: Lavé et al., 2023.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Implicações para a Paisagem e Riscos Naturais&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Além de contribuir para a compreensão da evolução das montanhas, o artigo também traz importantes implicações para os riscos naturais e a evolução das paisagens.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sedimentos do deslizamento medieval ainda estão presentes nas encostas acima da cidade de Pokhara, e eventos de chuva intensa ou terremotos podem desencadear novos deslizamentos, ameaçando a infraestrutura e as rotas de transporte da região. A quantidade massiva de rochas e sedimentos deslocados pode ter impactado diretamente os rios da região por séculos, sobrecarregando seu fluxo e modificando a topografia dos vales.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eventos como esse mostram o poder destrutivo da natureza e os impactos de longo prazo, ainda presentes, que podem ter em grandes áreas habitadas ou com atividade econômica significativa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em grandes altitudes, os deslizamentos e quedas de rochas podem ser um mecanismo crucial na limitação do crescimento das montanhas. Com a diminuição do impacto das geleiras, a gravidade e a instabilidade das encostas parecem assumir o controle, desencadeando eventos catastróficos como o que possivelmente ocorreu no Annapurna IV.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com mais investigações geológicas e o avanço do conhecimento do Himalaia, será possível entender os ciclos geológicos que moldam os picos mais altos do planeta e os riscos que eles podem representar, ainda hoje.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhDcWHIAw4lFqbMprF2-mJCS1ZOrmS2iEZHOOQLP2SQRlqucdfrpLIN40-MPwg1QUGvryF2tXHRP8bwqEH_j8NrruWDhXFwOBb2l9WYIKUbcHAHUhjaPhVuSYJOfwYIW7GriUAImYs0KsSDoR22mujQtlFXZdJZi0hDKxRDHuLPqBSepDhzbjh36eeqgbw/s872/IMG_2619.jpeg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="DTMs for Annapurna IV" border="0" data-original-height="872" data-original-width="828" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhDcWHIAw4lFqbMprF2-mJCS1ZOrmS2iEZHOOQLP2SQRlqucdfrpLIN40-MPwg1QUGvryF2tXHRP8bwqEH_j8NrruWDhXFwOBb2l9WYIKUbcHAHUhjaPhVuSYJOfwYIW7GriUAImYs0KsSDoR22mujQtlFXZdJZi0hDKxRDHuLPqBSepDhzbjh36eeqgbw/s16000/IMG_2619.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Modelos digitais de terreno gerados para a análise da superfície de ruptura da avalanche de rochas, da distribuição dos depósitos de brecha e estimativa topográfica do material deslocado e da conformação original do Annapurna IV. Fonte: Lavé et al. (2023).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Saiba mais&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;ol style="text-align: left;"&gt;&lt;li&gt;Lavé, J., Guérin, C., Valla, P.G., Guillou, V., Rigaudier, T., Benedetti, L., France-Lanord, C., Gajurel, A.P., Morin, G., Dumoulin, J.P., Moreau, C., &amp;amp; Galy, V. (2023). &lt;b&gt;Medieval demise of a Himalayan giant summit induced by mega-landslide&lt;/b&gt;. Nature, 619(7968), 94-101. DOI: &lt;a href="http://10.1038/s41586-023-06040-5" target="_blank"&gt;10.1038/s41586-023-06040-5&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A Gigantic Landslide Shows the Limit to How High Mountains Can Grow. The Economist, 6 de julho de 2023. &lt;a href="https://www.economist.com/science-and-technology/2023/07/06/a-gigantic-landslide-shows-the-limit-to-how-high-mountains-can-grow" target="_blank"&gt;Link para a reportagem&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Sidik, S. M. (2023). &lt;b&gt;A massive landslide beheaded one of the world’s highest peaks&lt;/b&gt;, Eos, 104. DOI: &lt;a href="https://doi.org/10.1029/2023EO230300" target="_blank"&gt;10.1029/2023EO230300&lt;/a&gt;. Publicado em 7 de agosto de 2023.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1Q9bH2IcSAZBnXKF0DLfv_M0ZFzkSwrM1fKBBK18qFu-DwU9fvnixDlrmiGqvIAmmhdQhhFhQB1L9vRSOMPbPMceZv-g-PmKZMVdAWzqc_Iz9iewLkgI0pnXY-xTYsmYvTnHotqBHGdK_yo_RVhC3_WhlYciyqLNrizCKXcedoKiVlAB1GH1ki5d_Th0/s72-c/IMG_2615.jpeg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Impacto das Mudanças Climáticas do Ártico: movimento de massa gera tsunami na Groenlândia </title><link>https://geoterran.blogspot.com/2024/09/movimento-de-massa-Groenlandia-2023.html</link><category>Comunicação científica</category><category>Movimentos de massa</category><author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</author><pubDate>Sun, 15 Sep 2024 19:20:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8659172315266162503.post-1250724401170659974</guid><description>&lt;p&gt;No leste da Groenlândia, em setembro de 2023, o colapso de uma geleira desencadeou um movimento de massa que resultou em um mega-tsunami de 200 metros de altura, uma das maiores ondas registradas em tempos recentes. Esse evento no fiorde Dickson chamou a atenção de pesquisadores ao redor do mundo, não apenas pelo tsunami, mas também pela vibração sísmica incomum que se seguiu. Essa vibração, que durou nove dias e foi detectada globalmente, deu início a uma ampla investigação científica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj1r4qcpxLJ7Y4yYqVDcRO3ZZ5SABxJhHnjkMqyfGCCalOLdv0uOSi9dJp_21E-Srb6cIN84ekRNuEfmetE3x-hObndWgNCWjCcU7zJ_Q9vhnD038atLlePvt4zd_wLpMuqfF-cqCZfid5Shxl2CWRoRGwMl0NMwEw7KTnvkS-uPTCMHiS49lH8EhWEO9k/s960/IMG_2439.jpeg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="Encosta no Fiorde Dickson, no leste da Groenlândia, em 12 de agosto de 2023, antes do movimento de massa." border="0" data-original-height="540" data-original-width="960" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj1r4qcpxLJ7Y4yYqVDcRO3ZZ5SABxJhHnjkMqyfGCCalOLdv0uOSi9dJp_21E-Srb6cIN84ekRNuEfmetE3x-hObndWgNCWjCcU7zJ_Q9vhnD038atLlePvt4zd_wLpMuqfF-cqCZfid5Shxl2CWRoRGwMl0NMwEw7KTnvkS-uPTCMHiS49lH8EhWEO9k/s16000/IMG_2439.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Encosta no Fiorde Dickson, no leste da Groenlândia, em 12 de agosto de 2023, antes do movimento de massa. F&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;onte:&amp;nbsp;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: 100%; background-color: white; caret-color: rgb(110, 110, 110); text-align: right;"&gt;Søren Rysgaard.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgVR3Mwv-xJXl9Z7DwRSjydAxQHfsGUMPMOm6w9Y7D4Bo6xeMGRNX27RnpECM2el0Ser5SZs4Pf3nHOkGv4IwloJOpZUg2D0vO_3zsjJVYiDvJbqeedCro4tWvXVmx4JzPr3SmdNeyy_mbCS2W-xJ6vw19z5TCyEqaV8CL7Ca6gYQAqakefymwO3TsWeus/s960/IMG_2440.jpeg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="A montanha após o movimento de massa, em 19 de setembro de 2023." border="0" data-original-height="540" data-original-width="960" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgVR3Mwv-xJXl9Z7DwRSjydAxQHfsGUMPMOm6w9Y7D4Bo6xeMGRNX27RnpECM2el0Ser5SZs4Pf3nHOkGv4IwloJOpZUg2D0vO_3zsjJVYiDvJbqeedCro4tWvXVmx4JzPr3SmdNeyy_mbCS2W-xJ6vw19z5TCyEqaV8CL7Ca6gYQAqakefymwO3TsWeus/s16000/IMG_2440.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A encosta após o movimento de massa, em 19 de setembro de 2023. Fonte: Exército Dinamarquês.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Análise e Descobertas Científicas&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Os pesquisadores começaram a investigar a origem do sinal incomum. Inicialmente, acreditava-se que pudesse se tratar de um terremoto, mas essa hipótese foi descartada rapidamente, pois os sinais sísmicos de terremotos são mais curtos e intensos. O que os sismólogos captaram foi um sinal contínuo e monótono, descrito como um “zumbido” sísmico. A investigação durou um ano e envolveu 68 especialistas de 15 países, que combinaram dados de satélites, simulações de tsunamis e registros sísmicos para elucidar o fenômeno.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A explicação está no fenômeno conhecido como &lt;i&gt;seiche&lt;/i&gt;, um movimento oscilatório da água em espaços confinados, como os fiordes. No caso do fiorde Dickson, o tsunami gerado pelo movimento de massa, uma avalanche de rochas e gelo, ficou preso entre as paredes rochosas do fiorde, fazendo a água oscilar de um lado para o outro a cada 90 segundos. Essa oscilação durou mais de uma semana, gerando a vibração sísmica detectada ao redor do planeta. O evento demonstrou como o derretimento das geleiras e a instabilidade das encostas nas regiões polares estão gerando fenômenos geofísicos de grande escala.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvt3cA-h_VKiATO0NYi_eQMbh6XMMhxxwq134cn7VoqvR6-EnE5JotjS737csrtRRIG4lUD_ObKc4CDpC-FhmnDMdDFMunaa1Ump0dRLwNytyeG_hCAqjs_UhHV6UYn4etrTFayn8sKwr1i7nJ-0m5Ns54uo867j-YlQ4uE_sZMEVVNX_DyDhtvDu4GCY/s2782/IMG_2443.png" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="Gráfico dos sinais sísmicos registrados em função da distância do movimento de massa (1 grau = 110 km; 180 graus = antipodal à Groenlândia). Observa-se a propagação da frente de onda." border="0" data-original-height="2280" data-original-width="2782" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvt3cA-h_VKiATO0NYi_eQMbh6XMMhxxwq134cn7VoqvR6-EnE5JotjS737csrtRRIG4lUD_ObKc4CDpC-FhmnDMdDFMunaa1Ump0dRLwNytyeG_hCAqjs_UhHV6UYn4etrTFayn8sKwr1i7nJ-0m5Ns54uo867j-YlQ4uE_sZMEVVNX_DyDhtvDu4GCY/s16000/IMG_2443.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Gráfico dos sinais sísmicos registrados em função da distância do movimento de massa (1 grau = 110 km; 180 graus = antipodal à Groenlândia). Observa-se a propagação da frente de onda.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Danos Causados pelo Evento&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Apesar da magnitude do mega-tsunami, o evento ocorreu em uma região remota da Groenlândia, e não houve relatos de mortes ou feridos. No entanto, os danos foram consideráveis. O tsunami varreu locais históricos com séculos de existência, destruindo patrimônio cultural da região. Além disso, uma base militar desativada foi danificada pela força das ondas. Embora não houvesse pessoas presentes na base no momento, os cientistas alertaram que a rota do fiorde Dickson é uma via comumente utilizada por cruzeiros. Caso um navio estivesse na área durante o tsunami, as consequências poderiam ter sido devastadoras.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjNtrjuLnXYQdTtBQvMUW-jGNjAkrzRXYG2rIzgsifaFE-m7Td7lXyyc-xKcbK9kfogim-UbbiuCa-dK51MfVOP9POfz7hil2EINuVaMaJp6rUrFceZpI1_urwguYWh1jRiBKN1G-aGecbPZV9QAysLVpr5jtNgtlbP7p4zOnQmMHY_eIGcDyNzWhg8QV0/s800/IMG_2441.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="S atellite images show a mountain top and glacier before and after a landslide." border="0" data-original-height="608" data-original-width="800" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjNtrjuLnXYQdTtBQvMUW-jGNjAkrzRXYG2rIzgsifaFE-m7Td7lXyyc-xKcbK9kfogim-UbbiuCa-dK51MfVOP9POfz7hil2EINuVaMaJp6rUrFceZpI1_urwguYWh1jRiBKN1G-aGecbPZV9QAysLVpr5jtNgtlbP7p4zOnQmMHY_eIGcDyNzWhg8QV0/s16000/IMG_2441.webp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Imagens de satélite mostram o topo da montanha e a geleira antes e depois de um movimento de massa. Fonte: Planet Labs.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Mudanças Climáticas e Riscos Futuros&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Este movimento de massa e o subsequente tsunami foram diretamente causados pelo aquecimento global. À medida que as geleiras ao redor do mundo continuam a derreter devido ao aquecimento global, grandes massas de terra e rochas, antes estabilizadas pelo gelo, tornam-se cada vez mais instáveis. No caso da Groenlândia, o derretimento constante enfraqueceu a base da montanha no fiorde Dickson, levando ao colapso. Regiões com fiordes similares, como Alasca, Canadá e Noruega, também estão vulneráveis a movimentos de massa seguidos por tsunamis de grandes proporções.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhDodTb7yrDDJeT3iz48NCMoOIxpRlqdDUtIbaGbHn0cKWGx6Ezy-0ougLIr2VfyX70ID8RIGwkKF4qOEWQ6Jpmw9VCCq-1gsmlCV248RXgGn0og9W07hMiuzunvuUQTKQyNXHtlILVg4hJ0cQC962JqSPVRvJ_SPP0egGwdp-sMjN6-2JOcGctgmO_1gU/s414/IMG_2444.png" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="331" data-original-width="414" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhDodTb7yrDDJeT3iz48NCMoOIxpRlqdDUtIbaGbHn0cKWGx6Ezy-0ougLIr2VfyX70ID8RIGwkKF4qOEWQ6Jpmw9VCCq-1gsmlCV248RXgGn0og9W07hMiuzunvuUQTKQyNXHtlILVg4hJ0cQC962JqSPVRvJ_SPP0egGwdp-sMjN6-2JOcGctgmO_1gU/s16000/IMG_2444.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Visão aérea da região de estudo, com a localização do movimento de massa (estrela amarela) na margem sul do fiorde Dickson. A caixa verde é um modelo simplificado do efeito de oscilação (&lt;i&gt;seiching&lt;/i&gt;). A Fase 1 corresponde ao movimento de massa, a Fase 2 marca a entrada do movimento de massa no fiorde, e a Fase 3 é o megatsunami com ondas de água iniciando o processo de oscilação. Fonte: Carrillo-Ponce et al. (2024).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse evento reforça a evidência de que o Ártico está sendo profundamente transformado pelas mudanças climáticas, com a região aquecendo-se quatro vezes mais rápido que o restante do planeta. O fenômeno ilustra como o aquecimento global está levando a Terra a situações geológicas e climáticas inesperadas. Eventos extremos, como movimentos de massa e mega-tsunamis, poderão se tornar mais frequentes e perigosos no futuro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Saiba Mais&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Para saber mais sobre como as mudanças climáticas estão influenciando fenômenos geológicos extremos no Ártico, como o movimento de massa que gerou um mega-tsunami na Groenlândia e a ressonância sísmica global de nove dias, confira o estudo completo publicado na revista &lt;b&gt;Science &lt;/b&gt;e demais: &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;ol style="text-align: left;"&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.science.org/doi/10.1126/science.adm9247" target="_blank"&gt;A rockslide-generated tsunami in a Greenland fjord rang Earth for 9 days&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.ingv.it/en/press-and-urp/Press/Press-releases/5622-Greenland-A-200-meter-high-mega-tsunami-shook-seismometers-around-the-world-for-9-days" target="_blank"&gt;A 200-meter-high mega-tsunami shook seismometers around the world for 9 days&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://doi.org/10.1785/0320240013" target="_blank"&gt;The 16 September 2023 Greenland Megatsunami: Analysis and Modeling of the Source and a Week‐Long, Monochromatic Seismic Signal&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj1r4qcpxLJ7Y4yYqVDcRO3ZZ5SABxJhHnjkMqyfGCCalOLdv0uOSi9dJp_21E-Srb6cIN84ekRNuEfmetE3x-hObndWgNCWjCcU7zJ_Q9vhnD038atLlePvt4zd_wLpMuqfF-cqCZfid5Shxl2CWRoRGwMl0NMwEw7KTnvkS-uPTCMHiS49lH8EhWEO9k/s72-c/IMG_2439.jpeg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Movimentos de Massa em Kerala: A Crise Crescente e a Devastação de 2024</title><link>https://geoterran.blogspot.com/2024/09/movimentos-de-massa-kerala-India.html</link><category>Movimentos de massa</category><category>Áreas de risco</category><author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</author><pubDate>Sun, 8 Sep 2024 08:00:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8659172315266162503.post-2029599050133093341</guid><description>&lt;p&gt;Kerala, uma das regiões mais densamente povoadas da Índia, tem 47% de sua área ocupada pelos Western Ghats, uma cadeia montanhosa propensa a movimentos de massa, particularmente fluxos de detritos, localmente chamados de "Urul Pottal." As escarpas voltadas para o oeste são especialmente suscetíveis, recebendo até 500 cm de chuva anualmente. Historicamente, a instabilidade das encostas era menor, mas o desmatamento, a construção de terraços e o cultivo inadequado desde o século XVIII exacerbaram os deslizamentos de terra. A maioria ocorre em encostas com mais de 20° de inclinação, desencadeados por chuvas prolongadas ou intensas e aumento da pressão dos poros no solo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhloa_uWmQAmJB0y2vUBb8xAPxC0_A2RH5PdkJ_0G9FPf5OjoiECQMKaOGAvts5Tfz-4akf4vG0xDYvlvnV0TVnvVeLQDLUDWDxbW2udulwtlYD2xkoWwjyVm34wHZPz3MGwJPIsMy5IwYi3fVl4O8gfnsGXlbxtcgS3FHpBLROVq2Mo1fNZ0v2UqmmgD8/s1280/IMG_2209.jpeg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="720" data-original-width="1280" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhloa_uWmQAmJB0y2vUBb8xAPxC0_A2RH5PdkJ_0G9FPf5OjoiECQMKaOGAvts5Tfz-4akf4vG0xDYvlvnV0TVnvVeLQDLUDWDxbW2udulwtlYD2xkoWwjyVm34wHZPz3MGwJPIsMy5IwYi3fVl4O8gfnsGXlbxtcgS3FHpBLROVq2Mo1fNZ0v2UqmmgD8/s16000/IMG_2209.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Destruição provocado por fluxo de detritos ocorrido em 30 de julho de 2024.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nos últimos anos, os deslizamentos de terra se tornaram uma calamidade comum durante as monções. Em 2018, ocorreram 4.728 deslizamentos com uma precipitação 36% acima do normal, resultando em 48 mortes. Em outubro de 2021, três deslizamentos ocorreram no mesmo vale após uma precipitação intensa de 266 mm em um único dia. Embora os três deslizamentos tenham sido causados por chuvas intensas, os fatores condicionantes variaram. A substituição da vegetação nativa por plantações, rodovias e assentamentos humanos facilitou a ocorrência dos deslizamentos, especialmente quando o solo já estava saturado pelas chuvas anteriores. O deslizamento de Kokkayar foi causado predominantemente por atividades humanas, enquanto o de Plappally teve também influências geomórficas e tectônicas, e o deslizamento de Kavali foi provocado pela fragmentação da floresta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh0dg8dtZBZMmMErjUCUkIiUE8aOtUJZ1etsTuqJQF2FNCpt65qYYRC3Wpt9OilcoYoHhyphenhyphenVjn9KtLthHVQTCYBJcYBvGv0YGFUtRcFPhuHqXZQvNfwNKmuTk8TZWmGLKp9wstXMgwZVlIOUAp_qR7XhyAv4LQMH2vP8N3GaPlcfPNwkQ_kuHbCt0gdaqdQ/s739/IMG_2223.jpeg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="Cicatriz de fluxo de detritos" border="0" data-original-height="415" data-original-width="739" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh0dg8dtZBZMmMErjUCUkIiUE8aOtUJZ1etsTuqJQF2FNCpt65qYYRC3Wpt9OilcoYoHhyphenhyphenVjn9KtLthHVQTCYBJcYBvGv0YGFUtRcFPhuHqXZQvNfwNKmuTk8TZWmGLKp9wstXMgwZVlIOUAp_qR7XhyAv4LQMH2vP8N3GaPlcfPNwkQ_kuHbCt0gdaqdQ/s16000/IMG_2223.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Fluxo de detritos deixando cicatriz desde sua área fonte.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em 30 de julho de 2024, um fluxo de detritos devastou as vilas de Mundakkai e Chooralmala, em Wayanad, vitimando 231 pessoas e deixando 218 desaparecidos. De acordo com o relatório preliminar do Serviço Geológico da Índia (GSI), o deslizamento se moveu a uma velocidade extremamente rápida, estimada em 57 metros por segundo, percorrendo uma distância de até 7 km. Esse tipo de movimento de massa, classificado na categoria de movimento mais rápido, foi impulsionado por chuvas incessantes e uma enorme quantidade de material, incluindo rochas e solo. O fluxo seguiu o curso do rio Punapuzha, forçando-o a mudar seu leito e desaparecendo com as vilas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhFRzLfNZt0jZn-fe17Fu76snJFplMj5Ae94I_GSZ88J8ib4kllKIqkQpwRYSxe5Ytue02nGcTbhyafr0c5RtxtK4AWTmjWeZpF54zncD52AdMDU8ar2PEs9sXKaZjeYIYQNOD9ETiMYxZ2ylROuBvfSb5-q8SyWHbiXZLJFQYAtXuCT-RgwgodSFMnYeY/s701/IMG_2222.jpeg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="438" data-original-width="701" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhFRzLfNZt0jZn-fe17Fu76snJFplMj5Ae94I_GSZ88J8ib4kllKIqkQpwRYSxe5Ytue02nGcTbhyafr0c5RtxtK4AWTmjWeZpF54zncD52AdMDU8ar2PEs9sXKaZjeYIYQNOD9ETiMYxZ2ylROuBvfSb5-q8SyWHbiXZLJFQYAtXuCT-RgwgodSFMnYeY/s16000/IMG_2222.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A coroa do fluxo de detritos de 30 de Julho de 2024.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o GSI, a área de origem desse fluxo de detritos tem uma elevação de 1.544 metros, e a natureza inconsolidada do material sobreposto, somada à pressão excessiva dos poros causada pelas chuvas, foi o principal fator desencadeante do evento. Embora as encostas superiores e intermediárias ao redor da área de origem estejam cobertas por florestas densas, as áreas afetadas incluem plantações de chá e culturas mistas, o que agravou a situação. O GSI também observou que a área onde o deslizamento começou já mostrava sinais de instabilidade desde a monção de 2018, com o terreno sendo reativado a cada temporada de chuvas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhlnuaUnMFY9UrSdTPCxeYoteiKyTHd6BA-cl7aBm-8te5L2MrURBzAuz_eeNiHPoWisOWykfs33-ztiJM8y1kQ66rQ6BrbMVf-Br7RBJUD-xBOkQ4VEwgzPofxkfD1VnG7MyDehHwCMycXjSEAnfXAkk8CgN1tmqu9IhrTvpMxuIDORsmTz0mmpJo02sE/s4032/IMG_2208.jpeg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="Cicatriz de fluxo de detritos" border="0" data-original-height="4032" data-original-width="3024" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhlnuaUnMFY9UrSdTPCxeYoteiKyTHd6BA-cl7aBm-8te5L2MrURBzAuz_eeNiHPoWisOWykfs33-ztiJM8y1kQ66rQ6BrbMVf-Br7RBJUD-xBOkQ4VEwgzPofxkfD1VnG7MyDehHwCMycXjSEAnfXAkk8CgN1tmqu9IhrTvpMxuIDORsmTz0mmpJo02sE/s16000/IMG_2208.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Destruição provocada pela passagem do fluxo de detritos.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A cobertura de solo da região, que tipicamente tem entre 1 e 3 metros de espessura e é composta por blocos, colúvio não compactado e laterita, é facilmente deslocada por atividades humanas, um fator historicamente relacionado aos deslizamentos, conforme apontado em um artigo de 2009 no periódico &lt;b&gt;Environmental Geology&lt;/b&gt;. Desde os deslizamentos de 2018 e 2019, a área já apresentava instabilidade progressiva, e, neste último evento, a velocidade do rio Iruvazhinji em direção a Mundakkai e Chooralmala intensificou ainda mais a devastação, culminando no fluxo de detritos catastrófico deste ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhscvxNvvu-68veQwdDOjXawty4By6zyNVGBKdhEop1uakPhnvlOITB45GN5UeOxuWigahjQNDyhPr27GQX665NmkvEYyZkwwt0YHe25wV-j5dHJuWiNtoS3YJCYBz0pqGhs_DNzkGe8gnmGq8-vZtrHtTnl6ZJGy-80qVfbjwTrfSAiH5ZI6Qt4j2Mn80/s690/IMG_2243.jpeg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="Comparação entre os deslizamentos de 2019 e 2024" border="0" data-original-height="388" data-original-width="690" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhscvxNvvu-68veQwdDOjXawty4By6zyNVGBKdhEop1uakPhnvlOITB45GN5UeOxuWigahjQNDyhPr27GQX665NmkvEYyZkwwt0YHe25wV-j5dHJuWiNtoS3YJCYBz0pqGhs_DNzkGe8gnmGq8-vZtrHtTnl6ZJGy-80qVfbjwTrfSAiH5ZI6Qt4j2Mn80/s16000/IMG_2243.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Fluxo de detritos antigo à esquerda; cicatriz do fluxo de 2024.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A substituição da vegetação nativa, os eventos climáticos extremos e o aumento da ocupação humana nas encostas tornam a dinâmica de precipitação o fator crítico para desencadear deslizamentos em Kerala. Wayanad e Kozhikode são propensas a deslizamentos profundos, enquanto Idukki e Kottayam são mais suscetíveis a deslizamentos superficiais. Estudos identificaram 29 grandes eventos de deslizamentos em quase todos os distritos de Kerala, destacando a crescente suscetibilidade da região a esses desastres.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcBWbtYpeQDft1IMzOX6zTwpN-_BgmbKpKzUL5gsx0HANxPI7PvOgniHkq1YZcb1gnGXGF1ftK5ZhcVHMIcVndDzp8K_UTQpWsjz_hfAj-TpXtmGbul5T1_RhUNsADYgMb5PoPGnnWiCFh2QoQW1ickvb-uWC0gUzoVo9wOrQ005zYEtFSwJaL0cV0iBI/s540/IMG_2225.jpeg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="Moradias soterradas por corrida de massa na Índia" border="0" data-original-height="540" data-original-width="494" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcBWbtYpeQDft1IMzOX6zTwpN-_BgmbKpKzUL5gsx0HANxPI7PvOgniHkq1YZcb1gnGXGF1ftK5ZhcVHMIcVndDzp8K_UTQpWsjz_hfAj-TpXtmGbul5T1_RhUNsADYgMb5PoPGnnWiCFh2QoQW1ickvb-uWC0gUzoVo9wOrQ005zYEtFSwJaL0cV0iBI/s16000/IMG_2225.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Edificações soterradas pela passagem do fluxo de detritos.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Saiba mais&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;ol style="text-align: left;"&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s00254-008-1431-9"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s00254-008-1431-9"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEimAeSjjscmhNA32rXqFhurKg3pkFp3Gw9lsJBz-5zaRGxzoIzqcr2JhPS7mxb6hcQjvkoRqWJq0YPPoU3LdOt4YOiB_tu3NJr3rmPenZU06NY-ivUXodRGuaXMyqQ-TUVMyXNesoDnc8hFapl1QP0MPqsJ37AuLlybBukkdLvF2DQ_vA3Ln8SjBAk_E8c/s828/IMG_2244.jpeg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="752" data-original-width="828" height="291" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEimAeSjjscmhNA32rXqFhurKg3pkFp3Gw9lsJBz-5zaRGxzoIzqcr2JhPS7mxb6hcQjvkoRqWJq0YPPoU3LdOt4YOiB_tu3NJr3rmPenZU06NY-ivUXodRGuaXMyqQ-TUVMyXNesoDnc8hFapl1QP0MPqsJ37AuLlybBukkdLvF2DQ_vA3Ln8SjBAk_E8c/s320/IMG_2244.jpeg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s00254-008-1431-9" target="_blank"&gt;History of landslide susceptibility and a chorology of landslide-prone areas in the Western Ghats of Kerala, India.&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhloa_uWmQAmJB0y2vUBb8xAPxC0_A2RH5PdkJ_0G9FPf5OjoiECQMKaOGAvts5Tfz-4akf4vG0xDYvlvnV0TVnvVeLQDLUDWDxbW2udulwtlYD2xkoWwjyVm34wHZPz3MGwJPIsMy5IwYi3fVl4O8gfnsGXlbxtcgS3FHpBLROVq2Mo1fNZ0v2UqmmgD8/s72-c/IMG_2209.jpeg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Entendendo os Movimentos de Massa com Análise Topológica</title><link>https://geoterran.blogspot.com/2024/08/analise-topologica-deslizamentos.html</link><category>Comunicação científica</category><category>Inteligência artificial</category><category>Movimentos de massa</category><author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</author><pubDate>Sat, 17 Aug 2024 13:57:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8659172315266162503.post-2932110358410211806</guid><description>&lt;h2 style="clear: both; text-align: justify;"&gt;Topologia dos Movimentos de Massa&lt;/h2&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;Um estudo recente apresentou uma nova abordagem para entender os movimentos de massa, utilizando a análise de dados topológicos (TDA, do Inglês &lt;i&gt;topological data analysis&lt;/i&gt;) para examinar suas formas em 3D. Esse método inovador permite classificar com precisão os diferentes tipos de movimentos, como deslizamentos, fluxos e quedas.&lt;/div&gt;

