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        <title>Rostos da Aldeia</title>
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        <description>História contadas na primeira pessoa por quem sempre viveu nas nossas aldeias, ou de quem nelas se decidiu instalar. Conversa com gente impulsionadora da mudança e criadora da diferença, que com o seu exemplo e militância ajudam a combater o despovoamento do interior.</description>
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            <title>Podcast Rostos da Aldeia</title>
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            <title><![CDATA[Isabel Silvestre, a voz de Manhouce]]></title>
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            <pubDate>Thu, 10 Aug 2023 02:16:00 GMT</pubDate>
            
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            <description><![CDATA[<p>Hoje vamos ao concelho de São Pedro do Sul, visitar Manhouce e conversar com <a href="https://www.rostosdaaldeia.pt/viseu/manhouce/isabel-silvestre-manhouce/">Isabel Silvestre</a>. Ela é o rosto do <a href="https://www.publico.pt/podcast-rostos-aldeia">podcast Rostos da Aldeia</a> e é uma das vozes mais conhecidas - e reconhecidas - de Portugal, e é uma das principais dinamizadoras dos muitos eventos culturais que continuam a ter como palco esta bonita aldeia serrana. Isabel Silvestre tem 81 anos, mas é como se tivesse apenas 18, se em causa estiver a sua força de vontade e as muitas coisas que ainda quer fazer. Em Manhouce, conhecem-na como a professora da Benta. Mas Isabel Silvestre correu mundo. Com Rão Kyao, com Rui Reininho, com Vitorino, com as Vozes de Manhouce. Ela é a Pronúncia do Norte, e está agora empenhada em levar o canto de mulheres a três vozes a Património Cultural Imaterial.<o:p></o:p></p>]]></description>
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            <title><![CDATA[Fábio Gabriel, o construtor de machadas corticeiras ]]></title>
            <link>http://www.publico.pt</link>
            <pubDate>Thu, 27 Jul 2023 02:14:00 GMT</pubDate>
            
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            <description><![CDATA[<p>Desta vez o podcast Rostos da Aldeia leva-nos até à aldeia de Azerveira, em Coruche, para conhecer <a href="https://www.rostosdaaldeia.pt/santarem/coruche/fabio-gabriel-construtor-de-machadas/">Fábio Gabriel, um jovem serralheiro de 36 anos </a>e que é hoje um dos poucos, e seguramente o mais novo do país, a levar à forja as machadas corticeiras. Fábio nasceu e cresceu entre tiradores de cortiça e de homens da floresta. Também ele andou, com a machada do pai, a tirar cortiça aos sobreiros da família e de outros proprietários da região. Até que quis comprar uma machada nova. E quando andava à procura de comprar uma, acabou por comprar todo o espólio de um dos mais conhecidos fabricantes da famosa machada montargileira. A oficina ia fechar - mas Fábio Gabriel não deixou, e decidiu ele próprio aprender a fazê- las.<o:p></o:p></p>]]></description>
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            <content:encoded><![CDATA[<p>Desta vez o podcast Rostos da Aldeia leva-nos até à aldeia de Azerveira, em Coruche, para conhecer <a href="https://www.rostosdaaldeia.pt/santarem/coruche/fabio-gabriel-construtor-de-machadas/">Fábio Gabriel, um jovem serralheiro de 36 anos </a>e que é hoje um dos poucos, e seguramente o mais novo do país, a levar à forja as machadas corticeiras. Fábio nasceu e cresceu entre tiradores de cortiça e de homens da floresta. Também ele andou, com a machada do pai, a tirar cortiça aos sobreiros da família e de outros proprietários da região. Até que quis comprar uma machada nova. E quando andava à procura de comprar uma, acabou por comprar todo o espólio de um dos mais conhecidos fabricantes da famosa machada montargileira. A oficina ia fechar - mas Fábio Gabriel não deixou, e decidiu ele próprio aprender a fazê- las.<o:p></o:p></p>]]></content:encoded>
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            <googleplay:description><![CDATA[<p>Desta vez o podcast Rostos da Aldeia leva-nos até à aldeia de Azerveira, em Coruche, para conhecer <a href="https://www.rostosdaaldeia.pt/santarem/coruche/fabio-gabriel-construtor-de-machadas/">Fábio Gabriel, um jovem serralheiro de 36 anos </a>e que é hoje um dos poucos, e seguramente o mais novo do país, a levar à forja as machadas corticeiras. Fábio nasceu e cresceu entre tiradores de cortiça e de homens da floresta. Também ele andou, com a machada do pai, a tirar cortiça aos sobreiros da família e de outros proprietários da região. Até que quis comprar uma machada nova. E quando andava à procura de comprar uma, acabou por comprar todo o espólio de um dos mais conhecidos fabricantes da famosa machada montargileira. A oficina ia fechar - mas Fábio Gabriel não deixou, e decidiu ele próprio aprender a fazê- las.<o:p></o:p></p>]]></googleplay:description>
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            <title><![CDATA[Eduardo Correia, o director artístico de Campo Benfeito]]></title>
            <link>http://www.publico.pt</link>
            <pubDate>Thu, 06 Jul 2023 19:26:18 GMT</pubDate>
            
