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		<title>Mergulho pela Baía de Guanabara revela animais marinhos raros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2020 23:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Baía de Guanabara]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em seu primeiro mergulho após quase 80 dias de quarentena, o biólogo e documentarista Ricardo Gomes pode registrar bem de perto espécies raras de animais marinhos na Baía de Guanabara. Uma riqueza de vida marinha tão grande que o surpreendeu, mesmo com mais de três...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Em seu primeiro mergulho após quase 80 dias de quarentena, o biólogo e documentarista Ricardo Gomes pode registrar bem de perto espécies raras de animais marinhos na Baía de Guanabara. Uma riqueza de vida marinha tão grande que o surpreendeu, mesmo com mais de três décadas de experiência no local.</strong></p>
<p>Ricardo Gomes é um mergulhador experiente. Mergulha na Baía de Guanabara desde os anos 80. Profissionalmente, desde 1989, mas nunca havia tido uma experiência na Baía de Guanabara como a do último mergulho de 10 de junho de 2020. Ele registrou, em um único mergulho, o colorido vibrante dos corais, o amarelo das esponjas, um casal fotogênico de peixe-borboleta, o rosa do peixe falso-voador, o laranja das estrelas do mar, o azul de caranguejos e o negro do peixe-anjo. Há um mundo de cores além das do arco-íris no fundo da Guanabara.</p>
<p>As cenas filmadas próximo ao costão do Pão de Açúcar, na Zona Sul do Rio, chamaram a atenção do mergulhador que já carrega quase 40 anos de experiência. <em>&#8220;Fiquei tão maravilhado com o que vi que usei até a última respirada do tanque de oxigênio. Não queria sair da água. A água nem estava tão limpa, mas a Baía surpreende. Flagrei peixes que nunca havia visto lá, como o budião-batata, que tem registros para o local, mas é muito difícil de fotografar por ser extremamente arisco&#8221;</em> — afirma Ricardo Gomes, que é diretor do <a href="https://institutomarurbano.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instituto Mar Urbano</a>, dedicado à preservação dos ecossistemas marinhos costeiros.</p>
<p>No entanto, segundo o biólogo, a riqueza da vida marinha (só de peixes são 202 espécies) vista em função das águas mais claras, não é sinal de menos poluição na Baía de Guanabara, já que o despejo de esgoto em natura permaneceu durante o isolamento social. Ricardo Gomes explica que o que permitiu a maior transparência foram duas grandes ressacas que atingiram a costa, trazendo água limpa do oceano para a Baía. A menor frequência de banhistas e embarcações na região, também teriam provocado a reaproximação dos animais.</p>
<p>&#8220;Há menos gente e isso parece ter deixado os animais mais à vontade. Mesmo o fenômeno que deixou transparentes as águas normalmente turvas da Enseada de Botafogo em abril e voltou a se repetir em maio não está relacionado a uma suposta redução da poluição devido ao distanciamento social. A principal fonte de poluição da Baía é o esgoto doméstico, que não foi reduzido.&#8221;, explica o biólogo.</p>
<p>Autor dos documentários “Mar urbano” e “Baía urbana”, Ricardo Gomes estava sem mergulhar desde 24 de março, quando a quarentena no Rio foi iniciada. Voltou na noite do dia 10 de junho, na Praia Vermelha, e nos presenteou com fotos incríveis das mais diversas espécies de animais marinhos.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-4423 size-full" style="margin-top: 20px;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327293718.jpg" alt="Mergulho pela Baía de Guanabara revela animais marinhos raros" width="1280" height="852" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327293718.jpg 1280w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327293718-300x200.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327293718-1024x682.jpg 1024w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327293718-768x511.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327293718-700x466.jpg 700w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><br />
<strong>Mergulho pela Baía de Guanabara revela animais marinhos raros.</strong> Foto: Ricardo Gomes</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-4424 size-full" style="margin-top: 20px;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327241374.jpg" alt="Mergulho pela Baía de Guanabara revela animais marinhos raros" width="1280" height="867" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327241374.jpg 1280w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327241374-300x203.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327241374-1024x694.jpg 1024w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327241374-768x520.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327241374-700x474.jpg 700w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><br />
<strong>Mergulho pela Baía de Guanabara revela animais marinhos raros.</strong> Foto: Ricardo Gomes</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-4425 size-full" style="margin-top: 20px;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327258874.jpg" alt="Mergulho pela Baía de Guanabara revela animais marinhos raros" width="1280" height="853" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327258874.jpg 1280w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327258874-300x200.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327258874-1024x682.jpg 1024w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327258874-768x512.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327258874-700x466.jpg 700w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><br />
<strong>Mergulho pela Baía de Guanabara revela animais marinhos raros.</strong> Foto: Ricardo Gomes</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-4426 size-full" style="margin-top: 20px;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327251218.jpg" alt="Mergulho pela Baía de Guanabara revela animais marinhos raros" width="1280" height="849" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327251218.jpg 1280w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327251218-300x199.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327251218-1024x679.jpg 1024w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327251218-768x509.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327251218-700x464.jpg 700w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><br />
<strong>Mergulho pela Baía de Guanabara revela animais marinhos raros.</strong> Foto: Ricardo Gomes</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4427" style="margin-top: 20px;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327266999.jpg" alt="" width="1280" height="948" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327266999.jpg 1280w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327266999-300x222.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327266999-1024x758.jpg 1024w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327266999-768x569.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327266999-700x518.jpg 700w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><br />
<strong>Mergulho pela Baía de Guanabara revela animais marinhos raros.</strong> Foto: Ricardo Gomes</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4428" style="margin-top: 20px;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327278562.jpg" alt="" width="1280" height="853" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327278562.jpg 1280w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327278562-300x200.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327278562-1024x682.jpg 1024w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327278562-768x512.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/295_202006151327278562-700x466.jpg 700w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><br />
Foto: Ricardo Gomes</p>
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		<title>It&#8217;s dive time, folks!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2020 23:20:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de mergulho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De um esporte relativamente elitizado, para um ramo do turismo totalmente desenvolvido e lucrativo. Com mais de 1.000.000 de novos mergulhadores a cada ano, certificados pelas principais agências certificadoras, o mercado de mergulho recreativo está crescendo rapidamente. It&#8217;s dive time, folks! Muitos destinos tropicais construíram...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>De um esporte relativamente elitizado, para um ramo do turismo totalmente desenvolvido e lucrativo. Com mais de 1.000.000 de novos mergulhadores a cada ano, certificados pelas principais agências certificadoras, o mercado de mergulho recreativo está crescendo rapidamente. It&#8217;s dive time, folks!</strong></p>
<p>Muitos destinos tropicais construíram uma indústria lucrativa em torno do mergulho. Mas a concorrência é alta e, para permanecer competitivo e atrair clientes, os preços precisam ser baixos. Os preços não apenas precisam ser baixos para os padrões turísticos, mas precisam ser mais baixos do que os da concorrência. É aqui que a verdadeira espiral descendente começa.</p>
<p><img loading="lazy" style="margin-top:20px;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-its-dive-time-folks-02.jpg" alt="It&#039;s dive time, folks!" width="900" height="542" class="alignnone size-full wp-image-4392" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-its-dive-time-folks-02.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-its-dive-time-folks-02-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-its-dive-time-folks-02-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-its-dive-time-folks-02-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><br />
<strong>It&#8217;s dive time, folks!</strong></p>
<p>A indústria de mergulho recreativo está seguindo um caminho perigoso, onde o treinamento é reduzido ao essencial. E as especializações sub-sub segmentadas e concedidas em intervalos de tempo e experiência cada vez mais curtos. Como exemplo posso citar um dos meus mergulhos em naufrágio, na Flórida. Filmei dois mergulhadores fazendo penetração. Provocaram tanta suspensão que quase se perderam. Recém “formados&#8221; no mergulho avançado e com especialização em naufrágios, não tinham a menor ideia do que estavam fazendo.</p>
<p>Em outras ocasiões, desisti de mergulhar quando constatei super lotação em embarcações, não só aqui no Brasil como no exterior. Certa feita, levei meu equipamento de filmagem sub e não pude sequer tirar da caixa e montar por falta de espaço; a embarcação estava lotada! Já vi mergulhadores serem levados pela correnteza e serem resgatados horas depois, por outras embarcações. Já vi e precisei ajudar mergulhadores em apuros porque lhes foi permitido mergulhar sem um “dupla”.</p>
<p><img loading="lazy" style="margin-top:20px;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-its-dive-time-folks-03.jpg" alt="It’s dive time, folks!" width="900" height="542" class="alignnone size-full wp-image-4394" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-its-dive-time-folks-03.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-its-dive-time-folks-03-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-its-dive-time-folks-03-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-its-dive-time-folks-03-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><br />
<strong>It’s dive time, folks!</strong></p>
<p>Essa é uma tendência preocupante. Com a globalização em seu pico e os preços dos pacotes de viagem em constantes promoções, feriados prolongados e férias tornaram-se amplamente disponíveis para um número cada vez maior de pessoas. Agora, milhares de turistas estão em condições de obter a certificação SCUBA durante uma viagem de uma semana. Muitos não planejam fazer isso no início, mas acabam sendo convencidos por amigos, agências de turismo, levados por promoções em resorts, e por aí vai. Mas, com o advento da pandemia do COVID-19, as atividades econômicas no mundo todo paralisaram. Momento para profundas reflexões sobre mudanças.</p>
<p>Mas não são as mudanças que muitas vezes nos trazem dificuldades e problemas de adaptação e sim as transições. O que cria um dilema interessante: como lidamos com a discrepância entre aquilo que queremos controlar em nossas vidas &#8211; e nos negócios &#8211; e o que nós conseguimos com pouco ou nenhum controle? Mudança representa aquilo que acontece conosco; ela é situacional. Mudança pode ser definida como sendo os fatores externos que produzem impacto em nossas vidas &#8211; e nos negócios. Transição é o processo interno (psico-emocional) que usamos para tentar entender, aceitar e, finalmente, nos adequarmos ao novo “status quo”. Por conseguinte, transição é o que nós fazemos com esse impacto. É muito importante fazermos essa distinção, porque a maioria das pessoas se concentra nas necessidades de se lidar com as mudanças quando, na verdade, deveriam se concentrar na transição. O custo desse aprendizado, para muitos, é alto.</p>