&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhw9CtpK351K3CSfpf9C6Ifpr6n8G1wAKUZ05ojPZiFJ4u8TsGPZeX-n-Fp807TutSlVOel5XmWCDdSCpGyzz3zaqn9vUHQmh1fQWWf_33IwygF2OmaXW4vx-lQwUTa9VgYixC6l8yt_tEOoEj72xR_8hLLk4xNo_QCWb8NBz-cC82-JKGsZjayL-iTDXc/s685/41467_2024_46741_Fig3_HTML.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="Imagem publicada no artigo da Natura Communications" border="0" data-original-height="548" data-original-width="685" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhw9CtpK351K3CSfpf9C6Ifpr6n8G1wAKUZ05ojPZiFJ4u8TsGPZeX-n-Fp807TutSlVOel5XmWCDdSCpGyzz3zaqn9vUHQmh1fQWWf_33IwygF2OmaXW4vx-lQwUTa9VgYixC6l8yt_tEOoEj72xR_8hLLk4xNo_QCWb8NBz-cC82-JKGsZjayL-iTDXc/s16000/41467_2024_46741_Fig3_HTML.webp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Ilustração da identificação das formas dos diferentes tipos de movimentos de massa.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A análise das formas complexas dos movimentos de massa proporciona uma visão mais detalhada das dinâmicas envolvidas, permitindo previsões mais precisas sobre quando e onde esses eventos podem ocorrer. Isso é fundamental para melhorar os modelos preditivos e, consequentemente, a avaliação de riscos e estratégias de mitigação.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As descobertas do estudo esclarecem que as propriedades topológicas podem ser usadas para identificar os movimentos de ruptura dos diferentes tipos de movimentos de massa. Foi observado que os movimentos de massa de mesmo tipo compartilham características topológicas semelhantes, sugerindo a presença de características morfológicas comuns que influenciam os padrões gerais de movimento dos movimentos de massa.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Esta contribuição permite uma melhor compreensão dos movimentos de massa, aprimorando a capacidade de prever e identificar os movimentos. Isso oferece uma contribuição significativa para o entendimento teórico desses fenômenos e abre caminho para novas abordagens na previsão de deslizamentos, com potencial para prevenir os impactos devastadores em regiões vulneráveis.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Referência&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Bhuyan, K., Rana, K., Ferrer, J.V. et al. Landslide topology uncovers failure movements. Nat Commun 15, 2633 (2024).&amp;nbsp;&lt;a href="https://doi.org/10.1038/s41467-024-46741-7" target="_blank"&gt;https://doi.org/10.1038/s41467-024-46741-7&lt;/a&gt;. Baixe em &lt;a href="https://www.nature.com/articles/s41467-024-46741-7.pdf" target="_blank"&gt;PDF.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhw9CtpK351K3CSfpf9C6Ifpr6n8G1wAKUZ05ojPZiFJ4u8TsGPZeX-n-Fp807TutSlVOel5XmWCDdSCpGyzz3zaqn9vUHQmh1fQWWf_33IwygF2OmaXW4vx-lQwUTa9VgYixC6l8yt_tEOoEj72xR_8hLLk4xNo_QCWb8NBz-cC82-JKGsZjayL-iTDXc/s72-c/41467_2024_46741_Fig3_HTML.webp" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><enclosure length="2106394" type="application/pdf" url="https://www.nature.com/articles/s41467-024-46741-7.pdf"/><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Topologia dos Movimentos de MassaUm estudo recente apresentou uma nova abordagem para entender os movimentos de massa, utilizando a análise de dados topológicos (TDA, do Inglês topological data analysis) para examinar suas formas em 3D. Esse método inovador permite classificar com precisão os diferentes tipos de movimentos, como deslizamentos, fluxos e quedas. Ilustração da identificação das formas dos diferentes tipos de movimentos de massa. A análise das formas complexas dos movimentos de massa proporciona uma visão mais detalhada das dinâmicas envolvidas, permitindo previsões mais precisas sobre quando e onde esses eventos podem ocorrer. Isso é fundamental para melhorar os modelos preditivos e, consequentemente, a avaliação de riscos e estratégias de mitigação.As descobertas do estudo esclarecem que as propriedades topológicas podem ser usadas para identificar os movimentos de ruptura dos diferentes tipos de movimentos de massa. Foi observado que os movimentos de massa de mesmo tipo compartilham características topológicas semelhantes, sugerindo a presença de características morfológicas comuns que influenciam os padrões gerais de movimento dos movimentos de massa.Esta contribuição permite uma melhor compreensão dos movimentos de massa, aprimorando a capacidade de prever e identificar os movimentos. Isso oferece uma contribuição significativa para o entendimento teórico desses fenômenos e abre caminho para novas abordagens na previsão de deslizamentos, com potencial para prevenir os impactos devastadores em regiões vulneráveis. Referência Bhuyan, K., Rana, K., Ferrer, J.V. et al. Landslide topology uncovers failure movements. Nat Commun 15, 2633 (2024).&amp;nbsp;https://doi.org/10.1038/s41467-024-46741-7. Baixe em PDF.</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</itunes:author><itunes:summary>Topologia dos Movimentos de MassaUm estudo recente apresentou uma nova abordagem para entender os movimentos de massa, utilizando a análise de dados topológicos (TDA, do Inglês topological data analysis) para examinar suas formas em 3D. Esse método inovador permite classificar com precisão os diferentes tipos de movimentos, como deslizamentos, fluxos e quedas. Ilustração da identificação das formas dos diferentes tipos de movimentos de massa. A análise das formas complexas dos movimentos de massa proporciona uma visão mais detalhada das dinâmicas envolvidas, permitindo previsões mais precisas sobre quando e onde esses eventos podem ocorrer. Isso é fundamental para melhorar os modelos preditivos e, consequentemente, a avaliação de riscos e estratégias de mitigação.As descobertas do estudo esclarecem que as propriedades topológicas podem ser usadas para identificar os movimentos de ruptura dos diferentes tipos de movimentos de massa. Foi observado que os movimentos de massa de mesmo tipo compartilham características topológicas semelhantes, sugerindo a presença de características morfológicas comuns que influenciam os padrões gerais de movimento dos movimentos de massa.Esta contribuição permite uma melhor compreensão dos movimentos de massa, aprimorando a capacidade de prever e identificar os movimentos. Isso oferece uma contribuição significativa para o entendimento teórico desses fenômenos e abre caminho para novas abordagens na previsão de deslizamentos, com potencial para prevenir os impactos devastadores em regiões vulneráveis. Referência Bhuyan, K., Rana, K., Ferrer, J.V. et al. Landslide topology uncovers failure movements. Nat Commun 15, 2633 (2024).&amp;nbsp;https://doi.org/10.1038/s41467-024-46741-7. Baixe em PDF.</itunes:summary><itunes:keywords>Comunicação científica, Inteligência artificial, Movimentos de massa</itunes:keywords></item><item><title>Livro: Estabilidade de Taludes Naturais ou de Escavação</title><link>https://geoterran.blogspot.com/2024/01/livro-estabilidade-de-taludes.html</link><category>Geologia de engenharia</category><category>Livros</category><author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</author><pubDate>Wed, 17 Jan 2024 01:32:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8659172315266162503.post-6059119418216497935</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;{tocify}&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="capital-letter"&gt;O&lt;/span&gt; livro "Estabilidade de Taludes Naturais e de Escavação", escrito por Guido Guidicini e Carlos Nieble, foca no estudo e análise da estabilidade de taludes, tanto em encostas naturais quanto em taludes de escavações em solo ou rocha. A edição, datada de 1984, da Editora Blucher é em formato brochura, sendo uma obra referência elaborada por autores brasileiros e voltada para os profissionais e estudantes da área.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;&lt;i class="fa-solid fa-hill-rockslide"&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;Estabilidade de Taludes&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;A estabilidade de taludes é uma área crítica da geotecnia, que se entrelaça intimamente com a geologia para entender e mitigar os riscos associados a movimentos de massa em encostas e cortes de terra. A geologia desempenha um papel fundamental nesse contexto, pois a composição e estrutura das formações rochosas e dos solos associados, as condições hidrogeológicas e a história geológica de uma área podem influenciar significativamente a estabilidade dos taludes e das encostas.&lt;/p&gt;
  &lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjwTmrhDFmMg_VQaHpFufXlhR-ULRIpASnFpWH_50E8cGPh9phyHsNcQhLilUm_lGxk20FgmawDWn-oHobCC0FCv8Zb6_VDS1jZ8y58T2q4Y0vKamyTUVC4qQf7_o-F-rUJKLCGWi0hUxWFuyoTROCYSis1KGtLAsTxYx6oezHa8B1f1vMNQTzdl87f9rc/s1024/1024px-Landslide.webp" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="684" data-original-width="1024" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjwTmrhDFmMg_VQaHpFufXlhR-ULRIpASnFpWH_50E8cGPh9phyHsNcQhLilUm_lGxk20FgmawDWn-oHobCC0FCv8Zb6_VDS1jZ8y58T2q4Y0vKamyTUVC4qQf7_o-F-rUJKLCGWi0hUxWFuyoTROCYSis1KGtLAsTxYx6oezHa8B1f1vMNQTzdl87f9rc/s16000/1024px-Landslide.webp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt; 2006: encosta em Petrópoplis (RJ) apresentando sinais de instabilidade. Fonte: &lt;a href="https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Landslide.jpg" target="_blank"&gt;Eurico Zimbres&lt;/a&gt;.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;A prevenção de deslizamentos e a manutenção da estabilidade de taludes são essenciais, não apenas para garantir a segurança das infraestruturas e das comunidades próximas, mas também para prevenir danos ambientais. A análise detalhada das condições do solo, da topografia, da hidrologia e da hidrogeologia permite o planejamento de intervenções estruturais eficazes, como drenagens, ancoragens e contenções, minimizando assim os riscos de instabilidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além das medidas preventivas, a remediação efetiva de taludes instáveis requer uma abordagem técnica rigorosa, que considere todas as variáveis geológicas e geotécnicas envolvidas. Neste cenário, as contribuições de Guidicini e Nieble se tornam extremamente relevantes. Sua obra, focada na estabilidade de taludes e em métodos de investigação, é um adendo valioso ao arcabouço técnico sobre o tema. Ela oferece uma compreensão aprofundada sobre os processos instabilizadores de encostas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um marco histórico importante que os autores trazem na obra é uma discussão sobre os sistemas classificadores de movimentos de massa, para o período de 1938 a 1969, e a sua própria proposta de classificação baseada nas existentes em língua portuguesa até então, de Freire (1965) e Vargas (1966).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O livro é estruturado em seis capítulos que abordam desde a sistemática de classificação, agentes e causas de movimentos de massas, fatores geológicos e geomecânicos significativos, métodos de investigação e apresentação de dados, métodos para cálculo de estabilidade de taludes, até estabilização de taludes e instrumentação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;h2&gt;&lt;i class="fa-solid fa-list-ol"&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;Sumário do Livro&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Apresentação&lt;br /&gt;Prefácio&lt;br /&gt;Prefácio à segunda edição&lt;br /&gt;Simbologia e notações&lt;/p&gt;&lt;b&gt;Capítulo 1 - Sistemática de classificação&lt;/b&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Introdução&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Critérios de classificação de movimentos de massas&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O sistema de classificação de Magalhães Freire&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Histórico da documentação brasileira sobre escorregamento&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Extensão das áreas afetadas&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Correlação entre pluviosidade e escorregamentos&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Escoamentos&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Rastejos&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Corridas&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Escorregamentos&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Escorregamentos rotacionais&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Escorregamentos translacionais&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Queda de blocos&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Queda de detritos&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Subsidências&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Subsidências (propriamente ditas)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Recalques&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Desabamentos&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Formas de transição ou termos de passagem&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Movimentos complexos de massas&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Capítulo 2 - Agentes e causas de movimentos de massa&lt;/b&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Causas internas&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Efeito de oscilações térmicas&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Diminuição dos parâmetros de resistência por intemperismo&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Causas externas&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Mudanças na geometria do sistema&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Efeitos de vibrações&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Mudanças naturais na inclinação das encostas&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Causas intermediárias&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Elevação do nível piezométrico em massas "homogêneas"&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Elevação da coluna de água em descontinuidades&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Rebaixamento rápido do lençol freático&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Erosão subterrânea retrogressiva (&lt;i&gt;piping&lt;/i&gt;)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Diminuição do efeito de coesão aparente&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Atuação da cobertura vegetal&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Efeitos de desmatamento&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A Legislação brasileira e a proteção das encostas&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Capítulo 3 - Fatores geológicos e geomecânicos significativos&lt;/b&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Ângulo de atrito e coesão&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Influência de irregularidades no cisalhamento&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Influência dos materiais de preenchimento no cisalhamento&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Influência de interfaces solo-rocha no cisalhamento&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Influência da água no cisalhamento&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Compartimentação do maciço e sua importância&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Rupturas preexistentes como indício de instabilidade&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Falhas e horizontes preferenciais de alteração&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Perfis de intemperismo na estabilidade&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Efeito de macroestrutura em solos&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ângulo de repouso em materiais granulares&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Redes de fluxo subterrâneo, na estabilidade&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Efeito de alívio de tensão por erosão&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Capítulo 4 - Métodos de investigação e apresentação de dados&lt;/b&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Trabalhos de campo&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Estudo geológico regional&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Critérios de identificação de movimentos de massas&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Critérios no emprego de fotos aéreas&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Indícios na observação direta no campo&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Mapeamento geológico da encosta&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Trabalhos de subsuperfície&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Descrição das características do movimento&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Estudo da compartimentação do maciço&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O emprego de diagramas de projeção esférica&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Representação do cone de atrito&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Caracterização geomecânica por meios expeditos&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Índices globais de classificação&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Grau de resistência&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Grau de alteração&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Grau de coerência&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Grau de fraturamento&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Medição de irregularidades de superfície&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Classificações "ponderadas"&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ensaios de cisalhamento expeditos&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Estudo das condições de percolação de água subterrânea&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Trabalhos de laboratório&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Retroanálise&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Capítulo 5 - Métodos para cálculo de estabilidade de taludes&lt;/b&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Introdução&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Os métodos de análise&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Ruptura circular&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ruptura Plana&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Rupturas em cunha&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Análise de tombamento de blocos&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Outros fatores que devem ser considerados no cálculo de estabilidade&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Capitulo 6 - Estabilização de taludes e instrumentação&lt;/b&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Estabilização de taludes&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Sistematização dos processos de estabilização&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Considerações sobre os principais métodos&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Experiências brasileiras na estabilização de taludes&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Instrumentação de taludes&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Importância da instrumentação&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Métodos e técnicas de instrumentação&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Bibliografia nacional sobre estabilidade de taludes&lt;br /&gt;Bibliografia internacional sobre estabilidade de taludes{hlBox}&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;&lt;i class="fa-solid fa-at"&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;Sobre os Autores&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="book-author-table"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="book-author"&gt;&lt;img alt="" class="book-author" data-original-height="600" data-original-width="600" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjjScr9Q5plxqb1tvG-eoFzYb482AeYdf2NYer5ixo4xaKw2IpMeagKEF66b2V36SJxOn2TZgOmg701_q-QtRyJ0-Ua7ozRtqBU7tWNB-uyprutQM1bJvDqYQFUShvFRXzFH4lH6l4ao5wfP7H5hrxza14iIngBtZroQbzI-mCx5NOCZZuz679MXZohvoU/s320/geoterran_guido-guidicini-1.webp" width="100" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;b&gt;Guido Guidicini&lt;/b&gt; é um experiente geólogo formado pela USP em 1963, especializado em Geologia de Engenharia e conhecido por sua participação em diversos projetos de barragens, especialmente associados a aproveitamentos hidrelétricos no Nordeste. Autor de vários livros técnicos na área de Geotecnia, ele vem atuando como consultor desde 1994.&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="book-author-table"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="book-author"&gt;&lt;img alt="" class="book-author" data-original-height="600" data-original-width="600" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhTjibwktxNEdiFZ9GcmIqTvOQkeN76eLxOwjzPXGxSUzc6Lh8AGs_AzIkJfsuruiv-oROsa-MSXIWIy-vQm7EKtNGXyWOmfpehx1bxO6jVQUz3YwPbMdfVDH1yUc1z9nyPkmPs2a02R1FMj2eCUN4I_ctyKwiCFavZwDDPRJRXLTZlGdTpLP5e95mQqdw/s320/geoterran_carlos-nieble-1.webp" width="100" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;b&gt;Carlos Manoel Nieble&lt;/b&gt; é um renomado engenheiro de minas formado pela USP em 1966, especializado em Risco Geológico e Detonações Cuidadosas com Explosivos. Nieble, que foi presidente da Associação Brasileira de Geologia de Engenharia (ABGE) entre 1974 e 1976, é sócio na Matra Engenharia e Consultoria e coautor, junto com Guidicini, do livro "Estabilidade de Taludes Naturais e de Escavação". Além disso, é autor do livro "Desmontes Cuidadosos com Explosivos – Aspectos de Engenharia e Ambientais" e tem um histórico notável como consultor em importantes obras de mineração e hidrelétricas no Brasil e na América Latina.&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;&lt;i class="fa-solid fa-newspaper"&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;Sobre a Editora&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Com mais de 65 anos de trajetória, a &lt;b&gt;&lt;a href="https://www.blucher.com.br/" target="_blank"&gt;Editora Edgard Blucher Ltda.&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, ou apenas Blucher, se destaca pela dedicação à ciência e à democratização do conhecimento. Com um catálogo que inclui mais de 1.700 publicações e 19 prêmios Jabuti, a editora é reconhecida no meio acadêmico, publicando uma variedade de conteúdos que vão desde livros técnicos a pesquisas científicas e artigos acadêmicos, disponíveis em formatos impressos e digitais, como e-books e Open Access. A inovação constante e a adaptação às novas tecnologias refletem o compromisso da Editora Blucher com a qualidade e acessibilidade em suas publicações.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;

&lt;blockquote&gt;&lt;h2&gt;&lt;i class="fa-solid fa-book-bookmark"&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;Ficha Técnica do Livro&lt;/h2&gt;&lt;div class="tg-wrap"&gt;&lt;table class="tg" style="border-radius: var(--radius);"&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col style="width: 140px;"&gt;&lt;/col&gt;&lt;col style="width: 550px;"&gt;&lt;/col&gt;&lt;/colgroup&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" style="border: 0px;"&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; width: 300px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1124" data-original-width="779" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEidVbnPZEVWO7LEGuYOeq2_1NT4s3Rvp3e2x9XnKBcVyJl-mcmL4rfu2ZMTGOHLpDjcVq3OF6k4ydHqWRDjXLCnAJ6pImDr3Enz7YxXK-JH_nSDkH51dZ1AbKUp9m3VHcxF29MswlHz6uhurREJ1WWTd0l69GMdePdoCr-a4jyv5yJSdTxHmIbV1X3kD-g/s16000/IMG_4095.jpeg" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt; &lt;b&gt;Capa: &lt;/b&gt;&lt;a href="https://amzn.to/48xELN8" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Estabilidade de Taludes Naturais e de Escavação&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="https://amzn.to/48xELN8" target="_blank"&gt;&lt;button class="sales-button"&gt;&lt;i class="sales-icon-amazon"&gt; &lt;/i&gt;&lt;/button&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="ttl"&gt;Título&lt;/td&gt;&lt;td class="ttd"&gt;Estabilidade de Taludes Naturais e de Escavação&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="ttl"&gt;Autores&lt;/td&gt;&lt;td class="ttd"&gt;Guido Guidicini, Carlos Manoel Nieble&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="ttl"&gt;Ilustradores&lt;/td&gt;&lt;td class="ttd"&gt;Sem informação&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="ttl"&gt;Capa&lt;/td&gt;&lt;td class="ttd"&gt;Arranjo gráfico feito pela Editora Blucher&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="ttl"&gt;Editora&lt;/td&gt;&lt;td class="ttd"&gt;Blucher, São Paulo&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="ttl"&gt;Edição&lt;/td&gt;&lt;td class="ttd"&gt;1984, 1 edição&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="ttl"&gt;Idioma&lt;/td&gt;&lt;td class="ttd"&gt;Português&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="ttl"&gt;Acabamento&lt;/td&gt;&lt;td class="ttd"&gt;Brochura&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="ttl"&gt;Formato LxA&lt;/td&gt;&lt;td class="ttd"&gt;16 x 23 cm&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="ttl"&gt;Páginas&lt;/td&gt;&lt;td class="ttd"&gt;216&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="ttl"&gt;ISBN-10&lt;/td&gt;&lt;td class="ttd"&gt;8521201869&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="ttl"&gt;ISBN-13&lt;/td&gt;&lt;td class="ttd"&gt;978-8521201861&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="ttl"&gt;Peso&lt;/td&gt;&lt;td class="ttd"&gt;0,331 Kg&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="ttl"&gt;Avaliação&lt;/td&gt;&lt;td class="ttd"&gt;&lt;i aria-hidden="true" class="fa fa-star" style="color: #ffa41c;"&gt;&lt;/i&gt;&lt;i aria-hidden="true" class="fa fa-star" style="color: #ffa41c;"&gt;&lt;/i&gt;&lt;i aria-hidden="true" class="fa fa-star" style="color: #ffa41c;"&gt;&lt;/i&gt;&lt;i aria-hidden="true" class="fa fa-star" style="color: #ffa41c;"&gt;&lt;/i&gt;&lt;i aria-hidden="true" class="fa fa-star-half-o" style="color: #ffa41c;"&gt;&lt;/i&gt; 4,7 de 5 estrelas &lt;a href="https://amzn.to/48xELN8" target="_blank"&gt;&lt;button class="sales-button"&gt;&lt;i class="sales-icon-amazon"&gt; &lt;/i&gt;&lt;/button&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;{bookBox}&lt;/blockquote&gt;

&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;&lt;i class="fa-solid fa-store"&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;Onde Encontrar?&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Para adicionar à sua biblioteca técnica ou profissional, o livro está disponível na &lt;b style="font-size: 1.15em;"&gt;Amazon&lt;/b&gt; para compra, atualmente ao valor de &lt;b style="font-size: 1.15em;"&gt;R$ 69,81&lt;/b&gt;, com possibilidade de frete gratuito para assinantes Prime. Informações de como realizar a compra podem ser acessados pela &lt;a href="https://amzn.to/48xELN8" target="_blank"&gt;página do livro&lt;/a&gt; &lt;a href="https://amzn.to/48xELN8" target="_blank"&gt;&lt;button class="sales-button"&gt;&lt;i class="sales-icon-amazon"&gt; &lt;/i&gt;&lt;/button&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
    
&lt;blockquote&gt;&lt;h2&gt;&lt;i class="fa-solid fa-clipboard-list"&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;Referências&lt;/h2&gt;&lt;h3 style="font-size: 1.2rem;"&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;ABNT &lt;span style="font-size: 0.75em;"&gt;(NBR 6023:2018)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/h3&gt;&lt;ol style="text-align: justify;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span id="abnt1"&gt;GUIDICINI, G.; NIEBLE, C.M. &lt;b&gt;Estabilidade de taludes naturais e de escavação&lt;/b&gt;. 2. ed. São Paulo: Blucher, 1984. 216 p.&lt;/span&gt; &lt;abbr data-title="copiar"&gt;&lt;button class="copy-btn" onclick="copyToClipboard('#abnt1')"&gt;&lt;i class="copy-icon"&gt;&lt;/i&gt;&lt;/button&gt;&lt;/abbr&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span id="abnt2"&gt;GUIDICINI, Guido; NIEBLE, Carlos Manoel. &lt;b&gt;Estabilidade de taludes naturais e de escavação&lt;/b&gt;. 2. ed. São Paulo: Blucher, 1984. 216 p.&lt;/span&gt; &lt;abbr data-title="copiar"&gt;&lt;button class="copy-btn" onclick="copyToClipboard('#abnt2')"&gt;&lt;i class="copy-icon"&gt;&lt;/i&gt;&lt;/button&gt;&lt;/abbr&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;
  &lt;h3 style="font-size: 1.2rem;"&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;APA &lt;span style="font-size: 0.75em;"&gt;(7&lt;sup&gt;a&lt;/sup&gt; edição)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/h3&gt;&lt;ol style="text-align: justify;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span  id="apa1"&gt;Guidicini, G., &amp;amp; Nieble, C.M. (1984). &lt;i&gt;Estabilidade de taludes naturais e de escavação&lt;/i&gt;. (2&lt;sup&gt;a&lt;/sup&gt; ed.). Editora Blucher.&lt;/span&gt; &lt;abbr data-title="copiar"&gt;&lt;button class="copy-btn" onclick="copyToClipboard('#apa1')"&gt;&lt;i class="copy-icon"&gt;&lt;/i&gt;&lt;/button&gt;&lt;/abbr&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;
  &lt;h3 style="font-size: 1.2rem;"&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span face="'CMU Serif', cmr10, LMRoman10-Regular, 'Latin Modern Math', 'Nimbus Roman No9 L', 'Times New Roman', Times, serif"&gt;BibL&lt;span style="font-size: 0.75em; line-height: 1ex; margin-left: -0.36em; margin-right: -0.15em; text-transform: uppercase; vertical-align: 0.25em;"&gt;a&lt;/span&gt;T&lt;span style="line-height: 1ex; margin-left: -0.1667em; margin-right: -0.125em; text-transform: uppercase; vertical-align: -0.25em;"&gt;e&lt;/span&gt;X&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/h3&gt;&lt;ol style="text-align: justify;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span id="latex1"&gt;@book{guidicini1984estabilidade, title = {Estabilidade de Taludes Naturais e de Escavação}, author = {Guidicini, Guido and Nieble, Carlos Manoel}, publisher = {Blucher}, year = {1984}, edition = {2}, location = {São Paulo}, language = {portuguese}, pagetotal = {216}, isbn = {978-8521201861}, note = {Geotecnia, Geologia de engenharia}}&lt;/span&gt; &lt;abbr data-title="copiar"&gt;&lt;button class="copy-btn" onclick="copyToClipboard('#latex1')"&gt;&lt;i class="copy-icon"&gt;&lt;/i&gt;&lt;/button&gt;&lt;/abbr&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;

  &lt;h2&gt;Citações&lt;/h2&gt;&lt;h3 style="font-size: 1.2rem;"&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;ABNT (exemplos)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/h3&gt;&lt;ol style="text-align: justify;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 0.85em; text-transform: uppercase;"&gt;PARENTÉTICA: &lt;/span&gt;Os corpos de tálus têm como característica a precária estabilidade, especialmente se modificados e saturados &lt;span id="abnt3"&gt;(Guidicini e Nieble, 1984, p. 36)&lt;/span&gt;. &lt;abbr data-title="copiar"&gt;&lt;button class="copy-btn" onclick="copyToClipboard('#abnt3')"&gt;&lt;i class="copy-icon"&gt;&lt;/i&gt;&lt;/button&gt;&lt;/abbr&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 0.85em; text-transform: uppercase;"&gt;NARRATIVA: &lt;/span&gt;São classificados por &lt;span id="abnt4"&gt;Guidicini e Nieble (1984)&lt;/span&gt; como escoamentos, em sentido amplo, e consideradas deformações lentas, por gravidade, de solos e rochas. &lt;abbr data-title="copiar"&gt;&lt;button class="copy-btn" onclick="copyToClipboard('#abnt4')"&gt;&lt;i class="copy-icon"&gt;&lt;/i&gt;&lt;/button&gt;&lt;/abbr&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;
    &lt;h3 style="font-size: 1.2rem;"&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;APA (exemplos)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/h3&gt;&lt;ol style="text-align: justify;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 0.85em; text-transform: uppercase;"&gt;PARENTÉTICA: &lt;/span&gt;Os corpos de tálus têm como característica a precária estabilidade, especialmente se modificados e saturados &lt;span id="apa3"&gt;(Guidicini &amp;amp; Nieble, 1984, p. 36)&lt;/span&gt;. &lt;abbr data-title="copiar"&gt;&lt;button class="copy-btn" onclick="copyToClipboard('#apa3')"&gt;&lt;i class="copy-icon"&gt;&lt;/i&gt;&lt;/button&gt;&lt;/abbr&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: 0.85em; text-transform: uppercase;"&gt;NARRATIVA: &lt;/span&gt;São classificados por &lt;span id="apa4"&gt;Guidicini e Nieble (1984)&lt;/span&gt; como escoamentos, em sentido amplo, e consideradas deformações lentas, por gravidade, de solos e rochas. &lt;abbr data-title="copiar"&gt;&lt;button class="copy-btn" onclick="copyToClipboard('#apa4')"&gt;&lt;span class="copy-icon"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/button&gt;&lt;/abbr&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;{referenceBox}&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
  &lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjwTmrhDFmMg_VQaHpFufXlhR-ULRIpASnFpWH_50E8cGPh9phyHsNcQhLilUm_lGxk20FgmawDWn-oHobCC0FCv8Zb6_VDS1jZ8y58T2q4Y0vKamyTUVC4qQf7_o-F-rUJKLCGWi0hUxWFuyoTROCYSis1KGtLAsTxYx6oezHa8B1f1vMNQTzdl87f9rc/s72-c/1024px-Landslide.webp" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Arte Sísmica</title><link>https://geoterran.blogspot.com/2024/01/arte-sismica.html</link><category>Terremotos</category><author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</author><pubDate>Mon, 1 Jan 2024 17:11:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8659172315266162503.post-8857179468909421393</guid><description>&lt;b&gt;{tocify}&lt;/b&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="capital-letter"&gt;E&lt;/span&gt;m 28 de fevereiro de 2001, um terremoto de magnitude 6,8, conhecido como o terremoto de Nisqually, ocorreu a 50 quilômetros de profundidade, abaixo de Olympia, proximidades de Seattle, Washington. Durou entre 30 a 40 segundos, devido à dinâmica da placa tectônica em subducção Juan de Fuca, e deixou um rastro de destruição avaliado em mais de $US 4 bilhões. Mas também, deixou uma assinatura única na areia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhfnOiRV6QysrKaySrAOpCFep8L8aGGdvY02xwRpVHKXcV4Z7xDC6GeP7ZI_eRtNniaUFRlxnu-Q6NWuT01hIjoVe-fOYI10LO-QOUDKU12r4hjE9FqhPk9GI2ifTjucb9VSDrBYYDdIbqfVkFIBvvHjMQZOiP-ta310QYpl4gFOP6wSVSv3fW_NA32W_Q/s739/IMG_3728.webp"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="415" data-original-width="739" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhfnOiRV6QysrKaySrAOpCFep8L8aGGdvY02xwRpVHKXcV4Z7xDC6GeP7ZI_eRtNniaUFRlxnu-Q6NWuT01hIjoVe-fOYI10LO-QOUDKU12r4hjE9FqhPk9GI2ifTjucb9VSDrBYYDdIbqfVkFIBvvHjMQZOiP-ta310QYpl4gFOP6wSVSv3fW_NA32W_Q/s16000/IMG_3728.webp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Devastação do terremoto de magnitude 6,8 ocorrido em 28 de Fevereiro de 2001.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;