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            <description><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Neste episódio do Rostos da Aldeia vamos até Campo </span>Benfeito<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">, uma aldeia do concelho de Castro Daire localizada em plena Serra de Montemuro. Foi lá que </span><a href="https://www.rostosdaaldeia.pt/viseu/campo-benfeito/eduardo-correia-teatro-montemuro/" style="color: rgb(168, 0, 20); border-bottom: 1px solid rgb(202, 202, 202); text-decoration-line: none; font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Eduardo Correia fundou, há mais de 30 anos, a companhia do Teatro Regional da Serra do Montemuro</a><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">. A companhia emprega sete habitantes da aldeia e organiza, todos os anos, o Festival Altitudes, um evento que atrai à </span>aldeia<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> muitos visitantes. É por causa desse festival que no verão Campo </span>Benfeito<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> chega a ter quase 300 habitantes. No resto do ano tem pouco mais de 40. Eduardo Correia já correu mundo com a sua companhia de teatro, mas volta sempre à aldeia onde nasceu. E não pensa sair de Campo </span>Benfeito<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">.</span></p>]]></description>
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            <content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Neste episódio do Rostos da Aldeia vamos até Campo </span>Benfeito<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">, uma aldeia do concelho de Castro Daire localizada em plena Serra de Montemuro. Foi lá que </span><a href="https://www.rostosdaaldeia.pt/viseu/campo-benfeito/eduardo-correia-teatro-montemuro/" style="color: rgb(168, 0, 20); border-bottom: 1px solid rgb(202, 202, 202); text-decoration-line: none; font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Eduardo Correia fundou, há mais de 30 anos, a companhia do Teatro Regional da Serra do Montemuro</a><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">. A companhia emprega sete habitantes da aldeia e organiza, todos os anos, o Festival Altitudes, um evento que atrai à </span>aldeia<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> muitos visitantes. É por causa desse festival que no verão Campo </span>Benfeito<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> chega a ter quase 300 habitantes. No resto do ano tem pouco mais de 40. Eduardo Correia já correu mundo com a sua companhia de teatro, mas volta sempre à aldeia onde nasceu. E não pensa sair de Campo </span>Benfeito<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">.</span></p>]]></content:encoded>
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            <googleplay:description><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Neste episódio do Rostos da Aldeia vamos até Campo </span>Benfeito<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">, uma aldeia do concelho de Castro Daire localizada em plena Serra de Montemuro. Foi lá que </span><a href="https://www.rostosdaaldeia.pt/viseu/campo-benfeito/eduardo-correia-teatro-montemuro/" style="color: rgb(168, 0, 20); border-bottom: 1px solid rgb(202, 202, 202); text-decoration-line: none; font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Eduardo Correia fundou, há mais de 30 anos, a companhia do Teatro Regional da Serra do Montemuro</a><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">. A companhia emprega sete habitantes da aldeia e organiza, todos os anos, o Festival Altitudes, um evento que atrai à </span>aldeia<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> muitos visitantes. É por causa desse festival que no verão Campo </span>Benfeito<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> chega a ter quase 300 habitantes. No resto do ano tem pouco mais de 40. Eduardo Correia já correu mundo com a sua companhia de teatro, mas volta sempre à aldeia onde nasceu. E não pensa sair de Campo </span>Benfeito<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">.</span></p>]]></googleplay:description>
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            <title><![CDATA[Amadeu Castro, o padre de Trevões]]></title>
            <link>http://www.publico.pt</link>
            <pubDate>Thu, 15 Jun 2023 14:26:31 GMT</pubDate>
            