<p><img loading="lazy" style="margin-top:20px;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-its-dive-time-folks-04.jpg" alt="It’s dive time, folks!" width="900" height="542" class="alignnone size-full wp-image-4398" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-its-dive-time-folks-04.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-its-dive-time-folks-04-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-its-dive-time-folks-04-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-its-dive-time-folks-04-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><br />
<strong>It’s dive time, folks!</strong></p>
<p>Ao longo dos meus 69 anos devida, tanto no campo pessoal como profissional, fui capaz de acumular conhecimentos e experiências. Não anos de uma só experiência, mas uma significativa pletora de conhecimentos, experiências e vivências ao longo dos anos &#8211; incluindo atividades esportivas (que não são poucas). Com a aproximação do fim dessa hibernação, imposta pela crise, minhas reflexões me levaram a vários “insights” com base nos ensinamentos de um grande amigo, já falecido, que escreveu um livro intitulado “Os Benefícios da Crise”. “O sucesso e o fracasso estão em lados opostos de uma mesma moeda”, dizia ele. E é com essa moeda no bolso que transmito um pouco das minhas lições e aprendizados, resumidamente em cinco pontos-chave:</p>
<p><strong>1) Coloque as pessoas certas no seu barco.</strong> Se você precisa de contribuições de apenas algumas pessoas ou de uma equipe diversificada de partes interessadas, não chame os que sempre concordam com você. Polegar pra cima, ou aquelas mensagens com “BLZ” e “TMJ” (abreviação de beleza e tamojunto), por exemplo, não significam comprometimento. Quanto menor o grupo que você montar, mais importante será a escolha de pessoas que o desafiarão.</p>
<p><strong>2) Comunique-se de forma clara e aberta.</strong> Coloque seus objetivos com antecedência e frequência. Refine-os com o máximo de informações. Busque e alimente-se de feedbacks (honestos e construtivos) ao longo do processo. Seja transparente a cada passo do caminho.</p>
<p><strong>3) Mantenha-se focado em soluções.</strong> Quando você está tentando resolver um problema, é fácil se fixar nos desafios que podem estar no seu caminho. Pense no processo como uma pista de obstáculos. Lembre-se de que a cada obstáculo ultrapassado, você estará cada vez mais próximo da solução.</p>
<p><strong>4) Timing certo, avance.</strong> Não paralise com as inúmeras opções à sua frente. Confie nos seus instintos. Tomar a decisão de não decidir, é pior do que uma decisão ruim. Não há decisão e solução perfeita. Busque a excelência. Saiba a diferença entre a perfeição e a excelência: A excelência tolera fracassos e a perfeição não os admite. Fracassos são o preço natural que pagamos pelo desenvolvimento. (Matt Barratt, ex chairman do Banco Barkleys)</p>
<p><strong>5) Um passo de cada vez.</strong> Se você ficar atolado naquele meio confuso entre o ponto de partida e a linha de chegada, não esquenta! É normal. As lições mais gratificantes que você vai aprender &#8211; tanto no trabalho como na vida &#8211; são as que te levam para fora da sua zona de conforto (ou de desconforto), onde você realmente faz as coisas acontecerem. O importante não é como começamos, mas como terminamos.</p>
<p><strong>Vejo vocês no próximo mergulho!</strong></p>
<p><a href="https://oceanhub.com.br/categoria/mercado-de-mergulho/">Leia mais artigos</a> sobre o Mercado de Mergulho no OceanHub Brasil!</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="autor-artigo">
<p><img loading="lazy" style="float: left; margin: 0 20px 20px 0;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/foto-julio-cesar-pitombo.jpg" alt="Julio Cesar Pitombo" width="200" height="200" /></p>
<p class="nome-do-autor">Quem é o autor deste artigo?</p>
<p><strong>Julio Cesar Pitombo</strong> é Master Scuba Diver com várias certificações: Digital Underwater Photo Level 2, Underwater Videographer, Deep Diver, Wreck Diver, Night Diver, Project Aware, Search &amp; Recover Diver, Rescue Diver, Multilevel Diver, Nitrox Diver e EFR &#8211; Primary &amp; Secondary Care (CPR/AED/First Aid &#8211; Adult).</p>
<p><a href="https://oceanhub.com.br/author/julio-pitombo/">Leia todos os artigos</a> desta colunista.</p>
</div>
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<!-- LOMADEE - END --></p>
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		<title>Roteiro de Naufrágios na Flórida</title>
		<link>https://oceanhub.com.br/2020/06/17/roteiro-de-naufragios-na-florida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Julio Cesar Pitombo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2020 21:02:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Naufrágios]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens e Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante os dois anos em que fixei residência em Boca Raton, na Florida, tive a oportunidade de mergulhar e filmar muitos dos naufrágios que visitei. Desde a região das Keys até Jupiter, mais ao norte do Estado. A maior parte desses mergulhos com a Dixie...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante os dois anos em que fixei residência em Boca Raton, na Florida, tive a oportunidade de mergulhar e filmar muitos dos naufrágios que visitei. Desde a região das Keys até Jupiter, mais ao norte do Estado. A maior parte desses mergulhos com a <a href="https://www.dixiediver.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">Dixie Divers</a>, uma enorme Dive Shop localizada em Deerfield Beach, a dez minutos da minha casa, de propriedade de um brasileiro &#8211; Arilton Pavan. Pavan foi responsável por mais de seis mil certificações, planejamento e afundamento artificial de vários navios e dois records mundiais registrados pelo Guiness Book. O último, em 2019, com 633 mergulhadores participando, submersos, do Anual Cleanup Day, em Deerfield Beach.</p>
<p><img loading="lazy" style="margin-top:20px;" class="alignnone wp-image-4233 size-full" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-01.jpg" alt="Roteiro de Naufrágios na Flórida" width="900" height="542" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-01.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-01-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-01-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-01-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><br />
<strong>Foto de Arilton Pavan</strong></p>
<p>Sempre que se fala em mergulho na Florida, a primeira coisa que vem à mente das pessoas são os famosos naufrágios em Key Largo: Bibb, Duane e Spiegel Grove, além do Vandenberg em Key West. O Spiegel Grove, com 156 metros de comprimento e 25 metros de altura, tem uma história. Afundado em 2002, chegou ao fundo adernado. Três anos depois, a força do furacão Dennis o “empurrou” 60 metros do local original do afundamento e o colocou na posição de navegação. Um gigante que impressiona!</p>
<p>Mas, rumando para o norte, temos outra região repleta de naufrágios: Broward e Pompano Beach. Conhecida como “Parque dos Naufrágios”. São dezenas deles com os mais variados perfis de mergulho, que variam dos 12-25 metros a mais de 70 metros de profundidade. A maioria com afundamentos artificiais e outros naturais. Além, é claro, dos três últimos que são temáticos: Rapa Nui (2015), Lady Luck (2016) e Okinawa (2017). Sobre o Rapa Nui, fiz pouco mais de oito horas de mergulho e filmagens e produzi um um mini documentário.</p>
<p>Ano passado reservei um tempo para elaborar um roteiro com alguns dos melhores naufrágios para se visitar, naquela região, juntamente com muitas histórias. Algumas delas contadas em curtas edições de videos &#8211; no youtube e no vimeo. Com certeza, tema para meu próximo e-book. Por hora, deixo aqui minha contribuição ao mergulho recreativo e um incentivo àqueles que por ventura venham a passar por lá e aproveitem a oportunidade para visitar alguns desses naufrágios.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Naufrágio Okinawa</h3>
<p><img loading="lazy" style="margin-top:20px;" class="alignnone wp-image-4241 size-full" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-03.jpg" alt="Roteiro de Naufrágios na Flórida" width="900" height="542" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-03.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-03-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-03-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-03-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><br />
<strong>Roteiro de Naufrágios na Flórida</strong></p>
<p><strong>Localização:</strong> Pompano Beach<br />
<strong>Type of Dive:</strong> Anchor<br />
<strong>Depth Range:</strong> 35-70 ft (10-21 metros)<br />
<strong>Skill Level:</strong> Open Water</p>
<p><strong>Descrição:</strong> Rebocador do Exército com 106 pés (32 mts) de comprimento por 27 pés (8 mts) de boca. Equipado com motor Fairbanks Morse, pesando 18 toneladas. O hélice tem quase 2,5 metros de diâmetro e pesa 900 kg. A profundidade varia entre 21 metros e 10 metros &#8211; ponte de comando.</p>
<p>O Okinawa foi afundado pela Shipwreck Park Inc. em 19 de Agosto de 2017 e é o 18º. naufrágio no Parque dos Naufrágios de Pompano Beach.</p>
<p>O renomado artista plástico Dennis McDonald criou, para esse naufrágio temático, um mágico bar subaquático, que foi chamado de “Midnight Sun”. O nome foi dado pela Vodka Finlândia, empresa que contribuiu com a maior parte das doações para esse projeto. O bar apresenta criaturas marinhas e uma sereia segurando um globo espelhado.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-4237 size-full" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-02.jpg" alt="Roteiro de Naufrágios na Flórida" width="900" height="542" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-02.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-02-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-02-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-02-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p><strong>Penetração:</strong> Pela abertura da casa de máquinas, percorrendo o gigantesco motor, subindo e saindo pelo bar.</p>
<p><strong>Histórico:</strong> O LT 1970 foi construído pela Higgins Inc. para o Exército dos Estados Unidos e lançado ao mar em Outubro de 1953. Recebeu o nome de Okinawa, em homenagem a batalha de Okinawa. O Okinawa foi descomissionado e vendido em 2003.</p>
<p><strong>Informação sobre o Ponto de Mergulho:</strong> Constantes correntes de fundo de leve a moderada, normalmente no sentido norte. É um rebocador relativamente pequeno e fácil de percorrer seu interior.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Miracle of Life</h3>
<p><img loading="lazy" style="margin-top:20px;" class="alignnone wp-image-4254 size-full" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-09.jpg" alt="Roteiro de Naufrágios na Flórida" width="900" height="542" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-09.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-09-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-09-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-09-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><br />
<strong>Roteiro de Naufrágios na Flórida</strong></p>
<p><strong>Localização:</strong> Deerfield Beach<br />
<strong>Type of Dive:</strong> Anchor/Drift<br />
<strong>Depth Range:</strong> 101-140 ft (30-42 metros)<br />
<strong>Skill Level:</strong> Advanced Open Water or equivalent experience</p>
<p><strong>Descrição:</strong> Navio de suprimentos construído em 1971. Tem 51 mts de comprimento e 12 mts de boca. A proa está voltada para o sul e a ponte de comando está a 30 mts. Numa parte do convés, atrás da ponte de comando, encontra-se uma estatua de bronze, aos 36 mts. O navio repousa no leito do oceano a 47 mts de profundidade.</p>
<p><strong>Histórico:</strong> O Miracle of Life foi apreendido contendo 154 Kilos de cocaína, durante uma vistoria aleatória pela U.S. Customs, em 28 de Junho de 2008. Em Outubro do mesmo ano, o navio foi oferecido ao Programa de Naufrágio Artificial do Condado de Broward &#8211; Broward County Artificial Reef Program. O navio foi comprado logo depois de um bem sucedido crowdfunding, tendo como principal doador Daniel Fasano, fundador e presidente da Miracle of Life Foundation. Razão pela qual o navio foi re-batizado Miracle of Life.</p>
<p><strong>Penetração:</strong> Porões e casa das máquinas, compartimentos e cabines, além da ponte de comando.</p>
<p><strong>Informação sobre o Ponto de Mergulho:</strong> Constantes correntes de fundo de leve a moderada, normalmente no sentido norte. Para esse perfil de mergulho, recomenda-se Nitrox 28.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Lady Luck</h3>
<p><img loading="lazy" style="margin-top:20px;" class="alignnone wp-image-4246 size-full" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-04.jpg" alt="Roteiro de Naufrágios na Flórida" width="900" height="542" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-04.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-04-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-04-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-04-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><br />