&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;Terremotos Não São Apenas Destruição&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na loja Mind Over Matter, no subúrbio de Port Townsend, condado de Jefferson, Washington, uma surpreendente forma na areia foi descoberta pelos funcionários, uma evidência artística do tremor.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A escultura foi criada por um pêndulo suspenso sobre uma bandeja de areia, muitas vezes chamado de pêndulo de Lissajous. Normalmente, este dispositivo registra padrões harmônicos simples à medida que o pêndulo se move, funcionando com base nos princípios da gravidade e do movimento harmônico simples. Este tipo de pêndulo cria padrões complexos e bonitos na areia.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgsgx4dgr9i_6qX12LeoP7INKpIArz6c2B0B_g5imGepuFJsegwXJY4QBQMqHUalSmtNnwe8RPuy14GohiZiileBmr8uReTBFCF9au8ZeDIs1T0QN-wT2Zxv73_C9_vTbZvYnvXEpM7vbr36DQ6kYgV6VMobEbtZy6EprzUngyt8OyLuu0_2G6lToemOK8/s1032/IMG_3764.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1032" data-original-width="489" height="640" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgsgx4dgr9i_6qX12LeoP7INKpIArz6c2B0B_g5imGepuFJsegwXJY4QBQMqHUalSmtNnwe8RPuy14GohiZiileBmr8uReTBFCF9au8ZeDIs1T0QN-wT2Zxv73_C9_vTbZvYnvXEpM7vbr36DQ6kYgV6VMobEbtZy6EprzUngyt8OyLuu0_2G6lToemOK8/w304-h640/IMG_3764.webp" style="width: 304px;" width="304" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Pêndulo de Lissajous ou pêndulo de areia.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O pêndulo consiste em uma haste suspensa que pode oscilar livremente em qualquer direção. Na extremidade inferior da haste, geralmente há um pêndulo menor ou um objeto que toca uma bandeja de areia posicionada diretamente abaixo dele.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Quando o pêndulo é retirado de sua posição de repouso e solto, a força da gravidade age sobre ele, iniciando um movimento oscilatório e desenhando padrões na superfície da areia. A natureza desses padrões depende do movimento inicial, da duração da oscilação e das propriedades físicas do pêndulo, como comprimento e peso.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgbRY69MIU326EUCyPl0TW0H47ZBOpWkUhyAHhS2jTLw8Lvo2Gc_-J9h6SV8-i4B0BafukVAusD1vyPYkDKJ0s0NkcKREXoBvsid37pEDefXDmF_9wia35XtQGQ8J3i81_fGb2TOfwcyDreAVox2EQriZDKuqc8RQ3mfqu4G9-YqgmcIAxmRqYDHp1Cd2M/s600/ezgif.com-optiwebp.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="340" data-original-width="600" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgbRY69MIU326EUCyPl0TW0H47ZBOpWkUhyAHhS2jTLw8Lvo2Gc_-J9h6SV8-i4B0BafukVAusD1vyPYkDKJ0s0NkcKREXoBvsid37pEDefXDmF_9wia35XtQGQ8J3i81_fGb2TOfwcyDreAVox2EQriZDKuqc8RQ3mfqu4G9-YqgmcIAxmRqYDHp1Cd2M/s16000/ezgif.com-optiwebp.webp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Funcionamento de um pêndulo que desenha na areia com um padrão resultante.&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Quando o pêndulo é movido de forma que oscilações independentes ocorram tanto no eixo horizontal quanto no vertical, os padrões criados podem se assemelhar aos conhecidos como padrões de Lissajous. Estes são padrões geométricos complexos que resultam da combinação de dois movimentos harmônicos simples perpendiculares entre si, impulsionados pela gravidade e inércia.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiP_7lc0bh61hhSrBk1VTiUXznH6qxYSFKJUtkTAZh2g1evmBRZPKLeLwndXpGI67X9ABTaiOGA3JmN50ddKeDA1bFvGNgPfxtTB9O93idoUAmiNnzNBOm2epToOakKT2-x5z9sS3bnr7MhjEYpV13RAjemAgS_p9aCdTFL6bwW5rEHMOedwatF1McNMwQ/s640/IMG_3766.jpeg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="422" data-original-width="640" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiP_7lc0bh61hhSrBk1VTiUXznH6qxYSFKJUtkTAZh2g1evmBRZPKLeLwndXpGI67X9ABTaiOGA3JmN50ddKeDA1bFvGNgPfxtTB9O93idoUAmiNnzNBOm2epToOakKT2-x5z9sS3bnr7MhjEYpV13RAjemAgS_p9aCdTFL6bwW5rEHMOedwatF1McNMwQ/s16000/IMG_3766.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Figuras ou padrões de Lissajous: oscilações na horizontal e na vertical combinadas para elaborar os padrões.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Com o tempo, a oscilação do pêndulo diminui devido ao atrito e à resistência do ar, o que gradualmente altera e eventualmente interrompe a criação de padrões na areia.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Além de ser um objeto fascinante de arte cinética, criando padrões artísticos, esses pêndulos são usados para demonstrar conceitos físicos de movimento periódico e harmônico e de ondas.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em 2001, o terremoto interrompeu o padrão normal e esperado para produzir seu próprio padrão que se assemelha a uma rosa.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi3jTJ9n4EyNWV7NtcvLDdWMgdi0j4YOPrAbDiQB-EzalVkre21VRmNfMNWkYVudyfoGZGwSvPZyEBzREdoSHvTYJNJ70eTDK0QZ6sqUPXwRveQ2HecCIh5NUhqkN7gq1NgCiYkYLGrXfgrxof2wkrWh6uXwSpX5Fj24Xge2uO-if2WGyf4X5OihQXglSA/s450/IMG_3718.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="Rosa formada na areia por pêndulo durante terremoto." border="0" data-original-height="338" data-original-width="450" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi3jTJ9n4EyNWV7NtcvLDdWMgdi0j4YOPrAbDiQB-EzalVkre21VRmNfMNWkYVudyfoGZGwSvPZyEBzREdoSHvTYJNJ70eTDK0QZ6sqUPXwRveQ2HecCIh5NUhqkN7gq1NgCiYkYLGrXfgrxof2wkrWh6uXwSpX5Fj24Xge2uO-if2WGyf4X5OihQXglSA/s16000/IMG_3718.webp" title="Rosa Desenhada na Areia" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Desenho formado na areia pelo pêndulo.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Jason Ward, dono da loja, refletiu sobre a descoberta: "É como a assinatura da Mãe Natureza. Apesar dos recentes acontecimentos ruins, a 'rosa do terremoto' trouxe uma mensagem positiva e inspiradora diretamente da Mãe Natureza."&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhMCHN6m1tka4OX0Cz_ojofYvMnRXgp_esUVrCzK01RTgjwEpRH-XjY1GKFm6HzKqlU0eAZL2yv-6qQe1FbGpEGz7iu3kNrqRTp_sdQRjlwCzxa91tMuxfmSkrtMHwuuwKwX0qW63U7_pQ4C5NLcPkdk6jagRf6ZwaQV1G_xsKp2dw6XTH1jwk9w8wXEYM/s400/IMG_3719.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="Rosa formada na areia por pêndulo durante terremoto." border="0" data-original-height="300" data-original-width="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhMCHN6m1tka4OX0Cz_ojofYvMnRXgp_esUVrCzK01RTgjwEpRH-XjY1GKFm6HzKqlU0eAZL2yv-6qQe1FbGpEGz7iu3kNrqRTp_sdQRjlwCzxa91tMuxfmSkrtMHwuuwKwX0qW63U7_pQ4C5NLcPkdk6jagRf6ZwaQV1G_xsKp2dw6XTH1jwk9w8wXEYM/s16000/IMG_3719.webp" title="Rosa Desenhada na Areia" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Padrão desenhado pelo pêndulo.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Bill Steele, sismólogo da Universidade de Washington, comentou sobre o fenômeno: "O desenho mostra o padrão tridimensional do terremoto. É um pequeno sismograma que ajuda as pessoas a entenderem como o solo estava se movendo no momento do terremoto." O desenho na areia, embora não seja um registro científico preciso, oferece uma representação visual fascinante da atividade sísmica.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhalf-M7vWbK3XbsOltwhSaTXrBFkbZ1fshrWCVVx1v_uhyphenhyphenRPWFSe0swgpl9hv_m8ILHoo5CsE4OMEhLZ1y2jXrmVu0vN6WSKqSDWE0k-H_5KnbtlmCCipX3N1brcoWk6LFDwn4eYEadzydEidR0IRF6bthtkWmJOZtGCMOnosKWHVFMVBV3lQvqn7ypKA/s400/IMG_3720.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="330" data-original-width="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhalf-M7vWbK3XbsOltwhSaTXrBFkbZ1fshrWCVVx1v_uhyphenhyphenRPWFSe0swgpl9hv_m8ILHoo5CsE4OMEhLZ1y2jXrmVu0vN6WSKqSDWE0k-H_5KnbtlmCCipX3N1brcoWk6LFDwn4eYEadzydEidR0IRF6bthtkWmJOZtGCMOnosKWHVFMVBV3lQvqn7ypKA/s16000/IMG_3720.webp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Detalhe do padrão em forma de rosa desenhado pelo terremoto.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O geólogo Lin Sutherland, do Centro de Pesquisa em Geodiversidade do Museu Australiano, concorda que a escultura de areia tem um valor artístico significativo. Segundo ele os diferentes tipos de ondas sísmicas contribuíram para a formação do padrão: as ondas 'P' causaram as grandes oscilações externas, que são ondas de alta frequência, rápidas e que causam um movimento de empurrar e puxar, enquanto as ondas 'S' mais lentas formaram as menores oscilações em direção ao centro. As longas ondas de superfície, responsáveis pelos maiores danos durante terremotos, produziram os detalhes no centro do padrão.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O aparente duplo centro do padrão na areia poderia indicar um reajuste da base do pêndulo após a passagem do terremoto, possivelmente causado pelo movimento do prédio em suas fundações.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;&lt;i class="fa-solid fa-magnifying-glass"&gt;&lt;/i&gt; Para Saber Mais&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ondas sísmicas: elas são geradas por terremotos e se propagam através da Terra. Existem três tipos principais:&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Ondas P (Primárias)&lt;/b&gt;: São as primeiras a chegar ao sismógrafo após um terremoto. Estas ondas se movimentam por compressão e expansão, semelhante ao som, e podem se propagar em sólidos, líquidos e gases.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Ondas S (Secundárias)&lt;/b&gt;: Chegam após as ondas P. Estas ondas se movimentam perpendicularmente à direção da propagação e só podem viajar através de sólidos, não de líquidos ou gases.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Ondas de Superfície&lt;/b&gt;: São as últimas a chegar e as mais destrutivas. Elas se movimentam ao longo da superfície da Terra. Existem dois tipos principais: ondas &lt;b&gt;Love&lt;/b&gt;, que causam movimento horizontal, e ondas &lt;b&gt;Rayleigh&lt;/b&gt;, que resultam em movimento tanto vertical quanto horizontal.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjF7GQ54Jqy6sywol44c8yqZnjzVOusJt_kDFJJCGJ2CU41OD0m4X11aCJYOJO95nzELk9cMY5KDchEIbu7fS6YxJg-upKTVeJQjr_C1dfxkoZNkb93ccu9tPLyjjyN9JxPITHK04_jJ8bsAsi-8qCNPPzLXTUlnU1-ab1463FpTH77lO4JD_uK9Cat3TM/s2211/IMG_3745.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="Tipos de Ondas Sísmicas: P, S, Love e Rayleigh" border="0" data-original-height="1080" data-original-width="2211" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjF7GQ54Jqy6sywol44c8yqZnjzVOusJt_kDFJJCGJ2CU41OD0m4X11aCJYOJO95nzELk9cMY5KDchEIbu7fS6YxJg-upKTVeJQjr_C1dfxkoZNkb93ccu9tPLyjjyN9JxPITHK04_jJ8bsAsi-8qCNPPzLXTUlnU1-ab1463FpTH77lO4JD_uK9Cat3TM/s16000/IMG_3745.webp" title="Ondas Sísmicas" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Modelos estáticos de propagação dos diferentes tipos de ondas sísmicas: P, S, Rayleigh e Love.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjahT_b2Txh8WMKfTZIPN2th6e1ar_9Nx61-8Z54DsPSyeuvQYxQUnQMFDieDHkggHXE4t3Lzt-WL8xMz8ICgHwljIuyHuGwCa7PbOOVSdL9MFqmBEBjkOcD9wI5GpGyFrjQ54YcYIvSMHoIs2s6Lz_gpER17YHgq6bi_QYup6gfAm_kzCfZinknj6f3fo/s864/IMG_3749.gif" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="Onda Sísmica P: animação mostrando a propagação da onda." border="0" data-original-height="432" data-original-width="864" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjahT_b2Txh8WMKfTZIPN2th6e1ar_9Nx61-8Z54DsPSyeuvQYxQUnQMFDieDHkggHXE4t3Lzt-WL8xMz8ICgHwljIuyHuGwCa7PbOOVSdL9MFqmBEBjkOcD9wI5GpGyFrjQ54YcYIvSMHoIs2s6Lz_gpER17YHgq6bi_QYup6gfAm_kzCfZinknj6f3fo/s16000/IMG_3749.gif" title="Onda Sísmica P" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Animação simples do movimento associado às ondas do tipo P. Fonte: Braile (2010).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjmzExuYWSEI_si-p6gF2s-aJGLHdZyUbWOPg-cwxC4nMdgEfdoA7ODaul7ybUn8VxSgbhzKhARB7TNFidAvh-5WVdvynGyOy8wlx6sUAloXR1wAW2FLlbokchINOAYapDlS4Z_GpDIV0ZIuUPvesSF2E4xmdkXfzaoXi9Hbdp-5sn72qBizWY1yEmvy-Y/s864/IMG_3750.gif" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="504" data-original-width="864" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjmzExuYWSEI_si-p6gF2s-aJGLHdZyUbWOPg-cwxC4nMdgEfdoA7ODaul7ybUn8VxSgbhzKhARB7TNFidAvh-5WVdvynGyOy8wlx6sUAloXR1wAW2FLlbokchINOAYapDlS4Z_GpDIV0ZIuUPvesSF2E4xmdkXfzaoXi9Hbdp-5sn72qBizWY1yEmvy-Y/s16000/IMG_3750.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Animação simples do movimento associado às ondas S. Fonte: Braile (2010).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgSZutaJv-6QZiO8e7K5SyFBsRe2NyYdkQwJMuMxx7HZ6NQCjLAAgE0NzvqAopDZWBlT8d1JrUW5yH3cG79X5Y9USmefbHoBUgygXX8Yo-plKrZeAMcqFp6nrMf1czrGRxVy4ZCmzUBvwsuRQIsX-yxUdzL47rQbUhlnq5bAL-GMN_FaXOHqf6zeGPf0Wg/s864/IMG_3751.gif" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="432" data-original-width="864" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgSZutaJv-6QZiO8e7K5SyFBsRe2NyYdkQwJMuMxx7HZ6NQCjLAAgE0NzvqAopDZWBlT8d1JrUW5yH3cG79X5Y9USmefbHoBUgygXX8Yo-plKrZeAMcqFp6nrMf1czrGRxVy4ZCmzUBvwsuRQIsX-yxUdzL47rQbUhlnq5bAL-GMN_FaXOHqf6zeGPf0Wg/s16000/IMG_3751.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Animação simples do movimento associado à onda sísmica de superfície do tipo Rayleigh. Fonte: Braile (2010).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjy3NK3szHkRU08KvxUfDCWL3U7yLUPe0bD9PQIxP-DKST_Pm2VgllffdW43NJMW8SbO_6fs8hyOVtyyem0HZdqAIb7lDIG3Bo0D3SASotSkEn7OTrhnH4D0RjYQoHEFpEgsZFximQ9lKtt3YI9s8HepBfTo4pS1jOhuf-Dk1XPM94nj_DcUr7lBXBuBS8/s864/IMG_3752.gif" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="432" data-original-width="864" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjy3NK3szHkRU08KvxUfDCWL3U7yLUPe0bD9PQIxP-DKST_Pm2VgllffdW43NJMW8SbO_6fs8hyOVtyyem0HZdqAIb7lDIG3Bo0D3SASotSkEn7OTrhnH4D0RjYQoHEFpEgsZFximQ9lKtt3YI9s8HepBfTo4pS1jOhuf-Dk1XPM94nj_DcUr7lBXBuBS8/s16000/IMG_3752.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Animação simples do movimento associado à onda sísmica de superfície do tipo Love. Fonte: Braile (2010).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Essas ondas podem ser captadas por sismógrafos que produzem os sismogramas. Um sismograma registra o movimento do solo em um local específico, onde o instrumento sismográfico está localizado. No sismograma:&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;O eixo horizontal representa o tempo, geralmente medido em segundos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O eixo vertical representa o deslocamento do solo, normalmente medido em milímetros.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgIjjFyGtyBoIhmBjzUQzQ9O8TC9MIN2eKUiG1wVUTsU7XxILcl-0wxH626okALfTKq8cLLn6C4UuC9QDfssUyKTLqj0Kc2F4O3LgbH1ra5fm3EHv-NTcuwWGb4ziPHD72Ps90x_OE_nabWfsMbIy_ZQOB3MwCzPwaXnpLFtsf3_fqtzjBrfuvoCR-Xk90/s2048/02252021_1_110438.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="2048" data-original-width="2014" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgIjjFyGtyBoIhmBjzUQzQ9O8TC9MIN2eKUiG1wVUTsU7XxILcl-0wxH626okALfTKq8cLLn6C4UuC9QDfssUyKTLqj0Kc2F4O3LgbH1ra5fm3EHv-NTcuwWGb4ziPHD72Ps90x_OE_nabWfsMbIy_ZQOB3MwCzPwaXnpLFtsf3_fqtzjBrfuvoCR-Xk90/s16000/02252021_1_110438.webp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Sismograma do Terremoto de Nisqually: movimento horizontal na direção Leste-Oeste. Eixo vertical aceleração gravitacional em porcentagem.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Quando não há terremotos, o sismograma mostra principalmente uma linha reta com pequenas oscilações devido a ruídos ou perturbações locais, além dos marcadores de tempo. Durante um terremoto, esse padrão é interrompido por ondas sísmicas mais pronunciadas, refletindo a intensidade e a natureza do evento sísmico.{hlBox}&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;De Seattle ao Utah: registros na areia&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Um terremoto de magnitude 5,7 atingiu Magna, perto de Salt Lake City, Utah, em 18 de março de 2020, sendo o maior então registrado desde o terremoto de 5,9 em Utah em 1992. Com epicentro a apenas 5,0 quilômetros de Magna, no Vale do Salt Lake, o sismo foi sentido em grande parte do norte-central de Utah e até em Wyoming.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Acompanhado por mais de 80 réplicas, incluindo duas com magnitudes de 4,0 e 4,6, o terremoto causou danos leves, com o aeroporto de Salt Lake City temporariamente fechado e cerca de 29.000 residências sem energia elétrica. Felizmente, não houve mortes ou feridos reportados.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Essa ocorrência de 2020 em Utah ecoa o terremoto de Seattle de 2001, onde um outro pêndulo de areia captou as ondas sísmicas, transferindo-as para a areia, unindo geologia e arte, se assim se pode dizer. O registro foi compartilhado no Reddit, veja a foto abaixo.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQb_fqB1nnZcJi00dLabXV0XVKoFLRr6f5-gIxESmNosaFGpaHvARTh4K_JmcI2NCjsceCNh9GABu3QtcXNn8IJjaFpAnKVA-QDXfpnxQm2SkPtba_rcZSbnVYIRbAUxtoB8mn8MkgDeZPP89YEna02VHvJYu-_LINVo1GoCQgItYgyDPlhzJcwQugUfc/s852/IMG_3721.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="Rosa Desenhada na Areia por Pêndulo durante Terremoto no Utah." border="0" data-original-height="852" data-original-width="640" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQb_fqB1nnZcJi00dLabXV0XVKoFLRr6f5-gIxESmNosaFGpaHvARTh4K_JmcI2NCjsceCNh9GABu3QtcXNn8IJjaFpAnKVA-QDXfpnxQm2SkPtba_rcZSbnVYIRbAUxtoB8mn8MkgDeZPP89YEna02VHvJYu-_LINVo1GoCQgItYgyDPlhzJcwQugUfc/s16000/IMG_3721.webp" title="Rosa Desenhada na Areia" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Foto do suposto padrão desenhado na areia pelo pêndulo durante o terremoto de magnitude 5,7 do Utah em 18 de março de 2020. Fonte: Reddit.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;

&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Artes e Terremotos&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Outras formas de visualizar um terremoto já foram exploradas, como a escultura criada pelo artista Luke Jerran para refletir sobre o terremoto e tsunami de Tōhoku, ocorridos em 2011 no Japão.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;!--GALERIA--&gt;
&lt;div class="gallery_wrapper"&gt;

  &lt;div class="slider-wrapper"&gt;

    &lt;div class="slider"&gt;
      &lt;input checked="checked" class="trigger" id="one" name="slider-2" type="radio" /&gt;
      &lt;div class="slide"&gt;
        &lt;figure class="slide-figure"&gt;
          &lt;img class="slide-img" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgw5AQDp9miOPkSB-jYGVaLftekKJWyhU3v9gOvd8QfTqu2_CLcwKQNBAV55d90yBeEYc1UJdCFFLdKCyYhIv5KVYl4KiQZBsXL6bJRogkdaGofDzY3CDvkCC8CvaOZI_DrLKexpbH5rs580TZ1PValcaKr59JFTU0fcjSMHCh4MbpQpv1lkCClbXwLodU/s16000/IMG_3768.png" /&gt;
          &lt;figcaption class="slide-caption slide-caption--taped"&gt;&lt;p&gt;Escultura impressa em 3D a partir do sismograma&lt;/p&gt;&lt;/figcaption&gt;
        &lt;/figure&gt;
      &lt;/div&gt;

      &lt;input class="trigger" id="two" name="slider-2" type="radio" /&gt;
      &lt;div class="slide"&gt;
        &lt;figure class="slide-figure"&gt;
          &lt;img class="slide-img" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiIlT4wJNCqSgGDLVGfSQmSDunURwIz5uiqP_gTli-awIKPekcxXCdALt3N0jN3-73EQR4lcQKvoqtH4STIRlCDUT9Dp0hEXWy0RXkHo2iKr7P_hmcEugj-Vxy-qEcHySdXoK4yQ82X35k58i-3cbFde-_UkOeqbwC9kvQBkcHrfSl87zUDYlPMV2b_zdQ/s16000/IMG_3771.png" /&gt;
          &lt;figcaption class="slide-caption slide-caption--taped"&gt;&lt;p&gt;Sismograma de cerca de 8 minutos, base da escultura&lt;/p&gt;&lt;/figcaption&gt;
        &lt;/figure&gt;
      &lt;/div&gt;

      &lt;input class="trigger" id="three" name="slider-2" type="radio" /&gt;
      &lt;div class="slide"&gt;
        &lt;figure class="slide-figure"&gt;
          &lt;img class="slide-img" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEheEwUhf3AUplvS-dcSYoXR_aEA2UZ0whFP8lBX69-8HZ7koJdKbZosAlgxvMPxioaUs7nX4erx8wbAh_S6gmGNV9mxbgmzQvhI4mmUuDlRa88NKJQE34Bi4jXv173A-UHMLq-c2COs_n6yuNHt4pbcCfKkUNQvz1dCWBM526RHjQWad8rromNui4s1xmQ/s16000/IMG_3772.png" /&gt;
          &lt;figcaption class="slide-caption slide-caption--taped"&gt;&lt;p&gt;Transformação do sismograma em desenho 3D&lt;/p&gt;&lt;/figcaption&gt;
        &lt;/figure&gt;
      &lt;/div&gt;
  
      &lt;input class="trigger" id="four" name="slider-2" type="radio" /&gt;
      &lt;div class="slide"&gt;
        &lt;figure class="slide-figure"&gt;
          &lt;img class="slide-img" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwgYU_mPrqu_SQi_m8J1WSUUIrjRnlO6dV6lQuiZDlg3q-f3kV3cNYshBeBPZuFYtNWxpuciJe9GNFUWUP0u4Uwiwmlde1rU86_juIdEVAyaPQhzJDmL2Awb_PMOk2sAVrwSjTtVEFbATN7vDr0Fi9gz1jPftn1teZoOSv9Jyht3ia0p6NY3ciZgw83s0/s16000/IMG_3773.png" /&gt;
          &lt;figcaption class="slide-caption slide-caption--taped"&gt;&lt;p&gt;Impressão 3D do desenho computacional&lt;/p&gt;&lt;/figcaption&gt;
        &lt;/figure&gt;
      &lt;/div&gt;

      &lt;input class="trigger" id="five" name="slider-2" type="radio" /&gt;
      &lt;div class="slide"&gt;
        &lt;figure class="slide-figure"&gt;
          &lt;img class="slide-img" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjkMQQxNnK7FpnEFtp60dCKhlMO1AwwmT95iQ7APfIiN4aJ0Sexs57faz0-Wpg9T9MJRfnUpjKVajl9WFNpDkZYCzeJ__HYAWypclZFwzNAKMREX4h5GAd9mrkQSH2Gq711VxBBiL85NpzHc3VJD9ZEmA_wCUaBHSRA3yE289aOYx-5w9rzPHVrjvPYOn0/s16000/IMG_3774.png" /&gt;
          &lt;figcaption class="slide-caption slide-caption--taped"&gt;&lt;p&gt;Impressão 3D do desenho computacional&lt;/p&gt;&lt;/figcaption&gt;
        &lt;/figure&gt;
      &lt;/div&gt;

  
      &lt;input class="trigger" id="six" name="slider-2" type="radio" /&gt;
      &lt;div class="slide"&gt;
        &lt;figure class="slide-figure"&gt;
          &lt;img class="slide-img" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2M94xqrNTobFrgYkgD5fLxG7iQgUGm1dPp5GSC_AJcsFKOMAUj0kCjd5lbu8copPpRpihKmBUdE41j57h7bcw4hikdxxCPz3AbfBuBLmhwoIp76mi9Rb39HybZRzYB69wBr-2zBLyO9zR-Qb6vA2DjbnBGMJeRytrOkm0on9rxKCGryGw8vulC2ZCJLI/s16000/IMG_3775.png" /&gt;
          &lt;figcaption class="slide-caption slide-caption--taped"&gt;&lt;p&gt;Escultura em vidro feita a partir do desenho computacional 3D&lt;/p&gt;&lt;/figcaption&gt;
        &lt;/figure&gt;
      &lt;/div&gt;