<strong>Roteiro de Naufrágios na Flórida</strong></p>
<p><strong>Localização:</strong> Pompano Beach<br />
<strong>Type of Dive:</strong> Anchor<br />
<strong>Depth Range:</strong> 60-130 ft (18-40 metros)<br />
<strong>Skill Level:</strong> AOW or Equivalent Experience</p>
<p><strong>Descrição:</strong> Navio tanque com 100 metros de comprimento por 15 de boca. É um naufrágio artificial temático. Imagine-se num cassino, jogando poker ou ariscando a sorte na roleta, ou mesmo nos caça-níqueis, a pouco mais de 30 metros de profundidade. Esse é o Lady Luck! Para quem gosta de foto e video sub, essa é a grande oportunidade de registrar os melhores momentos do seu mergulho. E aproveite, também, para apreciar, da ponte de comando, uma belíssima vista panorâmica.</p>
<p><strong>Histórico:</strong> Lady Luck, anteriormente Newtown Creek, foi construído em 1967 pela Wiley Manufacturing Company. Era um navio tanque que transportava lodo, apelidado pelos nova-iorquinos de “Honey Tanker”. Por mais de 50 anos, removia lodo de áreas, em Nova York, que não possuíam instalações de desaguamento que pudessem converter lodo em fertilizantes. O Lady Luck foi descomissionado no verão de 2014 e disponibilizado para leilão, pela cidade de Nova York.</p>
<p>Em Março de 2016, a Ship Wreck Park Foundation, de Pompano Beach, adquiriu o Lady Luck graças as generosas doações do Isle Cassino Racing, da cidade de Pompano Beach, além de outros doadores, arrecadando mais de US$ 600 Mil. O que garantiu a compra, o reboque, o desmonte, a contratação do artista plástico Denis McDonald, responsável pela criação e instalação das peças temáticas e, finalmente, o seu afundamento em Julho de 2016.</p>
<p><strong>Penetração:</strong> Porões e casa das máquinas, compartimentos e cabines, além da ponte de comando.</p>
<p><strong>Informação sobre o Ponto de Mergulho:</strong> Constantes correntes de fundo de moderada a forte, normalmente no sentido norte. Para esse perfil de mergulho, recomenda-se Nitrox 32.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Rapa Nui Reef</h3>
<p><img loading="lazy" style="margin-top:20px;" class="alignnone wp-image-4250 size-full" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-06.jpg" alt="Roteiro de Naufrágios na Flórida" width="900" height="542" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-06.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-06-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-06-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-06-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><br />
<strong>Roteiro de Naufrágios na Flórida</strong></p>
<p><strong>Localização:</strong> Deerfield Beach<br />
<strong>Type of Dive:</strong> Anchor or Drift<br />
<strong>Depth Range:</strong> 50-70 ft (15-21 metros)<br />
<strong>Skill Level:</strong> Open Water</p>
<p><strong>Descrição:</strong> Rapa Nui Reef é uma barcaça com 46 mts de comprimento e 14 mts de largura. Foi adquirida especialmente para que nela fosse “construído&#8221; uma réplica das estátuas &#8211; os Moais &#8211; da Ilha de Páscoa e se tornasse um habitat marinho. Ao mesmo tempo, incrementando o turismo de mergulho na região; Deerfield Beach. Devido a um problema durante o afundamento, a barcaça acabou por emborcar e todo o projeto “foi por água abaixo”. Ela repousa no fundo, a 21 mts de profundidade, de cabeça para baixo. Toda a estrutura, incluindo a barcaça, pesa 600 Toneladas.</p>
<p><strong>Histórico:</strong> O nome, Rapa Nui Reef, foi dado em homenagem aos habitantes da Polinésia, com réplicas das estátuas da Ilha de Páscoa &#8211; no Sul do Pacífico. A idéia do projeto partiu do filho da principal doadora, Margaret Blume, aficcionado pelo mergulho, logo após o afundamento do Miracle of Life. Ao custo de US$ 500 mil, o orçamento garantiu a compra da barcaça, a contratação do artista plástico Dennis MacDonald, o desenvolvimento do projeto, o material, divulgação, etc., até seu afundamento, em 7 de Junho de 2015, quase três anos após o seu início. Infelizmente, o afundamento não foi bem sucedido e quase todas as estátuas foram destruídas. Exceção de três delas, debaixo dos escombros.</p>
<p><img loading="lazy" style="margin-top:20px;" class="alignnone size-full wp-image-4248" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-05.jpg" alt="" width="900" height="542" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-05.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-05-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-05-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-05-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><br />
<strong>Roteiro de Naufrágios na Flórida</strong></p>
<p>Em 2016, a Dixie Divers elaborou um projeto de resgate de três estátuas, reunindo voluntários. O regate foi bem sucedido e, hoje, as estátuas estão posicionadas na quilha.</p>
<p><strong>Penetração:</strong> Não recomendável a penetração por entre os escombros.</p>
<p><strong>Informação sobre o Ponto de Mergulho:</strong> O mergulho nesse naufrágio é prova de que recifes artificiais com o tempo se transformam em abrigo para uma vida marinha plena. Grande variedade de peixes, incluindo garoupas gigantes (Goliath Groupers).</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">United Caribbean</h3>
<p><img loading="lazy" style="margin-top:20px;" class="alignnone size-full wp-image-4252" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-07.jpg" alt="" width="900" height="542" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-07.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-07-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-07-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-07-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><br />
<strong>Roteiro de Naufrágios na Flórida</strong></p>
<p><strong>Localização:</strong> Boca Raton<br />
<strong>Type of Dive:</strong> Anchor Dive<br />
<strong>Depth Range:</strong> 50-70 ft (15-21 metros)<br />
<strong>Skill Level:</strong> Open Water Diver or Equivalent Experience</p>
<p><strong>Descrição:</strong> United Caribbean é um navio cargueiro com 45 mts de comprimento. A proa está voltada para sudeste e a popa voltada para outro naufrágio; o Sea Emperor. O Caribbean é um dos naufrágios no chamado Triangulo dos Naufrágios, pela proximidade dos outros dois: o Sea Emperor e o Noula Express. Muita vida marinha. Devido a força do furacão Wilma, o casco, além de ter mudado de posição, sofreu muitas avarias. Está seccionado em três partes.</p>
<p><strong>Histórico:</strong> O navio foi construído em 1969 e batizado Golden Venture. Registrado com bandeira panamenha, operava apenas em águas ao redor de Singapura. Mas no início dos anos 90, passou e ser usado por contrabandistas, para tráfico humano e de drogas. Em 6 de Junho de 1993, o Golden Venture encalhou em Rockaway Beach, Queens New York. O navio estava com 286 migrantes chineses ilegais. Na tentativa desesperada de desencalhe, 10 pessoas morreram afogadas. Vendido e rebatizado United Caribbean, passou a operar como navio de carga pelas águas do Caribe. Posteriormente, passou a fazer parte do Palm Beach Artificial Reef Program e afundado em 22 de Agosto de 2000.</p>
<p><strong>Informação sobre o Ponto de Mergulho:</strong> Constantes correntes de fundo de moderada a forte, normalmente no sentido norte. Não é recomendado, num mesmo mergulho, a visita a qualquer um dos outros dois naufrágios.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Nemesis</h3>
<p><img loading="lazy" style="margin-top:20px;" class="alignnone size-full wp-image-4256" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-10.jpg" alt="" width="900" height="542" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-10.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-10-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-10-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-10-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><br />
<strong>Roteiro de Naufrágios na Flórida</strong></p>
<p><strong>Localização:</strong> Deerfield Beach<br />
<strong>Type of Dive:</strong> Anchor/Drift<br />
<strong>Depth Range:</strong> 50-70 ft (15-21 metros)<br />
<strong>Skill Level:</strong> Open Water Diver</p>
<p><strong>Descrição:</strong> O Nemesis serviu durante a Segunda Grande Guerra como “caça-submarino” e escolta/proteção a comboios. Terminada a guerra, voltou à sua origem, servindo como barco de patrulha da Guarda Costeira. Mede 50 mts de comprimento por 8 mts de boca. Devido ao tempo de fundo encontra-se semi-desmantelado. Todavia, a vida marinha é abundante. Garoupas gigantes (Goliath Groupers) guardam o naufrágio e são normalmente encontradas na popa.</p>
<p><strong>Histórico:</strong> Barco de patrulha, classe B, foi lançado em 7 de Julho de 1934, batizado Nemesis. Foi descomissionado em 20 de Novembro de 1964 e vendido para Auto Marine Engineers em 9 de Fevereiro de 1966. Em 1979, investidores adquiriram o navio e o reformaram de forma a que se parecesse com um vapor com três decks. Foi rebatizado Livingstone Landing e virou o primeiro restaurante flutuante de Fort Lauderdale. Fechado em 1981, foi novamente vendido e recebeu o nome de Ancient Mariner. Mas antes de ser inaugurado, afundou ali mesmo na doca. Foi resgatado e reaberto como restaurante. Em 1986, mais de cem pessoas contraíram hepatite, depois de jantarem a bordo. Com forte publicidade negativa, faliu. O navio continuou a servir como restaurante, mas nenhum conseguiu sobreviver por muito tempo. Finalmente, foi comprado pela South Florida Divers Club, por US$ 6,000.00 e doado ao Condado de Broward, para fazer parte do Programa de Recifes Artificiais. Em junho de 1991 Ancient Mariner foi afundado como recife artificial, em Deerfield Beach.</p>
<p><strong>Penetração:</strong> O deck posterior está colapsado. Melhor penetração, pela proa.</p>
<p><strong>Informação sobre o Ponto de Mergulho:</strong> Partindo da popa do Ancient Mariner, 150o sul, e a 45 mts de distância, pode-se ver e percorrer o rebocador Berry Patch e, mais adiante, a 60 metros de distância do rebocador, a balsa Quallman. Não recomendável em um único mergulho.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Sea Emperor</h3>
<p><img loading="lazy" style="margin-top:20px;" class="alignnone size-full wp-image-4258" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-11.jpg" alt="" width="900" height="542" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-11.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-11-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-11-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-11-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><br />
<strong>Roteiro de Naufrágios na Flórida</strong></p>
<p><strong>Localização:</strong> Boca Raton<br />
<strong>Type of Dive:</strong> Anchor Dive<br />
<strong>Depth Range:</strong> 50-70 ft (15-21 metros)<br />
<strong>Skill Level:</strong> Open Water Diver or Equivalent Experience</p>
<p><strong>Descrição:</strong> Sea Emperor era uma draga com 52 metros de comprimento e 14 metros de boca e está pousada em fundo arenoso, de cabeça-para-baixo e proa virada para o sul. Os compartimentos estão repletos de bueiros de concreto (para drenagem), usados para o afundamento. São 1600 toneladas, dentro e fora da embarcação, espalhados pelo fundo. Tornou-se habitat de uma enorme variedade de peixes, dentre eles raia stingray, tubarão lixa, garoupas e moréias gigantes. Razão pela qual recebeu o apelido de Aqua-Zoo. Um paraíso para fotógrafos e cinegrafistas sub. O Sea Emperor faz parte do “Triangulo dos Naufrágios”.</p>
<p><strong>Histórico:</strong> O Sea Emperor era usado com uma draga, revirando e limpando o fundo do mar na área de Palm Beach, durante os anos 80. A empresa que operava a draga acabou por não só limpar, mas destruir o habitat natural dos recifes de corais. Como consequência de um processo judicial, foi pesadamente multada. Não tendo como pagar a multa e impedida de continuar operando, optou por doar a embarcação para o Palm Beach County Artificial Reef System. A draga foi carregada com 1.600 toneladas de bueiros de concreto e intencionalmente afundada em 1986. Durante o afundamento, a embarcação emborcou e chegou ao fundo de cabeça-para-baixo, deixando espalhados os bueiros pelo caminho.</p>
<p><strong>Penetração:</strong> Fácil penetração.</p>
<p>Informação sobre o Ponto de Mergulho: O Sea Emperor faz parte do Triangulo dos Naufrágios, juntamente com o Noula Express e o United Caribbean. Pode-se fazer um arranjo com a operadora para<br />
dois mergulhos e conhecer os três naufrágios.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Captain Dan (Hollyhock)</h3>
<p><img loading="lazy" style="margin-top:20px;" class="alignnone size-full wp-image-4259" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-12.jpg" alt="" width="900" height="542" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-12.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-12-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-12-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-12-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><br />
<strong>Roteiro de Naufrágios na Flórida</strong></p>
<p><strong>Localização:</strong> Pompano Beach<br />
<strong>Type of Dive:</strong> Anchor Dive<br />
<strong>Depth Range:</strong> 80-110 ft (5-34 metros)<br />
<strong>Skill Level:</strong> Advanced Open Water or equivalent experience</p>
<p><strong>Descrição:</strong> O Captain Dan era um navio da Guarda Costeira, com 53 mts de comprimento. Foi construído em 1937 em Milwaukee, Wisconsin. A proa está voltada para o sul e está pousado em posição de navegação, no fundo, a 34 metros de profundidade. A ponte de comando, a 24 metros. Seu afundamento, como recife artificial, ocorreu em Fevereiro de 1990.</p>
<p><strong>Histórico:</strong> Originalmente comissionado Hollyhock, em 1959 foi designado para servir em Detroit, Michigan, como navio quebra-gelo navegando pelo Lago Michigan. Posteriormente, serviu em Miami, Florida, como navio de serviço de manutenção, reparos, substituição e reposição de boias de navegação e nas Bahamas reabastecendo hidro-aviões da Força Aérea.</p>
<p>Em 1982, o Hollyhock foi descomissionado pela Guarda Costeira e adquirido por um missionário, que o rebatizou de The Good News Missionship. O navio navegava e aportava de porto em porto, divulgando Gospel. Acabou encalhando no Rio Miami e com a ajuda do Boating Improvement Program Fund e o Pompano Beach Fishing Rodeo, foi comprado para servir de recife artificial. Em Fevereiro de 1990, o navio foi afundado e rebatizado Captain Dan em homenagem ao Captain Dan Garnsey, conhecido pescador de Pompano Beach.</p>
<p><strong>Penetração:</strong> Naufrágio preferido para penetração. O navio está intacto e foi preparado com amplas aberturas de acesso.</p>
<p><strong>Informação sobre o Ponto de Mergulho:</strong> As correntes de fundo tendem a ser fortes. Portanto, é recomendável a utilização de equipamento de sinalização caso o mergulhador seja desviado para fora dos limites do naufrágio.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Hydro Atlantic</h3>
<p><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4261" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-13.jpg" alt="" width="900" height="542" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-13.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-13-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-13-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-13-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p><strong>Localização:</strong> Boca Raton<br />
<strong>Type of Dive:</strong> Anchor / Wreck<br />
<strong>Depth Range:</strong> 135 &#8211; 175 ft (41-54 metros)<br />
<strong>Skill Level:</strong> Technical</p>
<p><strong>Descrição:</strong> O Hydro Atlantic é um navio/draga com 90 mts de comprimento e 20 mts de boca. A proa está virada para o sul e o navio está na posição vertical. Um dos mastros está a 36 mts e a maior parte do deck a 46 mts de profundidade. É considerado um dos melhores naufrágios. Uma pena estar em águas mais profundas. O naufrágio acolhe uma enorme quantidade de corais, incrustados na parte externa do casco. Cardumes de várias espécies estão sempre presentes oferecendo uma rica vida marinha. Os guindastes originais e todo equipamento de guinchos de cabos e correntes estão no lugar. O Hydra Atlantic não é um naufrágio artificial.</p>
<p><strong>Histórico:</strong> O navio foi construído para o Corpo de Engenheiros do Exército Americano, em 1905, pela Maryland Steel Corporation e batizado de “Sand Captain”. Em 1961, foi rebatizado &#8220;Ezra Sensibar”, depois de uma grande reforma. Em 1968, foi vendido para a Hydromar Corporation e, novamente, rebatizado, agora com o nome Hydra Atlantic. Possui um motor Twin a diesel e elétrico. Quando de sua última viagem, sendo rebocado para um estaleiro, seu velho casco não resistiu a uma tempestade e se rompeu e o Hydra Atlantic afundou em 7 de Dezembro de 1987.</p>
<p><strong>Penetração:</strong> Algumas partes da superestrutura se romperam e o casco já com sinais claros de rachaduras e se desintegrando pelo enorme peso do deck principal e de todo maquinário existente. Ainda existem passagens para penetração.</p>
<p><strong>Informação sobre o Ponto de Mergulho:</strong> As correntes de fundo tendem a ser fortes. Portanto, é recomendável a utilização de equipamento de sinalização caso o mergulhador seja desviado para fora dos limites do naufrágio. Tempo de fundo 25-30 minutos e 60-75 minutos de descompressão em “drift dive”. Vida marinha: peixes pelágicos e tubarões-touro que podem ser avistados.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Guy Harvey</h3>
<p><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4262" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-14.jpg" alt="" width="900" height="542" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-14.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-14-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-14-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-roteiro-naufragios-florida-14-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p><strong>Localização:</strong> Fort Lauderdale<br />
<strong>Type of Dive:</strong> Anchor Dive<br />
<strong>Depth Range:</strong> 100-144 ft (30-44 metros)<br />
<strong>Skill Level:</strong> Advanced Open Water or equivalent experience</p>
<p><strong>Descrição:</strong> O Guy Harvey é um navio com 56 mts de comprimento e 9 mts de boca. Repousa no fundo a 43 metros de profundidade, em posição de navegação. Tem um mural com o nome do renomado artista de vida selvagem Guy Harvey, que deu nome a esse naufrágio. O mural, com fundo branco, contrasta com o azul do oceano. No costado, Guy Harvey pintou vários tipos de tubarão.</p>
<p><strong>Histórico:</strong> O navio foi construído na Holanda, em 1957. O cargueiro passou os últimos dez anos navegando entre Haiti e as Antilhas, com o nome Lady Kimberly. Foi afundado em 10 de Maio de 1997. Cortesia de Guy Harvey e Pompano Fish Rodeo.</p>
<p><strong>Penetração:</strong> Deck principal, ponte de comando, compartimentos e casa das máquinas.</p>
<p><strong>Informação sobre o Ponto de Mergulho:</strong> Para esse ponto de mergulho, muitas operadoras o consideram mergulho TEC. Outras, utilização de Nitrox.</p>
<p><a href="https://oceanhub.com.br/categoria/naufragios/">Leia mais artigos</a> sobre Naufrágios no OceanHub Brasil!</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="autor-artigo">
<p><img loading="lazy" style="float: left; margin: 0 20px 20px 0;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/foto-julio-cesar-pitombo.jpg" alt="Julio Cesar Pitombo" width="200" height="200" /></p>
<p class="nome-do-autor">Quem é o autor deste artigo?</p>
<p><strong>Julio Cesar Pitombo</strong> é Master Scuba Diver com várias certificações: Digital Underwater Photo Level 2, Underwater Videographer, Deep Diver, Wreck Diver, Night Diver, Project Aware, Search &amp; Recover Diver, Rescue Diver, Multilevel Diver, Nitrox Diver e EFR &#8211; Primary &amp; Secondary Care (CPR/AED/First Aid &#8211; Adult).</p>
<p><a href="https://oceanhub.com.br/author/julio-pitombo/">Leia todos os artigos</a> desta colunista.</p>
</div>
<p><!-- LOMADEE - BEGIN --><br />
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		<title>Natureza Vulnerável</title>
		<link>https://oceanhub.com.br/2020/06/16/natureza-vulneravel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Paula Vianna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 16:21:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais Marinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza Vulnerável]]></category>
		<category><![CDATA[Paula Vianna]]></category>
		<category><![CDATA[tartarugas-marinhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 16 de junho comemora-se o Dia Internacional da Tartaruga Marinha, data de nascimento de Archie Carr, pioneiro americano que dedicou toda a sua carreira à pesquisa e conservação das tartarugas marinhas. Leia o artigo Natureza Vulnerável, de Paula Vianna e conheça mais sobre estes...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Em 16 de junho comemora-se o Dia Internacional da Tartaruga Marinha, data de nascimento de Archie Carr, pioneiro americano que dedicou toda a sua carreira à pesquisa e conservação das tartarugas marinhas. Leia o artigo Natureza Vulnerável, de Paula Vianna e conheça mais sobre estes incríveis animais marinhos!</strong></p>
<p>A trajetória de vida da tartaruga marinha não é fácil. A cada 1.000 ovos colocados por uma tartaruga em fase de reprodução, 800 chocam. Das 800 tartaruguinhas que nascem, apenas 400 chegam ao mar, já que encontram obstáculos diversos no caminho ou são comidas por caranguejos, aves e outros animais. As que chegam ao mar trocam um conjunto de perigos por outro: podem ser comidas por golfinhos, tubarões, uma variedade de peixes e até aves marinhas, já que precisam subir para a superfície para respirar.</p>
<p>Se ainda estiverem vivas após os primeiros dias, as tartarugas marinhas nadam longas distâncias em busca de um flutuante, preferencialmente feito de algas, onde possam passar os próximos meses buscando sobreviver a condições extremas de tempo e correnteza. Nesse ponto, cerca de metade das tartarugas que chegaram ao mar no primeiro dia de vida já morreu, ou seja, sobram 200 das 1.000 originais.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4107" style="margin-top: 20px;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-paula-vianna-04.jpg" alt="Natureza Vulnerável" width="900" height="600" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-paula-vianna-04.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-paula-vianna-04-300x200.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-paula-vianna-04-768x512.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-paula-vianna-04-700x467.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><br />
<strong>Tartarugas verdes na ilha de Âncora, em Búzios/RJ. Foto de Paula Vianna, vencedora do 1º lugar na categoria Foto Subaquática do International 35 Awards, em 2020.</strong></p>
<p>Com o passar dos anos, as sobreviventes ganham peso e aumentam consideravelmente de tamanho, ultrapassando um metro em uma década, dependendo da espécie. Com o ganho de tamanho, diminuem-se os predadores, restando apenas as espécies maiores de tubarões. Será?</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4114" style="margin-top: 20px;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-paula-vianna-06.jpg" alt="" width="900" height="600" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-paula-vianna-06.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-paula-vianna-06-300x200.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-paula-vianna-06-768x512.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-paula-vianna-06-700x467.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><br />
<strong>A operadora de mergulho Búzios Divers leva entusiastas para fazer um batismo de mergulho com as tartarugas marinhas, que deixam os mergulhadores se aproximarem bastante. Foto: Paula Vianna</strong></p>
<p>A vida da tartaruga marinha já seria difícil não fosse a intervenção do homem. Com a ocupação das praias, as redes de pesca, a caça predatória, a poluição dos mares por plástico e por agentes químicos, incluindo o óleo, entre outros fatores, agora as chances de sobrevivência caem ainda mais. Após duas décadas, dos 1.000 ovos restam apenas uma ou duas tartarugas marinhas, que atingem a maturidade e voltam à praia onde nasceram para colocar seus próprios ovos. Esta pressão adicional causada pelo homem empurrou as sete espécies de tartarugas marinhas no mundo para a condição de vulneráveis, ameaçadas ou criticamente ameaçadas de extinção.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">No Brasil</h3>
<p>As cinco espécies de tartarugas marinhas encontradas no Brasil estão ameaçadas de extinção, segundo critérios das listas brasileira e mundial de espécies ameaçadas. Das cinco, quatro desovam no litoral e, por estarem mais expostas, são as mais ameaçadas: cabeçuda (Caretta caretta), de pente (Eretmochelys imbricata), oliva (Lepidochelys olivacea) e de couro (Dermochelys coriacea). A tartaruga verde (Chelonia mydas) está menos exposta, pois desova principalmente nas ilhas oceânicas (Atol das Rocas, Fernando de Noronha e Trindade), onde a ação predatória do homem é mais controlada, o que contribui para a estabilidade da sua população.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Caça às tartarugas</h3>
<p>Aqui, uma “caça” diferente. A fotógrafa subaquática Paula Vianna vive à procura de espécimes que enfrentaram tudo isso e perseveraram. Jornalista e publicitária, a brasileira se apaixonou pela fotografia subaquática há quatro anos e, agora, a atividade vem lhe rendendo prêmios internacionais. Recentemente, foi agraciada com o 1º lugar na categoria Foto Sub no 35 Awards 2020 e também venceu na categoria Comportamento Animal no Ocean Art 2019. “Mergulhar traz uma sensação de paz e relaxamento que só quem experimenta pode entender. E em nenhum outro ambiente é possível chegar tão perto da vida selvagem!”, diz a mergulhadora e fotógrafa.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4109" style="margin-top: 20px;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/obeijo.jpg" alt="" width="1500" height="1000" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/obeijo.jpg 1500w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/obeijo-300x200.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/obeijo-1024x683.jpg 1024w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/obeijo-768x512.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/obeijo-700x467.jpg 700w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /><br />