      &lt;input class="trigger" id="seven" name="slider-2" type="radio" /&gt;
      &lt;div class="slide"&gt;
        &lt;figure class="slide-figure"&gt;
          &lt;img class="slide-img" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8AfJ1NNUINcp4OdK6MUSLY4G5Y3XCT8iFLQgSZH8dclznuWJaN8vDCa39z0ECZhaJMzbeNeCIhij7louz5nijkLSmbpYcafAHIUE08WwTxA7tUUijlu8pQYrMMDiNNtpgMYJs4sLAU7UrjFacQv3c206ty-84VKsaMi2-5SeiepCWVPUm7XfCP-WAAkQ/s16000/IMG_3776.png" /&gt;
          &lt;figcaption class="slide-caption slide-caption--taped"&gt;&lt;p&gt;Detalhe da escultura em vidro&lt;/p&gt;&lt;/figcaption&gt;
        &lt;/figure&gt;
      &lt;/div&gt;
    &lt;/div&gt;
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    &lt;div class="slider-nav__item"&gt;&lt;label class="slider-nav__label" for="one"&gt;1&lt;/label&gt;&lt;/div&gt;
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    &lt;div class="slider-nav__item"&gt;&lt;label class="slider-nav__label" for="four"&gt;4&lt;/label&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;div class="slider-nav__item"&gt;&lt;label class="slider-nav__label" for="five"&gt;5&lt;/label&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;div class="slider-nav__item"&gt;&lt;label class="slider-nav__label" for="six"&gt;6&lt;/label&gt;&lt;/div&gt;
    &lt;div class="slider-nav__item"&gt;&lt;label class="slider-nav__label" for="seven"&gt;7&lt;/label&gt;&lt;/div&gt;
  &lt;/div&gt;
    &lt;/div&gt;
  &lt;/div&gt;&lt;!--GALERIA--&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para criar a escultura, o sismograma do terremoto foi transferido para um &lt;abbr title="Computer Aided Design"&gt;CAD&lt;/abbr&gt; e, em seguida, impresso em três dimensões. A obra mede 30cm x 20cm e representa 9 minutos do terremoto e explora como os dados são lidos e interpretados e, também, uma memória de um dos terremotos mais devastadores do Japão.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A escultura foi apresentada inicialmente no Jerwood Space em Londres, em uma exposição chamada Terra, e depois também foi feita em vidro e exibida na Heller Gallery em Nova York, em 2012. Adicionalmente, a escultura foi exibida em diversos outros locais, incluindo: Jerwood Visual Arts, Londres; Grizedale Sculpture, Reino Unido; Heller Gallery, Nova York, entre outros. Uma edição da obra está na coleção permanente do Museu de Arte de Knoxville, EUA.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;A Arte Que Nasce dos Tremores&amp;nbsp;&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A interseção entre geologia e arte, como a 'rosa do terremoto' formada pelo pêndulo durante o terremoto de Nisqually em 2001 e o desenho na areia do terremoto de Magna, Utah, em 2020, oferece uma perspectiva única. Esses fenômenos não apenas capturaram a dinâmica das ondas sísmicas, mas também transformaram eventos naturalmente destrutivos em fontes de inspiração e beleza artística.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mesmo que essas representações na areia não sejam registros científicos precisos, elas proporcionam uma fascinante representação visual da atividade sísmica. Além disso, a escultura em 3D do terremoto de Tōhoku, Japão, serve como um lembrete artístico dos impactos e da memória de um dos terremotos mais devastadores já ocorridos em nosso planeta.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Essas obras de arte, emergindo dos movimentos da Terra, não só enaltecem a força da natureza, mas também destacam a criatividade humana em encontrar beleza e significado naquilo que muitas vezes é visto apenas como destruição.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Saiba Mais e Referências&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
  &lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Rattle in Seattle Creates Earthquake Art. APS News, May 2001. &lt;a href="https://www.aps.org/publications/apsnews/200105/zero-gravity.cfm" target="_blank"&gt;&lt;i aria-hidden="true" class="fa fa-external-link"&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;An earthquake’s autograph. ABC News, March 2001. &lt;a href="https://www.abc.net.au/science/articles/2001/03/14/259036.htm" style="text-align: left;" target="_blank"&gt;&lt;i aria-hidden="true" class="fa fa-external-link"&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; text-align: left; text-size-adjust: auto;"&gt;5.7 magnitude earthquake shakes Salt Lake County, Utah. KU TV, March 2020.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="https://kutv.com/news/local/strong-earthquake-strikes-northern-utah" style="text-align: left;"&gt;&lt;i aria-hidden="true" class="fa fa-external-link"&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Sand pendulum records 5.7 earthquake waves in Utah. Reddit, March 18, 2020.&lt;/span&gt; &lt;a href="https://www.reddit.com/r/Damnthatsinteresting/comments/fkshyj/sand_pendulum_records_57_earthquake_waves_in_utah/" style="font-family: inherit;" target="_blank"&gt;&lt;i aria-hidden="true" class="fa fa-external-link"&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Braile, L. Seismic Waves Demonstration and Animation. Purdue university, February 26, 2010. &lt;a href="https://web.ics.purdue.edu/~braile/edumod/waves/WaveDemo.htm"&gt;&lt;i aria-hidden="true" class="fa fa-external-link"&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Remembering the anniversary of the Nisqually Earthquake. Washington Military Administration, February 23, 2023.&lt;/span&gt; &lt;a href="https://mil.wa.gov/news/remembering-the-anniversary-of-the-nisqually-earthquake" style="caret-color: rgb(33, 37, 41);"&gt;&lt;i aria-hidden="true" class="fa fa-external-link"&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Luke Jerram. Tōhuko Earthquake.&lt;/span&gt; &lt;a href="https://www.lukejerram.com/tohoku-japanese-earthquake/"&gt;&lt;i aria-hidden="true" class="fa fa-external-link"&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhfnOiRV6QysrKaySrAOpCFep8L8aGGdvY02xwRpVHKXcV4Z7xDC6GeP7ZI_eRtNniaUFRlxnu-Q6NWuT01hIjoVe-fOYI10LO-QOUDKU12r4hjE9FqhPk9GI2ifTjucb9VSDrBYYDdIbqfVkFIBvvHjMQZOiP-ta310QYpl4gFOP6wSVSv3fW_NA32W_Q/s72-c/IMG_3728.webp" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Sistemas de Alerta: Abordagem Coletiva e Integrada</title><link>https://geoterran.blogspot.com/2023/12/sistemas-de-alerta.html</link><category>Áreas de risco</category><author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</author><pubDate>Mon, 25 Dec 2023 15:55:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8659172315266162503.post-8285916102490264173</guid><description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os desastres naturais, desde inundações e movimentos de massa até tsunamis e erupções vulcânicas, representam uma ameaça constante à segurança humana e ambiental.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjs_zOIUbBK8WFt-tNKbNHkLP_B-o2w3e_PRPYdVqtma7xaz2j-TN2iGHuhJbpe7Fj6URv3lrCmrup-9jkiGRbYs_ecadwonCTSDtNoTfTs1caHEWWuZ1i7eb0IQtHqTSiUR4yeKYpOzQxypUu7Pah4W-t94SPIP6Y7oGAHAMB6kB5fTeMmMDvW2Cb_qlc/s2048/14218015071_43d21afb43_o.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1536" data-original-width="2048" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjs_zOIUbBK8WFt-tNKbNHkLP_B-o2w3e_PRPYdVqtma7xaz2j-TN2iGHuhJbpe7Fj6URv3lrCmrup-9jkiGRbYs_ecadwonCTSDtNoTfTs1caHEWWuZ1i7eb0IQtHqTSiUR4yeKYpOzQxypUu7Pah4W-t94SPIP6Y7oGAHAMB6kB5fTeMmMDvW2Cb_qlc/s16000/14218015071_43d21afb43_o.webp" style="object-fit: contain; width: 100%;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Fotos tomadas por técnicos de Proteção Civil da UE, que coordenaram com seus colegas da Sérvia e Bósnia na resposta às inundações de 2014. Fonte: &lt;a href="https://www.flickr.com/photos/eu_echo/14218015071" target="_blank"&gt;EU Civil Protection Aid&lt;/a&gt;.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para transformar os perigos naturais em prevenção de desastres humanos existem os sistemas de alerta (&lt;i&gt;early warning systems&lt;/i&gt;), instrumentos de gerenciamento e gestão de redução de riscos. Estes sistemas são os conjuntos de capacidades necessárias para gerar e transmitir informações de alerta, possibilitando que indivíduos, comunidades e organizações ameaçadas por um perigo se preparem e ajam apropriadamente e em tempo para reduzir a possibilidade de danos ou perdas.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Um sistema de alerta ponto a ponto, centrado em pessoas, se baseia fundamentalmente em quatro pilares inter-relacionados:&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Conhecimento do Risco&lt;/b&gt;: Análise e identificação de ameaças instaladas ou potenciais e avaliação das comunidades expostas e sua vulnerabilidade para construir o entendimento sobre os riscos, determinando prioridades de enfrentamento.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Monitoramento&lt;/b&gt;: Manter-se atualizado sobre como esses riscos, ameaças e vulnerabilidades mudam ao longo do tempo. Importante para detectar sinais de riscos e perigos iminentes e emissão dos alertas para as comunidades que podem ser afetadas.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Capacidade de Resposta&lt;/b&gt;: Para redução do risco assim que são identificados e conhecidos os perigos. Isso pode ser feito através de atividades prévias, realizadas antes da temporada de deflagração dos perigos (por exemplo, a época das chuvas intensas), por meio de intervenções estruturais e não estruturais, evacuações temporárias ou permanentes, ou ainda pela efetivação de medidas de autoproteção adequadas aos perigos dependendo do tempo de antecedência de um alerta. Este tópico é extremamente importante na prevenção, mas também na efetiva resposta emergencial durante os eventos perigosos deflagrados. Este conceito é intimamente relacionado ao conceito de resiliência.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Comunicação de Alertas&lt;/b&gt;: Informações de monitoramento encaminhadas em mensagens facilmente compreendidas pelas partes interessadas, em especial à comunidade exposta à ameaça. Envolve a transformação de dados de monitoramento em avisos claros, oportunos e compreensíveis.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Estes componentes precisam ser coordenados entre si em vários níveis, entre os atores responsáveis por sua efetividade, com mecanismos de aprimoramento contínuo. Uma falha em um destes componentes compromete a efetividade do sistema todo.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgVuVpAmaW1ywY9bz-eBWSHD6Hs2P3i62RuK3cJeqBs1HRzhcnv4WeduzYIoDcXNCV_P9tGfYbngTdmkNfqKsjOaOCaUiBRoYUUT-yDbL4Qzp-fglclVMjp8kuFdE6JK4eCQrOFUhfmEJgkN3AHsdns9d8YH9ajfeC7m_DnzS8SPI77KQgkmVTSZ4R8PWA/s1024/IMG_3449.webp" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1024" data-original-width="1024" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgVuVpAmaW1ywY9bz-eBWSHD6Hs2P3i62RuK3cJeqBs1HRzhcnv4WeduzYIoDcXNCV_P9tGfYbngTdmkNfqKsjOaOCaUiBRoYUUT-yDbL4Qzp-fglclVMjp8kuFdE6JK4eCQrOFUhfmEJgkN3AHsdns9d8YH9ajfeC7m_DnzS8SPI77KQgkmVTSZ4R8PWA/s16000/IMG_3449.webp" style="object-fit: contain; width: 398px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="text-align: left;"&gt;Early Warnings for All&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A iniciativa da ONU&lt;i&gt; "Early Warnings for All&lt;/i&gt;", anunciada em 2022, é uma tentativa ambiciosa de proteger toda a população do planeta de eventos climáticos, hídricos ou climáticos perigosos até 2027. Contudo, o sucesso desta iniciativa exige uma implementação além da ONU.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A eficácia dos sistemas de alerta é limitada por lacunas estruturais que exigem ação da comunidade científica internacional e dos demais atores relevantes em um esforço coletivo.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Um aspecto importante para a redução de riscos é que os perigos naturais devem ser previstos, avisados ou respondidos de forma integrada, coletiva, já que dependem de condições hidrológicas, geológicas e atmosféricas inter-relacionadas. Um exemplo deste cenário são os deslizamentos e inundações deflagrados por chuvas intensas.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A ONU tem desempenhado um papel significativo no desenvolvimento de sistemas de alerta como por meio da Organização Mundial de Meteorologia ou por incentivos aos sistemas de alerta para múltiplos perigos. Mas ainda há problemas: falta de investimentos e priorização de países de baixa renda, falta de coordenação setorial e de gestão e gerenciamento dos riscos, entre outros.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;Sistemas de Alerta para Múltiplos Perigos&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os sistemas de alerta para múltiplos perigos são projetados para abordar diversos tipos de riscos e/ou impactos em contextos de ocorrência isolada, simultânea, encadeada ou cumulativamente ao longo do tempo. Esses sistemas consideram também os efeitos potencialmente inter-relacionados dos diferentes perigos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A capacidade de avisar sobre um ou mais riscos aumenta a eficiência do sistema e a consistência dos alertas por meio de mecanismos e capacidades coordenadas e compatíveis. Isso envolve múltiplas disciplinas para a identificação atualizada e precisa de perigos e monitoramento de múltiplos riscos. A integração de diferentes especializações e tecnologias é fundamental para garantir que o sistema seja abrangente e eficaz.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;A integração de diferentes especializações e tecnologias é fundamental para garantir que o sistema [de alerta] seja abrangente e eficaz.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Esses sistemas são essenciais para a preparação e resposta a desastres, pois proporcionam um entendimento mais completo dos riscos potenciais e permitem uma coordenação mais eficiente das ações de resposta. Ao considerar uma ampla gama de perigos e os efeitos potenciais de sua interação, os sistemas de alerta precoce para múltiplos perigos podem ajudar a minimizar as perdas humanas, econômicas e ambientais resultantes de eventos catastróficos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;Desafios dos Sistemas Integrados&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Organização Meteorológica Mundial (OMM) e a Comissão Oceanográfica Intergovernamental da UNESCO têm coordenado sistemas de alerta para perigos hidrometeorológicos e tsunamis. No entanto, nenhum organismo da ONU coordena alertas vulcânicos, e apenas cerca de 35% dos vulcões historicamente ativos são monitorados continuamente.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para que os sistemas de alerta alcancem as pessoas de forma abrangente e eficiente, eles devem ser consistentes, acessíveis e de fácil entendimento. Isso pode ser dificultado por sistemas de alerta originados de iniciativas de disciplinas específicas, sem a devida integração. Além disso, podem ocorrer problemas transfronteiriços dificultando sua efetividade.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Outro desafio é que os sistemas de alerta tendem a ser mais desenvolvidos para perigos mais frequentemente observados, como as chuvas intensas, enquanto aqueles para perigos menos frequentes, mas potencialmente catastróficos, não se desenvolvem da mesma forma, sendo imaturos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;É essencial também que os avisos e alertas tenham alcance universal. Assim, sistemas tipicamente estabelecidos de cima para baixo devem também funcionar de baixo para cima, garantindo que os avisos e alertas cheguem a todos os membros de uma comunidade de maneira eficaz. Uma abordagem universal é necessária, considerando características individuais como gênero, sexualidade, idade, raça, etnia e deficiência, para que se tenha inclusão.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para superar estes desafios são necessárias ações integradas em todos os níveis organizacionais, incluindo ações entre setores que abrangem perigos, riscos, vulnerabilidade, regiões e instituições. Governos nacionais e internacionais, a comunidade científica e a sociedade civil, governos locais, comunidades locais e cidadãos individuais devem colaborar para desenvolver e implementar sistemas de alerta eficazes.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Conclusão&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Sete são os objetivos principais do Marco de Sendai, que substituiu o Marco de Hyogo, para a Redução do Risco de Desastres no perigo entre os anos de 2015 e 2030, adotado por 187 estados e países, visando evitar riscos e minimizar perdas:&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Reduzir a mortalidade global&lt;/b&gt;: Diminuir o número de mortes causadas por desastres;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Reduzir o número de afetados&lt;/b&gt;: Minimizar o número de pessoas afetadas por desastres;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Reduzir o dano econômico&lt;/b&gt;: Diminuir as perdas econômicas diretas em relação ao PIB global;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Reduzir danos a infraestruturas críticas&lt;/b&gt;: Limitar os danos a infraestruturas vitais e a interrupção de serviços básicos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Aumentar o número de países com estratégias de redução de riscos&lt;/b&gt;: Estimular a adoção de políticas nacionais e locais para a redução de riscos de desastres;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Melhorar a cooperação internacional&lt;/b&gt;: Fomentar a colaboração global para a redução de riscos de desastres;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Aumentar a disponibilidade de sistemas de alerta antecipado&lt;/b&gt;: Reforçar a capacidade de alerta e ação em face de desastres.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Portanto, os sistemas de alerta são uma componente chave do marco como uma estratégia para reduzir os riscos de desastres. Dentro das prioridades, os sistemas de alerta são especialmente relevantes em duas áreas citadas anteriormente:&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Entender os riscos&lt;/b&gt;: Incentivo do desenvolvimento de sistemas de alerta que podem prever e monitorar uma variedade de riscos, fornecendo informações essenciais para a preparação e resposta a desastres.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Reforçar a capacidade de recuperação&lt;/b&gt;: Os sistemas de alerta precoce são fundamentais para garantir que as comunidades e as autoridades estejam preparadas para responder de forma eficaz e reduzir os danos e perdas humanas durante desastres.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Além disso, o Marco de Sendai promove a ideia de que os sistemas de alerta devem ser acessíveis, compreensíveis e utilizáveis por todas as camadas da população, incluindo os grupos mais vulneráveis. Assim, eles são uma ferramenta para aumentar a resiliência das comunidades frente aos desastres naturais e outras emergências.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Existe a necessidade de um compromisso coletivo e integrado de indivíduos e organizações, com a urgência de trabalhar além das fronteiras disciplinares e nacionais, criar avisos inclusivos e investir em sistemas de alerta. Com as tecnologias disponíveis para prever a maioria dos perigos e alertar as populações, cabe às pessoas em todos os níveis organizacionais se engajarem em um processo universal para criação e efetivação dos sistemas de alerta. Uma mudança de atitude é necessária para acompanhar os riscos crescentes e as lacunas nos sistemas de alerta.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;Referências e Recursos&lt;/h3&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Nature Geoscience, 623, 478-482 (2023). DOI: &lt;a href="https://doi.org/10.1038/d41586-023-03510-8" target="_blank"&gt;https://doi.org/10.1038/d41586-023-03510-8&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.undrr.org/reports/global-status-MHEWS-2023" target="_blank"&gt;2023 Global Status Early Warnings For All, UNDRR.&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://wmo.int/activities/monitoring-and-evaluation-merp/early-warnings-all-dashboard" target="_blank"&gt;Early Warnings For All Dashboard&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjs_zOIUbBK8WFt-tNKbNHkLP_B-o2w3e_PRPYdVqtma7xaz2j-TN2iGHuhJbpe7Fj6URv3lrCmrup-9jkiGRbYs_ecadwonCTSDtNoTfTs1caHEWWuZ1i7eb0IQtHqTSiUR4yeKYpOzQxypUu7Pah4W-t94SPIP6Y7oGAHAMB6kB5fTeMmMDvW2Cb_qlc/s72-c/14218015071_43d21afb43_o.webp" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Projeto Europa Clipper</title><link>https://geoterran.blogspot.com/2023/12/europa-clipper.html</link><category>Astrogeologia</category><author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</author><pubDate>Thu, 21 Dec 2023 15:57:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8659172315266162503.post-8179878446023878132</guid><description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Europa Clipper é uma missão planejada pela NASA com o objetivo de estudar Europa, uma das luas de Júpiter, que pretende lançar uma espaçonave para orbitar o planeta. O principal foco é investigar o potencial habitável de Europa, que se acredita ter um vasto oceano sob sua superfície gelada e&lt;span style="text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;também para ampliar nosso conhecimento sobre estes tipos de corpos celestes.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;O lançamento está previsto para 2024, com a espaçonave chegando a Júpiter em torno de 2030 e, então, realizar cerca de 50 passagens próximas a Europa, coletando dados detalhados.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;A Missão Europa Clipper&lt;/h2&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjE_d-sq7iDRCqkdbleUTi18r2sBMbYlbaiOzySv6ii1eZlGWPjCxLljnFeq25MTAgEHfXNCCVx2oByukDC9MS4Si0cGZPYdvn3KtmpKydKSeLIDeP7KsJWiT-mjdNS_5ELhXrdEmQ_71tRQjmFA8yksMBo1aIZSX7pehoVvNJ1VxeLNTkOE5BLKWJDfJE/s3000/geoterran-EuropaClipper_Poster_08_2020.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="O Europa Clipper da NASA realizará um reconhecimento detalhado da lua Europa de Júpiter e investigará se a lua gelada poderia ter condições adequadas para a vida." border="0" data-original-height="2000" data-original-width="3000" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjE_d-sq7iDRCqkdbleUTi18r2sBMbYlbaiOzySv6ii1eZlGWPjCxLljnFeq25MTAgEHfXNCCVx2oByukDC9MS4Si0cGZPYdvn3KtmpKydKSeLIDeP7KsJWiT-mjdNS_5ELhXrdEmQ_71tRQjmFA8yksMBo1aIZSX7pehoVvNJ1VxeLNTkOE5BLKWJDfJE/s16000/geoterran-EuropaClipper_Poster_08_2020.webp" style="object-fit: contain; width: 100%;" title="Europa Clipper" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O Europa Clipper da NASA realizará um reconhecimento detalhado da lua Europa de Júpiter e investigará se a lua gelada poderia ter condições adequadas para a vida.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Europa Clipper é um exemplo de como a exploração espacial está se expandindo para além de Marte, focando em outros corpos no sistema solar que podem ter condições propícias para a vida além da Terra. A espaçonave investigará evidências de um oceano de água líquida sob a crosta de gelo da lua.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A carga útil da espaçonave incluirá câmeras e espectrômetros para imagens de alta resolução e mapas da composição da superfície e da atmosfera fina de Europa, um radar para penetrar no gelo em busca de água subsuperficial, e instrumentos para medir a composição de partículas na fina atmosfera da lua e no ambiente espacial ao redor. O Europa Clipper investigará a espessura da camada de gelo de Europa, a composição do oceano para determinar se possui o necessário para sustentar vida, e caracterizará a&amp;nbsp;&lt;b&gt;geologia&amp;nbsp;&lt;/b&gt;da lua, estudando características da superfície e sinais de atividade recente.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjI8jx5qCbAZIz53tqk_LlMnKg56HSUnuTnr7sd3O-x9vWQWiQB2I_evt-6lUvcububG4RiDRYPJmpmfdSezNAp0Q4YBOzSyicprRQj1bah9tdtaKg-_xQI6aMFPOB4qI9JSLKnYcIhyphenhyphensTEMlOqEWj8MOoX_w2X-IER_c1AnRzc3QrxKrewU4fyoOzu9SU/s1527/IMG_3528.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1527" data-original-width="1024" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjI8jx5qCbAZIz53tqk_LlMnKg56HSUnuTnr7sd3O-x9vWQWiQB2I_evt-6lUvcububG4RiDRYPJmpmfdSezNAp0Q4YBOzSyicprRQj1bah9tdtaKg-_xQI6aMFPOB4qI9JSLKnYcIhyphenhyphensTEMlOqEWj8MOoX_w2X-IER_c1AnRzc3QrxKrewU4fyoOzu9SU/s16000/IMG_3528.webp" style="object-fit: contain; width: 100%;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Pôster oficial da missão Europa Clipper da NASA.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Objetivos Científicos&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="text-align: left;"&gt;Para determinar se Europa possui as condições necessárias para suportar vida, a missão buscará entender a natureza da camada de gelo que cobre Europa, o oceano subterrâneo e sua composição, além de estudar a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b style="text-align: left;"&gt;geologia&lt;/b&gt;&lt;span style="text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;da lua. Veja em detalhes abaixo:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;Camada de Gelo e Oceano&lt;/h3&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Mapear a estrutura subterrânea vertical em regiões de potencial troca entre a superfície, gelo e oceano em uma profundidade superior a 3 quilômetros, cobrindo uma extensão total acumulada de mais de 30.000 quilômetros.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Determinar com precisão a espessura média da camada de gelo, assim como a espessura e salinidade médias do oceano.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;Composição de Europa&lt;/h3&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Criar um mapa da composição da superfície com uma escala espacial de no máximo 10 km, cobrindo pelo menos 60% da superfície, para identificar materiais não gelados, especialmente compostos orgânicos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Caracterizar a composição de pelo menos 0,3% da superfície, distribuída globalmente em uma escala espacial de no máximo 300 metros, para identificar materiais não gelados, especialmente compostos orgânicos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Caracterizar a composição e as fontes de voláteis, partículas e plasma, de modo a identificar sinais de materiais não gelados, incluindo compostos orgânicos, em pelo menos uma das formas acima, em regiões globalmente distribuídas da atmosfera e do ambiente espacial local.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;Geologia&lt;/h3&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Produzir um mapa fotomosaico de pelo menos 80% da superfície com uma escala espacial de no máximo 100 metros.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Caracterizar a superfície em uma escala espacial de no máximo 25 metros em pelo menos 5% da superfície, distribuída pela lua, incluindo medições de topografia com precisão vertical de no máximo 15 metros em pelo menos 1% da superfície de Europa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Caracterizar a superfície em uma escala espacial aproximada de 1 metro para determinar as propriedades da superfície em pelo menos 18 locais distribuídos pela lua.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2&gt;Instrumentos Embarcados&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para atingir os objetivos os engenheiros e cientistas da NASA estão construindo e testando os instrumentos científicos que equiparão a&lt;span style="text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;espaçonave. Estes incluem câmeras para imagens de alta resolução, um radar para penetrar o gelo e mapear o oceano subterrâneo, um espectrômetro para estudar a composição da superfície e do oceano, e outros instrumentos para medir a&lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b style="text-align: left;"&gt;atividade geológica&lt;/b&gt;&lt;span style="text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: left;"&gt;e a composição da atmosfera fina de Europa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;Câmeras&lt;/h3&gt;&lt;div&gt;&lt;ul style="text-align: left;"&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;As câmeras de luz visível do Europa Clipper, que se estendem ligeiramente para os comprimentos de onda infravermelho próximo e ultravioleta, mapearão Europa com resolução melhor do que missões anteriores.&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Duas câmeras infravermelhas mapearão a composição, temperatura e rugosidade da superfície da lua. Juntas, as câmeras e outros instrumentos revelarão muito sobre a química e a atividade geológica de Europa.&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;O Sistema de Imagem de Europa (EIS) inclui uma câmera de grande ângulo e uma de ângulo estreito, cada uma com um sensor de oito megapixels, para produzir imagens coloridas e estereoscópicas de alta resolução.&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;O Sistema de Imagem de Emissão Térmica de Europa (E-THEMIS) usará luz infravermelha para distinguir regiões mais quentes onde a água líquida pode estar perto da superfície.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;Espectrometria&lt;/h3&gt;&lt;div&gt;&lt;ul style="text-align: left;"&gt;&lt;li&gt;O espectrômetro e o espectrógrafo ultravioleta do Europa Clipper analisarão a luz infravermelha e ultravioleta para revelar a composição da superfície de Europa e das partículas no espaço próximo a ela.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O Espectrógrafo Ultravioleta de Europa (Europa-UVS) ajudará a determinar a composição dos gases atmosféricos e materiais da superfície, e procurará sinais de atividade de plumas perto de Europa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O Espectrômetro de Imagem para Mapeamento de Europa (MISE) mapeará a distribuição de gelos, sais, orgânicos e os pontos mais quentes na superfície de Europa.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;Plasma e Campo Magnético&lt;/h3&gt;&lt;div&gt;&lt;ul style="text-align: left;"&gt;&lt;li&gt;O Magnetômetro do Europa Clipper (ECM) visa confirmar a existência do oceano de Europa, medir sua profundidade e salinidade, e estudar a espessura da camada de gelo da lua.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O Instrumento de Plasma para Sondagem Magnética (PIMS) distinguirá distorções no campo magnético próximas a Europa, que carregam informações sobre o oceano da lua.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;Radar e Gravidade&lt;/h3&gt;&lt;div&gt;&lt;ul style="text-align: left;"&gt;&lt;li&gt;Um experimento de gravidade analisará mudanças na frequência dos sinais do satélite para estudar a estrutura interna de Europa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O Radar para Avaliação de Europa e Sondagem: Oceano para Superfície Próxima (REASON) sondará a camada de gelo de Europa para estudar sua estrutura e espessura.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;Análise Química&lt;/h3&gt;&lt;div&gt;&lt;ul style="text-align: left;"&gt;&lt;li&gt;A missão também inclui experiências "hands-on", como o Espectrômetro de Massa para Exploração Planetária/Europa (MASPEX) para analisar gases na atmosfera fraca de Europa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O Analisador de Poeira Superficial (SUDA) identificará a química do material ejetado para o espaço, oferecendo pistas sobre a salinidade do oceano de Europa.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="text-align: left;"&gt;Geologia Planetária&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Geologia planetária é o ramo da geologia que estuda a composição, estrutura, história e processos dos planetas do Sistema Solar, bem como de luas, asteroides e outros corpos celestes. Envolve a análise de dados de missões espaciais, observações telescópicas e estudo de meteoritos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Essa área busca entender a formação e evolução dos corpos planetários, incluindo suas superfícies, interiores, atmosferas e possíveis interações com outros objetos espaciais. A geologia planetária é essencial para compreender não apenas outros mundos, mas também a Terra em um contexto mais amplo do universo.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A missão da Europa Clipper conta com uma vasta equipe científica que inclui indivíduos especializados em ciências e geologia planetárias.&amp;nbsp;Sua expertise e inovação são fundamentais para o sucesso desta missão, que promete expandir significativamente nosso entendimento do sistema solar e das possibilidades de vida além da Terra.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Esta missão representa um avanço significativo no campo da &lt;b&gt;geologia planetária&lt;/b&gt; e tem o potencial de desvendar mistérios sobre a habitabilidade de outros mundos, fornecendo informações valiosas sobre as condições que podem sustentar a vida.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjE_d-sq7iDRCqkdbleUTi18r2sBMbYlbaiOzySv6ii1eZlGWPjCxLljnFeq25MTAgEHfXNCCVx2oByukDC9MS4Si0cGZPYdvn3KtmpKydKSeLIDeP7KsJWiT-mjdNS_5ELhXrdEmQ_71tRQjmFA8yksMBo1aIZSX7pehoVvNJ1VxeLNTkOE5BLKWJDfJE/s72-c/geoterran-EuropaClipper_Poster_08_2020.webp" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Antropoceno Lunar: Impacto Humano e Preservação na Lua</title><link>https://geoterran.blogspot.com/2023/12/artigo-antropoceno-lunar.html</link><category>Comunicação científica</category><category>Geomorfologia</category><author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</author><pubDate>Thu, 14 Dec 2023 00:32:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8659172315266162503.post-419087895609310584</guid><description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A publicação na &lt;b&gt;Nature Geoscience&lt;/b&gt; dos geólogos e antropólogos Justin Allen Holcomb, Rolfe David Mandel e Karl William Wegmann, intitulada "&lt;i&gt;The case for a lunar anthropocene&lt;/i&gt;", propõe um novo marco na história lunar: a designação da era do Antropoceno Lunar. Este artigo visa explorar os argumentos dos autores sobre a influência humana na Lua, questionar a Lua como um ambiente estático e discutir estratégias para a sua preservação.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWxN5wi8C_OmUW0_oenW85j0bhmA5edUGwSf2I9bcCQ99ERHz40LQkqy6omr4z0N1kjILt-klEUIXXEY_7lxJF3Ha3WIZsoU0aOFltDxtiEkwr4I-g4qJMFcLqm3tPXwYiUyFT9IUMQpBzPyJzb__YjyxO6sng1jncluD9QjBb_9Hd-JRqRDJbN2G1Jdc/s650/IMG_3434.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="356" data-original-width="650" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWxN5wi8C_OmUW0_oenW85j0bhmA5edUGwSf2I9bcCQ99ERHz40LQkqy6omr4z0N1kjILt-klEUIXXEY_7lxJF3Ha3WIZsoU0aOFltDxtiEkwr4I-g4qJMFcLqm3tPXwYiUyFT9IUMQpBzPyJzb__YjyxO6sng1jncluD9QjBb_9Hd-JRqRDJbN2G1Jdc/s16000/IMG_3434.webp" style="object-fit: contain; width: 100%;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="s1" style="font-family: UICTFontTextStyleBody;"&gt;Durante a missão Apollo 16 em 1972, John W. Young, comandante da missão, e Charles M. Duke Jr., piloto do módulo lunar, começaram sua jornada de três dias na Lua. Na imagem, Young é visto saudando a bandeira americana, com o módulo lunar e o veículo lunar de exploração ao fundo. Fonte: NASA.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Impacto Humano e o Início do Antropoceno Lunar&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O conceito de Antropoceno Lunar, segundo os autores, começou em 1959 com a chegada da sonda Luna 2 da antiga União Soviética (URSS) à superfície lunar. Esta era marca uma influência humana significativa na Lua, semelhante ao Antropoceno na Terra. Os autores destacam a necessidade de reconhecer e mitigar os impactos humanos na Lua, especialmente à luz das futuras missões espaciais planejadas.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhBx0cxrrhBSKQao7G41fSSYK9N60Hj4nnRZJRE-0ygbkKMKpdYtNAL6d3JaLK3mtPDfgtq8VXpv34H-DHCQlmrDcDYBPy7qgauhEtdpAWGgUtfLPjWA-Jj97pokkit3Y-VOd9LdWeqZHV_EdTBa0F4BLiAhl_rvFShniK6Ws9_rmRWSQINQJDvPfn3J5s/s1536/IMG_3431.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="692" data-original-width="1536" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhBx0cxrrhBSKQao7G41fSSYK9N60Hj4nnRZJRE-0ygbkKMKpdYtNAL6d3JaLK3mtPDfgtq8VXpv34H-DHCQlmrDcDYBPy7qgauhEtdpAWGgUtfLPjWA-Jj97pokkit3Y-VOd9LdWeqZHV_EdTBa0F4BLiAhl_rvFShniK6Ws9_rmRWSQINQJDvPfn3J5s/s16000/IMG_3431.webp" style="object-fit: contain; width: 100%;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="s1" style="font-family: UICTFontTextStyleBody;"&gt;Exemplos de interferências humanas na Lua: a) Cratera formada pelo impacto da sonda lunar Ranger 6 dos EUA em 1964. b) Local de impacto do estágio superior Saturno IVB da Apollo 13 dos EUA em 1970. c) Local do acidente do módulo lunar Beresheet de Israel durante tentativa de pouso suave em 2019. d) Módulo lunar Chang'e 4 da China, lançado em 2018. e) Fotografia e parte da pegada deixada pelo astronauta Charles Duke durante a missão Apollo 16 dos EUA em 1972. f) Local do Pacote de Experimentos na Superfície Lunar da Apollo 17 dos EUA em 1972, mostrando o Gravímetro Lunar em primeiro plano e o módulo lunar ao fundo. g) Sonda Surveyor 3 da NASA dos EUA que pousou em 1967 e pegadas da Apollo 12, ocorridas mais de 3 anos depois, resultando na recuperação de alguns componentes da sonda. h) Trajetos do rover Lunokhod 2 da Rússia, implantado durante a missão Luna 21 em 1973. Fonte: Holcomb et al. (2023).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;O Mito da Lua Estática&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O artigo desafia a percepção comum de que a Lua é um ambiente inalterável e minimamente impactado pela humanidade. Holcomb e colegas argumentam que processos culturais e humanos estão começando a superar os processos geológicos naturais na Lua, principalmente através da movimentação de regolito causada por rovers, pousos e atividades humanas.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Desafios Futuros e Preservação Lunar&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A pesquisa aponta para desafios significativos nas próximas décadas, à medida que mais países se envolvem na exploração lunar. Os autores enfatizam a necessidade de uma abordagem responsável para a exploração lunar, a fim de preservar a herança lunar e mitigar os efeitos nocivos no ambiente lunar delicado.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Preservação do Patrimônio Lunar&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Holcomb e sua equipe também abordam a importância de preservar o patrimônio histórico e antropológico da Lua, que atualmente carece de proteções legais ou políticas adequadas. Eles propõem a preservação de itens como rovers, bandeiras e pegadas, vistos como extensões valiosas da jornada da humanidade e parte de um registro arqueológico significativo.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Conclusão&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Este artigo, ao seguir as linhas da publicação de Holcomb, Mandel e Wegmann, destaca a importância de reconhecer e abordar os impactos humanos na Lua. Sublinha a urgência de ações para preservar o patrimônio lunar e adotar práticas responsáveis nas futuras explorações lunares.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;Referência&lt;/h3&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Holcomb, J. A., Mandel, R. D., &amp;amp; Wegmann, K. W. (2023). The case for a lunar anthropocene&lt;b&gt;. Nature Geoscience&lt;/b&gt;. DOI: &lt;a href="http://10.1038/s41561-023-01347-4" target="_blank"&gt;10.1038/s41561-023-01347-4&lt;/a&gt;. Disponível em: &lt;a href="https://www.nature.com/articles/s41561-023-01347-4" target="_blank"&gt;Nature Geoscience&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWxN5wi8C_OmUW0_oenW85j0bhmA5edUGwSf2I9bcCQ99ERHz40LQkqy6omr4z0N1kjILt-klEUIXXEY_7lxJF3Ha3WIZsoU0aOFltDxtiEkwr4I-g4qJMFcLqm3tPXwYiUyFT9IUMQpBzPyJzb__YjyxO6sng1jncluD9QjBb_9Hd-JRqRDJbN2G1Jdc/s72-c/IMG_3434.webp" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Deslizamentos em Zonguldak, Turquia</title><link>https://geoterran.blogspot.com/2023/12/deslizamentos-zonguldak-2023.html</link><category>Movimentos de massa</category><category>Áreas de risco</category><author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</author><pubDate>Tue, 12 Dec 2023 15:25:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8659172315266162503.post-7695202917992583426</guid><description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em 9 de dezembro de 2023, a província de Zonguldak, na Turquia, testemunhou dois deslizamentos seguidos durante um período de chuvas contínuas e intensas, acumulando 87 milímetros em 48 horas, que saturaram o solo, contribuindo para as ocorrências. Por volta das 20 horas, o primeiro deslizamento resultou no colapso de uma casa de dois andares, deixando duas pessoas presas sob os escombros, posteriormente encontradas sem vida durante as operações de resgate que se seguiram.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1gl5hF2-6dGCEeiVYIxpHMjwUflh5tOGTeclRrY290yp-e0KI7gpok-F1Rg6u2ABhyBJO1tIRs7QwvIxebz1Hz_D_DhSLdQJDN0jXijUGkbHbxRZ-It64qgg7siVd2YkV91MPKS3C6nNCLqa4H0PC4jNEcMY0GB7vNupX8go9q7Dqd1Qv6syrB2TL-zA/s923/geoterran_1200x630.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="630" data-original-width="923" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1gl5hF2-6dGCEeiVYIxpHMjwUflh5tOGTeclRrY290yp-e0KI7gpok-F1Rg6u2ABhyBJO1tIRs7QwvIxebz1Hz_D_DhSLdQJDN0jXijUGkbHbxRZ-It64qgg7siVd2YkV91MPKS3C6nNCLqa4H0PC4jNEcMY0GB7vNupX8go9q7Dqd1Qv6syrB2TL-zA/s16000/geoterran_1200x630.webp" style="object-fit: contain; width: 100%;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Equipes da AFAD realizando as operações de busca e resgate na região dos deslizamentos.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O primeiro deslizamento desencadeou operações de avaliação, busca e resgate que começaram imediatamente e continuaram nas horas subsequentes, coordenada pela Autoridade de Gestão de Desastres e Emergências (AFAD), visando a prestar assistência eficaz às vítimas do deslizamento e a realizar operações de busca e resgate com segurança.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyPFS26jHPHbYXMn5BnwWcYa14uO3eaQKjPdDCAK90Hj0c-dd7D9AA1mjHYFWo1hXrQtg7-8POwh5sBUeCnz78LhgurAYjn-3fgm8fa35z5Z_2hwOjDmltsAEffq8tJOIeFhWKNXyj_9fe0hQ-_3mv9sc_crtlMZ8YmuhZbYwrpeWjEC93Z_W2z6y8dgw/s3000/geoterran-78.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="2000" data-original-width="3000" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyPFS26jHPHbYXMn5BnwWcYa14uO3eaQKjPdDCAK90Hj0c-dd7D9AA1mjHYFWo1hXrQtg7-8POwh5sBUeCnz78LhgurAYjn-3fgm8fa35z5Z_2hwOjDmltsAEffq8tJOIeFhWKNXyj_9fe0hQ-_3mv9sc_crtlMZ8YmuhZbYwrpeWjEC93Z_W2z6y8dgw/s16000/geoterran-78.webp" style="object-fit: contain; width: 100%;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Equipes de busca e resgate em ação na região dos deslizamentos em Zonguldak, Turquia.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Durante essas operações, no entanto, por volta das 22 horas, um segundo deslizamento ocorreu e resultou em uma máquina soterrada e 21 feridos da equipe da resgate, afetando diretamente a condução das operações e agravando a situação. Dentre estes feridos, 15 receberam alta médica, enquanto seis permanecem sob tratamento, mas fora de risco de vida. Por conta do risco aumentado, as atividades foram interrompidas e retomadas apenas no dia seguinte pela manhã.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhaekYXKNZ0G1njRiDn-9yHfPV5wELaw9CRAfBofH67yvOSGNjkEuPTuQBKwKFbU806S-vtJLjepOHaMdes5ww1I8AnhRfwe6-p2kZLFPx5X8XzneScYFvvSjhLDkJ5ULXo5l-egx7duwSvCmp9rtqZn0aZBe7nJlLsReXVMfDdTrFHWh8GqUd7RDMdh5g/s2048/geoterran-ki.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="995" data-original-width="2048" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhaekYXKNZ0G1njRiDn-9yHfPV5wELaw9CRAfBofH67yvOSGNjkEuPTuQBKwKFbU806S-vtJLjepOHaMdes5ww1I8AnhRfwe6-p2kZLFPx5X8XzneScYFvvSjhLDkJ5ULXo5l-egx7duwSvCmp9rtqZn0aZBe7nJlLsReXVMfDdTrFHWh8GqUd7RDMdh5g/s16000/geoterran-ki.webp" style="object-fit: contain; width: 100%;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Máquina parcialmente soterrada pela massa movimentada do segundo deslizamento.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Neste contexto, destaca-se a importância do acompanhamento técnico geológico durante as operações de resposta para busca e resgate a partir de uma avaliação prévia das condições geológico-geotécnicas de estabilidade, fundamental para prevenir que equipes de resgate sejam surpreendidas por movimentos de massa subsequentes, além de permitir uma análise minuciosa do terreno afetado, identificando potenciais riscos e garantindo medidas de segurança adequadas para os profissionais envolvidos nas operações de resgate. A presença de profissionais geotécnicos pode ajudar na interpretação dos sinais de instabilização e alerta precoce, contribuindo para uma resposta mais eficaz diante de situações de risco geológico.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Outra providência das autoridades locais turcas foi a evacuação de outras 14 residências e de 42 pessoas que estavam em risco na localidade afetada. Além disso, as autoridades reforçaram à população sobre as condições climáticas considerando o acumulado e da continuidade das chuvas intensas e da saturação dos solos, aumentando a probabilidade de novos eventos ocorrerem.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj4_rM18dzMojg_YbqdILdQyqxm34t8JC4YHFAviHEdixrRMFdbkNH4VgpaDRZLu3GNNF8ghmyNqBjKAPipercsEe6OT-wm6DqheMANTS8Z36EB-Aq_Uu32r_X_Wyte_Fsk_dPP3Sm6Iq5zsYgxCHVqUf9xjHpBi2HJvxY9F31VKGmyxUfiYR68KJ1pnXw/s1468/geoterran-tv24.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="800" data-original-width="1468" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj4_rM18dzMojg_YbqdILdQyqxm34t8JC4YHFAviHEdixrRMFdbkNH4VgpaDRZLu3GNNF8ghmyNqBjKAPipercsEe6OT-wm6DqheMANTS8Z36EB-Aq_Uu32r_X_Wyte_Fsk_dPP3Sm6Iq5zsYgxCHVqUf9xjHpBi2HJvxY9F31VKGmyxUfiYR68KJ1pnXw/s16000/geoterran-tv24.webp" style="object-fit: contain; width: 100%;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Panorama obtido de uma reportagem da T24 da Turquia onde é possível observar a parte rompida de um muro acima.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Este evento devastador não apenas causou danos materiais, mas também impactou emocionalmente a comunidade, resultando em perdas irreparáveis para algumas famílias. O segundo deslizamento, que afetou as equipes de resgate, complicou ainda mais a situação, gerando considerações sobre o que estas equipes enfrentam no desenvolvimento de suas atividades.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Presentemente, as autoridades continuam a investigar as possíveis causas subjacentes a esses deslizamentos e os fatores que contribuíram para a intensidade dos eventos, buscando medidas preventivas para evitar tragédias futuras.&lt;/p&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1gl5hF2-6dGCEeiVYIxpHMjwUflh5tOGTeclRrY290yp-e0KI7gpok-F1Rg6u2ABhyBJO1tIRs7QwvIxebz1Hz_D_DhSLdQJDN0jXijUGkbHbxRZ-It64qgg7siVd2YkV91MPKS3C6nNCLqa4H0PC4jNEcMY0GB7vNupX8go9q7Dqd1Qv6syrB2TL-zA/s72-c/geoterran_1200x630.webp" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Capacitação em Gestão de Risco e Resposta a Desastres Municipais</title><link>https://geoterran.blogspot.com/2023/12/capacitacao-fgv-online.html</link><category>Educação</category><category>Áreas de risco</category><author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</author><pubDate>Tue, 12 Dec 2023 14:23:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8659172315266162503.post-2808957978684045666</guid><description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Uma parceria foi firmada entre o &lt;a href="http://www.sgb.gov.br/" target="_blank"&gt;Serviço Geológico do Brasil&lt;/a&gt; (SGB) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) que marca um passo significativo na disseminação de conhecimentos sobre gestão de riscos e desastres a nível municipal. Esta colaboração reúne a expertise técnica do SGB, uma autoridade em geociências e gestão territorial em âmbito nacional, com a excelência acadêmica da FGV, proporcionando um curso abrangente e acessível para o público geral.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmqZdFhasPWioFayMOJEzoeaI3iJ5wpbRwEA6X8p-tvY07YjJ2Lul8HXtFrMu01dPDFB8T1vUlOx8vjvER6xZGT5ojsIGwSBGvc8s3-F3R2L1PoatEYwonsMIE6742HPT6gVeBEGuOZSBkDyOdKLaZbGzWjTK3ycWdHg9fktlq2zxSvNck5H8rAf_4wcg/s793/geoterran-curso-sgb-fgv.webp"&gt;&lt;img alt="Curso Políticas Públicas de Gestão de Risco e Resposta a Desastres em Nível Municipal" border="0" data-original-height="511" data-original-width="793" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmqZdFhasPWioFayMOJEzoeaI3iJ5wpbRwEA6X8p-tvY07YjJ2Lul8HXtFrMu01dPDFB8T1vUlOx8vjvER6xZGT5ojsIGwSBGvc8s3-F3R2L1PoatEYwonsMIE6742HPT6gVeBEGuOZSBkDyOdKLaZbGzWjTK3ycWdHg9fktlq2zxSvNck5H8rAf_4wcg/s16000/geoterran-curso-sgb-fgv.webp" style="object-fit: contain; width: 100%;" title="Curso Políticas Públicas de Gestão de Risco e Resposta a Desastres em Nível Municipal" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O curso "&lt;b&gt;Políticas Públicas de Gestão de Risco e Resposta a Desastres em Nível Municipal&lt;/b&gt;" é uma formação online de 8 horas, destinada a estudantes do ensino superior e profissionais interessados em ampliar conhecimentos sobre gestão de riscos e resposta a desastres em âmbito municipal.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O curso, que não possui processo seletivo, aborda temas como a aplicação de protocolos internacionais de prevenção e gestão de desastres, desenvolvimento de estratégias de redução de riscos, e revisão de leis federais e estaduais relacionadas. Não gera certificado, mas fornece declaração de participação.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O curso e mais informações estão disponíveis no &lt;a href="https://educacao-executiva.fgv.br/cursos/online/curta-media-duracao-online/politicas-publicas-de-gestao-de-risco-e-resposta-desastres-em-nivel-municipal" target="_blank"&gt;site da FGV&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmqZdFhasPWioFayMOJEzoeaI3iJ5wpbRwEA6X8p-tvY07YjJ2Lul8HXtFrMu01dPDFB8T1vUlOx8vjvER6xZGT5ojsIGwSBGvc8s3-F3R2L1PoatEYwonsMIE6742HPT6gVeBEGuOZSBkDyOdKLaZbGzWjTK3ycWdHg9fktlq2zxSvNck5H8rAf_4wcg/s72-c/geoterran-curso-sgb-fgv.webp" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Movimento de Massa em Wrangell, Alasca: Impactos e Medidas de Prevenção</title><link>https://geoterran.blogspot.com/2023/12/deslizamento-wrangell-alasca.html</link><category>Movimentos de massa</category><author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</author><pubDate>Mon, 11 Dec 2023 14:20:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8659172315266162503.post-1770031491098329110</guid><description>&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Movimento de Massa em Wrangell, Alasca, EUA&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Um movimento de massa ocorreu em 20 de novembro de 2023, impactando a remota comunidade de Wrangell, no sudeste do Alasca. Durante uma tempestade intensa com chuvas torrenciais e ventos fortes, um movimento de massa atingiu três residências diretamente, uma delas desocupada.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgTbcpRlYDv_ihxNjy998GWT6ocEkb12avvb5g3v0cOzDQ2cCrw3pA1yn_jHi12ihU9wvfVWGv9bKkHTffO14GWqKfbIBOFBVAtwONXBxOqjC0w3oEyUuXLrM3UlWd9KgA_HgUrCyr0l4knn7M7EVIWP5TJtRA6mIeG3Q3rIwL68_EaKGHMgS8-2LoDGMk/s1024/IMG_3386.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="768" data-original-width="1024" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgTbcpRlYDv_ihxNjy998GWT6ocEkb12avvb5g3v0cOzDQ2cCrw3pA1yn_jHi12ihU9wvfVWGv9bKkHTffO14GWqKfbIBOFBVAtwONXBxOqjC0w3oEyUuXLrM3UlWd9KgA_HgUrCyr0l4knn7M7EVIWP5TJtRA6mIeG3Q3rIwL68_EaKGHMgS8-2LoDGMk/s16000/IMG_3386.webp" style="object-fit: contain; width: 100%;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Vista frontal, no dia seguinte, do movimento de massa que atingiu Wrangell. Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://dot.alaska.gov/" target="_blank"&gt;Departamento de Transporte e Instalações Públicas do Alasca&lt;/a&gt;.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Entre 1h e 20h da segunda-feira, Wrangell registrou entre 50 milímetros (Serviço Meteorológico Nacional em Juneau) a mais de 76 milímetros (Universidade do Alasca Fairbanks) de chuva, acompanhados por rajadas de vento de até 96 km/h em elevações mais altas. Essa ocorrência esteve inserida em um sistema climático intenso que atravessou o sudeste do Alasca, trazendo neve intensa para algumas regiões, condições similares a uma tempestade de neve para Juneau, além de chuvas com inundações leves em áreas mais ao sul.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os índices pluviométricos observados em Wrangell na segunda-feira não são incomuns, no entanto, ocorreram após um outono excepcionalmente úmido, que já havia saturado o solo. Além disso, ventos fortes podem ter contribuído para desencadear o fluxo de detritos. Os solos saturados podem romper quando rajadas de vento movem árvores em uma encosta declivosa.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiN4kj7yEM5lisO8nzbuLe8TYD44Xy9wfLbF9vZ4iS_HlpD1iAn3GIzA_Cikjeu6_3zqnWFhfsHOERT0HPLQpiie45sybupvtevu62LqVhqjj3iAAg38ONBQy5CZeKqeteLGn_9pfrdarnV8VNESK7Oobt3buE8WCmt83GWE-DrNWXK7SisVgElGVZIpgo/s720/IMG_3381.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="540" data-original-width="720" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiN4kj7yEM5lisO8nzbuLe8TYD44Xy9wfLbF9vZ4iS_HlpD1iAn3GIzA_Cikjeu6_3zqnWFhfsHOERT0HPLQpiie45sybupvtevu62LqVhqjj3iAAg38ONBQy5CZeKqeteLGn_9pfrdarnV8VNESK7Oobt3buE8WCmt83GWE-DrNWXK7SisVgElGVZIpgo/s16000/IMG_3381.webp" style="object-fit: contain; width: 100%;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A massa movimentada alcançou o oceano. Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://dot.alaska.gov/" target="_blank"&gt;Departamento de Transporte e Instalações Públicas do Alasca&lt;/a&gt;.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O movimento foi deflagrado por volta das 21h da segunda-feira, durante a tempestade com vento, resultando em uma cicatriz de cerca de 137 metros de largura desde proximidades do topo da elevação positiva até o oceano. Além das moradias diretamente atingidas, a massa transportada alcançou a Rodovia Zimovia e cortou o acesso e a eletricidade de cerca de 75 outras residências.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O desastre resultou em um total de cinco vítimas fatais confirmadas e uma desaparecida (até a presente data de publicação). Testemunhas e sobreviventes relataram em detalhes a força do deslizamento, descrevendo-o como um evento destrutivo que deixou uma extensa área de destroços.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O local tornou-se instável e perigoso, dificultando os esforços iniciais de busca e resgate das autoridades locais. A operação foi conduzida por múltiplas agências, inclusive pela Guarda Costeira Americana, e&lt;span style="text-align: left;"&gt;mpregando cães farejadores e drones para localizar possíveis vítimas e garantir a segurança da comunidade,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;enfrentando desafios significativos devido à instabilidade do local e às adversidades das condições climáticas.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEilXSCnJCxVMJL_v3XFQOReUkGAR5Ai1Jk3nhYrorzfo_ZsBul4y2a5fJ_K6d8jFo1ZwqHcc8iQhs3Mr5cIQVNTMkTOfdvwQQyOKT1YmiACtZIEwryFApC2Ap0mBfhEIuBTvDLfCxqzA1LA0ft7XZnAnYvMDh5eqRxgoSFVsvst_5cdMdL74PYnaEYmTZ4/s600/IMG_3385.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="450" data-original-width="600" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEilXSCnJCxVMJL_v3XFQOReUkGAR5Ai1Jk3nhYrorzfo_ZsBul4y2a5fJ_K6d8jFo1ZwqHcc8iQhs3Mr5cIQVNTMkTOfdvwQQyOKT1YmiACtZIEwryFApC2Ap0mBfhEIuBTvDLfCxqzA1LA0ft7XZnAnYvMDh5eqRxgoSFVsvst_5cdMdL74PYnaEYmTZ4/s16000/IMG_3385.webp" style="object-fit: contain; width: 100%;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A comunidade de Wrangell afetada pelo movimento de massa. Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://dot.alaska.gov/" target="_blank"&gt;Departamento de Transporte e Instalações Públicas do Alasca&lt;/a&gt;.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Entre os profissionais listados e destacados para a resposta imediata estiveram um geólogo, um especialista em drones e um operador de máquinas pesadas. O geólogo realizou as avaliações geotécnicas preliminares para a liberação das operações terrestres de busca e resgate. Aqui cabe ressaltar a importância deste profissional no atendimento emergencial em áreas afetadas por movimentos de massa.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="text-align: left;"&gt;Também foram relatados deslizamentos na área de Ketchikan e na Ilha de Prince of Wales. E&lt;/span&gt;ste cenário evidencia a alta suscetibilidade das áreas montanhosas, na região Sudeste do Alasca, a eventos naturais de movimentos de massa, que podem ser agravados pelas geleiras, permafrost e eventuais terremotos, e ressalta a necessidade de preparação e medidas preventivas em face de mudanças climáticas imprevisíveis.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As mudanças climáticas podem aumentar a frequência e a intensidade desses eventos, tornando essencial o estabelecimento de sistemas de monitoramento e alerta e a adoção de medidas preventivas para proteger comunidades vulneráveis.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Sistemas de Monitoramento e Alerta&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No mundo, em algumas áreas suscetíveis a movimentos de massa, existem sistemas para proteger as comunidades. Esses sistemas envolvem instrumentos que monitoram constantemente movimentos de encostas, condições do solo e condições climáticas locais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A implantação destes sistemas exige uma extensa pesquisa preliminar, um investimento significativo inicial e também para manter os instrumentos em operação e, quando esses sistemas são eficazes, eles são, geralmente, destruídos e precisam ser repostos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Instalar tais sistemas seria desafiador no Alasca, onde o território é vasto e a coleta de dados e informações está apenas começando. Ainda assim, existem iniciativas em andamento em algumas comunidades que enfrentaram tragédias passadas ou que são consideradas de risco elevado.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em Sitka, existe um sistema de alerta que foi acionado em agosto, quando a cidade foi atingida por chuvas recordes. Em Haines, o município possui informações suficientes para alertar os residentes durante eventos de chuvas intensas. Em Juneau, a maior cidade do sudeste do Alasca, o município contratou uma avaliação de riscos que resultou em uma série de mapas identificando as áreas mais suscetíveis a deslizamentos, como grande parte da região central da cidade.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Sinais de instabilização&amp;nbsp;&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Como no Brasil, por lá, as autoridades pedem à população que fique atenta aos sinais de instabilização, monitorando o entorno para tomada de ação preventiva e mitigatória.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiEUWVPZvhHyh1u0PmQwhxhUcubUcMACGpoQb0nl_XlqBzoNAEg3S6TFAAev4WBWaRp4J2dpk0R70QLkCghmAQYLQsKxO4TOQdzdA9GU_RMahEuhs_xL8GoRvb7kJMeoVx1-XO3Ka2OprtTqidzPs5_pYjULNGQQX9u9N8KvZvSyaHFC8eGnsaWHWNb2R8/s600/IMG_3387.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="450" data-original-width="600" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiEUWVPZvhHyh1u0PmQwhxhUcubUcMACGpoQb0nl_XlqBzoNAEg3S6TFAAev4WBWaRp4J2dpk0R70QLkCghmAQYLQsKxO4TOQdzdA9GU_RMahEuhs_xL8GoRvb7kJMeoVx1-XO3Ka2OprtTqidzPs5_pYjULNGQQX9u9N8KvZvSyaHFC8eGnsaWHWNb2R8/s16000/IMG_3387.webp" style="object-fit: contain; width: 100%;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A amplitude do movimento de massa é a mesma do relevo declivoso lindeiro. Fonte: &lt;a href="https://dot.alaska.gov/" target="_blank"&gt;Departamento de Transporte e Instalações Públicas do Alasca&lt;/a&gt;.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os sinais de alerta, ou instabilidade, incluem água do rio se tornando barrenta/turva, acúmulos de água na superfície do terreno, novas nascentes ou surgências d’água, água fluindo em áreas diferentes, novas fissuras em ruas ou calçadas, inclinação incomum de árvores ou postes telefônicos, e portas e janelas que não funcionam corretamente.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Além disso, deve-se prestar atenção a sons como estalos, estrondos, som de rachaduras em árvores, ou de sua queda, e batidas de rochas/matacões. A passagem de um deslizamento é &lt;span style="text-align: left;"&gt;frequentemente comparada ao som e à sensação de um trem de carga passando.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em caso da presença de alguns destes sinais indicando a iminência de um deslizamento, ou seu acontecimento em curso presente, as recomendações e medidas de autoproteção, de acordo com o governo municipal de Haines, Alasca, são:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Se ouvir sons incomuns, sair do caminho de um deslizamento ou fluxo de detritos é a melhor forma de proteção.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Da mesma forma, se estiver perto da praia e perceber mudanças incomuns no nível da água ou na inclinação próxima, dirija-se para terrenos mais altos, afastando-se de qualquer movimento visível do movimento de massa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Se não for possível escapar, vá para um cômodo no segundo andar ou para o lado da casa que fica na parte inferior do declive, encolha-se em uma posição protegida e cubra a cabeça. Escolha uma área onde não haja perigo de ser prensado ou esmagado por móveis. Em casas de um andar, subir em móveis ou bancadas pode proteger contra sufocamento ou arrastamento. Áreas não mobiliadas, como closets, corredores internos ou banheiros, podem oferecer proteção adicional.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Abrir portas e janelas voltadas para baixo pode ajudar o fluxo rápido de detritos a passar pela casa, reduzindo o acúmulo de detritos que podem levar ao soterramento, sufocamento ou danos estruturais.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgTbcpRlYDv_ihxNjy998GWT6ocEkb12avvb5g3v0cOzDQ2cCrw3pA1yn_jHi12ihU9wvfVWGv9bKkHTffO14GWqKfbIBOFBVAtwONXBxOqjC0w3oEyUuXLrM3UlWd9KgA_HgUrCyr0l4knn7M7EVIWP5TJtRA6mIeG3Q3rIwL68_EaKGHMgS8-2LoDGMk/s72-c/IMG_3386.webp" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Uma Janela para os Primeiros Dias da Terra</title><link>https://geoterran.blogspot.com/2023/12/estromatolitos-da-argentina.html</link><category>Comunicação científica</category><category>Geologia</category><author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</author><pubDate>Sat, 9 Dec 2023 19:00:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8659172315266162503.post-8699356041682896005</guid><description>&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Lagunas e Formas de Vida&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em um deserto, um grupo de pesquisadores revelou o que pode ser um tipo único de ecossistema na Terra, possivelmente representando os estágios iniciais da vida neste planeta há 3,5 bilhões de anos, e até mesmo pistas sobre a vida em Marte no passado.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjFQZ9F4MKPGU5Nzjyf4tX3rODS7lWcbT5t6K8la6UblWQ4ScSJHAu5wJ7HfGNri1u7xb6otzDlyYPKn7Hh3plSGUKMtYS3Fv6J7i7YXo6bvSgX3sKIY1uQRy0f8AS4lvV3ZJ51PcEGLkdTNjZ-88y36iWOGXjuaysEgTT_Srn1E7Iy6XPs54DnLSC_yIM/s1280/IMG_3261.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="720" data-original-width="1280" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjFQZ9F4MKPGU5Nzjyf4tX3rODS7lWcbT5t6K8la6UblWQ4ScSJHAu5wJ7HfGNri1u7xb6otzDlyYPKn7Hh3plSGUKMtYS3Fv6J7i7YXo6bvSgX3sKIY1uQRy0f8AS4lvV3ZJ51PcEGLkdTNjZ-88y36iWOGXjuaysEgTT_Srn1E7Iy6XPs54DnLSC_yIM/s16000/IMG_3261.webp" style="object-fit: contain; width: 100%;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Visão aérea dos estromatólitos florescendo nas páginas do deserto de Puna, Atacama.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Neste ambiente hostil, composto por um sistema de lagunas circundadas por vastas planícies de sal, localizado na &lt;b&gt;Puna de Atacama&lt;/b&gt;, Argentina, um deserto de altiplano a mais de 3.600 metros acima do nível do mar, os pesquisadores identificaram uma exibição vibrante de estromatólitos. Essas comunidades microbianas complexas formam grandes montículos rochosos à medida que crescem, de forma semelhante à construção milimétrica de corais em recifes.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As observações preliminares sugerem que essas comunidades se assemelham aos estromatólitos existentes durante o período conhecido como Arqueano inicial, quando o oxigênio era quase inexistente na atmosfera terrestre.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O geólogo Brian Hynek, da Universidade do Colorado em Boulder, e Maria Farías, microbiologista e co-fundadora da PUNABIO SA Environmental Consulting, compartilharão suas descobertas na reunião de 2023 da American Geophysical Union em San Francisco, EUA.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os pesquisadores esperam confirmar seus resultados iniciais retornando às lagunas em breve. Hynek descreveu a descoberta deste ambiente como um dos momentos mais significativos de sua vida profissional.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os estromatólitos são comunidades microbianas associadas a camadas de rocha, com atual exposição restrita e pequena. No entanto, os estromatólitos antigos podiam alcançar grandes alturas, retirando ativamente minerais da água ao seu redor.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os estromatólitos descobertos nas lagunas da Atacama se assemelham mais a algumas dessas comunidades antigas, Arqueanas, do que qualquer coisa viva na Terra hoje. Eles são compostos principalmente de gesso, um mineral ausente na maioria dos exemplos modernos. Biologicamente, eles consistem em uma camada de micróbios fotossintéticos chamados cianobactérias e um núcleo rosado rico em arqueas, organismos unicelulares frequentemente encontrados em ambientes extremos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi6gAsqucz7DIeXRxHGoGNEP6hrLv-tVDLoFt5JvS9TrNbXQ7Sy4czpLaIdUQOkYi9MD04teVWGLgldOXsUmOhhWVP6dlnxt0scKjOs9wueW0xl1156PchlMaFdZvgl6ZI30i_wY8CiFzgC7zBu-FLyH33H9y5ZbLVN5Hv4X9k7nRJlAlL1Z8Wp9AZNiIs/s1500/IMG_3260.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="772" data-original-width="1500" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi6gAsqucz7DIeXRxHGoGNEP6hrLv-tVDLoFt5JvS9TrNbXQ7Sy4czpLaIdUQOkYi9MD04teVWGLgldOXsUmOhhWVP6dlnxt0scKjOs9wueW0xl1156PchlMaFdZvgl6ZI30i_wY8CiFzgC7zBu-FLyH33H9y5ZbLVN5Hv4X9k7nRJlAlL1Z8Wp9AZNiIs/s16000/IMG_3260.webp" style="object-fit: contain; width: 100%;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;As lagunas estão repletas de comunidades de cianobactérias, conhecidas como estromatólitos.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A compreensão dessas comunidades modernas na Terra pode fornecer pistas sobre a busca por vida em Marte, que se assemelhava à Terra bilhões de anos atrás. Hynek e Farías planejam realizar mais experimentos para confirmar se esses novos estromatólitos estão ativamente construindo suas formações rochosas e explorar como os micróbios sobrevivem às condições adversas.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No entanto, as lagunas enfrentam ameaças iminentes, já que uma empresa de mineração arrendou a área para exploração de lítio. O ambiente único das lagunas da Atacama pode ser irreversivelmente alterado ou destruído. O apelo dos pesquisadores é para a proteção desses locais raros e valiosos antes que desapareçam ou sejam perturbados permanentemente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;O Desafio para a Descoberta&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em abril de 2022, Farías levou Hynek a um de seus locais de estudo no noroeste da Argentina. Para chegar lá, os cientistas dirigiram cerca de nove horas por uma estrada de terra. Eles ficaram em um vilarejo com cerca de 35 pessoas que dependem de uma única nascente para água. Na última noite no vilarejo, Hynek estava examinando imagens de satélite do deserto ao redor e viu algo estranho: o que parecia ser uma rede de lagunas a dezenas de milhas de distância.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Intrigados, os pesquisadores dirigiram o máximo que puderam e depois caminharam vários quilômetros sob o sol escaldante. Quando chegaram à lagoa, souberam imediatamente que tinham encontrado algo especial.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A rede de 12 lagunas se estendia por aproximadamente 10 hectares e era cercada por montanhas áridas ao longe. Sob suas águas cristalinas, grandes montes de coloração verde, alguns com 4,5 metros de largura e vários metros de altura formando os estromatólitos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Estromatólitos&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os estromatólitos, em geral, referem-se a uma variedade de comunidades microbianas associadas a camadas de rocha. Eles existem na Terra hoje, incluindo na costa das Bahamas, mas tendem a ser relativamente pequenos. Eles crescem passivamente ao prender grãos de areia e outros detritos flutuando no oceano.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em contraste, os estromatólitos antigos podiam se estender até 6 metros de altura. Eles retiravam ativamente cálcio e dióxido de carbono da água ao redor, fazendo com que minerais se precipitassem ao seu redor.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Suas camadas rochosas eram compostas principalmente de gesso, um mineral comum em muitos fósseis de estromatólitos, mas ausente na maioria dos exemplos modernos. Biologicamente, eram compostos por uma camada externa de micróbios fotossintéticos chamados cianobactérias e um núcleo rosado rico em arqueas, organismos unicelulares frequentemente encontrados em ambientes extremos na Terra.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O motivo para a sua formação neste local árduo não está claro. O ambiente da lagoa poderia se assemelhar às condições da antiga Terra — as águas são salinas e ácidas e, devido à alta altitude, são expostas a níveis severos de radiação —&amp;nbsp;&lt;span style="text-align: left;"&gt;fornecendo uma visão sem precedentes de como a vida pode ter surgido em Marte, que se assemelhava à Terra bilhões de anos atrás.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mais experimentos serão realizados para confirmar se esses novos estromatólitos estão, de fato, construindo ativamente suas formações rochosas e explorar como essas comunidades conseguem sobreviver às condições adversas.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A descoberta dessas estruturas excepcionais na remota Puna de Atacama não apenas expande o conhecimento sobre a evolução da vida na Terra, mas também destaca a urgência de preservar esses ambientes incomuns e valiosos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;Saiba mais&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul style="text-align: left;"&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.colorado.edu/today/2023/12/06/deep-within-inhospitable-desert-window-first-life-earth" target="_blank"&gt;CU Boulder Today&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjFQZ9F4MKPGU5Nzjyf4tX3rODS7lWcbT5t6K8la6UblWQ4ScSJHAu5wJ7HfGNri1u7xb6otzDlyYPKn7Hh3plSGUKMtYS3Fv6J7i7YXo6bvSgX3sKIY1uQRy0f8AS4lvV3ZJ51PcEGLkdTNjZ-88y36iWOGXjuaysEgTT_Srn1E7Iy6XPs54DnLSC_yIM/s72-c/IMG_3261.webp" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Privacidade e Fotografias em Relatórios Técnicos: A Importância da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD)</title><link>https://geoterran.blogspot.com/2023/12/lgpd-fotografias.html</link><category>Legislação</category><author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</author><pubDate>Tue, 5 Dec 2023 15:30:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8659172315266162503.post-8744233738769056864</guid><description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A inclusão de &lt;b&gt;fotografias &lt;/b&gt;em relatórios, laudos e pareceres técnicos para fins de ilustração é uma prática comum em diversas áreas profissionais, inclusive nas geociências e áreas correlatas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgFXt-4-Wt5YD6ZgH0qCJu5Ma5w2TyKfK6TiTeOk0DaFXRd65WbG1edJKIdiCef_nzs54qkhIslAuMm0bnVy9YSMitlNhEHd2M70z6vhTz7FHTeHZ6x6WnBkF3HVU9F9fVdTpNEPX7s035b-BckG22j65YOBdBtOnTTq_w5ly09o-iw7dZhME2pMgeOZw0/s2048/12777.jpg.2048x1536_q85.webp" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="Exemplo de fotografia que poderia ser inserida em um relatório em que aparecem pessoas." border="0" data-original-height="1365" data-original-width="2048" height="427" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgFXt-4-Wt5YD6ZgH0qCJu5Ma5w2TyKfK6TiTeOk0DaFXRd65WbG1edJKIdiCef_nzs54qkhIslAuMm0bnVy9YSMitlNhEHd2M70z6vhTz7FHTeHZ6x6WnBkF3HVU9F9fVdTpNEPX7s035b-BckG22j65YOBdBtOnTTq_w5ly09o-iw7dZhME2pMgeOZw0/w640-h427/12777.jpg.2048x1536_q85.webp" style="object-fit: contain; width: 100%;" title="Exemplo de fotografia que poderia ser inserida em um relatório em que aparecem pessoas." width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Exemplo de fotografia em que retrata pessoas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;que poderia ser inserida em um relatório geológico-geotécnico&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;. Deslizamento&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;ocorrido em 12 de Dezembro de 2014&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&amp;nbsp;na Indonésia,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Jemblung Hamlet, subdistrito de Karangkobar, Distrito de Banjarnegara, Província de Java Central.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="https://imaggeo.egu.eu/view/12777/" style="font-size: x-small;" target="_blank"&gt;Imaggeo 2014&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&lt;br style="text-align: left;" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;h4 style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;O que acontece quando as fotografias de um relatório, por exemplo, mostram pessoas?&lt;/b&gt;&lt;/h4&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Minha pesquisa à legislação e páginas pertinentes sobre o assunto, como a do &lt;a href="https://www.mpf.mp.br/servicos/lgpd/" target="_blank"&gt;Ministério Público Federal&lt;/a&gt;, tenta abordar a temática de apresentar fotografias contendo pessoas. Aqui não são abordadas as questões dos direitos autorais das fotografias e temas correlatos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Lei Geral de Proteção de Dados (&lt;a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13709.htm" target="_blank"&gt;Lei nº 13.709/2018&lt;/a&gt; - LGPD), que entrou em vigor em setembro de 2020 no Brasil, regula a proteção de dados pessoais e traz aspectos importantes a serem considerados ao lidar com dados pessoais, incluindo &lt;b&gt;imagens fotográficas&lt;/b&gt;, especialmente as que possam identificar indivíduos direta ou indiretamente. Ela representa um marco significativo na proteção dos direitos fundamentais de liberdade, privacidade e desenvolvimento pessoal.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Assim, no contexto de relatórios técnicos, é necessário considerar a privacidade das pessoas que podem ser identificadas ou reconhecíveis por meio de fotografias utilizadas nesses documentos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em geral, é &lt;b&gt;preciso garantir o consentimento prévio&lt;/b&gt; e explícito das pessoas que estão sendo fotografadas, especialmente se houver a possibilidade de identificação, mesmo que indiretamente. É também fundamental garantir a anonimização ou pseudonimização das imagens sempre que possível, ou seja, a ocultação de características que permitam a identificação direta ou indireta dos indivíduos nas fotografias, práticas recomendadas para garantir a conformidade com a LGPD.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote style="border: medium; margin: 0px 0px 0px 40px; padding: 0px;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;É necessário considerar a &lt;b&gt;privacidade&lt;/b&gt; das pessoas que podem ser identificadas ou reconhecíveis por meio de&amp;nbsp;&lt;b&gt;fotografias&amp;nbsp;&lt;/b&gt;utilizadas nesses documentos.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;O que São Dados Pessoais?&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os dados pessoais são informações que geralmente fornecemos em cadastros, como nome, RG, CPF, dados de identificação, contato e financeiros. Além disso, incluem informações que nem sempre são conscientemente compartilhadas, como localização via GPS, &lt;b&gt;fotos&lt;/b&gt;, registros médicos, padrões de consumo, endereço de IP e &lt;i&gt;cookies&lt;/i&gt;. Estes também são considerados dados pessoais devido à sua &lt;b&gt;capacidade de identificar&lt;/b&gt; ou estar vinculados a uma pessoa específica.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conforme a LGPD, art. 5º, I, dado pessoal é a informação relacionada a pessoa natural identificada ou&amp;nbsp; identificável. Este conceito é composto por quatro elementos:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;style type="text/css"&gt;
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&lt;/style&gt;&lt;table class="tg"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tg-u1qi" rowspan="4"&gt;Elementos do Dado Pessoal&lt;/td&gt;&lt;td class="tg-u1qi"&gt;Informação&lt;/td&gt;&lt;td class="tg-1pjd"&gt;Pode ter natureza objetiva (ex. idade) ou subjetiva (ex. o devedor X é confiável).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tg-u1qi"&gt;Relacionada a&lt;/td&gt;&lt;td class="tg-1pjd"&gt;Um dado pode ser considerado relacionado a um indivíduo se ele diz respeito a um dos seguintes critérios:&lt;br /&gt;(i) se relaciona a um conteúdo sobre o indivíduo;&lt;br /&gt;(ii) tem a finalidade de avaliar um indivíduo ou seu comportamento; ou&lt;br /&gt;(iii) tem um impacto sobre interesses ou direitos do indivíduo.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tg-u1qi"&gt;Pessoa Natural&lt;/td&gt;&lt;td class="tg-1pjd"&gt;Para ser pessoal, a informação deve estar relacionada a um indivíduo humano.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tg-u1qi"&gt;Identificada ou Identificável&lt;/td&gt;&lt;td class="tg-1pjd"&gt;“Identificada” significa que a ligação ao indivíduo é feita de forma direta, como pelo tratamento de seu nome completo&amp;nbsp;&lt;b&gt;ou sua foto&lt;/b&gt;. Como “identificável”, a ligação é indireta, e um processo de cruzamento de dados pode ser necessário para a identificação. Isto contudo não elimina a caracterização do dado como dado pessoal.&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://repositorio.cgu.gov.br/handle/1/66446" target="_blank"&gt;Guia de Boas Práticas LGPD&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A LGPD estabelece algumas categorias e subcategorias de dados, incluindo:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;ol style="text-align: left;"&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;Dados Pessoais:&lt;/u&gt; São informações relacionadas a uma pessoa natural identificada ou identificável. Exemplos incluem nome, endereço, CPF, RG, e-mail, entre outros.&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;Dados Pessoais Sensíveis:&lt;/u&gt; São dados que revelam informações sobre a origem racial ou étnica, convicções religiosas, opiniões políticas, filiação a sindicatos, dados genéticos, biométricos, dados de saúde ou vida sexual, entre outros, cujo tratamento exige cuidados específicos devido ao seu potencial de gerar discriminação ou violações graves à privacidade.&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;Dados Pessoais de Crianças e Adolescentes:&lt;/u&gt;&amp;nbsp;São considerados uma categoria específica de dados pessoais com considerações e proteções especiais devido à sua natureza mais sensível e à necessidade de proteção adicional desses indivíduos jovens. Exige o consentimento dos pais ou responsáveis legais para o tratamento desses dados.&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;Dados Anonimizados:&lt;/u&gt; São dados que não permitem identificar o titular sem a utilização de informações adicionais, sendo processados de forma a não serem passíveis de associação com uma pessoa específica.&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;Dados Pseudonimizados:&lt;/u&gt; Referem-se a dados em que se aplica técnicas para substituir os dados identificadores por códigos ou pseudônimos, tornando mais difícil a identificação do titular, mas ainda assim permitindo associação com a pessoa por meio de informações adicionais mantidas separadamente.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essas categorias ajudam a diferenciar os &lt;b&gt;tipos de dados&lt;/b&gt; e a estabelecer medidas específicas de proteção, considerando o nível de sensibilidade e o potencial impacto na privacidade e nos direitos individuais dos titulares dos dados. A LGPD define regras e obrigações específicas para o tratamento de cada uma dessas categorias, visando garantir a proteção adequada dos dados pessoais e sensíveis.&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEikGr2niZcA4eV6v2Tk2loSdil-gnbIecu-VaERlcMpOvGcgpHW6dz42dsqJSr_0bVXlp6FJoK0q4wv1uvRZoJOGuqo0Cz8j-yftjWYOgyPwum8i3R5PnJvJVuFFptrNWhr70Sj5xcVfcyID2G8fUZCiXF-d9znIE8fuPaSFe2qgxoYdv3B8uwGppch8xk/s1024/5327024442_b23da5a922_b.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="768" data-original-width="1024" height="480" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEikGr2niZcA4eV6v2Tk2loSdil-gnbIecu-VaERlcMpOvGcgpHW6dz42dsqJSr_0bVXlp6FJoK0q4wv1uvRZoJOGuqo0Cz8j-yftjWYOgyPwum8i3R5PnJvJVuFFptrNWhr70Sj5xcVfcyID2G8fUZCiXF-d9znIE8fuPaSFe2qgxoYdv3B8uwGppch8xk/w640-h480/5327024442_b23da5a922_b.jpg" style="object-fit: contain; width: 100%;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Outra situação em que a fotografia possível de estar em um relatório geológico-geotécnico contendo pessoas identificáveis. Deslizamento ocorrido em Mauá (SP) em 05 de Janeiro de 2011 provocando duas mortes. Fonte:&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="https://www.flickr.com/photos/cbnsp/5327024442" style="font-size: x-small;" target="_blank"&gt;CBN SP@Flicker&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h4 style="text-align: left;"&gt;Fotografias como Dados Pessoais&lt;/h4&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Como vimos, o conceito de dado pessoal é abrangente e inclui informações relacionadas a uma pessoa natural &lt;b&gt;identificada ou identificável&lt;/b&gt;. Assim, nem toda fotografia em que aparece uma pessoa é automaticamente considerada um dado pessoal. Por exemplo, uma foto em que uma pessoa não está claramente identificável, como uma multidão onde não se pode distinguir indivíduos, pode não ser considerada um dado pessoal.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Isso significa que apenas as &lt;b&gt;fotografias que permitem a identificação direta ou indireta de um indivíduo são consideradas dados pessoais&lt;/b&gt;, independentemente da origem da captura, seja por &lt;i&gt;drones&lt;/i&gt;, câmeras fotográficas convencionais ou outros meios tecnológicos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote style="border: medium; margin: 0px 0px 0px 40px; padding: 0px;"&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Fotografias&amp;nbsp;&lt;/b&gt;que permitem a &lt;b&gt;identificação&lt;/b&gt; direta ou indireta de um indivíduo&amp;nbsp;&lt;b&gt;são consideradas dados pessoais.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Além disso, desde que individualizando e permitindo a identificação de pessoas, as fotografias por si só e, especialmente, quando associadas a outros dados, como contexto temporal, geolocalização ou outras informações identificáveis, &lt;b&gt;podem ser consideradas como dados pessoais sensíveis&lt;/b&gt;, pois podem revelar características físicas, étnicas, biológicas ou outras informações sensíveis sobre a pessoa na imagem.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote style="border: medium; margin: 0px 0px 0px 40px; padding: 0px;"&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote style="text-align: left;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Desde que individualizando e permitindo a identificação de pessoas, as fotografias [...] podem ser consideradas como&amp;nbsp;&lt;b&gt;dados pessoais sensíveis&lt;/b&gt;, pois podem revelar características físicas, étnicas, biológicas ou outras informações sensíveis sobre a pessoa na imagem.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Portanto, o tratamento das fotografias podem ser feitas, dependendo de seu conteúdo, como dados pessoais sensíveis, o que requer cuidados &lt;b&gt;adicionais&lt;/b&gt; de acordo com a legislação de proteção de dados, &lt;b&gt;exigindo uma proteção mais rigorosa&lt;/b&gt; e a aplicação de medidas de segurança apropriadas para garantir a privacidade e a proteção dos direitos dos titulares das fotos. Desde que configurados como sensíveis, esses dados são íntimos, o seu uso indevido pode levar à discriminação de uma pessoa ou de um grupo de pessoas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;O Que a LGPD Fala Sobre Consentimento?&lt;/h3&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O consentimento é um dos &lt;b&gt;princípios fundamentais&lt;/b&gt; da proteção de dados e deve ser obtido de forma clara, específica e livre, ou seja, o titular dos dados deve ser informado sobre como seus dados serão usados (para qual finalidade) e ter a liberdade de consentir ou não com esse uso. O consentimento também deve ser dado de forma expressa.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A obtenção de consentimento dos indivíduos retratados nas fotografias é essencial, tanto naquelas consideradas como dados pessoais, quanto para aquelas consideradas dados pessoais sensíveis, a menos que haja&amp;nbsp;&lt;b&gt;uma base legal&lt;/b&gt;&amp;nbsp;que justifique o tratamento das imagens sem esse consentimento. De acordo com o publicado no&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.mpf.mp.br/servicos/lgpd/perguntas-frequentes" target="_blank"&gt;website destinado à LGPD&lt;/a&gt;&amp;nbsp;do Ministério Público Federal:&lt;/p&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote style="border: medium; margin: 0px 0px 0px 40px; padding: 0px;"&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #2b2e38;"&gt;[Sem o consentimento]&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style="color: #2b2e38;"&gt;A chave é agir de forma responsável e proporcional, evitando causar danos injustificados ao titular.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;