<strong>Comportamento raro registrado na ilha de Âncora, em Búzios/RJ. Foto de Paula Vianna, vencedora do 2º lugar no IPA – The International Photo Awards na categoria Natureza Subaquática, em 2019.</strong></p>
<p>Paula trabalha atualmente na operadora <a href="https://www.buziosdivers.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Búzios Divers</a>, em Búzios/RJ, onde faz fotos de mergulhadores e batismos de mergulho na ilha de Âncora, considerada um santuário das tartarugas marinhas. Habitam as águas rasas da ilha tartarugas verdes e de pente, onde alimentam-se de algas, esponjas e águas-vivas. Também é possível avistar uma ocasional tartaruga-de-couro no percurso até a ilha, já que esta espécie habita águas profundas. “As tartarugas marinhas de Âncora aceitam os humanos em sua casa. Elas deixam os mergulhadores chegarem bem perto, pois sabem que não apresentamos ameaça. Mas infelizmente vejo cada vez mais lixo plástico chegar à ilha e temo pela vida delas. Paro de fotografar para catar lixo&#8230;”, relata.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4112" style="margin-top: 20px;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-paula-vianna-03.jpg" alt="" width="900" height="670" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-paula-vianna-03.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-paula-vianna-03-300x223.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-paula-vianna-03-768x572.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-paula-vianna-03-700x521.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><br />
<strong>As tartarugas marinhas confundem sacolas plásticas com águas-vivas, que fazem parte de sua alimentação, muitas vezes provocando sua morte. Foto de Paula Vianna, vencedora do 2º lugar na Ocean Geographic 2019.</strong></p>
<p>O trabalho ao qual a fotógrafa vem se dedicando colabora para a preservação da espécie ao mostrar toda a riqueza de seu habitat, além da beleza desses seres tão longevos e especiais. “Eu acho que levar as pessoas para ver de perto as tartarugas marinhas é um ato de conservação ambiental, pois a gente só preserva o que conhece e ama&#8230;”</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Quer entrar em contato com a Paula Vianna?</h3>
<p><strong>WhatsApp:</strong> (61) 98400-5566<br />
<strong>E-mail:</strong> paulavianna@gmail.com<br />
<strong>Facebook:</strong> <a href="https://www.facebook.com/PaulaViannaUWPhotography" rel="noopener noreferrer" target="_blank">PaulaViannaUWPhotography</a><br />
<strong>Instagram:</strong> <a href="https://www.instagram.com/paulaviannauwphotography" rel="noopener noreferrer" target="_blank">paulaviannauwphotography</a></p>
<p><a href="https://oceanhub.com.br/categoria/animais-marinhos/">Leia outras matérias</a> sobre animais marinhos no OceanHub Brasil!</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="autor-artigo">
<p><img loading="lazy" style="float: left; margin: 0 20px 20px 0;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/foto-paula-vianna.jpg" alt="Paula Vianna" width="200" height="200" /></p>
<p class="nome-do-autor">Quem é a autora deste artigo?</p>
<p><strong>Paula Vianna</strong> é jornalista, publicitária, mergulhadora e fotógrafa subaquática. Se apaixonou pela fotografia subaquática há quatro anos e, agora, a atividade vem lhe rendendo prêmios internacionais. </p>
<p><a href="https://oceanhub.com.br/author/paula-vianna/">Leia todos os artigos</a> desta colunista.</p>
</div>
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		<title>O DEMA Show 2020 foi cancelado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2020 20:14:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos os anos, a indústria global do segmento de mergulho se reúne no mês de novembro, nos Estados Unidos, para o DEMA Show. Este ano, o evento aconteceria em New Orleans, porém, infelizmente, pela primeira vez na história, a maior feira de mergulho do mundo...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Todos os anos, a indústria global do segmento de mergulho se reúne no mês de novembro, nos Estados Unidos, para o DEMA Show. Este ano, o evento aconteceria em New Orleans, porém, infelizmente, pela primeira vez na história, a maior feira de mergulho do mundo teve sua edição cancelada em 2020, devido aos efeitos do COVID-19.</strong></p>
<p>O <a href="https://www.demashow.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Conselho de Administração do DEMA Show</a> determinou que, para a segurança, saúde e o bem-estar financeiro dos participantes e expositores, o DEMA Show 2020 não ocorrerá em novembro em New Orleans, nos Estados Unidos. O evento seria realizado neste ano, pela primeira vez, fora do eixo Orlando &#8211; Las Vegas (desde o ano de 2000). Porém, a edição de 2021 do DEMA Show ocorrerá normalmente, com as datas programadas para 16 a 19 de novembro de 2021, em Las Vegas, Nevada, com medidas adicionais para garantia da saúde e segurança de todos.</p>
<p><img loading="lazy" style="margin-top:20px;" class="alignnone wp-image-4089 size-full" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-dema-show-2019.jpg" alt="O DEMA Show 2020 foi cancelado" width="900" height="542" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-dema-show-2019.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-dema-show-2019-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-dema-show-2019-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-dema-show-2019-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><br />
<strong>O DEMA Show 2020 foi cancelado</strong></p>
<p>Embora a indústria não possa se reunir presencialmente no DEMA Show 2020, o DEMA se conectará online à comunidade de mergulhadores, a partir de setembro de 2020. O DEMA anunciará os detalhes destas ações nas próximas semanas e espera oferecer uma excelente oportunidade de aprendizado e envolvimento com a comunidade dos profissionais de mergulho, usando ferramentas adequadas ao atual ambiente de negócios.</p>
<p>Os expositores do DEMA Show 2020 que fizeram pagamentos para o espaço de exposição, terão diversas opções em relação a essa alteração, incluindo a obtenção de espaço com desconto na edição de 2021 e pontos adicionais de seleção para o DEMA Show 2021, em Las Vegas. <a href="https://www.dema.org/page/DS2020PaymentAllocationRequest" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui para mais detalhes</a>.</p>
<p>Nenhum outro evento permite que você interaja com todo o mercado de mergulho, esportes aquáticos de ação e indústrias de viagens em um só lugar, como o DEMA Show. O show é um evento imperdível, e se você quiser conhecer as últimas tendências do setor e desenvolver relacionamentos comerciais e profissionais em um ambiente presencial, diferente de qualquer outro, o DEMA Show é o lugar certo!</p>
<p><a href="https://oceanhub.com.br/categoria/noticias/">Leia outras notícias</a> sobre o mundo do mergulho no OceanHub Brasil!</p>
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		<title>Dicas de livros: Mergulho em cavernas, Fundamentos e relatos de casos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2020 19:04:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Livros sobre mergulho]]></category>
		<category><![CDATA[Cristofer Martins]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de livros]]></category>
		<category><![CDATA[livros sobre mergulho]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulho em cavernas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autor: Cristofer Martins Mergulho em cavernas – fundamentos e relatos de casos reúne acidentes de mergulho, especialmente em cavernas, usando como fontes processos judiciais e laudos periciais quando de acesso público, depoimentos e entrevistas de envolvidos, análises publicadas de forma aberta por profissionais do mergulho,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Autor:</strong> Cristofer Martins</p>
<p>Mergulho em cavernas – fundamentos e relatos de casos reúne acidentes de mergulho, especialmente em cavernas, usando como fontes processos judiciais e laudos periciais quando de acesso público, depoimentos e entrevistas de envolvidos, análises publicadas de forma aberta por profissionais do mergulho, notas de imprensa, entre outras fontes de informação. Em nenhum caso os envolvidos são identificados, nem mesmo quando as fontes revelam os nomes. Também estão inclusas informações de arquivo pessoal contendo erros cometidos pelo autor, além de acidentes e quase acidentes em que se envolveu.</p>
<p>O livro é voltado tanto para mergulhadores quanto para o público em geral, logo, aborda de forma breve conceitos necessários de espeleologia, física, biologia e direito, além de técnicas e equipamentos de mergulho. Tudo para que o leitor possa melhor compreender os relatos de casos. O texto não é material didático nem pretende fazer parte de quaisquer ações de ensino, as informações e técnicas sobre mergulho em cavernas são apresentadas de forma panorâmica e objetivam unicamente mostrar o que é o mergulho em cavernas ao grande público.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Informações técnicas do livro</h3>
<p><strong>Capa comum:</strong> 137 páginas<br />
<strong>Idioma:</strong> Português<br />
<strong>ASIN:</strong> B01M0SK47C</p>
<p><a href="https://oceanhub.com.br/categoria/livros-sobre-mergulho/">Leia agora</a> outras dicas de livros sobre mergulho no OceanHub.</p>
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		<title>Quer ser um colunista ou articulista do OceanHub Brasil?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2020 14:53:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A missão de criar um impacto positivo no mundo é de todos nós! É por isso que oferecemos um espaço para você, que sente paixão por escrever e compartilhar seus conhecimentos sobre mergulho e que deseja levar mais positividade para o mundo. Os nossos colunistas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A missão de criar um impacto positivo no mundo é de todos nós! É por isso que oferecemos um espaço para você, que sente paixão por escrever e compartilhar seus conhecimentos sobre mergulho e que deseja levar mais positividade para o mundo. Os nossos colunistas são pessoas incríveis, que sempre nos inspiram em nosso trabalho e levam mensagens relevantes aos leitores diariamente. Ao unirmos nossas experiências e amor pelo mergulho, somos muito mais fortes para espalhar o bem pelo mundo! E então, quer ser um colunista ou articulista do OceanHub Brasil?</strong></p>
<p>Para se tornar um colunista do <a href="https://oceanhub.com.br/">OceanHub Brasil</a> não é necessário ser redator ou escritor profissional, pois todos os textos são editados por nossa equipe. Nosso espaço é para todos os livres pensadores, escritores e blogueiros, e ao se tonar um colunista do OceanHub Brasil, você terá uma página como todos os seus artigos em nosso site.</p>
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<p>– Seu nome e produções são divulgados através do seu próprio trabalho;</p>
<p>– Seus artigos e matérias aparecerão na página principal do site <a href="https://oceanhub.com.br/">OceanHub Brasil</a>, o que possibilita uma maior divulgação de seu trabalho como mergulhador, divemaster ou instrutor de cursos de mergulho;</p>
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		<title>Dicas de livros: Guia de mergulho no Caribe</title>
		<link>https://oceanhub.com.br/2020/06/12/dicas-de-livros-guia-de-mergulho-no-caribe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2020 14:07:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Livros sobre mergulho]]></category>
		<category><![CDATA[Caribe]]></category>
		<category><![CDATA[Guia de mergulho]]></category>
		<category><![CDATA[Guia de mergulho no Caribe]]></category>
		<category><![CDATA[Kurt Amsler]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autor: Kurt Amsler As correntes quentes equatoriais permitiram o desenvolvimento de um mundo submarino surpreendente e incrivelmente rico por todo o Mar do Caribe. Cores vivas e brilhantes e as mais espetaculares formas de vida criadas pela natureza habitam o fundo arenoso e os recifes...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Autor:</strong> Kurt Amsler</p>
<p>As correntes quentes equatoriais permitiram o desenvolvimento de um mundo submarino surpreendente e incrivelmente rico por todo o Mar do Caribe. Cores vivas e brilhantes e as mais espetaculares formas de vida criadas pela natureza habitam o fundo arenoso e os recifes de coral. Este livro explora os 28 locais mais belos para mergulhos de todo o Caribe com o auxílio de fotografias coloridas e mapas com profundidades, indicações e roteiros. Para completar, textos claros com diversas informações e curiosidades e um apêndice com ilustrações detalhadas e descrições concisas dos 116 tipos de peixe mais comuns no Caribe.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Informações técnicas do livro</h3>