  
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As situações em que o consentimento pode não ser necessário para o uso deste tipo de dados são previstas na LGPD em seus artigos 7º, para dados pessoais que não são sensíveis, e 11º, para os dados sensíveis, que listam as hipóteses em que o tratamento de dados pode ser realizado sem o consentimento do titular, desde que observadas as demais disposições da lei e respeitados os direitos do titular dos dados.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para &lt;b&gt;dados pessoais sensíveis&lt;/b&gt;, condição mais protetiva,&amp;nbsp;seguem alguns exemplos de casos permitidos de tratamento sem o consentimento dos titulares dos dados, conforme o Artº 11:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul style="text-align: left;"&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;Cumprimento de obrigação legal ou regulatória:&lt;/u&gt;&amp;nbsp;Em algumas circunstâncias, a lei pode exigir o uso de certos dados pessoais, como por motivos de segurança pública ou para cumprir determinadas obrigações legais, desde que dada publicidade à referida dispensa de consentimento.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul style="text-align: left;"&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;Tratamento compartilhado de dados necessários à execução, pela administração pública, de políticas públicas previstas em leis ou regulamentos:&lt;/u&gt;&amp;nbsp;quando esses dados são necessários para a execução de políticas públicas definidas em leis ou regulamentos. Esse tipo de tratamento visa garantir que os órgãos e entidades governamentais possam colaborar na realização de políticas públicas específicas, utilizando os dados necessários para atingir tais objetivos. Será dada publicidade à referida dispensa de consentimento.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul style="text-align: left;"&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;Realização de estudos por órgão de pesquisa:&lt;/u&gt;&amp;nbsp;Permite que os órgãos de pesquisa utilizem dados pessoais sensíveis para estudos científicos, sociais ou acadêmicos, contanto que busquem, na medida do possível, anonimizar ou pseudonimizar esses dados.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul style="text-align: left;"&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;Proteção da vida ou incolumidade física:&lt;/u&gt; O tratamento de dados sensíveis é autorizado quando imprescindível para a proteção da vida ou da integridade física do titular dos dados ou de terceiros.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul style="text-align: left;"&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;Exercício regular de direitos, inclusive em contrato e em processo judicial, administrativo e arbitral:&lt;/u&gt;&amp;nbsp;Os dados sensíveis podem ser tratados se forem essenciais para a defesa ou alegação de direitos da parte envolvida;&amp;nbsp;podem ser tratados durante procedimentos arbitrais quando necessários para a resolução de disputas; para cumprir obrigações contratuais ou para exercer direitos estabelecidos no contrato, desde que seja estritamente necessário para tal finalidade.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;É importante ressaltar que as exceções ao consentimento devem ser interpretadas e aplicadas de acordo com a legislação de proteção de dados vigente e devem ser utilizadas de forma restrita e proporcionada.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em qualquer caso, é fundamental que as organizações e indivíduos que lidam com dados pessoais estejam cientes das leis de proteção de dados aplicáveis e ajam em conformidade, respeitando os direitos dos titulares dos dados e adotando medidas adequadas para garantir a segurança e a privacidade desses dados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhR4zmRgmLVcyrL9sVSf775UaVUBW1cJDEnc7r3M8LEPfRSG87T2CgSzEd_tZyzDl_xsDcleL-b2hfD3lb2Z_2GtKK4QVKChqedoygxRNNQZqQlxWUIvo1h7aCYtavCN3D-f9uaMcSrKsk6kWItj-S5QRqkFe8jvup9FCfCYXlbCnjHHrr7BegrBdbYtrA/s3264/5326419853_b33466b577_o.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="2448" data-original-width="3264" height="480" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhR4zmRgmLVcyrL9sVSf775UaVUBW1cJDEnc7r3M8LEPfRSG87T2CgSzEd_tZyzDl_xsDcleL-b2hfD3lb2Z_2GtKK4QVKChqedoygxRNNQZqQlxWUIvo1h7aCYtavCN3D-f9uaMcSrKsk6kWItj-S5QRqkFe8jvup9FCfCYXlbCnjHHrr7BegrBdbYtrA/w640-h480/5326419853_b33466b577_o.jpg" style="object-fit: contain; width: 100%;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Outro exemplo de fotografia que poderia constar de um relatório geológico-geotécnico retratando pessoas obviamente identificáveis além de outros atributos que podem ser extraídos da análise da fotografia e da localização geográfica.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Deslizamento ocorrido em Mauá (SP) em 05 de Janeiro de 2011 provocando duas mortes.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="https://www.flickr.com/photos/cbnsp/5326419853/" style="font-size: x-small;" target="_blank"&gt;CBN SP@Flicker&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;Tratamento de Dados Pessoais Fotográficos&lt;/h3&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Sobre tratamento de dados importante destacar primeiro que a LGPD não se aplica em relação ao tratamento de dados pessoais para fins privados e não comerciais, assim como para fins jornalísticos, artísticos ou acadêmicos (observando os artigos 7º e 11º). Estes últimos visando equilibrar a liberdade de expressão, a liberdade artística e acadêmica, respectivamente, com a proteção de dados pessoais.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As exceções não dizem respeito do tratamento das fotografias que retratam pessoas identificáveis em relatórios técnicos e documentos similares que deve seguir os princípios estabelecidos pela LGPD, como a necessidade, adequação e finalidade específica do uso. A coleta e inclusão dessas fotografias devem ter um propósito legítimo, explicitamente informado aos titulares das imagens. Medidas de proteção devem ser implementadas para garantir a integridade, confidencialidade e disponibilidade das fotos inseridas nos relatórios técnicos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A proteção da privacidade das pessoas retratadas nas fotografias de documentos técnicos não apenas está em conformidade com a legislação, mas também&lt;b&gt; promove uma cultura de respeito aos direitos individuais&lt;/b&gt; e à segurança dos dados pessoais, aspectos fundamentais em um mundo cada vez mais orientado pela proteção da privacidade e da segurança da informação.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A responsabilidade pelo tratamento adequado, segurança e adequação das imagens fotográficas em relatórios técnicos e outros documentos recai sobre o responsável pelo documento, que deve assegurar que a coleta, o armazenamento, o uso e o compartilhamento das fotografias estejam em conformidade com os princípios e requisitos estabelecidos pela lei.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Se houver compartilhamento das fotografias contidas nos relatórios técnicos, é importante informar de maneira clara e transparente aos titulares sobre como, quando e por que suas imagens estão sendo compartilhadas, respeitando as disposições da LGPD.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A LGPD prevê sanções para o não cumprimento das disposições legais relacionadas à proteção de dados pessoais, o que, portanto, inclui as imagens fotográficas utilizadas indevidamente em relatórios técnicos sem o devido consentimento ou sem as medidas de segurança adequadas para proteger a identidade das pessoas nelas representadas.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais (ANPD) desempenha um papel central de fiscalização e aplicação de penalidades pela não conformidade com a LGPD. As organizações têm responsabilidades específicas, como o estabelecimento de agentes de tratamento de dados, incluindo o controlador, o operador e o encarregado. Além disso, é exigido um rigoroso protocolo de segurança e gestão de riscos para proteger os dados pessoais, evitando falhas que possam resultar em multas consideráveis para as organizações infratoras.&lt;/p&gt;

&lt;br /&gt;

&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;Considerações Finais&lt;/h3&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A LGPD estabelece um arcabouço jurídico fundamental para garantir a &lt;b&gt;proteção da privacidade&lt;/b&gt; das pessoas em relação ao uso de suas imagens. Respeitar a legislação não apenas garante a conformidade legal, mas também promove uma cultura de respeito aos direitos individuais e à segurança das informações pessoais em um mundo cada vez mais digital e interconectado.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A utilização de &lt;b&gt;fotografias &lt;/b&gt;em relatórios, laudos e pareceres técnicos &lt;b&gt;requer cuidad&lt;/b&gt;o, quando mostram pessoas que possam ser identificadas, sendo enquadradas como dados pessoais sensíveis. Entretanto, se uma fotografia não contém informações que permitam identificar uma pessoa natural, ela não é considerada um dado pessoal nos termos da LGPD.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Muitas vezes não há possibilidade de registrar fotograficamente sem a presença de pessoas, dependendo do tema abordado no documento técnico, de forma que é possível utilizar-se de estratégias para minimizar a exposição das pessoas retratadas, respeitando sua privacidade e protegendo seus dados pessoais, sejam eles identificáveis ou não.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Algumas estratégias para minimizar a exposição ou identificação de pessoas em fotografias podem incluir:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;ol style="text-align: left;"&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;Anonimização ou desidentificação:&lt;/u&gt; É possível utilizar técnicas para ocultar ou borrar rostos, alterar características físicas ou eliminar informações que possam identificar as pessoas nas imagens.&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;Fotografar de forma a evitar a identificação:&lt;/u&gt; Usar ângulos que não mostrem claramente o rosto das pessoas, ou fotografar de maneira a destacar elementos não identificáveis, como silhuetas ou detalhes que não revelam a identidade.&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;Consentimento explícito:&lt;/u&gt; Sempre que possível, obter consentimento das pessoas retratadas para o uso da imagem, mesmo que elas não sejam identificáveis. Isso pode ser feito através de contratos de licença de imagem ou termos de uso.&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;Contextualização da imagem:&lt;/u&gt; Utilizar a imagem de maneira contextual, focando em elementos ou objetos relevantes ao invés das pessoas presentes, se o objetivo for destacar outros aspectos que não envolvam a identificação das pessoas.&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;Limitação na divulgação:&lt;/u&gt; Se não for estritamente necessário, evitar a divulgação ampla ou o uso público das imagens que possam expor pessoas de forma desnecessária.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Existem casos específicos, como as pesquisas acadêmicas e quando os dados pessoais são utilizados pelo poder público, que têm previsão legal e seguem especificidades próprias que devem ser consideradas e consultadas.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Outra ressalva não abordada neste artigo é o &lt;b&gt;direito de imagem&lt;/b&gt; que permanece ativa mesmo nos casos de exceção à LGPD mencionados. Alguns recursos são apresentados no fim deste artigo que podem ser acessados, ampliando a pesquisa sobre o tema.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;E por fim, é fundamental reconhecer que a interpretação e aplicação das leis, especialmente no contexto da proteção de dados, podem ser complexas e sujeitas a diferentes pontos de vista. Enquanto a LGPD no Brasil estabelece diretrizes claras para o tratamento de dados pessoais, sua aplicação prática pode variar dependendo do contexto específico, das circunstâncias individuais e das interpretações legais. Diferentes especialistas podem ter visões distintas sobre a melhor abordagem para cumprir as disposições da lei. Portanto, é &lt;b&gt;recomendável buscar orientação legal qualificada&lt;/b&gt; e considerar diversas fontes de informação para garantir o cumprimento adequado da legislação e a proteção eficaz dos direitos dos titulares dos dados, levando em conta as nuances e particularidades de cada situação.&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;Para Saber Mais&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;ol style="text-align: left;"&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13709.htm" target="_blank"&gt;Lei Nº 13.709, de 14 de Agosto de 2018&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.mpf.mp.br/servicos/lgpd/" target="_blank"&gt;Ministério Público Federal - LGPD&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.gov.br/anpd/pt-br" target="_blank"&gt;ANPD - Autoridade Nacional de Proteção de Dados&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.gov.br/anpd/pt-br/documentos-e-publicacoes/documentos-de-publicacoes/web-guia-anpd-tratamento-de-dados-para-fins-academicos.pdf" target="_blank"&gt;ANPD - Guia - Tratamento de Dados Pessoais para Fins Acadêmicos&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.gov.br/anpd/pt-br/documentos-e-publicacoes/documentos-de-publicacoes/guia-poder-publico-anpd-versao-final.pdf" target="_blank"&gt;ANPD - Guia - Tratamento de Dados Pessoais pelo Poder Público&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://frullanilopes.adv.br/a-lei-geral-de-protecao-de-dados-pessoais-e-o-direito-de-imagem/" target="_blank"&gt;A LGPD e o Direito de Imagem&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.migalhas.com.br/depeso/394075/protecao-de-dados-pessoais-no-uso-de-imagem-e-voz" target="_blank"&gt;Proteção de dados pessoais no uso de imagem e voz por organizações da sociedade civil&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.conjur.com.br/2022-mai-28/observatorio-constitucional-imagem-dado-pessoal-sensivel/" target="_blank"&gt;Imagem, dado pessoal sensível?&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgFXt-4-Wt5YD6ZgH0qCJu5Ma5w2TyKfK6TiTeOk0DaFXRd65WbG1edJKIdiCef_nzs54qkhIslAuMm0bnVy9YSMitlNhEHd2M70z6vhTz7FHTeHZ6x6WnBkF3HVU9F9fVdTpNEPX7s035b-BckG22j65YOBdBtOnTTq_w5ly09o-iw7dZhME2pMgeOZw0/s72-w640-h427-c/12777.jpg.2048x1536_q85.webp" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Google Earth: Uma Ferramenta Poderosa para Visualização e Criação de Dados Geográficos Simplificados</title><link>https://geoterran.blogspot.com/2023/11/google-earth-uma-ferramenta-poderosa.html</link><category>Geoprocessamento</category><category>SIG</category><author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</author><pubDate>Thu, 23 Nov 2023 16:23:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8659172315266162503.post-2856660285200485992</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O mapeamento e a visualização de dados geográficos desempenham um papel fundamental em várias áreas, desde o planejamento urbano até a conservação ambiental. Uma ferramenta amplamente utilizada para esse fim, embora de forma mais simplificada, é o &lt;a href="https://www.google.com/earth/about/" target="_blank"&gt;Google Earth&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Embora não seja um Sistema de Informações Geográficas (SIG) completo como o QGIS ou o ArcGIS, o &lt;a href="https://www.google.com/earth/about/" target="_blank"&gt;Google Earth&lt;/a&gt; é uma ferramenta acessível e poderosa para a visualização e criação de dados geográficos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj6CxUn1bNhJ9LzLKAYhyphenhyphenJuVYBlf87e1LRLjzH8UN0fLY1E_m78etRMzqPZEaYioWruP3nCbUGKaunr8GehDp5k_u0UoiwHzdrmj15uhyphenhyphenjGrDudmoxWjmt2RJaAmVWez1djYW5NrReFMamMVzdhSMvl9mcYQNTwwtvflL8ZndQO21Z6UaqhIcLMf-NMGJQ/s2516/google-earth.png" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="958" data-original-width="2516" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj6CxUn1bNhJ9LzLKAYhyphenhyphenJuVYBlf87e1LRLjzH8UN0fLY1E_m78etRMzqPZEaYioWruP3nCbUGKaunr8GehDp5k_u0UoiwHzdrmj15uhyphenhyphenjGrDudmoxWjmt2RJaAmVWez1djYW5NrReFMamMVzdhSMvl9mcYQNTwwtvflL8ZndQO21Z6UaqhIcLMf-NMGJQ/s16000/google-earth.png" style="object-fit: contain; width: 100%;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;O que é o Google Earth?&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Google Earth é um aplicativo de software desenvolvido pela Google, que oferece uma representação tridimensional do planeta Terra. Ele permite aos usuários explorar virtualmente o globo terrestre por meio de imagens de satélite, fotos aéreas e modelos em 3D de diversas localidades do mundo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Temos a &lt;a href="https://earth.google.com/web/" target="_blank"&gt;versão web&lt;/a&gt;, a para dispositivos móveis e a &lt;a href="https://dl.google.com/tag/s/appguid%3D%7B65E60E95-0DE9-43FF-9F3F-4F7D2DFF04B5%7D%26iid%3D%7B65E60E95-0DE9-43FF-9F3F-4F7D2DFF04B5%7D%26lang%3Dpt%26browser%3D4%26usagestats%3D1%26appname%3DGoogle%2520Earth%2520Pro%26needsadmin%3DTrue%26brand%3DGGGE/earth/client/GoogleEarthProSetup.exe" target="_blank"&gt;versão Pro&lt;/a&gt; que pode ser instalada em sua máquina Windows. Mais informações sobre as versões &lt;a href="https://www.google.com/intl/pt-BR/earth/about/versions/" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;, &amp;nbsp;no site do Google.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;Utilização como Ferramenta SIG Simplificada&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Embora não possua todas as funcionalidades avançadas de um SIG completo, o Google Earth tem uma ampla gama de recursos que o tornam uma ferramenta valiosa para visualização e criação de dados geográficos:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h4 style="text-align: left;"&gt;1. Visualização de Dados Geográficos&lt;/h4&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Google Earth permite a sobreposição de dados, exibindo informações geográficas em camadas. Os usuários podem adicionar marcadores, imagens, polígonos e linhas para representar dados geográficos específicos. Esses elementos são personalizáveis e podem conter informações como texto, imagens e links.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjMATbbs3xacTq50EAUIspaaijX1uiy9kP6i8FdmHMH7xZFiZHiDvig5YK5pSD36MdxQ5EREMpED6nKrKjQWrRoTVDY6zG99dkuQXWsvsBPT2TcpCPZ6eaDO7vk6UQNSt0797YSRghufTzDpYqORjEssJtgvxuwJ-28ddHOvLKuKaufrj4KxBrCsAVY_No/s1992/google-earth-visu.png" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="952" data-original-width="1992" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjMATbbs3xacTq50EAUIspaaijX1uiy9kP6i8FdmHMH7xZFiZHiDvig5YK5pSD36MdxQ5EREMpED6nKrKjQWrRoTVDY6zG99dkuQXWsvsBPT2TcpCPZ6eaDO7vk6UQNSt0797YSRghufTzDpYqORjEssJtgvxuwJ-28ddHOvLKuKaufrj4KxBrCsAVY_No/s16000/google-earth-visu.png" style="object-fit: contain; width: 100%;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h4 style="text-align: left;"&gt;2. Criação de Dados Geográficos&lt;/h4&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É possível criar e salvar pontos, polígonos e linhas diretamente no Google Earth. Esses dados podem ser exportados em formatos compatíveis, como o KML (&lt;i&gt;Keyhole Markup Language&lt;/i&gt;), que é amplamente suportado por muitos softwares de SIG, incluindo o QGIS e o ArcGIS. Isso permite a transferência de dados para ferramentas mais avançadas para análises mais detalhadas, edição e compartilhamento.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi4eJPqV8qUnR2qj6uSjcSlG1z4TaguklUOI1XV6fDA4I-zN1IqFp7B7lK69DdV4nq-n5dqV6q4dOcd8qNEQ108SPGizcxHeI0xmi5_0JxRXP8ywoHxzHo97Q9x8OcGv1Ia2wjjvb8G1426gQIcTIsVVqFj-R_phn_pL9_If7ZUZ6DNt9byqRh-pHd0i84/s954/google-earth-cria.png" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="602" data-original-width="954" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi4eJPqV8qUnR2qj6uSjcSlG1z4TaguklUOI1XV6fDA4I-zN1IqFp7B7lK69DdV4nq-n5dqV6q4dOcd8qNEQ108SPGizcxHeI0xmi5_0JxRXP8ywoHxzHo97Q9x8OcGv1Ia2wjjvb8G1426gQIcTIsVVqFj-R_phn_pL9_If7ZUZ6DNt9byqRh-pHd0i84/s16000/google-earth-cria.png" style="object-fit: contain; width: 100%;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h4 style="text-align: left;"&gt;3. Acessibilidade e Facilidade de Uso&lt;/h4&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Google Earth é gratuito para uso básico e oferece uma interface amigável e intuitiva. Isso o torna uma ferramenta acessível para uma ampla gama de usuários, desde estudantes e educadores até profissionais de diferentes áreas, permitindo a exploração e compreensão de informações geográficas sem exigir conhecimentos avançados em GIS.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
  
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  &lt;h3 style="text-align: left;"&gt;Limitações e Considerações&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Embora o Google Earth seja uma ferramenta poderosa para visualização e criação de dados geográficos, possui algumas limitações:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;ul style="text-align: left;"&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;Capacidade limitada de análise:&lt;/u&gt; Comparado a softwares SIG completos, o Google Earth tem recursos limitados para análises complexas e manipulação de grandes conjuntos de dados.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul style="text-align: left;"&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;Dependência da conexão com a internet: &lt;/u&gt;Algumas funcionalidades do Google Earth requerem conexão com a internet para acesso aos dados e imagens atualizados.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;Conclusão&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Google Earth, embora não seja um SIG completo, desempenha um papel significativo na visualização e criação de dados geográficos. Sua interface amigável e recursos simplificados o tornam uma ferramenta valiosa para iniciantes e profissionais que desejam explorar e representar dados geográficos de maneira acessível. Ao permitir a criação e exportação de dados em formatos compatíveis com outros softwares de SIG, como o QGIS e o ArcGIS, o Google Earth serve como uma ponte para análises mais detalhadas em ferramentas mais avançadas, facilitando a colaboração e o compartilhamento de informações geográficas em diversos contextos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto, o Google Earth, com sua simplicidade e versatilidade, continua a desempenhar um papel significativo na visualização e criação de dados geográficos, proporcionando uma plataforma acessível e intuitiva para a compreensão do nosso mundo.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;Exemplo de Dados&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;a href="https://app.anm.gov.br/dadosabertos/SIGMINE/PROCESSOS_MINERARIOS/" target="_blank"&gt;SIGMINE&lt;/a&gt; da ANM tem arquivos KMZ para Google Earth para download dos processos minerários do Brasil todo ou separados por estados.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj6CxUn1bNhJ9LzLKAYhyphenhyphenJuVYBlf87e1LRLjzH8UN0fLY1E_m78etRMzqPZEaYioWruP3nCbUGKaunr8GehDp5k_u0UoiwHzdrmj15uhyphenhyphenjGrDudmoxWjmt2RJaAmVWez1djYW5NrReFMamMVzdhSMvl9mcYQNTwwtvflL8ZndQO21Z6UaqhIcLMf-NMGJQ/s72-c/google-earth.png" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><enclosure length="8917384" type="application/octet-stream" url="https://dl.google.com/tag/s/appguid%3D%7B65E60E95-0DE9-43FF-9F3F-4F7D2DFF04B5%7D%26iid%3D%7B65E60E95-0DE9-43FF-9F3F-4F7D2DFF04B5%7D%26lang%3Dpt%26browser%3D4%26usagestats%3D1%26appname%3DGoogle%2520Earth%2520Pro%26needsadmin%3DTrue%26brand%3DGGGE/earth/client/GoogleEarthProSetup.exe"/><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>O mapeamento e a visualização de dados geográficos desempenham um papel fundamental em várias áreas, desde o planejamento urbano até a conservação ambiental. Uma ferramenta amplamente utilizada para esse fim, embora de forma mais simplificada, é o Google Earth. Embora não seja um Sistema de Informações Geográficas (SIG) completo como o QGIS ou o ArcGIS, o Google Earth é uma ferramenta acessível e poderosa para a visualização e criação de dados geográficos. O que é o Google Earth?O Google Earth é um aplicativo de software desenvolvido pela Google, que oferece uma representação tridimensional do planeta Terra. Ele permite aos usuários explorar virtualmente o globo terrestre por meio de imagens de satélite, fotos aéreas e modelos em 3D de diversas localidades do mundo. Temos a versão web, a para dispositivos móveis e a versão Pro que pode ser instalada em sua máquina Windows. Mais informações sobre as versões aqui, &amp;nbsp;no site do Google. Utilização como Ferramenta SIG SimplificadaEmbora não possua todas as funcionalidades avançadas de um SIG completo, o Google Earth tem uma ampla gama de recursos que o tornam uma ferramenta valiosa para visualização e criação de dados geográficos: 1. Visualização de Dados GeográficosO Google Earth permite a sobreposição de dados, exibindo informações geográficas em camadas. Os usuários podem adicionar marcadores, imagens, polígonos e linhas para representar dados geográficos específicos. Esses elementos são personalizáveis e podem conter informações como texto, imagens e links. 2. Criação de Dados GeográficosÉ possível criar e salvar pontos, polígonos e linhas diretamente no Google Earth. Esses dados podem ser exportados em formatos compatíveis, como o KML (Keyhole Markup Language), que é amplamente suportado por muitos softwares de SIG, incluindo o QGIS e o ArcGIS. Isso permite a transferência de dados para ferramentas mais avançadas para análises mais detalhadas, edição e compartilhamento.&amp;nbsp; 3. Acessibilidade e Facilidade de UsoO Google Earth é gratuito para uso básico e oferece uma interface amigável e intuitiva. Isso o torna uma ferramenta acessível para uma ampla gama de usuários, desde estudantes e educadores até profissionais de diferentes áreas, permitindo a exploração e compreensão de informações geográficas sem exigir conhecimentos avançados em GIS.&amp;nbsp; (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); Limitações e ConsideraçõesEmbora o Google Earth seja uma ferramenta poderosa para visualização e criação de dados geográficos, possui algumas limitações: Capacidade limitada de análise: Comparado a softwares SIG completos, o Google Earth tem recursos limitados para análises complexas e manipulação de grandes conjuntos de dados. Dependência da conexão com a internet: Algumas funcionalidades do Google Earth requerem conexão com a internet para acesso aos dados e imagens atualizados. ConclusãoO Google Earth, embora não seja um SIG completo, desempenha um papel significativo na visualização e criação de dados geográficos. Sua interface amigável e recursos simplificados o tornam uma ferramenta valiosa para iniciantes e profissionais que desejam explorar e representar dados geográficos de maneira acessível. Ao permitir a criação e exportação de dados em formatos compatíveis com outros softwares de SIG, como o QGIS e o ArcGIS, o Google Earth serve como uma ponte para análises mais detalhadas em ferramentas mais avançadas, facilitando a colaboração e o compartilhamento de informações geográficas em diversos contextos. Portanto, o Google Earth, com sua simplicidade e versatilidade, continua a desempenhar um papel significativo na visualização e criação de dados geográficos, proporcionando uma plataforma acessível e intuitiva para a compreensão do nosso mundo. Exemplo de DadosO SIGMINE da ANM tem arquivos KMZ para Google Earth para download dos processos minerários do Brasil todo ou separados por estados.&amp;nbsp;</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</itunes:author><itunes:summary>O mapeamento e a visualização de dados geográficos desempenham um papel fundamental em várias áreas, desde o planejamento urbano até a conservação ambiental. Uma ferramenta amplamente utilizada para esse fim, embora de forma mais simplificada, é o Google Earth. Embora não seja um Sistema de Informações Geográficas (SIG) completo como o QGIS ou o ArcGIS, o Google Earth é uma ferramenta acessível e poderosa para a visualização e criação de dados geográficos. O que é o Google Earth?O Google Earth é um aplicativo de software desenvolvido pela Google, que oferece uma representação tridimensional do planeta Terra. Ele permite aos usuários explorar virtualmente o globo terrestre por meio de imagens de satélite, fotos aéreas e modelos em 3D de diversas localidades do mundo. Temos a versão web, a para dispositivos móveis e a versão Pro que pode ser instalada em sua máquina Windows. Mais informações sobre as versões aqui, &amp;nbsp;no site do Google. Utilização como Ferramenta SIG SimplificadaEmbora não possua todas as funcionalidades avançadas de um SIG completo, o Google Earth tem uma ampla gama de recursos que o tornam uma ferramenta valiosa para visualização e criação de dados geográficos: 1. Visualização de Dados GeográficosO Google Earth permite a sobreposição de dados, exibindo informações geográficas em camadas. Os usuários podem adicionar marcadores, imagens, polígonos e linhas para representar dados geográficos específicos. Esses elementos são personalizáveis e podem conter informações como texto, imagens e links. 2. Criação de Dados GeográficosÉ possível criar e salvar pontos, polígonos e linhas diretamente no Google Earth. Esses dados podem ser exportados em formatos compatíveis, como o KML (Keyhole Markup Language), que é amplamente suportado por muitos softwares de SIG, incluindo o QGIS e o ArcGIS. Isso permite a transferência de dados para ferramentas mais avançadas para análises mais detalhadas, edição e compartilhamento.&amp;nbsp; 3. Acessibilidade e Facilidade de UsoO Google Earth é gratuito para uso básico e oferece uma interface amigável e intuitiva. Isso o torna uma ferramenta acessível para uma ampla gama de usuários, desde estudantes e educadores até profissionais de diferentes áreas, permitindo a exploração e compreensão de informações geográficas sem exigir conhecimentos avançados em GIS.&amp;nbsp; (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); Limitações e ConsideraçõesEmbora o Google Earth seja uma ferramenta poderosa para visualização e criação de dados geográficos, possui algumas limitações: Capacidade limitada de análise: Comparado a softwares SIG completos, o Google Earth tem recursos limitados para análises complexas e manipulação de grandes conjuntos de dados. Dependência da conexão com a internet: Algumas funcionalidades do Google Earth requerem conexão com a internet para acesso aos dados e imagens atualizados. ConclusãoO Google Earth, embora não seja um SIG completo, desempenha um papel significativo na visualização e criação de dados geográficos. Sua interface amigável e recursos simplificados o tornam uma ferramenta valiosa para iniciantes e profissionais que desejam explorar e representar dados geográficos de maneira acessível. Ao permitir a criação e exportação de dados em formatos compatíveis com outros softwares de SIG, como o QGIS e o ArcGIS, o Google Earth serve como uma ponte para análises mais detalhadas em ferramentas mais avançadas, facilitando a colaboração e o compartilhamento de informações geográficas em diversos contextos. Portanto, o Google Earth, com sua simplicidade e versatilidade, continua a desempenhar um papel significativo na visualização e criação de dados geográficos, proporcionando uma plataforma acessível e intuitiva para a compreensão do nosso mundo. Exemplo de DadosO SIGMINE da ANM tem arquivos KMZ para Google Earth para download dos processos minerários do Brasil todo ou separados por estados.&amp;nbsp;</itunes:summary><itunes:keywords>Geoprocessamento, SIG</itunes:keywords></item><item><title>Criando um Gráfico Estereográfico Usando Python e ChatGPT</title><link>https://geoterran.blogspot.com/2023/11/criando-um-grafico-estereografico-de-um.html</link><category>Inteligência artificial</category><category>Python</category><author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</author><pubDate>Thu, 23 Nov 2023 14:47:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8659172315266162503.post-7077020691369760834</guid><description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Hoje, gostaria de compartilhar uma maneira de criar um gráfico estereográfico de um plano 45/45 de forma rápida e consistente e a geração de uma figura para inserção em trabalhos, relatórios e outros. Utilizei: o&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a href="https://chat.openai.com/" target="_blank"&gt;ChatGPT&lt;/a&gt;, a linguagem de programação Python e a biblioteca&amp;nbsp;&lt;i&gt;mplstereonet&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O ChatGPT, versão 3.5, foi utilizado para me assessorar com a criação de um &lt;i&gt;script&lt;/i&gt;&amp;nbsp;em Python do plano mencionado através de comandos sequenciais em seu &lt;i&gt;prompt&lt;/i&gt;. A&amp;nbsp;solução obtida pela IA é detalhada ao longo do texto. Na configuração inicial coloquei todas as funções da biblioteca, obtidas na documentação on-line e informei qual era meu objetivo. O ChatGPT procedeu conforme esperado nesta ocasião e gerou uma resposta sem necessidade de mais comandos ou correções.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;Passo a Passo&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;div class="container" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Prompt &lt;/i&gt;de entrada:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;"Você consegue plotar o plano 45/45 no mplstereonet, fornecendo o código Python?"&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Resposta ChatGPT 3.5:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;"Claro! Aqui está um código Python que usa o módulo mplstereonet para plotar um plano 45/45:"&lt;/i&gt;{codeBox}&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
  
&lt;div class="container" style="margin-top: 20px;"&gt;
&lt;pre&gt;&lt;code class="hljs" id="code"&gt;"""Created on Thu Nov 23 11:17:35 2023
@author: luiz.fernando with ChatGPT"""

# importando as bibliotecas necessárias
import matplotlib.pyplot as plt
import mplstereonet

# Criando uma instância de um plot estereográfico
fig = plt.figure()
ax = fig.add_subplot(111, projection='stereonet')

# Plotando o plano 45/45
strike = 45  # Azimute de 45 graus
dip = 45  # Inclinação de 45 graus
ax.plane(strike, dip, 'r-', linewidth=2, label='Plano 45/45')

# Configurações adicionais
ax.grid()
ax.legend()

# Mostrando o gráfico
plt.show()
&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O código veio até mesmo comentado. Inseri este código no Spyder, um IDE (ambiente de desenvolvimento integrado para Python) voltado para cientistas, engenheiros e analistas de dados, do &lt;a href="https://winpython.github.io/" target="_blank"&gt;WinPython&lt;/a&gt;. Sem surpresas, o resultado foi a figura esperada, veja abaixo:&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSAE3tpOPEdyeMSIu0PkehoKwoD7GB_cXYIQ8Z8Af3fwbY9Chr859d9wAzAXILqM5NQb4n2abR1GrLKr9SIveGS4sWwyUBGTK-A5T3Xpj8TkoB8JDYywFOiZ-_-VCBTkTziPV0p07VG4CBcwbHXvshC_2ibBCIU4XJm_tTEbm4OM6nX3RrFn1a3WQe_-A/s351/Figure%202023-11-23%20113805.png" style="display: block; padding: 1em 0px; text-align: center;"&gt;&lt;img alt="" border="0" data-original-height="340" data-original-width="351" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSAE3tpOPEdyeMSIu0PkehoKwoD7GB_cXYIQ8Z8Af3fwbY9Chr859d9wAzAXILqM5NQb4n2abR1GrLKr9SIveGS4sWwyUBGTK-A5T3Xpj8TkoB8JDYywFOiZ-_-VCBTkTziPV0p07VG4CBcwbHXvshC_2ibBCIU4XJm_tTEbm4OM6nX3RrFn1a3WQe_-A/s320/Figure%202023-11-23%20113805.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Explorando mais as possibilidades, em seguida resolvi plotar o polo do plano 45/45 e procedi com a conversa com o &lt;a href="https://chat.openai.com/" target="_blank"&gt;ChatGPT&lt;/a&gt;&amp;nbsp;para que o código fornecido fosse alterado de acordo com minhas novas instruções, adicionando ao anterior as informações necessárias para modificar a figura desejada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;div class="container" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Prompt de entrada:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;"Agora, plote o polo deste plano na mesma figura adaptando o código utilizado."&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Resposta ChatGPT 3.5:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;"Claro, para plotar o polo do plano na mesma figura, você pode utilizar o método pole() do mplstereonet. Aqui está o código adaptado para plotar o plano 45/45 e seu polo na mesma figura:"&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;

&lt;div class="container" style="margin-top: 20px;"&gt;
&lt;pre&gt;&lt;code class="hljs" id="code"&gt;
"""Created on Thu Nov 23 11:17:35 2023
@author: luiz.fernando with ChatGPT"""

import matplotlib.pyplot as plt
import mplstereonet

# Criando uma instância de um plot estereográfico
fig = plt.figure()
ax = fig.add_subplot(111, projection='stereonet')

# Plotando o plano 45/45
strike = 45  # Azimute de 45 graus
dip = 45  # Inclinação de 45 graus
ax.plane(strike, dip, 'r-', linewidth=2, label='Plano 45/45')

# Plotando o polo do plano
ax.pole(strike, dip, markersize=10, label='Polo do Plano 45/45', color='blue')

# Configurações adicionais
ax.grid()
ax.legend()

# Mostrando o gráfico
plt.show()

&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Da mesma forma que a figura anterior, um sucesso no resultado! Veja abaixo:&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjiVkinCmA2IwkvGH4zSt-gVw6MzLamJhWgef1zFWgjIpEf7Xp3gQIFWR3zQx1S3krHOM1b8HaVUW5icvQP3nzRm3-seMJ1xBQrU1tGiGyNN83ktWglPNZRFc8hdEjFvEKktTgaTIkbxK7HU2OJjBV9i5lpCadrl_Dc2zUMd-LVJwjQELbO_CpXbShjapY/s351/Figure%202023-11-23%20114818.png" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Figura ilustrando um estereograma produzido em Python com código via ChatGPT" border="0" data-original-height="340" data-original-width="351" height="310" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjiVkinCmA2IwkvGH4zSt-gVw6MzLamJhWgef1zFWgjIpEf7Xp3gQIFWR3zQx1S3krHOM1b8HaVUW5icvQP3nzRm3-seMJ1xBQrU1tGiGyNN83ktWglPNZRFc8hdEjFvEKktTgaTIkbxK7HU2OJjBV9i5lpCadrl_Dc2zUMd-LVJwjQELbO_CpXbShjapY/w320-h310/Figure%202023-11-23%20114818.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Procedi com a inserção de &lt;i&gt;prompts&lt;/i&gt;&amp;nbsp;no&amp;nbsp;ChatGPT 3.5 com intuito de melhorar a figura resultante, alterando posição de legenda e as cores apresentadas. Solicitei também sugestões de alteração no layout da figura para melhorar sua visualização. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;div class="container" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Prompt de entrada:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;"A legenda está acima do diagrama estereográfico, coloque-a fora. Outra coisa, os valores angulares ao redor do diagrama estão muito distantes, poderia aproximá-las? O polo do plano pode ser da mesma cor de representação do plano, ajuste. Existem outras alterações de ordem visual que são recomendadas para a melhor visualização dos dados no estereograma?"&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Resposta ChatGPT:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;"Certamente, posso ajudar a fazer esses ajustes no estereograma para melhorar a visualização dos dados. Aqui está o código com as modificações:"&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
  
&lt;div class="container" style="margin-top: 20px;"&gt;
&lt;pre&gt;&lt;code class="hljs" id="code"&gt;
"""Created on Thu Nov 23 11:17:35 2023
@author: luiz.fernando with ChatGPT"""

import matplotlib.pyplot as plt
import mplstereonet

# Criando uma instância de um plot estereográfico
fig = plt.figure(figsize=(8, 8))  # Ajustando o tamanho da figura
ax = fig.add_subplot(111, projection='stereonet')

# Plotando o plano 45/45
strike = 45  # Azimute de 45 graus
dip = 45  # Inclinação de 45 graus
ax.plane(strike, dip, 'r-', linewidth=2, label='Plano 45/45')

# Plotando o polo do plano com a mesma cor do plano
ax.pole(strike, dip, markersize=10, label='Polo do Plano 45/45', color='red')

# Configurando a posição da legenda
ax.legend(loc='lower center', bbox_to_anchor=(0.5, -0.15), shadow=True, ncol=2)

# Configurando a distância entre os valores angulares ao redor do diagrama
ax.set_xticks(range(0, 360, 30))  # Aproximando as marcas para cada 30 graus
ax.set_yticks(range(0, 90, 10))   # Aproximando as marcas para cada 10 graus

# Configurações adicionais
ax.grid()

# Mostrando o gráfico
plt.show()
&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div class="container" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
"Neste código:
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A legenda foi movida para fora do diagrama estereográfico usando legend(loc='lower center', bbox_to_anchor=(0.5, -0.15), shadow=True, ncol=2).
&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A distância entre os valores angulares ao redor do diagrama foi ajustada para cada 30 graus no azimute e cada 10 graus na inclinação usando set_xticks e set_yticks, respectivamente.
  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;O polo do plano foi ajustado para ter a mesma cor vermelha do próprio plano.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
Esses ajustes visuais podem melhorar a apresentação e a legibilidade do estereograma. Experimente e adapte conforme necessário para a sua análise!"
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Resposta bonita, completa e conforme esperada. Mas... o resultado não foi como o esperado. &lt;b&gt;Oh não!&lt;/b&gt; O &lt;a href="https://chat.openai.com/" target="_blank"&gt;ChatGPT&lt;/a&gt;&amp;nbsp;errou e modificou funções sem necessidade. Veja abaixo a figura como ficou! Ou será que foi o dispositivo localizado entre o teclado e a cadeira que não soube requisitar as alterações de forma correta? Bem, a própria OpenAI deixa este aviso na caixa de diálogo "&lt;i&gt;ChatGPT can make mistakes. Consider checking important information&lt;/i&gt;." que em bom Português é "ChatGPT pode cometer erros. Considere verificar informações importantes.". Tirem suas próprias conclusões.&lt;/p&gt;