<p><strong>Capa comum:</strong> 168 páginas<br />
<strong>Editora:</strong> Editora Manole; Edição: 1 (17 de fevereiro de 1999)<br />
<strong>Idioma:</strong> Português<br />
<strong>ISBN-10:</strong> 8520420141<br />
<strong>ISBN-13:</strong> 978-8520420140<br />
<strong>Peso de envio:</strong> 898 g</p>
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		<item>
		<title>Você sabe quem foi Jacques Cousteau?</title>
		<link>https://oceanhub.com.br/2020/06/11/voce-sabe-quem-foi-jacques-cousteau/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2020 20:29:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[História do mergulho]]></category>
		<category><![CDATA[Calypso]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Jacques Cousteau]]></category>
		<category><![CDATA[Jacques-Yves Cousteau]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jacques-Yves Cousteau nasceu em Saint André de Cubzac, no dia 11 de junho de 1910. Foi um oficial da marinha francesa, documentarista, cineasta, oceanógrafo e inventor, mundialmente conhecido por suas viagens de pesquisa a bordo do navio Calypso. Foi um grande explorador do oceano e...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Jacques-Yves Cousteau nasceu em Saint André de Cubzac, no dia 11 de junho de 1910. Foi um oficial da marinha francesa, documentarista, cineasta, oceanógrafo e inventor, mundialmente conhecido por suas viagens de pesquisa a bordo do navio Calypso. Foi um grande explorador do oceano e co-mentor do Aqualung, conhecido por suas extensas investigações no exterior. Você sabe quem foi Jacques Cousteau e o legado que ele deixou?</strong></p>
<p>Jacques Cousteau nasceu em 11 de Junho de 1910 (hoje faria 110 anos) em Saint-André-de-Cubzac, na França. Filho de Daniel e Élisabeth Cousteau e irmão de Pierre-Antoine, completou os estudos no prestigiado Collége Stanislas em Paris. Em 1930, ingressou na escola naval e graduou-se como oficial de artilharia. Após um acidente de carro que acabou com a sua carreira na aviação naval, Cousteau voltou seu interesse para o mar.</p>
<p>Em Toulon, onde serviu no Condorcet, Cousteau executou sua primeira experiência científica debaixo d&#8217;água, graças a seu amigo Philippe Tailliez que, em 1936, enviou-lhe alguns óculos de proteção subaquáticos Fernez, predecessores da moderna máscara de mergulho. Cousteau também fez parte do serviço de informações da Marinha Francesa, e foi enviado em missões para Shanghai e Japão (1935–1938) e para a União Soviética (1939).</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-4025 size-full" style="margin-top: 20px;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-jacques-cousteau-05.jpg" alt="" width="900" height="542" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-jacques-cousteau-05.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-jacques-cousteau-05-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-jacques-cousteau-05-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-jacques-cousteau-05-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><br />
<strong>Você sabe quem foi Jacques Cousteau?</strong></p>
<p>Em 12 de julho de 1937 casou com Simone Melchior, com quem teve dois filhos, Jean-Michel (nascido em 1938) e Philippe (nascido em 1940). Seus filhos fizeram parte de aventuras a bordo do Calypso. Teve ainda uma filha, Diane Cousteau (nascida em 1981) e um filho Pierre-Yves Cousteau (nascido em 1982), ambos nascidos no segundo casamento de Cousteau. Um ano depois da morte de sua esposa Simone por câncer, casou-se com Francine Triplet.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Início dos anos 1940: Inovação do mergulho moderno</h3>
<p>Os anos da Segunda Guerra Mundial foram decisivos para a história do mergulho. Depois do Armistício de 1940, a família de Simone e de Jacques refugiaram-se em Megève, onde se tornaram amigos da família Ichac que também moraram lá. Jacques-Yves Cousteau e Marcel Ichac compartilhavam o mesmo desejo de mostrar ao público geral lugares desconhecidos e inacessíveis &#8211; no caso de Cousteau, o mundo submarino e, no caso de Ichac, as montanhas altas. Os dois vizinhos fizeram o primeiro ex aequo do Congresso de Filmes Documentários, em 1943, para o primeiro filme subaquático francês Par dix-huit mètres de fond (18 metros de profundidade), feito sem equipamento de respiração no ano anterior na ilha Embiez com Philippe Tailliez e Frédéric Dumas, sem esquecer papel primordial desempenhado, como criador da câmera de profundidade pressurizada, pelo engenheiro mecânico Léon Vèche.</p>
<p>Em 1943, fez um filme Épaves (Naufrágios); para essa ocasião, usou dois dos primeiros protótipos do Aqualung. O protótipo foi feito em Boulogne-Billancourt pela Companhia Air Liquid seguindo as instruções de Gagnan e de Cousteau. Quando faziam Épaves, Cousteau não conseguiu achar rolos de filme em branco necessários, porém havia comprado centenas de rolos de câmera da mesma largura, planejados para câmeras infantis, e uniu todas formando assim um rolo de filme longo.</p>
<p>Mantendo vínculos com falantes de língua inglesa (passou parte de sua infância nos Estados Unidos e casualmente falava inglês) e com soldados franceses na África do Norte (sob comando do Almirante Lemonnier), Cousteau ajudou a Marinha Francesa para juntar-se novamente aos Aliados, montando uma operação de comando contra o Serviço de Espionagem Italiano na França e recebendo várias condecorações por seus atos. Naquela época manteve distância de seu irmão Pierre-Antoine Cousteau, um escritor anti-semita o qual escreveu o jornal colaboracionista Je suis partout (Eu estou em todo lugar) e recebeu sentença de morte em 1946. Entretanto, este foi depois modificado para uma sentença de vida da qual foi liberto em 1954.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-4020 size-full" style="margin-top: 20px;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-jacques-cousteau-03.jpg" alt="" width="900" height="542" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-jacques-cousteau-03.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-jacques-cousteau-03-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-jacques-cousteau-03-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-jacques-cousteau-03-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><br />
<strong>Você sabe quem foi Jacques Cousteau?</strong></p>
<p>Durante os anos 1940, Cousteau é creditado pelo design do Aqualung, que deu origem à tecnologia do circuito aberto de mergulho autônomo usado atualmente, isto é, regulador de demanda e cilindro de ar comprimido. De acordo com o seu primeiro livro Mundo do silêncio: uma história de descobertas e aventuras submarinas (1953), Cousteau começou com óculos de proteção Fernez em 1936, e em 1939 usou o aparelho autônomo de respiração subaquático, inventado em 1926 pelo Comandante Yves le Prieur. Cousteau não estava satisfeito com o período de tempo que passava debaixo d&#8217;água com o aparelho de Le Prieur, então resolveu improvisar, adicionando um regulador de demanda, inventado em 1942 por Émile Gagnan. Em 1943, Cousteau experimentou o primeiro protótipo do Aqualung que finalmente fez estender o tempo de exploração submarina possível.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Final dos anos de 1940: GERS e Élie Monnier</h3>
<p>Em 1946, Cousteau e Talliez mostraram o filme Épaves ao Almirante Lemonnier, e o almirante responsabilizou-se por montar o Groupement de Recherches Sous-Marines (GRS ou, em português, Grupo de Pesquisas Submarinas) da Marinha Francesa em Toulon. Um pouco depois este se tornou Groupemente d&#8217;Études et de Recherches Sous-Marines (GERS, ou, em português, Grupo de Estudos e Pesquisas Submarinas), em seguida, Commandement des Interventions Sous la Mer (COMISMER, ou, em português, Comando de Intervenções Subaquáticas) e, finalmente, o CEPHISMER. Em 1947, o suboficial principal Maurice Fargues tornou-se o primeiro mergulhador a morrer usando um aqualung enquanto tentava estabelecer um novo recorde de profundidade com a GERS em Toulon.</p>
<p>Em 1948, envolvido em missões de desativação de minas, explorações submarinhas e testes técnicos e físicos, Cousteau empreendeu a primeira campanha no Mediterrâneo a bordo da corveta Élie Monnier com Philippe Talliez, Frédéric Dumas e Jean Alinat, além do escritor Marcel Ichac. A pequena equipe também empreendeu no Naufrágio Romano de Mahdia (Tunísia). Esta foi a primeira operação arqueológica que utilizou mergulho autônomo, assim abrindo caminho para o mergulho científico arqueológico.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4022" style="margin-top: 20px;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-jacques-cousteau-04.jpg" alt="Você sabe quem foi Jacques Cousteau?" width="900" height="542" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-jacques-cousteau-04.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-jacques-cousteau-04-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-jacques-cousteau-04-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-jacques-cousteau-04-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><br />
<strong>Você sabe quem foi Jacques Cousteau?</strong></p>
<p>Cousteau e o Élie Monnier participaram no resgate da esfera de mergulho de navio do professor Jacques Piccard, o FRNS-2, durante a expedição de 1949 para Dakar. Agradecida pelo resgate, a Marinha Francesa foi capaz de utilizar a esfera do batiscafo para construir o FRNS-3. As aventuras deste período foram contadas em dois livros, O Mundo do Silêncio (1953, por Cousteau e Dumas) e Plongées sans câble (1954, por Philippe Talliez).</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Anos de 1950 a 1970</h3>
<p>Em 1949, Cousteau deixou a Marinha da França. No ano seguinte, fundou a campanha Oceanográfica Francesa, e arrendou o navio chamado Calypso de Thomas Loel Guinness por, simbolicamente, um franco por ano. Cousteau reformou o Calypso como um laboratório móvel para pesquisas de campo e como sua principal embarcação para mergulho e filmagem. Também cumpriu escavações arqueológicas submarinas no Mediterrâneo, dentre as quais podemos destacar Grand-Congloé (1952).</p>
<p>Com a publicação do seu primeiro livro em 1953, O Mundo do Silêncio, previu a existência da habilidade de ecolocalização dos golfinhos. Informou que seu navio de pesquisas, o Élie Monier, estava se dirigindo para o Estreito de Gibraltar, noticiando que um grupo de phocoenidae os estava seguindo. Cousteau mudou o curso para poucos graus a menos que o curso ideal para o centro do estreito, e os golfinhos os seguiram por poucos minutos, separando-se em sentido ao meio do canal de novo. Aquilo foi uma evidência de que os golfinhos sabiam qual o curso ideal estabelecido, até mesmo se os humanos não soubessem. Cousteau concluiu que os cetáceos possuíam algo semelhante a um sonar.</p>
<p>Cousteau ganhou a Palme d&#8217;Or no Festival de Cannes in 1956 pelo O Mundo do Silêncio, co-produzido por Louis Malle. Com assistência de Jean Mollard, fez o &#8220;Pires de Mergulho&#8221; SP-350, um veículo de mergulho experimental que podia alcançar a profundidade de 350 metros. O sucesso do experimento foi batido rapidamente em 1965 por dois veículos que alcançavam 500 metros. Um ano depois, foi eleito como diretor do Centro Oceanográfico de Mônaco. Dirigiu experimentos de mergulho em saturação (imersões de longa duração e casas debaixo d&#8217;água). Além disso foi admitido na Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-4018" style="margin-top: 20px;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-jacques-cousteau-02.jpg" alt="Você sabe quem foi Jacques Cousteau?" width="900" height="542" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-jacques-cousteau-02.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-jacques-cousteau-02-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-jacques-cousteau-02-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-jacques-cousteau-02-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><br />
<strong>Você sabe quem foi Jacques Cousteau?</strong></p>
<p>Jacques-Yves Cousteau transmitiu sua mensagem sobre a conservação marítima para pessoas no mundo todo por conta dos mais de 120 documentários para a televisão, além de 50 livros e uma fundação para a proteção do meio ambiente com mais de 300 mil membros. Depois de uma vida inteira dedicada à defesa e conservação do mundo marinho, ele morreu no dia 25 de junho de 1997, em Paris, aos 87 anos, vítima de um ataque cardíaco.</p>
<p><strong>Hoje faria 110 anos! Obrigado, Jacques Cousteau!</strong></p>
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		<title>Fisiologia do mergulho: o cuidado com a equalização das orelhas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alvanir Jornada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2020 13:14:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[equalização das orelhas]]></category>
		<category><![CDATA[Fisiologia do mergulho]]></category>
		<category><![CDATA[Manobra de Toynbee]]></category>
		<category><![CDATA[Manobra de Valsalva]]></category>
		<category><![CDATA[NAUI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma experiência muito comum, sentida pela maioria das pessoas quando mergulham em uma piscina funda, é aquela sensação de forte pressão nas orelhas, limitando que ela desça um pouco mais. Antes de fazerem um curso de mergulho e entenderem o que acontece em nosso corpo,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma experiência muito comum, sentida pela maioria das pessoas quando mergulham em uma piscina funda, é aquela sensação de forte pressão nas orelhas, limitando que ela desça um pouco mais. Antes de fazerem um curso de mergulho e entenderem o que acontece em nosso corpo, o conteúdo deste artigo poderá ajudar a entender e aplicar as técnicas da maneira correta, o que servirá para muitos mergulhadores iniciantes assimilarem melhor o assunto.</strong></p>
<p>Como curiosidade, apesar de muitos ainda usarem o termo “ouvido”, o correto é chamar de “orelha”. A nova nomenclatura foi adotada oficialmente desde o ano de 2001 pela Sociedade Brasileira de Anatomia para designar o órgão da audição eu sua totalidade. Em Portugal ainda mantém-se a denominação de ouvido em lugar de orelha.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-3990" style="margin-top: 20px;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-equalizacao-02.jpg" alt="Fisiologia do mergulho: o cuidado com a equalização das orelhas" width="900" height="542" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-equalizacao-02.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-equalizacao-02-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-equalizacao-02-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-equalizacao-02-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><br />
<strong>Fisiologia do mergulho: o cuidado com a equalização das orelhas</strong></p>
<p>Com relação ao desconforto do início do artigo, ele se deve pelo aumento da profundidade, e consequente aumento da pressão do ambiente da água, forçando a membrana timpânica contra o espaço aéreo do outro lado, mas é muito simples de ser entendido e resolvido.</p>
<p>A orelha está conectada à garganta pela tuba auditiva, que tem a função de dreno e de ventilação. A abertura na garganta fica normalmente fechada. Músculos da garganta abrem-na quando a pessoa engole. Durante o mergulho, a tuba auditiva é usada para igualar a pressão da orelha média. Na descida, ela é usada para transferir o ar das vias aéreas para a orelha média. Na subida, quando retornamos para a superfície, e a pressão do ambiente diminui, o processo é inverso, ou seja, permite que o ar sai da orelha média.</p>
<p>Quando não ocorre a equalização, o aumento da pressão na membrana timpânica, que é o limite entre o ambiente interno e externo, pode causar inchaço, dor, ou até mesmo a sua ruptura. Se há a demora para compensação da pressão durante a descida, pode acontecer o fechamento da tuba auditiva, o que vai dificultar ou mesmo impedir a equalização. Alguns, de maneira incorreta, tentam superar este efeito executando a Manobra de Valsalva forte, mas a pressão aumentada na garganta, ajuda a fechar ainda mais a tuba auditiva.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-3995" style="margin-top: 20px;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-equalizacao-05.jpg" alt="Fisiologia do mergulho: o cuidado com a equalização das orelhas" width="900" height="542" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-equalizacao-05.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-equalizacao-05-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-equalizacao-05-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-equalizacao-05-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><br />
<strong>Fisiologia do mergulho: o cuidado com a equalização das orelhas</strong></p>
<p>A Manobra de Valsalva, é uma técnica usada para a equalização, que consiste expirar suavemente com a boca fechada, e simultaneamente pinçar as narinas, facilitando assim, a passagem do ar das vias aéreas para a tuba auditiva. Ela deve ser feita sempre suavemente, pois se realizada de maneira muito vigorosa, pode transferir uma força exagerada para a janela redonda (orelha interna) dilatando-a ou rompendo-a, o que pode provocar uma vertigem alternobárica, ou até mesmo uma doença descompressiva de orelha interna.</p>
<p>Uma curiosidade interessante, é que a técnica descrita pelo anatomista italiano Antonio Maria Valsalva (1666-1723), consistia em forçar a exalação contra a glote fechada, o que não equalizaria as orelhas. Na verdade, a técnica, que no mergulho chamamos de Manobra de Valsalva, foi desenvolvida pelo médico inglês Joseph Toynbee (1815-1866), que também criou, além deste, um outro procedimento chamado de Manobra de Toynbee, que consiste em engolir com a boca e com o nariz fechados.</p>
<p>Uma outra manobra alternativa usada para a equalização das orelhas, é conhecida como Manobra de Frenzel, que foi desenvolvida em 1938 para os pilotos alemães durante a Segunda Guerra Mundial. O mergulhador mantém o nariz e a boca fechados, contraindo os músculos da boca para abrir a tuba auditiva, e usando a língua como um pistão para empurrar ar nela. A Manobra de Frenzel, assim como a de Toynbee, são suaves, e deixam as mãos do mergulhador livres para outras tarefas.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-4000 size-full" style="margin-top: 20px;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-equalizacao-03.jpg" alt="" width="900" height="542" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-equalizacao-03.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-equalizacao-03-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-equalizacao-03-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-equalizacao-03-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><br />
<strong>Fisiologia do mergulho: o cuidado com a equalização das orelhas</strong></p>
<p>Outras manobras muito úteis são o movimento da mandíbula, enquanto bocejar com a boca fechada, ou a combinação de várias manobras. Importante também, é descer sempre com os pés primeiros, facilitando assim uma pressão maior na parte superior dos espaços, onde fica a tuba auditiva e as orelhas. A respiração correta, lenta e profunda, também ajuda no relaxamento muscular facial, permitindo uma melhor circulação do ar pela tuba auditiva e consequente equalização. Se a dificuldade acontecer, é necessário diminuir um pouco a profundidade, e começar novamente os procedimentos de equalização.</p>
<p>Após um mergulho, durante o retorno para a superfície, o ar que está contido na orelha média, vai percorrer o caminho inverso, passando pela tuba auditiva e saindo pelas vias aéreas. Se algum problema acontecer neste processo, isso poderá causar um bloqueio reverso, e para evitá-lo é necessário retardar o retorno para a superfície, descendo novamente um pouco até parar a dor, e retomar a subida muito lentamente, movimentando bastante a mandíbula, na tentativa de liberar a tuba auditiva para a saída do ar. Importante neste situação, é jamais realizar uma Manobra de Valsalva durante a subida, o que provocaria o efeito inverso, aumentando ainda mais a pressão interna na orelha, com possibilidades, inclusive, de ruptura do tímpano ou até mesmo da janela redonda.</p>
<p>O rompimento do tímpano, pode provocar a entrada de água na orelha média, o que causaria um rápido resfriamento e uma vertigem imediata. A ruptura da janela redonda, pode causar a vertigem alternobárica, pelo aumento da pressão, o que implicará na perda do equilíbrio, não percebendo o mergulhador se está indo para o fundo ou para a superfície.</p>
<p>Outra regra básica é evitar mergulhar em caso de resfriado ou gripe, pois nestas situações, a mucosa que recobre a tuba auditiva, ficará inflamada, e ocorrerá também a produção de secreções pelo organismo, fatores estes que diminuirão a possibilidade da passagem do ar das via aéreas para a orelha média, impedindo assim a equalização.</p>
<p>O uso de descongestionantes também não é uma boa ideia, pois caso seu efeito passe durante o mergulho, poderá provocar uma situação de bloqueio reverso.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-3997 size-full" style="margin-top: 20px;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-equalizacao-04.jpg" alt="" width="900" height="542" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-equalizacao-04.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-equalizacao-04-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-equalizacao-04-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/img-equalizacao-04-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><br />
<strong>Fisiologia do mergulho: o cuidado com a equalização das orelhas</strong></p>
<p>Alguns equipamentos, como por exemplo as máscaras do tipo “full face”, exigem técnicas diferenciadas para a equalização das orelhas e exigem um treinamento especializado, que podem ser aprendidas em um curso FULL FACE MASK da NAUI, como uma excelente opção.</p>
<p>É interessante abordar que muitos mergulhadores, com o tempo e a prática das atividades subaquáticas, acabam por conseguir equalizar as orelhas com um simples mexer das mandíbulas, sem necessariamente pinçar o nariz para isso.</p>
<p>O tema aqui descrito, é detalhadamente discutido no curso de mergulho básico SCUBA DIVER OPEN WATER NAUI, assim como outras matérias como física, fisiologia meio ambiente, teorias de descompressão e tabelas de mergulho, planejamento e equipamentos.</p>
<p><strong>Referências:</strong> Manuais de Mergulho da <a href="http://www.naui.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">National Association Of Underwaters Instructors</a></p>
<p><a href="https://oceanhub.com.br/categoria/fisiologia/">Leia mais artigos</a> sobre Fisiologia aqui no OceanHub Brasil!</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="autor-artigo">
<p><img loading="lazy" style="float: left; margin: 0 20px 20px 0;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/04/foto-alvanir-oliveira.jpg" alt="Alvanir Jornada" width="200" height="200" /></p>
<p class="nome-do-autor">Quem é o autor deste artigo?</p>
<p><strong>Alvanir Jornada</strong> é representante internacional de Treinamento da National Association Of Underwater Instructors e diretor presidente do escritório da <a href="http://www.naui.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">NAUI Mercosul.</a> Também é proprietário da <a href="https://www.jornadasub.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jornada Sub</a>, em Jundiaí. Instrutor de mergulho recreativo, técnico, científico e militar. Como course diretor NAUI, já conduziu mais de 40 Cursos de Formação de Instrutores desde 2002. Ministrou diversos treinamentos em grupos especiais do Exército, Marinha, Força Aérea e Polícia Federal. Também tem importantes participações na área do mergulho científico, atuando em projetos nas áreas de Arqueologia Subaquática e de Biologia Marinha, inclusive fora do Brasil. NAUI CDT#19845</p>
<p><a href="https://oceanhub.com.br/author/alvanir-jornada/">Leia todos os artigos</a> deste colunista.</p>
</div>
<p><!-- LOMADEE - BEGIN --><br />
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<!-- LOMADEE - END --></p>
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		<title>Quais são os equipamentos do mergulho técnico?</title>
		<link>https://oceanhub.com.br/2020/06/09/quais-sao-os-equipamentos-do-mergulho-tecnico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Joe Botero]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2020 14:34:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulho Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[equipamentos de mergulho]]></category>
		<category><![CDATA[mergulho técnico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em artigo anterior, apresentamos quais as principais subdivisões de treinamento do Mergulho Técnico. Chegou a hora de conhecer os equipamentos mais comumente utilizados para prática da atividade. De acordo com o curso escolhido e o nível de treinamento do aluno, haverá exigência de equipamentos específicos....</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Em <a href="https://oceanhub.com.br/2020/05/07/o-que-e-o-mergulho-tecnico/">artigo anterior</a>, apresentamos quais as principais subdivisões de treinamento do <a href="https://www.amigosdojoe.com.br/cursos-tecnicos-2/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Mergulho Técnico.</a> Chegou a hora de conhecer os equipamentos mais comumente utilizados para prática da atividade.</strong></p>
<p>De acordo com o curso escolhido e o nível de treinamento do aluno, haverá exigência de equipamentos específicos. No entanto, uma grande vantagem do Mergulho Técnico é que a configuração dos equipamentos é feita de forma bem lógica e com o intuito de fornecer o maior nível de segurança possível ao mergulhador.</p>