&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiX6qr0DFoUkJ_sSI5VghVwu6Kib0PXjByCSrWsFYDr0FwaBm8nIXaYsA7bKG0R9VyQZEuFuBkO7_oUeu1p-gpnA0RvuFWdAHrQEjhOwfzl2I3tELiJ-YBrtcuUAt5zyzvnOW6neDFi09dAmRImT1ZbFM7cICFA3mbtn6p6LrTV7Lzchs5WdfFgNlQHXDQ/s639/Figure%202023-11-23%20120048.png" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Figura ilustrando um estereograma produzido em Python com código via ChatGPT" border="0" data-original-height="628" data-original-width="639" height="314" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiX6qr0DFoUkJ_sSI5VghVwu6Kib0PXjByCSrWsFYDr0FwaBm8nIXaYsA7bKG0R9VyQZEuFuBkO7_oUeu1p-gpnA0RvuFWdAHrQEjhOwfzl2I3tELiJ-YBrtcuUAt5zyzvnOW6neDFi09dAmRImT1ZbFM7cICFA3mbtn6p6LrTV7Lzchs5WdfFgNlQHXDQ/w320-h314/Figure%202023-11-23%20120048.png" title="Estereograma" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Vamos proceder com a correção: o ChatGPT mudou o espaçamento do grid do estereograma e não moveu os &lt;i&gt;labels &lt;/i&gt;dos valores angulares para mais perto como requisitei anteriormente. Solicitei então as alterações de forma mais detalhada..&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;div class="container" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Prompt de entrada:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;"A legenda e a cor do polo do plano foram alterados com sucesso! No entanto, em vez de aproximar os labels com valores angulares da borda do estereograma, o espaçamento do grid e suas linhas de representação é que foram alterados. Volte o estereograma e seu grid ao estado anterior, mantendo as alterações de sucesso e as plotagens. Tente novamente configurar a posição dos labels do estereograma para ficaram mais próximos do círculo do estereograma."&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Resposta ChatGPT:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;"Entendido, peço desculpas pela dificuldade. Parece que a posição exata dos ângulos e da legenda está sendo um desafio. Vou revisar o código para garantir que o grid seja exibido corretamente e os labels estejam próximos ao círculo estereográfico. Tente o seguinte código:"&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;


&lt;div class="container" style="margin-top: 20px;"&gt;
&lt;pre&gt;&lt;code class="hljs" id="code"&gt;
"""Created on Thu Nov 23 11:17:35 2023
@author: luiz.fernando with ChatGPT"""

import matplotlib.pyplot as plt
import mplstereonet

# Criando uma instância de um plot estereográfico
fig = plt.figure(figsize=(8, 8))  # Ajustando o tamanho da figura
ax = fig.add_subplot(111, projection='stereonet')

# Plotando o plano 45/45
strike = 45  # Azimute de 45 graus
dip = 45  # Inclinação de 45 graus
ax.plane(strike, dip, 'r-', linewidth=2, label='Plano 45/45')

# Plotando o polo do plano com a mesma cor do plano
ax.pole(strike, dip, markersize=10, label='Polo do Plano 45/45', color='red')

# Configurando a posição da legenda
ax.legend(loc='lower center', bbox_to_anchor=(0.5, -0.15), shadow=True, ncol=2)

# Ajustando os valores dos labels dos ângulos
ax.set_azimuth_ticks([0, 30, 60, 90, 120, 150, 180, 210, 240, 270, 300, 330])

# Habilitando o grid
ax.grid()

# Mostrando o gráfico
plt.show()
&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div class="separator" style="clear: both;"&gt;&lt;span style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O resultado da nova iteração com o ChatGPT, e posterior inserção do script no Spyder, não apresentou uma boa figura. Os valores angulares ainda estão distantes do círculo do estereograma. O &lt;a href="https://chat.openai.com/" target="_blank"&gt;ChatGPT &lt;/a&gt;está com dificuldades de contornar o problema! Acontece nas melhores IAs (e esta ainda é a versão 3.5 e não a mais avançada)... Assim, talvez a dificuldade seja compreensível... Alguém aí com a versão plus, ChatGPT 4.0, para reproduzir esta dificuldade?&lt;/div&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj_RNAo9sz7BdJW3wRWvs0JLjy44rMKRxc_Ww0OJB7GS0iVZME-oOKMrfeX3AZqJsmECr5pWJAoD-xANGQBmEu1rsZzsvn_ziU8vb3nrR8DvNQRcVXKztLi6qhjLJuA3j53UyDhTbrmcmOw6CTbmxVDDFYRssrwCZelq-YAo3GRd1Ysx70g_ecEGrItn3w/s639/nova.png" style="display: block; padding: 1em 0px; text-align: center;"&gt;&lt;img alt="" border="0" data-original-height="628" data-original-width="639" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj_RNAo9sz7BdJW3wRWvs0JLjy44rMKRxc_Ww0OJB7GS0iVZME-oOKMrfeX3AZqJsmECr5pWJAoD-xANGQBmEu1rsZzsvn_ziU8vb3nrR8DvNQRcVXKztLi6qhjLJuA3j53UyDhTbrmcmOw6CTbmxVDDFYRssrwCZelq-YAo3GRd1Ysx70g_ecEGrItn3w/s320/nova.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Não satisfeito, recorri a métodos tradicionais de resolução de problemas do gênero e pesquisei rapidamente no &lt;a href="https://stackoverflow.com/" target="_blank"&gt;Stack Overflow&lt;/a&gt;, conhecida enciclopédia&amp;nbsp; e fórum dos programadores, encontrando a razão do problema &lt;a href="https://stackoverflow.com/questions/70308351/mplstereonet-azimuth-labels" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;, em uma resposta do usuário &lt;a href="https://stackoverflow.com/users/19640350/faztas" target="_blank"&gt;FazTas&lt;/a&gt;. Coloquei este achado para o ChatGPT que concordou imediatamente com o reportado e fez algumas considerações, veja abaixo a nossa conversa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;


&lt;div class="container" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Prompt de entrada:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;"Encontrei isso no Stack Overflow: I am running python 3.9 and have the same issue with the ticks plotting way too far away from the axis. I found this workaround on the github site for this issue: Add the line "ax._polar.set_position(ax.get_position())" before calling plt.show(). This resolved the issue. Hopefully they fix the code soon in mpl though."&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Resposta ChatGPT 3.5:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;"Sim, o código ax._polar.set_position(ax.get_position()) pode ser utilizado como um workaround para ajustar a posição dos ticks mais próximos ao círculo do estereograma. Isso pode resolver o problema de espaçamento excessivo dos ticks em algumas situações. Experimente adicionar essa linha antes de chamar plt.show() no código anterior e veja se ajuda a posicionar os ticks mais próximos ao círculo estereográfico. Caso o problema persista, outras abordagens podem ser consideradas para ajustar a posição dos ticks e melhorar a visualização do estereograma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, é importante mencionar que a modificação ax._polar.set_position(ax.get_position()) é uma manipulação direta de um atributo interno (_polar) do objeto AxesSubplot no Matplotlib, o que pode não ser recomendado, já que isso acessa uma propriedade interna que não é parte da interface pública do Matplotlib. Tente o código:"&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;


&lt;div class="container" style="margin-top: 20px;"&gt;
&lt;pre&gt;&lt;code class="hljs" id="code"&gt;
# -*- coding: utf-8 -*-
"""Created on Thu Nov 23 11:17:35 2023
@author: luiz.fernando with ChatGPT"""

import matplotlib.pyplot as plt
import mplstereonet

# Criando uma instância de um plot estereográfico
fig = plt.figure(figsize=(8, 8))  # Ajustando o tamanho da figura
ax = fig.add_subplot(111, projection='stereonet')

# Plotando o plano 45/45
strike = 45  # Azimute de 45 graus
dip = 45  # Inclinação de 45 graus
ax.plane(strike, dip, 'r-', linewidth=2, label='Plano 45/45')

# Plotando o polo do plano com a mesma cor do plano
ax.pole(strike, dip, markersize=10, label='Polo do Plano 45/45', color='red')

# Configurando a posição da legenda
ax.legend(loc='lower center', bbox_to_anchor=(0.5, -0.15), shadow=True, ncol=2)

# Ajustando os valores dos labels dos ângulos
ax.set_azimuth_ticks([0, 30, 60, 90, 120, 150, 180, 210, 240, 270, 300, 330])

# Habilitando o grid
ax.grid()

# ajustando a distância dos labels para o círculo
ax._polar.set_position(ax.get_position())

# Mostrando o gráfico
plt.show()
&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;E um salve de palmas para a dupla dinâmica que criou finalmente uma figura que é apresentável e mostra os dados corretamente! Com este código fornecido pelo ChatGPT é possível escalar a apresentação de um grande número de dados estruturais de geologia inseridos em estereogramas e outras formas de representação para figuras.&lt;/p&gt;

&lt;div class="separator" style="clear: both;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEipuMVMIpc3b5U8HexyqUWyel287VmXG-8FdsBGC0LswSsH2VrJyO9yPLAkDjkNVIoRF-OX70jvXFNHR52_-mGYoFzIaqdGw5qJfc-INfDKwjvWXSl2z3zUz8MQhFZ7QJlav3Zbk9qUdoAA4Hkr-3qjRjBkY2JDFkIUiK-lYilIOKL4YHL1QcAC98lfLlg/s528/finaaaal.png" style="display: block; padding: 1em 0px; text-align: center;"&gt;&lt;img alt="" border="0" data-original-height="528" data-original-width="498" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEipuMVMIpc3b5U8HexyqUWyel287VmXG-8FdsBGC0LswSsH2VrJyO9yPLAkDjkNVIoRF-OX70jvXFNHR52_-mGYoFzIaqdGw5qJfc-INfDKwjvWXSl2z3zUz8MQhFZ7QJlav3Zbk9qUdoAA4Hkr-3qjRjBkY2JDFkIUiK-lYilIOKL4YHL1QcAC98lfLlg/s320/finaaaal.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;



&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Conclusões&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O &lt;a href="https://chat.openai.com/" target="_blank"&gt;ChatGPT&lt;/a&gt;&amp;nbsp;se mostrou excelente como uma ferramenta para consultas expeditas e criação de códigos Python de maneira rápida e eficaz. No entanto, ainda está longe de uma primazia &lt;strike&gt;e de dominar o planeta&lt;/strike&gt;&amp;nbsp;e ainda é necessário um humano para conduzir o robô pelas dificuldades encontradas. Foi a primeira abordagem na criação de códigos Python e, possivelmente, o termo humano dessa equação consegue aprimorar os &lt;i&gt;prompts&lt;/i&gt;&amp;nbsp;a ponto de reduzir o tempo de resolução dos problemas. Mas, ressaltando que foi a primeira tentativa... Não levei mais do que 30 minutos na produção do código refinado conforme minhas orientações, incluindo aí o tempo da pesquisa da solução no StackOverflow para a apresentação da figura.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Portanto, uma maneira de encarar o &lt;a href="https://chat.openai.com/" target="_blank"&gt;ChatGPT&lt;/a&gt;&amp;nbsp;é considerá-lo como&amp;nbsp;um colega habilidoso na programação (mas meio sem noção) para bater papo e resolver da melhor forma o desafio proposto. O importante aqui é saber fazer as perguntas para obter as respostas corretas! E ter um pouco de paciência...&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSAE3tpOPEdyeMSIu0PkehoKwoD7GB_cXYIQ8Z8Af3fwbY9Chr859d9wAzAXILqM5NQb4n2abR1GrLKr9SIveGS4sWwyUBGTK-A5T3Xpj8TkoB8JDYywFOiZ-_-VCBTkTziPV0p07VG4CBcwbHXvshC_2ibBCIU4XJm_tTEbm4OM6nX3RrFn1a3WQe_-A/s72-c/Figure%202023-11-23%20113805.png" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Análise de Dados Estruturais de Geologia com ChatGPT e Python</title><link>https://geoterran.blogspot.com/2023/11/utilizando-o-chatgpt-na-elaboracao.html</link><category>Inteligência artificial</category><category>Python</category><author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</author><pubDate>Tue, 21 Nov 2023 16:30:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8659172315266162503.post-5456207968001620929</guid><description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;{tocify}&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Recentemente, com os avanços na inteligência artificial (IA), ferramentas como o &lt;a href="https://chat.openai.com/" target="_blank"&gt;ChatGPT&lt;/a&gt; têm ajudado a resolver problemas, criar códigos e otimizar processos de forma eficiente. Neste artigo, exploraremos como essa ferramenta pode ser empregada na elaboração de código Python para geração de figuras de análise de geologia estrutural, demonstrando um exemplo prático.&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEitQs5l2GPtC7wqfPZUiuZgNSPyD-QjczyJeIpsO30k_XSghPmI5MSCGEq0fWbw8eqylMB8hV1HVLpkpgdXQbSxOgKX6TjneP62_WIChgMq-bE9qmC13SXdVsQnWoJ2XPvozDayjOm9VwIabulV9PJhzxiZGfaVEwCpIMsqX-55Azkbgb6ReBmhVVbREP4/s1200/64063dbcad97bd421b437096_chatgpt.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="730" data-original-width="1200" height="244" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEitQs5l2GPtC7wqfPZUiuZgNSPyD-QjczyJeIpsO30k_XSghPmI5MSCGEq0fWbw8eqylMB8hV1HVLpkpgdXQbSxOgKX6TjneP62_WIChgMq-bE9qmC13SXdVsQnWoJ2XPvozDayjOm9VwIabulV9PJhzxiZGfaVEwCpIMsqX-55Azkbgb6ReBmhVVbREP4/w400-h244/64063dbcad97bd421b437096_chatgpt.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O &lt;a href="https://chat.openai.com/" target="_blank"&gt;ChatGPT&lt;/a&gt;, uma criação da OpenAI, é um modelo de linguagem de última geração, treinado em uma vasta gama de dados, capaz de compreender e gerar texto em linguagem natural. Ao integrar seu conhecimento e capacidades com a linguagem de programação Python, o &lt;a href="https://chat.openai.com/" target="_blank"&gt;ChatGPT&lt;/a&gt; se torna uma ferramenta poderosa para pesquisadores, desenvolvedores e engenheiros. Utilizaremos a versão 3.5, gratuita mediante cadastro na página da desenvolvedora da IA.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;O Exemplo Prático&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Vamos explorar um exemplo prático da utilização do &lt;a href="https://chat.openai.com/" target="_blank"&gt;ChatGPT&lt;/a&gt;&amp;nbsp;3.5 na elaboração de um código Python para criar diagramas estereográficos e de rosetas, com base em um conjunto de dados estruturais. Utilizaremos bibliotecas como &lt;a href="https://matplotlib.org/" target="_blank"&gt;matplotlib&lt;/a&gt;, &lt;a href="https://numpy.org/" target="_blank"&gt;numpy&lt;/a&gt; e &lt;a href="https://github.com/joferkington/mplstereonet" target="_blank"&gt;mplstereonet&lt;/a&gt; para visualizar e analisar dados geológicos. A única que é necessária instalação, provavelmente, é a mplstereonet, já que as demais são comuns em instalações WinPython ou Anaconda.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Os dados estruturais estão estruturados em um arquivo texto (.txt), &lt;span style="text-align: justify;"&gt;padrão de saída e compartilhamento do app&lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="https://www.rickallmendinger.net/stereonet-mobile" style="text-align: justify;" target="_blank"&gt;StereonetMobile&lt;/a&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;, elaborado pelo&amp;nbsp;Prof. Richard W. Allmendinger, disponível para&lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="https://apps.apple.com/us/app/stereonet-mobile/id1194772610" style="text-align: justify;" target="_blank"&gt;IOs (iPhone)&lt;/a&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;. Em outra postagem posso escrever sobre o app e sua utilização para coleta de dados estruturais. Segue exemplo de formatação dos dados gerados a partir de coletas de campo:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="container" style="margin-left: 0px; margin-right: 0px;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;No. Type Structure Color Trd/Strk Plg/Dip Longitude Latitude &lt;br /&gt;1 P Joint 255204000 99,82 82,0 -47,4260611 -7,1893534&lt;/span&gt;{codeBox}&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Importante ressaltar que o arquivo texto apresenta várias colunas com dados: tipo de medida, latitude, longitude, entre outras. As colunas que utilizaremos são as de número 4 e 5 correspondentes aos dados estruturais&amp;nbsp;&lt;i&gt;STRIKE&lt;/i&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;i&gt;DIP&lt;/i&gt; que nos interessam. Importante lembrar&amp;nbsp;que a primeira coluna é a de número 0, em Python. Este exemplo da estruturação dos dados também foi inserido via &lt;i&gt;prompt &lt;/i&gt;no ChatGPT para que ele pudesse analisá-lo e realizar as alterações do código, incluindo as colunas corretas para análise.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;Passo a Passo do Código&lt;/h3&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Após entrada em &lt;i&gt;prompt&lt;/i&gt;, no ChatGPT, do exemplo de código Python fornecido na página do desenvolvedor da biblioteca &lt;a href="https://github.com/joferkington/mplstereonet" target="_blank"&gt;mplstereonet&lt;/a&gt;&amp;nbsp;como forma de fornecer à IA uma referência, houve uma resposta-código que inicia chamando as bibliotecas e direcionando o arquivo texto com os dados estruturais:&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
"""Created on Nov 21 12:17:35 2023
@author: luiz.fernando with ChatGPT"""

# Importa as bibliotecas Python necessárias
import matplotlib.pyplot as plt
import numpy as np
import mplstereonet

# Caminho para o arquivo de dados estruturais
file_path = 'C:\TEMP\seu-arquivo.txt'
{hljs}
&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em seguida, carregamos os dados estruturais do arquivo texto usando a biblioteca numpy para processar e limpar os dados. Em seguida, extraímos as informações relevantes (strikes e dips) para a análise estrutural.&lt;/p&gt;


&lt;blockquote&gt;
# Carregue os dados, pulando o cabeçalho
data = np.genfromtxt(file_path,  # caminho para arquivo
                     skip_header=1,  # pule o cabeçalho
                     usecols=(4, 5),  # colunas 4 e 5
                     delimiter=' ',  # delimitador
                     dtype=str)  # tipo de dado
# Lidando com os valores NaN
data[data == '_'] = 'NaN'
# Substituindo os , por .
data = np.char.replace(data, ',', '.').astype(float)
data = data[~np.isnan(data).any(axis=1)]
{hljs}
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao inserir o código fornecido no console IDE Spyder para rodá-lo e produzir a figura desejada, ocorria erro ao lidar as vírgulas (provenientes do app e do meu sistema em Português do iPhone). Assim,&amp;nbsp; solicitei a correção ao ChatGPT, colando a informação do erro. Em seguida, adotei o mesmo procedimento para corrigir os valores NaN (not a number) que aparecerem como erro.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;Todos os erros fornecidos no console do IDE foram informados ao ChatGPT{alertSuccess}&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Todas essas etapas de correção foram bastante interativas, como em uma conversa e não demoraram mais do que 5 minutos -- significativamente menos tempo que eu levaria para corrigir ou entender os erros, já que não sou programador profissional.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; No código acima, os valores '_' são substituídos por 'NaN', em seguida, a função np.char.replace() é usada para substituir vírgulas por pontos e converter os dados para um tipo numérico com astype(float). Isso permite que a verificação de valores NaN funcione corretamente. Em seguida, os dados são filtrados para remover linhas com valores NaN antes de plotar o diagrama estereográfico.&lt;/p&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O código em seguida foi estruturado de maneira a plotar um diagrama estereográfico de polos e um diagrama de roseta para visualizar a distribuição dos dados inseridos. Para que o ChatGPT pudesse entender todo o tratamento dos dados possível, inseri toda a lista de funções e exemplos da biblioteca mplstereonet disponível online e pedi para que fossem corrigidos os eventuais erros, com sugestões de melhorias do código com a finalidade de gerar as figuras da melhor forma possível.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ainda, solicitei o acréscimo das legendas para ambos os diagramas e também as possibilidades de cores, pedindo a troca das mesmas no diagrama de densidades. No final, ainda requisitei ao ChatGPT que incluísse o número de medidas coletadas em campo. Todas as requisições foram prontamente atendidas, sem erros no código ou na figura final!&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
# Extrair strike e dip dos dados carregados
strikes = data[:, 0]
dips = data[:, 1]

# Cálculo dos limites dos intervalos do histogram
bin_edges = np.arange(-5, 366, 10)

# Cria histograma dos strikes
number_of_strikes, bin_edges = np.histogram(strikes, bin_edges)

# Combina primeiro e último limite para assegurar representação cíclica
number_of_strikes[0] += number_of_strikes[-1]

# Duplica o histograma para simetria da visualização
half = np.sum(np.split(number_of_strikes[:-1], 2), 0)
two_halves = np.concatenate([half, half])

# Cria uma figura
fig = plt.figure(figsize=(16, 8))

# Adiciona um subplot para a projeção estereográfica
ax = fig.add_subplot(121, projection='stereonet')

# Acrescenta os polos dos plano no stereonet
ax.pole(strikes, dips, c='k', label='Polos dos Planos')

# Mostra o contorno/densidade no stereonet
contour = ax.density_contourf(strikes, dips, measurement='poles', cmap='viridis')
plt.colorbar(contour, ax=ax, label='Densidade de Ocorrência')  # Adiciona a legenda da densidade

# Remove ticks do estreograma
ax.set_azimuth_ticks([])

# Configura título e grid para o plot
ax.set_title('Diagrama de Densidades dos Polos', y=1.10, fontsize=15)
ax.grid()

# Adiciona um subplot para o diagrama de roseta
ax = fig.add_subplot(122, projection='polar')

# Plota o diagrama de roseta usando barras
ax.bar(np.deg2rad(np.arange(0, 360, 10)), two_halves,
       width=np.deg2rad(10), bottom=0.0, color='.8', edgecolor='k', label='Direção dos Planos')

# Customiza as configurações do estereograma polar
ax.set_theta_zero_location('N')
ax.set_theta_direction(-1)
ax.set_thetagrids(np.arange(0, 360, 10), labels=np.arange(0, 360, 10))
ax.set_rgrids(np.arange(1, two_halves.max() + 1, 2), angle=0, weight='black')
ax.set_title('Diagrama de Roseta', y=1.10, fontsize=15)