<p>As configurações utilizadas, hoje em dia, são resultado de erros, acertos e anos de testes por mergulhadores espalhados mundo afora, até alcançarmos um equilíbrio entre o que é realmente necessário e a segurança do mergulhador. A maior parte dos equipamentos é usada em todas as diversas modalidades da atividade.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-3931" style="margin: 20px 0;" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/equipamentos-mergulho-tecnico-03.jpg" alt="Quais são os equipamentos técnicos de mergulho?" width="900" height="542" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/equipamentos-mergulho-tecnico-03.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/equipamentos-mergulho-tecnico-03-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/equipamentos-mergulho-tecnico-03-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/equipamentos-mergulho-tecnico-03-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p><strong>Em relação ao Mergulho Técnico podemos basear a configuração do equipamento em duas pilastras mestras:</strong></p>
<ul>
<li>Utilizar apenas o necessário. O excesso deve ser evitado sempre.</li>
<li>Redundância que ofereça segurança.</li>
</ul>
<p>Uma característica muito importante dos equipamentos técnicos é que eles são compatíveis com a maioria das modalidades existentes na atividade. Diferentemente do mergulho recreativo onde é comum a necessidade de aquisição de novos equipamentos a cada novo curso que se realiza. Um exemplo clássico para elucidar o que estou afirmando: no <a href="https://www.amigosdojoe.com.br/open-water-diver/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Curso Open Water Diver PADI</a> (primeiro nível) é comum que o aluno possua máscara, snorkel e nadadeiras. No próximo nível de treinamento – <a href="https://www.amigosdojoe.com.br/advanced-open-water-diver/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Advanced Open Water Diver PADI</a> &#8211; normalmente são exigidos ainda lanternas e bússola.</p>
<p>Dentro dessa filosofia, os equipamentos de Mergulho Técnico apresentam um grande diferencial em relação ao usados no âmbito recreacional. Dentre eles podemos citar os mais importantes:</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Cilindros</h3>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-3929 size-full" src="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/equipamentos-mergulho-tecnico-02.jpg" alt="Quais são os equipamentos do mergulho técnico?" width="900" height="542" srcset="https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/equipamentos-mergulho-tecnico-02.jpg 900w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/equipamentos-mergulho-tecnico-02-300x181.jpg 300w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/equipamentos-mergulho-tecnico-02-768x463.jpg 768w, https://oceanhub.com.br/wp-content/uploads/2020/06/equipamentos-mergulho-tecnico-02-700x422.jpg 700w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p>Na maioria das vezes, mas não é regra, devido ao maior tempo de imersão exigido no Mergulho Técnico, são utilizadas duplas de cilindros ou cilindros de maior capacidade. O uso mais comum no âmbito recreacional é o cilindro de alumínio (padrão S80). No mergulho técnico é muito comum o uso de cilindros de aço de 15 litros ou 18 litros e, na maioria das vezes, eles são usados em duplas. Neste segundo caso, as duplas são interligadas através de um sistema de válvulas denominado “manifold”. Tem se intensificado o uso de cilindros fixos ao lado do corpo do mergulhador em uma modalidade denominada <a href="https://www.amigosdojoe.com.br/tec-sidemount/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sidemount.</a></p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Reguladores</h3>
<p>São usados reguladores balanceados e de alta performance que permitem um menor esforço respiratório ao mergulhador. Normalmente a configuração e tamanho das mangueiras é customizada, de acordo com o equipamento e porte físico do usuário, possibilitando assim, mantê-las junto ao corpo e evitando excessos e possíveis enroscos. É normal o uso de uma mangueira longa (média de 2,10 metros) junto ao segundo estágio principal, facilitando o fornecimento de gás a um membro da equipe em caso de emergência.</p>
<p><strong>Regulador – Posto Direito:</strong> composto de um primeiro e segundo estágio de alta performance, uma mangueira de baixa pressão longa (média de 2,10 metros) e uma mangueira de colete de tamanho customizado.</p>
<p>Devido ao seu tamanho, a mangueira do segundo estágio é posicionada em volta do corpo e pescoço do mergulhador e “ancorada” abaixo da lanterna ou na cinta abdominal. Em caso de emergência é o segundo estágio do posto direito que será fornecido ao membro da equipe que estará necessitando de gás.</p>
<p><strong>Regulador – Posto Esquerdo:</strong> composto de um primeiro e segundo estágio de alta performance, preferencialmente do mesmo modelo do posto direito, uma mangueira de baixa pressão de tamanho customizado, uma mangueira de alta pressão de tamanho customizado e manômetro. Enquanto as misturas usadas no treinamento não forem TRIMIX, no caso de uso de roupa seca, a mangueira da roupa pode estar conectada neste posto, possibilitando, assim, redundância de “lift” no caso de pane do posto direito. No caso de uso de misturas TRIMIX a mangueira da roupa seca deve estar conectada em um cilindro reserva com ar ou argônio.</p>
<p><strong>Regulador de stage:</strong> composto de um primeiro e segundo estágio de alta performance, preferencialmente com conexão do tipo DIN, um manômetro e uma mangueira de alta pressão de tamanho customizado. Já existe hoje no mercado manômetros que são conectados diretamente ao primeiro estágio.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Máscaras</h3>
<p>É fundamental o uso de duas máscaras. Uma principal e outra reserva.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Bolsos Tec</h3>
<p>Para guarda da máscara reserva, spool, pranchetas e lanternas, uma vez que os coletes ASA, normalmente, não possuem bolsos. Podem estar acoplados às roupas ou podem ser escamoteáveis.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Lanternas</h3>
<p>São utilizadas três lanternas. Uma principal e duas secundárias. As mais usadas como primárias são as do tipo cânister que possuem uma cabeça de luz e uma bateria acondicionada em uma caixa estanque. As secundárias, normalmente são do tipo bastão devido ao reduzido volume e facilidade de configuração junto ao equipamento. Com o avançado da tecnologia as lanternas bastão vem ganhando espaço.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Asas</h3>
<p>Para dar sustentabilidade ao maior peso do equipamento, ao invés do tradicional colete jacket usado no mergulho recreativo, no Mergulho Técnico são usadas coletes tipo Asa. Estes podem ser utilizados em conjunto com “back plates” e sistemas de arreios para fixação, ou o sistema “harness”. No primeiro exemplo é utilizada uma placa de metal (“back plate”) para fixação e suporte do(s) cilindro(s), no segundo a placa é substituída por um sistema mais confortável, porém muito resistente. Mais atualmente (meados de 2006), surgiram Asas que utilizam o conceito “off the rack” que permite múltiplas configurações (cilindros simples, cilindros duplos e sidemount) em um mesmo sistema.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Carretilhas</h3>
<p>Muito usadas nos mergulhos em caverna, naufrágio, gelo e profundo. Podem ser classificadas em principal e secundárias. As principais são carretilhas que suportam mais cabo em seu carretel (média de 130 metros, mas podem chegar a 300 ou até 500 metros) e são usadas, normalmente, para penetrações em cavernas, naufrágios e gelo. As secundárias (de porte menor – normalmente 30 ou 50 metros) são usadas como cabo de ligação e lançamento de “deco marker/lift bag”. O número de carretilhas secundárias depende do tipo de mergulho a ser realizado (muito comum o uso do tipo “spool”).</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Roupas</h3>
<p>Na maioria das vezes, devido ao longo tempo de exposição ao frio, o Mergulho Técnico exige o uso de roupas que ofereçam maior proteção térmica como as roupas semi-secas ou secas. No segundo caso é normal o uso, por baixo da roupa, de macacões, denominados “undergarments” e também um sistema de injeção de gás (ar ou argônio) dentro da roupa. Tudo isso para uma maior proteção térmica para uso em águas frias ou longos períodos de mergulho. O uso do capuz é comumente necessário.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Nadadeiras</h3>
<p>É comum o uso de nadadeiras abertas com molas ao invés de tiras, palas de menor porte e com sistema de propulsão com maior eficiência.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Facas</h3>
<p>As fixadas nas tiras de ombro, cintura ou braço, normalmente, são as mais utilizadas do que as de pernas. Devem possuir bom corte, inclusive serrilhados para qualquer tipo de cabo. Muito comum o uso de Z-knifes ou tesouras para corte de linhas.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Computadores</h3>
<p>Com o avanço da tecnologia os computadores de mergulho tem apresentado cada vez mais funções. Controlam limites não descompressivos (LNDs), paradas de descompressão, permitem o uso de múltiplas misturas durante a imersão, informam o consumo de gás, etc. O importante é ter uma ferramenta compatível com o mergulho a ser realizado. A redundância é fundamental, por isso o uso de dois computadores é primordial.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Deco Markers e Lift Bags</h3>
<p>Usados para auxílio nas descompressões fixas ou a deriva, como redundância de flutuabilidade e sinalizadores de superfície.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Wet Notes e Wrist Table</h3>
<p>Pranchetas de escrita subaquática para anotações, comunicação e consultas do planejamento do mergulho.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Mosquetões</h3>
<p>Usados para fixação de equipamentos, tais como: segundo estágio principal (quando não está sendo utilizado), lanternas, manômetro, carretilhas, decomarker, stages, etc. Devem se adaptar ao tamanho da mão do mergulhador, não permitirem enrosco de cabos e suportar o peso do equipamento.</p>
<p>Caso tenha alguma dúvida ou curiosidade sobre os equipamentos pode <a href="https://www.amigosdojoe.com.br/contato/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">entrar em contato</a> que estarei a disposição para ajudar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="autor-artigo">
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<p class="nome-do-autor">Quem é o autor deste artigo?</p>
<p><strong>Joe Botero</strong> é IDC STAFF PADI e TEC INSTRUCTOR por 5 agências internacionais. Formado em Ciências da Computação e Pós Graduado em Administração de Empresas. Fundador e Diretor de Cursos do Centro de Mergulho Amigos do Joe, de São Paulo. Possui larga experiência em educação e treinamento subaquático com mais de 14.000 alunos formados ao longo de 36 anos de instrução de mergulho em 74 modalidades distintas.</p>
<p><a href="https://oceanhub.com.br/author/joe-botero/">Leia todos os artigos</a> deste colunista.</p>
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		<title>Dicas de livros: Jacques Cousteau, O Rei dos Mares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2020 19:50:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Livros sobre mergulho]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de livros]]></category>
		<category><![CDATA[Jacques Cousteau]]></category>
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<p><strong>Autor:</strong> Brad Matsen</p>
<p>Uma biografia de Jacques Cousteau sem precedentes, contada por um mestre que revela o indivíduo fascinante e irresistível por trás do personagem de televisão. Inventor do Aqualung e destemido mergulhador, Jacques Cousteau abriu os oceanos para enormes audiências pela primeira vez na história. Aqui, com a cooperação de vários dos amigos íntimos e familiares dele, Brad Matsen retrata, claramente, a vida extraordinária deste homem; mostrando-nos o pai, o militar, o inventor, o empresário e o aventureiro, por detrás daquele rosto público. Transportando-nos vividamente, através das pessoas, da ciência e dos encantos do mar que moldaram a vida de Cousteau, Matsen faz uma brilhante e realista descrição do homem que alterou o modo de vida em nosso planeta.</p>
<h3 class="subtitulos-especiais">Informações técnicas do livro</h3>
<p><strong>Capa comum:</strong> 280 páginas<br />
<strong>Editora:</strong> Cultura Sub; Edição: 1ª (2012)<br />
<strong>Idioma:</strong> Português<br />
<strong>ISBN-10:</strong> 8564010062<br />
<strong>ISBN-13:</strong> 978-8564010062<br />
<strong>Peso de envio:</strong> 322 g</p>
<p>Você pode comprar este livro na Amazon: <a target="_blank" href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8564010062/ref=as_li_tl?ie=UTF8&#038;camp=1789&#038;creative=9325&#038;creativeASIN=8564010062&#038;linkCode=as2&#038;tag=oceanhubbrasi-20&#038;linkId=621c97981ffdcdf5b26def1aebe40fec" rel="noopener noreferrer">Jacques Cousteau &#8211; O Rei Dos Mares</a><img loading="lazy" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=oceanhubbrasi-20&#038;l=am2&#038;o=33&#038;a=8564010062" width="1" height="1" border="0" alt="" style="border:none !important; margin:0px !important;" /></p>
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