# Adiciona legenda ao diagrama de roseta
ax.legend(loc='upper right')

# Ajusta o layout para melhor visualização
fig.tight_layout()

# Mostra a figura final
plt.show()
{hljs}
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;Resultado&lt;/h3&gt;

&lt;div class="separator" style="clear: both;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkf9NGSOUl0mOcZYpuxWUNQPdDcc_YExo6j-OBDcVnAi3zvWxlfv7MzDkeQJFwJXcqbldXMKBTh7Ll9vt8a_ME1XY1HDfNqLAvkgM31qzLSNUFmwuup2F792IMgXkNjY7nem4udfOmoGXwHMsVen3u4jesk03HvVy-XS5XiP4KkywHIef5DBVzzQGYclU/s1127/Figure%202023-11-21%20160330.png" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="606" data-original-width="1127" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkf9NGSOUl0mOcZYpuxWUNQPdDcc_YExo6j-OBDcVnAi3zvWxlfv7MzDkeQJFwJXcqbldXMKBTh7Ll9vt8a_ME1XY1HDfNqLAvkgM31qzLSNUFmwuup2F792IMgXkNjY7nem4udfOmoGXwHMsVen3u4jesk03HvVy-XS5XiP4KkywHIef5DBVzzQGYclU/s16000/Figure%202023-11-21%20160330.png" title="Plotagem dos dados estruturais" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Excelente resultado para pouco mais de 15 minutos de conversa com a IA gratuita da OpenAI! Todo o código estruturado, sem erros e pronto para elaborar novas figuras a partir de dados em arquivos de texto. Utilizando as funcionalidades de plotagem do matplotlib, mplstereonet e manipulação de dados do numpy, conseguimos criar visualizações claras e informativas do conjunto de dados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Facilidades Oferecidas pelo ChatGPT&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O ChatGPT proporciona uma maneira eficiente de entender os requisitos do usuário e fornecer soluções precisas. No exemplo apresentado, o diálogo com o ChatGPT permitiu elaborar um código Python completo para visualização de dados estruturais em diagramas estereográficos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A interação com o ChatGPT proporcionou um fluxo de trabalho mais fluido, permitindo ajustes no código com base nos requisitos específicos e na experiência do usuário.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Conclusão&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O uso do ChatGPT na elaboração de código Python oferece um ambiente flexível e interativo para criar soluções rápidas e precisas. A combinação de recursos de linguagem natural do ChatGPT com a versatilidade da linguagem Python resulta em um processo de desenvolvimento mais eficiente e menos suscetível a erros.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A ferramenta fornece insights, sugestões e soluções detalhadas para problemas específicos, destacando-se como uma ferramenta valiosa para desenvolvedores de todos os níveis de habilidade.&lt;/p&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEitQs5l2GPtC7wqfPZUiuZgNSPyD-QjczyJeIpsO30k_XSghPmI5MSCGEq0fWbw8eqylMB8hV1HVLpkpgdXQbSxOgKX6TjneP62_WIChgMq-bE9qmC13SXdVsQnWoJ2XPvozDayjOm9VwIabulV9PJhzxiZGfaVEwCpIMsqX-55Azkbgb6ReBmhVVbREP4/s72-w400-h244-c/64063dbcad97bd421b437096_chatgpt.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Gerenciamento de Risco Geológico e as Recentes Geotecnologias</title><link>https://geoterran.blogspot.com/2016/11/risco-e-geotecnologias-nos-terremotos.html</link><category>Geotecnologias</category><category>Terremotos</category><author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</author><pubDate>Wed, 23 Nov 2016 23:49:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8659172315266162503.post-6355247135425579079</guid><description>&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Terremotos no Japão em 2016&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em abril de 2016, a região de Kumamoto, no Japão, foi abalada por uma série de terremotos, com o mais significativo atingindo uma magnitude de 7,3. Estes abalos sísmicos provocaram não apenas danos estruturais significativos em edifícios e infraestruturas, mas também desencadearam uma série de deslizamentos de terra em áreas montanhosas e encostas íngremes.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os deslizamentos foram consequência direta dos tremores, aumentando os desafios enfrentados pelas equipes de resgate e intervenção diante da catástrofe natural. A região enfrentou desafios complexos devido à interrupção das comunicações, isolamento de comunidades e a necessidade urgente de assistência médica e abrigo para os afetados. Isso desencadeou a implementação de medidas inovadoras de resposta e recuperação por parte das autoridades japonesas.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="text-align: left;"&gt;Os Drones nas Ações de Resposta&lt;/h2&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Japão tem utilizado diversas novas tecnologias para identificação e caracterização durante as respostas aos desastres como os drones (ou VANTs, ou UAVs) que possibilitam a geração de visualizações em três dimensões.&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhzT564NcvaRmqNs_OJztUfAsd8UktUjMJmglSbtLExJS-71Yw9K3YqQVrTMwj8Bbz84ng7Vvtci2JW5PKS0VQUFyjgVHhMwpmt7MYNhjKROn3R7mnGAGfyQzPtE00rvq0TPstHd79_cao/s1600/kumamoto3d.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhzT564NcvaRmqNs_OJztUfAsd8UktUjMJmglSbtLExJS-71Yw9K3YqQVrTMwj8Bbz84ng7Vvtci2JW5PKS0VQUFyjgVHhMwpmt7MYNhjKROn3R7mnGAGfyQzPtE00rvq0TPstHd79_cao/s16000/kumamoto3d.jpg" style="object-fit: contain; width: 100%;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Esta visualização pode ser acessada&amp;nbsp;&lt;a href="http://maps.gsi.go.jp/3d/gallery/20160414kumamoto/asooohashi/index_webgl_map.html" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Representação perfeita em ambiente virtual do que pode ser visto abaixo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg5m0np6gYsCH8zpdg9jO0qbALvhLppiG_j-G4LK1oVfEzCAYNFxhANYV6vpaOhwzPUHiMrxeT2S5WyWfE5Q27wE8BwubJWnNGBnyJ2iWy0_aQfPn7XZASvLM6FaDV8wmHdVUePd_vkVfA/s1600/95590554_The_aerial_view_shows_a_landslide_caused_by_a_big_earthquake_before_dawn_in_Mimami-Aso_Kuam-xlarge_trans%252B%252BVm4Til-pU_mra4TExyKXqib0ZmgFmjnO7J50Ok-4Jvw.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg5m0np6gYsCH8zpdg9jO0qbALvhLppiG_j-G4LK1oVfEzCAYNFxhANYV6vpaOhwzPUHiMrxeT2S5WyWfE5Q27wE8BwubJWnNGBnyJ2iWy0_aQfPn7XZASvLM6FaDV8wmHdVUePd_vkVfA/s16000/95590554_The_aerial_view_shows_a_landslide_caused_by_a_big_earthquake_before_dawn_in_Mimami-Aso_Kuam-xlarge_trans%252B%252BVm4Til-pU_mra4TExyKXqib0ZmgFmjnO7J50Ok-4Jvw.jpg" style="object-fit: contain; width: 100%;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhG9qRNiQa9xrSjxhcolJTOmqE7SQ5EZ0LF6pekqxL3pyGrNa64NHOQNcOCaAYxj7Ibl9FHCUO74jGNKjgCOG4tDEGcaCNM3eOKCuXih9bsRIR5IuWMXz58gFecdFkAZsIX6oN4LS4-usE/s1600/rtx2a6ax-e1460971769980.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhG9qRNiQa9xrSjxhcolJTOmqE7SQ5EZ0LF6pekqxL3pyGrNa64NHOQNcOCaAYxj7Ibl9FHCUO74jGNKjgCOG4tDEGcaCNM3eOKCuXih9bsRIR5IuWMXz58gFecdFkAZsIX6oN4LS4-usE/s16000/rtx2a6ax-e1460971769980.jpg" style="object-fit: contain; width: 100%;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEghdHMTFZYBIEWY02XWxdONX2NwIoZ88agNF7iOvd3ee2WTOET3UKPGWs6OjIWV6DwZLt6QwG5fLjOYid7Q-wKQWBmhJa-aF-XWCOtYEH3gI8pTOb0HhW3yTHQ3x3asxLXEd9cEbxY96KU/s1600/trtworld-gallery-fid-118445-afp.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEghdHMTFZYBIEWY02XWxdONX2NwIoZ88agNF7iOvd3ee2WTOET3UKPGWs6OjIWV6DwZLt6QwG5fLjOYid7Q-wKQWBmhJa-aF-XWCOtYEH3gI8pTOb0HhW3yTHQ3x3asxLXEd9cEbxY96KU/s16000/trtworld-gallery-fid-118445-afp.jpg" style="object-fit: contain; width: 100%;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os drones oferecem a capacidade de realizar mapeamento e análise detalhada das áreas afetadas, fornecendo visualizações em três dimensões que auxiliam na identificação de danos, planejamento de resgate e reconstrução pós-desastre. Essas tecnologias têm sido essenciais para melhorar a capacidade de resposta e recuperação diante de eventos sísmicos e suas consequências, permitindo uma abordagem mais precisa e eficiente no gerenciamento de riscos geológicos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A capacidade desses veículos aéreos não tripulados de sobrevoar áreas afetadas, muitas vezes de difícil acesso ou perigosas para equipes humanas, permite a rápida avaliação da extensão dos danos após um terremoto ou movimentos de massa. A geração de imagens em alta resolução e em tempo real possibilita uma visualização detalhada das áreas atingidas, identificando danos em estruturas, pontos de bloqueio, vias de acesso e áreas de risco iminente, agilizando a tomada de decisões para priorização de resgate e assistência.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Além disso, a capacidade dos drones de gerar modelos tridimensionais das áreas afetadas é crucial para o planejamento estratégico pós-desastre. Essas representações em 3D fornecem uma compreensão mais abrangente das mudanças topográficas e das condições do terreno, auxiliando na elaboração de planos de resgate, planos de reconstrução e na identificação de locais seguros para realocação de pessoas desabrigadas. Outra finalidade é fundamentar a avaliação geotécnica pós-desastre imediata, possibilitando maior segurança para as equipes de busca e salvamento.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A análise detalhada desses modelos tridimensionais também facilita a identificação de potenciais áreas de instabilidade geológica que poderiam levar a deslizamentos posteriores, permitindo a implementação de medidas preventivas e mitigatórias para reduzir riscos futuros e melhorar a resiliência das comunidades afetadas.&lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhzT564NcvaRmqNs_OJztUfAsd8UktUjMJmglSbtLExJS-71Yw9K3YqQVrTMwj8Bbz84ng7Vvtci2JW5PKS0VQUFyjgVHhMwpmt7MYNhjKROn3R7mnGAGfyQzPtE00rvq0TPstHd79_cao/s72-c/kumamoto3d.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Land Processes -- O Poder das Imagens de Satélite: Visão do Nosso Planeta</title><link>https://geoterran.blogspot.com/2014/10/land-processes.html</link><category>Geotecnologias</category><category>Sensoriamento remoto</category><author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</author><pubDate>Wed, 22 Oct 2014 10:08:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8659172315266162503.post-5828446734351207212</guid><description>&lt;div&gt;As imagens de satélite têm desempenhado um papel cada vez mais crucial em uma ampla gama de campos e aplicações. Ao longo das últimas décadas, a utilização dessas imagens se expandiu consideravelmente, indo além de usos científicos e comerciais para se tornar uma ferramenta valiosa em diversos aspectos da vida cotidiana. Desde a agricultura até a monitorização de desastres naturais, as imagens de satélite têm se mostrado essenciais para compreender e gerenciar o nosso planeta.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A agricultura moderna se beneficia enormemente das imagens de satélite. Os agricultores utilizam essas imagens para monitorar a saúde das plantações, identificar áreas com necessidade de irrigação, prever colheitas e até mesmo para detectar pragas ou doenças que afetam as plantas. A capacidade de observar grandes extensões de terra de cima permite aos agricultores tomarem decisões mais informadas, otimizando a produção e reduzindo custos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Além disso, as imagens de satélite são cruciais para o manejo e planejamento do uso do solo. Urbanistas, planejadores territoriais e autoridades governamentais utilizam essas imagens para monitorar o crescimento das cidades, planejar infraestruturas, gerenciar recursos naturais e até mesmo para avaliar o impacto das mudanças climáticas no ambiente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No campo da geologia e geomorfologia, as imagens de satélite são fundamentais para estudar a estrutura da terra, identificar formações geológicas, mapear terrenos e entender processos naturais que moldam a superfície terrestre. Desde o estudo de vulcões até o monitoramento de movimentos tectônicos, as imagens de satélite oferecem uma visão abrangente e detalhada do nosso planeta.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="border: none; margin: 0 0 0 40px; padding: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;"as imagens de satélite oferecem uma visão abrangente e detalhada do nosso planeta"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A fiscalização também se beneficia amplamente das imagens de satélite. Agências governamentais usam essas imagens para monitorar a exploração ilegal de recursos naturais, detectar mudanças não autorizadas no uso da terra e até mesmo para rastrear o desmatamento e a preservação de áreas protegidas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Além de sua utilidade prática em várias áreas, as imagens de satélite também têm um apelo didático e estético. Sites como os da NASA e do Serviço Geológico Americano (USGS) oferecem acesso gratuito a uma vasta quantidade de imagens de satélite. Esses recursos permitem que estudantes, entusiastas e curiosos explorem e aprendam mais sobre o nosso planeta, apreciando sua beleza e compreendendo melhor sua complexidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjvMp9YdSmT-TqTq_MiuMns7VqDNjrd9rHHGVCEFqsJRI7WFJFz-S3Lm9oBuIyXR-cNemJGLCvTWabPU4vqICUc3Y19UNL8uvKGZAJzjwigqoq0y6t3OG5RGT72w48XY3ebbg4d6KxToiVHg4groT_eGi5cB4fPZP_TZ6-GW5Czg2WMXErx0frbq36p8ws/s2978/malaspinaglacier_oli2_2023300_lrg.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="1985" data-original-width="2978" height="266" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjvMp9YdSmT-TqTq_MiuMns7VqDNjrd9rHHGVCEFqsJRI7WFJFz-S3Lm9oBuIyXR-cNemJGLCvTWabPU4vqICUc3Y19UNL8uvKGZAJzjwigqoq0y6t3OG5RGT72w48XY3ebbg4d6KxToiVHg4groT_eGi5cB4fPZP_TZ6-GW5Czg2WMXErx0frbq36p8ws/w400-h266/malaspinaglacier_oli2_2023300_lrg.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Fonte: &lt;a href="https://earthobservatory.nasa.gov/images/152121/malaspina-glacier-in-a-riot-of-color" target="_blank"&gt;NASA EO&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em resumo, as imagens de satélite tornaram-se uma ferramenta poderosa e versátil, oferecendo benefícios significativos em diversos campos, desde a agricultura e o planejamento urbano até a pesquisa científica e a educação. Com acesso cada vez mais fácil a essas imagens, a sua importância continuará a crescer, desempenhando um papel crucial na compreensão e preservação do nosso mundo.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h4 style="text-align: left;"&gt;Ferramentas de busca e download de imagens de satélite&lt;/h4&gt;&lt;a href="http://glovis.usgs.gov/" target="_blank"&gt;USGS - GloVis&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://gdex.cr.usgs.gov/gdex/" target="_blank"&gt;USGS - Global Data Explorer&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://earthexplorer.usgs.gov/" target="_blank"&gt;USGS - Earth Explorer&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;h4 style="text-align: left;"&gt;
Página explicativa &lt;/h4&gt;
&lt;a href="https://lpdaac.usgs.gov/" target="_blank"&gt;USGS - Land Processess Archive&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h4 style="text-align: left;"&gt;Observação terrestre&lt;/h4&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="https://earthobservatory.nasa.gov/" target="_blank"&gt;NASA - Earth Observer&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjvMp9YdSmT-TqTq_MiuMns7VqDNjrd9rHHGVCEFqsJRI7WFJFz-S3Lm9oBuIyXR-cNemJGLCvTWabPU4vqICUc3Y19UNL8uvKGZAJzjwigqoq0y6t3OG5RGT72w48XY3ebbg4d6KxToiVHg4groT_eGi5cB4fPZP_TZ6-GW5Czg2WMXErx0frbq36p8ws/s72-w400-h266-c/malaspinaglacier_oli2_2023300_lrg.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>California Geological Survey</title><link>https://geoterran.blogspot.com/2014/02/california-geological-survey.html</link><category>Serviços geológicos</category><author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</author><pubDate>Mon, 17 Feb 2014 14:15:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8659172315266162503.post-3598615159677296677</guid><description>&lt;div&gt;&lt;div&gt;A &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Calif%C3%B3rnia" target="_blank"&gt;Califórnia &lt;/a&gt;é conhecida por sua paisagem diversificada e geologicamente impressionante. Entre suas características geológicas mais notáveis estão as espetaculares formações rochosas ao longo da costa do Pacífico. Os penhascos íngremes e majestosos de &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Big_Sur" target="_blank"&gt;Big Sur&lt;/a&gt; oferecem vistas deslumbrantes do oceano, esculpidos ao longo de milênios pela ação das ondas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Além das costas, o estado abriga o &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vale_da_Morte" target="_blank"&gt;Vale da Morte&lt;/a&gt;, uma das áreas mais secas e quentes da América do Norte. Com sua vastidão árida e formações rochosas únicas, como as dunas de areia de Mesquite Flat e a bacia de Badwater, que é o ponto mais baixo na América do Norte, o Vale da Morte oferece uma paisagem desértica verdadeiramente impressionante.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No leste da Califórnia, a &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Serra_Nevada_(Estados_Unidos)" target="_blank"&gt;Sierra Nevada&lt;/a&gt; se destaca como uma cadeia montanhosa imponente. Abrigando o ponto mais alto do estado e da parte contígua dos Estados Unidos, o Monte Whitney, a Sierra Nevada é famosa por suas elevações dramáticas, vales profundos, lagos alpinos cristalinos e formações rochosas espetaculares, como o &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Nacional_de_Yosemite" target="_blank"&gt;Parque Nacional de Yosemite&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;A geologia única da Califórnia também é marcada pela presença da &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Falha_de_Santo_Andr%C3%A9" target="_blank"&gt;Falha de Santo André&lt;/a&gt; (&lt;i&gt;San Andreas Fault&lt;/i&gt;), uma das mais conhecidas e estudadas falhas geológicas do mundo. Esta falha é uma fronteira tectônica entre duas das principais placas tectônicas da Terra: a Placa do Pacífico e a Placa Norte-Americana. Ela se estende por cerca de 1.300 quilômetros ao longo da costa oeste da Califórnia, sendo responsável por terremotos significativos ao longo da história.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigIrzMUzHozy2DkxhdkBpibi2Kl4f-VJorITsioCoNQM6QnCZHXgJtC5zO9JVCeanwuholfT3bP23NjpOOSggV2vZT9PohjmfsN25X8koUKPROpRNWWYqnO6i3RUAYiPH5FeZqaIiCG4gCzpANE8-GpxMhvV-qhrjRQC2DB15faKqJPXsyJubYTNwZQLA/s1024/15392616_db43e7487e_b.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="768" data-original-width="1024" height="300" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigIrzMUzHozy2DkxhdkBpibi2Kl4f-VJorITsioCoNQM6QnCZHXgJtC5zO9JVCeanwuholfT3bP23NjpOOSggV2vZT9PohjmfsN25X8koUKPROpRNWWYqnO6i3RUAYiPH5FeZqaIiCG4gCzpANE8-GpxMhvV-qhrjRQC2DB15faKqJPXsyJubYTNwZQLA/w400-h300/15392616_db43e7487e_b.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.flickr.com/photos/docsearls/15392616" target="_blank"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #212124; font-family: &amp;quot;Proxima Nova&amp;quot;, &amp;quot;helvetica neue&amp;quot;, helvetica, arial, sans-serif; text-align: left;"&gt;faultfind_48@&lt;/span&gt;Flicker&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A Falha de Santo André é uma característica geológica proeminente que atravessa áreas urbanas importantes, incluindo Los Angeles e São Francisco. Sua localização ao longo de centros populacionais levanta preocupações significativas sobre a possibilidade de terremotos de grande magnitude e seu potencial impacto nessas áreas densamente povoadas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Essa falha geológica é um ponto de interesse para geólogos e sismólogos devido ao seu potencial para gerar terremotos de grande escala. Estudos e pesquisas contínuas são realizados para compreender melhor a atividade sísmica ao longo da Falha de Santo André, visando melhorar a preparação e o planejamento para mitigar os riscos associados aos terremotos na região da Califórnia.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Essas paisagens e feições geológicas distintas da Califórnia tornam o estado um destino excepcional para os amantes da natureza, geólogos e entusiastas da paisagem natural, proporcionando uma ampla gama de ambientes espetaculares para explorar e apreciar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O estado mantém um serviço geológico estadual, equivalente ao&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.iat.pr.gov.br/" target="_blank"&gt;Instituto Água e Terra do Paraná&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(IAT-PR), antiga &lt;a href="https://www.iat.pr.gov.br/Pagina/Mapeamento-Geologico" target="_blank"&gt;Mineropar&lt;/a&gt;, ao &lt;a href="https://www.drm.rj.gov.br/" target="_blank"&gt;Departamento de Recursos Minerais do Estado do Rio de Janeiro&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(DRM-RJ) e ao &lt;a href="https://www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br/ipa/" target="_blank"&gt;Instituto de Pesquisas Ambientais&lt;/a&gt; (IPA-SP), antigo &lt;a href="https://www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br/institutogeologico/" target="_blank"&gt;Instituto Geológico&lt;/a&gt;&amp;nbsp;de São Paulo&amp;nbsp;(IG-SP).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seu website é possível baixar os mapas de perigo sísmicos (falhas, áreas ou unidades sujeitas a liquefação do solo e sujeitas a movimentos de massa induzidas pelos tremores, como queda de blocos, avalanches de detritos ou corridas).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Os mapas são distribuídos em quadrantes por todo o estado, identificados pelos processos adversos cartografados. Curioso que os PDFs são cópias dos mapas reais, incluindo as assinaturas dos geólogos responsáveis. Outra curiosidade é que alguns mapas aparecem com o nome do então governador Arnold Schwarzenegger.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg9FBXncOZNX0TqouHcUOkMGeQN2R3gyTHAXLwMjVMxPgzRItHVowysxGENDYb2232ZcStkuVgMq7Y9DHpW1GY51qmEoCiE081NaYIUow4rWRSUVtpe-WxjGOTpZhhajKVVAXOvL1NxFVsCS5smTb8ZyEk3h-lV6riX6Mo9uvF28TZ-iJIcHKk9KDeG4-4/s800/losangels.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" data-original-height="492" data-original-width="800" height="246" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg9FBXncOZNX0TqouHcUOkMGeQN2R3gyTHAXLwMjVMxPgzRItHVowysxGENDYb2232ZcStkuVgMq7Y9DHpW1GY51qmEoCiE081NaYIUow4rWRSUVtpe-WxjGOTpZhhajKVVAXOvL1NxFVsCS5smTb8ZyEk3h-lV6riX6Mo9uvF28TZ-iJIcHKk9KDeG4-4/w400-h246/losangels.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
Junto com o download dos mapas é possível ainda baixar os relatórios respectivos e também dados espaciais de SIG em pastas compactadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para visitar o California Geological Survey: &lt;a href="https://www.conservation.ca.gov/cgs"&gt;clique aqui!&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Artigo atualizado em 27/11/2023.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigIrzMUzHozy2DkxhdkBpibi2Kl4f-VJorITsioCoNQM6QnCZHXgJtC5zO9JVCeanwuholfT3bP23NjpOOSggV2vZT9PohjmfsN25X8koUKPROpRNWWYqnO6i3RUAYiPH5FeZqaIiCG4gCzpANE8-GpxMhvV-qhrjRQC2DB15faKqJPXsyJubYTNwZQLA/s72-w400-h300-c/15392616_db43e7487e_b.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Canecas</title><link>https://geoterran.blogspot.com/2012/10/coisas-geologicas.html</link><category>Presentes geológicos</category><author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</author><pubDate>Mon, 22 Oct 2012 12:42:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8659172315266162503.post-1136138090151569057</guid><description>&lt;h2&gt;Presentes Geológicos&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As canecas têm se tornado uma escolha popular e criativa para presentes, especialmente quando são personalizadas com um toque especial. Isso é particularmente verdadeiro no mundo da geologia, onde o fascínio pelas maravilhas da Terra pode ser capturado e compartilhado de maneira única e prática. As canecas da Zazzle, conhecidas pela sua qualidade e versatilidade, oferecem uma tela perfeita para esta expressão criativa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As canecas são para os entusiastas da geologia, cada caneca se torna uma janela para o mundo das geociências.&amp;nbsp;Imagine começar o dia com uma caneca que não apenas contém o café necessário (ou sua bebida favorita), mas também desperta o interesse por um tópico geológico específico.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ideia para o tema "geology rocks", confira na ilustração abaixo, surgiu durante a época de graduação, com a junção parcial do logotipo dos martelos cruzados, famoso para os geólogos em geral, com o desenho de uma guitarra ou um baixo, estando ambos cruzados. Sucesso na época, há 20 anos, continua atual nos dias de hoje. Confira algumas das demais personalizações na sequencia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Presentes Geológico - Canecas" border="0" data-original-height="547" data-original-width="1023" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhf4DvKwsxe57gELggGMF8cOFU66dahLCfFgByJ7PZ6teLsrVQYBg0w6QRacCpBOh2H-Ee_yZIqQQqQlNuEb2MNef82ZPnSs6sQklxip0zHIPSkk1qu_Pu6slzWRytxk7c2z6RAc40P0sdvvJIr9kqb7joBdno5RZ4dNZ2Fl99bjjTvjO73qIDfa27V8s8/s16000/geoterran-post-canecas-presentes-geo.png" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Canecas temáticas de geologia: "geology rocks" é um clássico! Compre a sua &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/9kd2gebo?rf=238921862493436198" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;Do ponto de vista do presente, essas canecas são uma forma de compartilhar a paixão pela geologia com amigos, familiares ou colegas. Elas podem ser presentes memoráveis para ocasiões como formaturas, aniversários ou como uma lembrança especial para um professor ou mentor. Ao escolher uma caneca personalizada da loja &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/store/geologyanything?rf=238921862493436198" target="_blank"&gt;GeologyAnything&lt;/a&gt;, via Zazzle, com um desenho geológico único, você está dando mais do que um simples objeto; está compartilhando uma peça de conhecimento e inspiração.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div class="tg-wrap"&gt;&lt;table class="tg"&gt;
&lt;tbody&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td class="tg-i81m"&gt;
      &lt;div style="line-height: 150%; text-align: center;"&gt;
        &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/ng3a0ltv?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;&lt;img alt="Eu freio para afloramentos de rocha" src="https://rlv.zcache.com.br/caneca_de_cafe_eu_freio_para_culturas_de_rocha-rf4cc280decc44a98b0ab0f1ab6373f02_x7jg9_8byvr_1024.jpg?max_dim=125" style="border: 0px;" /&gt;&lt;/a&gt;
        &lt;br /&gt;
        &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/ng3a0ltv?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;Eu freio para afloramentos de rocha&lt;/a&gt;
        &lt;br /&gt;por &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/store/geologyanything?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;GeologyAnything&lt;/a&gt;
      &lt;/div&gt;
    &lt;/td&gt;
    &lt;td class="tg-i81m"&gt;
      &lt;div style="line-height: 150%; text-align: center;"&gt;
        &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/ax5d8zvo?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;&lt;img alt="Linhas, Pontos e Polígonos" src="https://rlv.zcache.com.br/caneca_de_cafe_linhas_de_pontos_poligonos-r2c14ea4c00a94d17b6b95fa37484a2da_x7jg9_8byvr_1024.jpg?max_dim=125" style="border: 0px;" /&gt;&lt;/a&gt;
        &lt;br /&gt;
        &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/ax5d8zvo?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;Linhas, Pontos e Polígonos&lt;/a&gt;
        &lt;br /&gt;por &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/store/geologyanything?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;GeologyAnything&lt;/a&gt;
      &lt;/div&gt;
    &lt;/td&gt;
    &lt;td class="tg-i81m"&gt;
      &lt;div style="line-height: 150%; text-align: center;"&gt;
        &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/aqdylonk?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;&lt;img alt="1 Ma - Apenas um curto período de tempo" src="https://rlv.zcache.com.br/caneca_de_cafe_1maes_apenas_um_curto_periodo_de_tempo-r32fbea40993b4a32ba3a4e09faaeef16_x7jg9_8byvr_1024.jpg?max_dim=125" style="border: 0px;" /&gt;&lt;/a&gt;
        &lt;br /&gt;
        &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/aqdylonk?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;1 Ma - Apenas um curto período de tempo&lt;/a&gt;
        &lt;br /&gt;por &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/store/geologyanything?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;GeologyAnything&lt;/a&gt;
      &lt;/div&gt;
    &lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td class="tg-i81m"&gt;
      &lt;div style="line-height: 150%; text-align: center;"&gt;
		&lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/0vrbtwp9?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;&lt;img alt="Darwin Era Um Geólogo" src="https://rlv.zcache.com.br/caneca_darwin_era_um_mug_geologo-r7a7424926d944362b48db9d964a2f468_kfpvn_1024.jpg?rlvnet=1&amp;amp;max_dim=125" style="border: 0px;" /&gt;&lt;/a&gt;
		&lt;br /&gt;
		&lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/0vrbtwp9?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;Darwin Era Um Geólogo&lt;/a&gt;
		&lt;br /&gt;por &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/store/geologyanything?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;GeologyAnything&lt;/a&gt;
	  &lt;/div&gt;
    &lt;/td&gt;
    &lt;td class="tg-i81m"&gt;
    &lt;div style="line-height: 150%; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/iyppf066?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;&lt;img alt="Curto Datação C14" src="https://rlv.zcache.com.br/caneca_estou_no_namorando_c14_green_mug-r70567913e68c42d7b82694c7a90ed9a7_kfpxk_1024.jpg?rlvnet=1&amp;amp;max_dim=125" style="border: 0px;" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/iyppf066?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;Curto Datação C14&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;por &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/store/geologyanything?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;GeologyAnything&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
    &lt;/td&gt;
    &lt;td class="tg-i81m"&gt;
      &lt;div style="line-height: 150%; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/a4koyq7x?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;&lt;img alt="Geology Rocks Mug" src="https://rlv.zcache.com.br/caneca_de_cafe_geology_rocks_mug-rb213c2e189bc4f6da2787942f88eafbd_x7jg9_8byvr_1024.jpg?max_dim=125" style="border: 0px;" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/a4koyq7x?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;Geology Rocks&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;por &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/store/geologyanything?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;GeologyAnything&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
    &lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td class="tg-i81m" colspan="3"&gt;
      
      &lt;!--tabela dentro da tabela--&gt;
      &lt;div class="tg-wrap"&gt;&lt;table class="tg"&gt;
        &lt;tbody&gt;
          &lt;tr&gt;
            &lt;td class="tg-i81m"&gt;
              &lt;div style="line-height: 150%; text-align: center;"&gt;
                &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/9kd2gebo?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;&lt;img alt="Geology Rocks Lovers' Mug" src="https://rlv.zcache.com.br/conjunto_de_caneca_de_cafe_geology_rocks_lovers_mug-re630e5b8bf82404fb7d395089b4b4519_za2dq_1024.jpg?rlvnet=1&amp;amp;max_dim=325" style="border: 0px;" /&gt;&lt;/a&gt;
                &lt;br /&gt;
                &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/9kd2gebo?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;Geology Rocks Lovers' Mug&lt;/a&gt;
                &lt;br /&gt;por &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/store/geologyanything?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;GeologyAnything&lt;/a&gt;
              &lt;/div&gt;
            &lt;/td&gt;
            &lt;td class="tg-i81m"&gt;
              &lt;div style="line-height: 150%; text-align: center;"&gt;
                &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/aq0grmsp?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;&lt;img alt="Darwin Era Um Geólogo Lover´s Mug" src="https://rlv.zcache.com.br/conjunto_de_caneca_de_cafe_darwin_era_uma_mug_de_amantes_geologos-rc759833c633845e2bf2b0a299a502b03_za2dq_1024.jpg?rlvnet=1&amp;amp;max_dim=325" style="border: 0px;" /&gt;&lt;/a&gt;
                &lt;br /&gt;
                &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/aq0grmsp?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;Darwin Era Um Geólogo Lover´s Mug&lt;/a&gt;
                &lt;br /&gt;por &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/store/geologyanything?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;GeologyAnything&lt;/a&gt;
              &lt;/div&gt;
            &lt;/td&gt;
          &lt;/tr&gt;
        &lt;/tbody&gt;
      &lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="tg-wrap" style="text-align: justify;"&gt;Estas canecas personalizadas da &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/store/geologyanything?rf=238921862493436198" target="_blank"&gt;GeologyAnything&lt;/a&gt; com temas geológicos são mais do que apenas utensílios de beber; são presentes que conectam as pessoas com as ciências da Terra de maneira prática e esteticamente agradável. Elas representam uma fusão de arte, ciência e uso diário, tornando-se uma escolha de presente verdadeiramente original e significativa para qualquer amante da geologia.&lt;/div&gt;&lt;div class="tg-wrap" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;

    &lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;







</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhf4DvKwsxe57gELggGMF8cOFU66dahLCfFgByJ7PZ6teLsrVQYBg0w6QRacCpBOh2H-Ee_yZIqQQqQlNuEb2MNef82ZPnSs6sQklxip0zHIPSkk1qu_Pu6slzWRytxk7c2z6RAc40P0sdvvJIr9kqb7joBdno5RZ4dNZ2Fl99bjjTvjO73qIDfa27V8s8/s72-c/geoterran-post-canecas-presentes-geo.png" width="72"/></item><item><title>Queda de Rochas Induzida na Noruega</title><link>https://geoterran.blogspot.com/2012/10/queda-de-rochas-induzida.html</link><category>Movimentos de massa</category><author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</author><pubDate>Tue, 9 Oct 2012 11:33:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8659172315266162503.post-3379598379676425149</guid><description>&lt;p&gt;Sistema interessante para indução de queda de blocos de rochas, um tipo de movimentos de massa, em maciço rochoso (encosta).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; O vídeo mostra a utilização de um helicóptero com uma bolsa d´água que é direcionada aos blocos instáveis, provocando sua ruptura e queda. A Administração de Estradas Públicas da Noruega removeu o risco de queda de rochas antes de estabelecer uma rede de proteção adicional de proteção contra a queda de rochas. Isso foi feito para proteger a rodovia 70 no oeste da Noruega, próximo a Oppdølsstranda. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O procedimento por helicóptero foi executado pela empresa de helicópteros Airlift AS. A rede de proteção foi construída pela empresa Betongrenovering AS.&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/afI58PRmTJ0?si=IoEf9TBeV-DpCoXM" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://img.youtube.com/vi/afI58PRmTJ0/default.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Adesivos</title><link>https://geoterran.blogspot.com/2012/10/presentes-geologicos-adesivos.html</link><category>Presentes geológicos</category><author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</author><pubDate>Wed, 3 Oct 2012 23:01:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8659172315266162503.post-9211691964908997762</guid><description>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjh2AUrDCodyvDs-Zi_fc1OIO3PisdaSATUeLptLoSHRI8FqS3D5EbLXnitfgbGiwJ_bH-gjQ2U9YqsnkWRSRKjaXYZUObBwCVo8kU-u0tpyyXbxBadIy10wfRDtK8GPRLMBObaj7ijuqJufzn9TKlCEV8T-8yEHOKHFu2cjVarBbztkhzYcWWF60mCPv8/s1028/geoterran-post-adesivos-presentes-geo.png" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="Presentes Geológicos Adesivos" border="0" data-original-height="702" data-original-width="1028" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjh2AUrDCodyvDs-Zi_fc1OIO3PisdaSATUeLptLoSHRI8FqS3D5EbLXnitfgbGiwJ_bH-gjQ2U9YqsnkWRSRKjaXYZUObBwCVo8kU-u0tpyyXbxBadIy10wfRDtK8GPRLMBObaj7ijuqJufzn9TKlCEV8T-8yEHOKHFu2cjVarBbztkhzYcWWF60mCPv8/s16000/geoterran-post-adesivos-presentes-geo.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;style type="text/css"&gt;
.tg  {border:none;border-collapse:collapse;border-spacing:0;margin:0px auto;}
.tg td{border-style:solid;border-width:0px;font-family:Arial, sans-serif;font-size:14px;overflow:hidden;
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&lt;div class="tg-wrap"&gt;&lt;table class="tg"&gt;
&lt;tbody&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td class="tg-i81m"&gt;

&lt;!--Produto--&gt;
&lt;div style="line-height: 150%; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/647ooevl?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;&lt;img alt="1 Ma - Apenas um curto período de tempo" src="https://rlv.zcache.com.br/adesivo_quadrado_1maes_apenas_um_curto_periodo_de_tempo-rb30822f92d4845c3948dbd7fef33ae20_0ugmc_8byvr_1024.jpg?max_dim=125" style="border: 0px;" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/647ooevl?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;1 Ma - Apenas um curto período de tempo&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;por &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/store/geologyanything?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;GeologyAnything&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;

    &lt;/td&gt;
    &lt;td class="tg-i81m"&gt;

&lt;!--Produto--&gt;
&lt;div style="line-height: 150%; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/10ejvnp4?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;&lt;img alt="Adesivo Linhas, Pontos e Polígonos" src="https://rlv.zcache.com.br/adesivo_quadrado_linhas_de_pontos_poligonos-rf9a18090160a40c68a816f4d48f14a70_0ugmc_8byvr_1024.jpg?max_dim=125" style="border: 0px;" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/10ejvnp4?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;Adesivo Linhas, Pontos e Polígonos&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;por &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/store/geologyanything?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;GeologyAnything&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
      
      
    &lt;/td&gt;
    &lt;td class="tg-i81m"&gt;

&lt;!--Produto--&gt;
&lt;div style="line-height: 150%; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/rmujnou5?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;&lt;img alt="Curto Datação C14" src="https://rlv.zcache.com.br/adesivo_quadrado_estou_no_namorando_de_carbono-rfa2fa500ad494c49beec8896b27ddd82_0ugmc_8byvr_1024.jpg?max_dim=125" style="border: 0px;" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/rmujnou5?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;Curto Datação C14 Adesivo&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;por &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/store/geologyanything?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;GeologyAnything&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
      
      
    &lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td class="tg-i81m"&gt;

&lt;!--Produto--&gt;
&lt;div style="line-height: 150%; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/achf0y07?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;&lt;img alt="Curto Datação C14 Blue Round Sticker" src="https://rlv.zcache.com.br/adesivo_redondo_estou_no_namorando_c14_carbon_blue_round_sticker-rfc5ff1ea6f484f608b2f6bd684f25eb4_0ugdf_8byvr_1024.jpg?max_dim=125" style="border: 0px;" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/achf0y07?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;Curto Datação C14 Blue Round Sticker&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;por &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/store/geologyanything?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;GeologyAnything&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
      
      
    &lt;/td&gt;
    &lt;td class="tg-i81m"&gt;

&lt;!--Produto--&gt;
&lt;div style="line-height: 150%; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/83xcjd09?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;&lt;img alt="Eu freio para afloramentos de rocha" src="https://rlv.zcache.com.br/adesivo_quadrado_eu_freio_para_afloramentos_de_rocha-rb837632181fd45e0ad51b38158e28faf_0ugde_8byvr_1024.jpg?max_dim=125" style="border: 0px;" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/83xcjd09?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;Eu freio para afloramentos de rocha&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;por &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/store/geologyanything?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;GeologyAnything&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
      
      
    &lt;/td&gt;
    &lt;td class="tg-i81m"&gt;

&lt;!--Produto--&gt;
&lt;div style="line-height: 150%; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/rg4c87my?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;&lt;img alt="Darwin Era Um Geólogo" src="https://rlv.zcache.com.br/adesivo_redondo_darwin_era_um_autocolante_geologista-rbc231da29b2a4439b4c335d908db2e12_0ugmp_8byvr_1024.jpg?max_dim=125" style="border: 0px;" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/rg4c87my?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;Darwin Era Um Geólogo&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;por &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/store/geologyanything?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;GeologyAnything&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
      
      
    &lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td class="tg-i81m" colspan="3"&gt;
      
      &lt;!--tabela dentro da tabela--&gt;
      &lt;div class="tg-wrap"&gt;&lt;table class="tg"&gt;
        &lt;tbody&gt;
          &lt;tr&gt;
            &lt;td class="tg-i81m"&gt;

&lt;!--Produto--&gt;
&lt;div style="line-height: 150%; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/vu9c0vgn?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;&lt;img alt="Geology Rocks Adesivo Pequeno" src="https://rlv.zcache.com.br/geologia_rocks_adesivo_s-rabee6283995642d1a9eff16755e4a609_0ugmp_8byvr_1024.jpg?max_dim=325" style="border: 0px;" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/vu9c0vgn?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;Geology Rocks Adesivo Pequeno&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;por &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/store/geologyanything?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;GeologyAnything&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
              
            &lt;/td&gt;
            &lt;td class="tg-i81m"&gt;

&lt;!--Produto--&gt;
&lt;div style="line-height: 150%; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/9g6mt06a?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;&lt;img alt="Geology Rocks Adesivo Grande" src="https://rlv.zcache.com.br/adesivo_redondo_geologia_rocks_cola_grande-r326bbbc0f51c49bbb6c03a3b4baf2458_0ugmm_8byvr_1024.jpg?max_dim=325" style="border: 0px;" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://www.zazzle.com.br/z/9g6mt06a?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;Geology Rocks Adesivo Grande&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;por &lt;a href="https://www.zazzle.com.br/store/geologyanything?rf=238921862493436198" rel="nofollow"&gt;GeologyAnything&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
              
              
            &lt;/td&gt;
          &lt;/tr&gt;
        &lt;/tbody&gt;
      &lt;/table&gt;&lt;/div&gt;

    &lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjh2AUrDCodyvDs-Zi_fc1OIO3PisdaSATUeLptLoSHRI8FqS3D5EbLXnitfgbGiwJ_bH-gjQ2U9YqsnkWRSRKjaXYZUObBwCVo8kU-u0tpyyXbxBadIy10wfRDtK8GPRLMBObaj7ijuqJufzn9TKlCEV8T-8yEHOKHFu2cjVarBbztkhzYcWWF60mCPv8/s72-c/geoterran-post-adesivos-presentes-geo.png" width="72"/></item><item><title>VANT ou UAV</title><link>https://geoterran.blogspot.com/2012/09/vant-ou-uav.html</link><category>Geotecnologias</category><author>noreply@blogger.com (Luiz Fernando dos Santos)</author><pubDate>Thu, 6 Sep 2012 14:06:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8659172315266162503.post-548125446258776550</guid><description>Solução tecnológica que promete revolucionar os levantamentos aéreos, os VANTs, ou Veículos Aéreos Não Tripulados são a nova coqueluche do mercado de geotecnologias. Em inglês UAV, Unmanned Aerial Vehicle.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://i93.photobucket.com/albums/l66/agharwaen/MALLEOBLOG/GEOTERRAN/swinglet_cam_matrix_logo_slider.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hea="true" height="239" src="http://i93.photobucket.com/albums/l66/agharwaen/MALLEOBLOG/GEOTERRAN/swinglet_cam_matrix_logo_slider.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar das siglas, o sistema é bem simples e consiste de um pequeno aeromotor integrado a câmeras de alta resolução e a um sistema de GPS ou similar. Ou seja, todo o levantamento é apresentado com posicão geográfica conhecida o que permite uma rapidez no processamento e análise interpretativa das fotografias aéreas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aplicação é desde fotografias aéreas até modelamento digital de terreno, que podem ser utilizados em inúmeros trabalhos ambientais, de engenharia, geologia, geografia, defesa civil&amp;nbsp;e outros. É também uma tecnologia estratégica, para fins militares, de proteção e defesa civil, podendo ser utilizado no monitoramento de fronteiras, marcos e limites, além de auxiliar na fiscalização do meio urbano. Geralmente podem transportar outros tipos de sensores, como&amp;nbsp;o termal para localizar fontes de calor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode ser pilotado por controle remoto, ou até por tablets específicos.&amp;nbsp;Ou ainda pode ser pré-programado para automaticamente cumprir um plano de voo georeferenciado adquirindo as imagens de maneira a dar cobertura completa na área alvo. Neste caso, todo o voo é controlado por software desenvolvido pela empresa detentora da solução.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O desenvolvimento vai de vento em popa, com empresas correndo para aprimorar sua tecnologia e aplicação. Para se ter idéia, alguns exemplos de VANT:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
AGX Tecnologia, com seu projeto de "mais barato do Brasil", o Tiriba 2 diretamente de São Carlos-SP.&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.agx.com.br/"&gt;http://www.agx.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://i93.photobucket.com/albums/l66/agharwaen/MALLEOBLOG/GEOTERRAN/agplane_logo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hea="true" height="185" src="http://i93.photobucket.com/albums/l66/agharwaen/MALLEOBLOG/GEOTERRAN/agplane_logo.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Aibotix com seu Aibot X6, um hexacóptero.&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.aibotix.com/"&gt;http://www.aibotix.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://i93.photobucket.com/albums/l66/agharwaen/MALLEOBLOG/GEOTERRAN/Aibotix_X6_Green-8329_web.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hea="true" height="160" src="http://i93.photobucket.com/albums/l66/agharwaen/MALLEOBLOG/GEOTERRAN/Aibotix_X6_Green-8329_web.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
C-Astral, com seu UAV Bramor.&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://c-astral.com/"&gt;http://c-astral.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://i93.photobucket.com/albums/l66/agharwaen/MALLEOBLOG/GEOTERRAN/img_0308.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hea="true" height="159" src="http://i93.photobucket.com/albums/l66/agharwaen/MALLEOBLOG/GEOTERRAN/img_0308.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Gatewing, que produz o UAV X100, distribuido pela Somenge Engenharia.&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.gatewing.com/"&gt;http://www.gatewing.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://i93.photobucket.com/albums/l66/agharwaen/MALLEOBLOG/GEOTERRAN/Gatewing_X100_300_227_70.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hea="true" src="http://i93.photobucket.com/albums/l66/agharwaen/MALLEOBLOG/GEOTERRAN/Gatewing_X100_300_227_70.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Rotomotion, que produz sistemas com base em helicóptero para sensores diversos.&lt;br /&gt;
&lt;div style="border: currentColor;"&gt;&lt;a href="http://www.rotomotion.com/"&gt;http://www.rotomotion.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: currentColor;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="border: currentColor;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://i93.photobucket.com/albums/l66/agharwaen/MALLEOBLOG/GEOTERRAN/sr100.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hea="true" height="240" src="http://i93.photobucket.com/albums/l66/agharwaen/MALLEOBLOG/GEOTERRAN/sr100.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: currentColor;"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;Santos Lab, com diversos projetos de VANTs.&lt;br /&gt;
&lt;div style="border: currentColor;"&gt;&lt;a href="http://www.uav.com.br/"&gt;http://www.uav.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: currentColor;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://i93.photobucket.com/albums/l66/agharwaen/MALLEOBLOG/GEOTERRAN/fotosHome.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hea="true" height="165" src="http://i93.photobucket.com/albums/l66/agharwaen/MALLEOBLOG/GEOTERRAN/fotosHome.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: currentColor;"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: currentColor;"&gt;SenseFly com o Swinglet CAM, distribuido pela Santiago &amp;amp; Cintra Geotecnologias.&lt;/div&gt;&lt;div style="border: currentColor;"&gt;&lt;a href="http://www.sensefly.com/"&gt;http://www.sensefly.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: currentColor;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border: currentColor; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://i93.photobucket.com/albums/l66/agharwaen/MALLEOBLOG/GEOTERRAN/big_swinglet_cam.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hea="true" height="121" src="http://i93.photobucket.com/albums/l66/agharwaen/MALLEOBLOG/GEOTERRAN/big_swinglet_cam.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: currentColor;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="border: currentColor;"&gt;Xmobots, outra empresa de S. Carlos com algumas soluções de VANTs.&lt;/div&gt;&lt;a href="http://xmobots.com/"&gt;http://xmobots.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://i93.photobucket.com/albums/l66/agharwaen/MALLEOBLOG/GEOTERRAN/untitled.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hea="true" src="http://i93.photobucket.com/albums/l66/agharwaen/MALLEOBLOG/GEOTERRAN/untitled.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Dependendo do uso e do alcance desejado, o mercado disponibiliza aviões, helicópteros, elétricos ou com à explosão (motor à combustão). Com preço variando em torno de R$ 100.000,00 com a solução do software, câmera, posicionamento etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item></channel></rss>