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            <description><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Neste episódio do Rostos da Aldeia vamos até concelho de São João da Pesqueira, conhecer</span><a href="https://www.rostosdaaldeia.pt/viseu/trevoes/amadeu-castro-padre-trevoes/" style="color: rgb(168, 0, 20); border-bottom: 1px solid rgb(202, 202, 202); text-decoration-line: none; font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> o pároco da aldeia vinhateira de Trevões.</a><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> Amadeu Castro nasceu numa aldeia na serra de Montemuro e decidiu ir para o seminário depois do padre da sua aldeia lhe ter garantido que por lá podia jogar bom futebol. A vocação de Amadeu Castro foi posta à prova, mas acabou por seguir por diante. Amadeu terminou o curso, formou-se padre, e foi colocado em estágio na aldeia de </span>Trevões<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">. No início achou que era um castigo. Hoje, com 51 anos de vida e 28 de pároco naquela aldeia, é uma das principais figuras de </span>Trevões<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">. Dá tanta importância ao trabalho social como à componente religiosa - e se isso não lhe tem garantido mais fiéis à igreja, dá-lhe uma sensação de felicidade tremenda por se sentir útil e presente.</span></p>]]></description>
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            <content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Neste episódio do Rostos da Aldeia vamos até concelho de São João da Pesqueira, conhecer</span><a href="https://www.rostosdaaldeia.pt/viseu/trevoes/amadeu-castro-padre-trevoes/" style="color: rgb(168, 0, 20); border-bottom: 1px solid rgb(202, 202, 202); text-decoration-line: none; font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> o pároco da aldeia vinhateira de Trevões.</a><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> Amadeu Castro nasceu numa aldeia na serra de Montemuro e decidiu ir para o seminário depois do padre da sua aldeia lhe ter garantido que por lá podia jogar bom futebol. A vocação de Amadeu Castro foi posta à prova, mas acabou por seguir por diante. Amadeu terminou o curso, formou-se padre, e foi colocado em estágio na aldeia de </span>Trevões<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">. No início achou que era um castigo. Hoje, com 51 anos de vida e 28 de pároco naquela aldeia, é uma das principais figuras de </span>Trevões<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">. Dá tanta importância ao trabalho social como à componente religiosa - e se isso não lhe tem garantido mais fiéis à igreja, dá-lhe uma sensação de felicidade tremenda por se sentir útil e presente.</span></p>]]></content:encoded>
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            <googleplay:description><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Neste episódio do Rostos da Aldeia vamos até concelho de São João da Pesqueira, conhecer</span><a href="https://www.rostosdaaldeia.pt/viseu/trevoes/amadeu-castro-padre-trevoes/" style="color: rgb(168, 0, 20); border-bottom: 1px solid rgb(202, 202, 202); text-decoration-line: none; font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> o pároco da aldeia vinhateira de Trevões.</a><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> Amadeu Castro nasceu numa aldeia na serra de Montemuro e decidiu ir para o seminário depois do padre da sua aldeia lhe ter garantido que por lá podia jogar bom futebol. A vocação de Amadeu Castro foi posta à prova, mas acabou por seguir por diante. Amadeu terminou o curso, formou-se padre, e foi colocado em estágio na aldeia de </span>Trevões<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">. No início achou que era um castigo. Hoje, com 51 anos de vida e 28 de pároco naquela aldeia, é uma das principais figuras de </span>Trevões<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">. Dá tanta importância ao trabalho social como à componente religiosa - e se isso não lhe tem garantido mais fiéis à igreja, dá-lhe uma sensação de felicidade tremenda por se sentir útil e presente.</span></p>]]></googleplay:description>
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            <title><![CDATA[Nuno Gonzalez, o produtor de vinhos de Provesende]]></title>
            <link>http://www.publico.pt</link>
            <pubDate>Thu, 25 May 2023 02:04:00 GMT</pubDate>
            
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            <description><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Neste episódio do </span>podcast<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> Rostos da Aldeia vamos até à aldeia vinhateira de Provesende, no concelho de Sabrosa, conhecer </span><a href="https://www.rostosdaaldeia.pt/vila-real/provesende/nuno-gonzalez-quinta-fonte-do-milho/" style="color: rgb(168, 0, 20); border-bottom: 1px solid rgb(202, 202, 202); text-decoration-line: none; font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Nuno Gonzalez,</a><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> o dono da Quinta da Fonte do Milho. Esta quinta estava na posse da família de Nuno há décadas, mas nem os avós, nem os pais chegaram a lá viver. Foi quando teve de optar entre vender a propriedade ou assumi-la como o seu trabalho principal que Nuno - um apaixonado por automóveis, formado em gestão - largou a cidade de Vila Real, onde nasceu e cresceu, para se mudar de armas e bagagens para a aldeia. Não sabia nada de vinha vem de vinho, mas dispôs-se a aprender. E o negócio não tem parado de crescer.</span></p>]]></description>
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            <content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Neste episódio do </span>podcast<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> Rostos da Aldeia vamos até à aldeia vinhateira de Provesende, no concelho de Sabrosa, conhecer </span><a href="https://www.rostosdaaldeia.pt/vila-real/provesende/nuno-gonzalez-quinta-fonte-do-milho/" style="color: rgb(168, 0, 20); border-bottom: 1px solid rgb(202, 202, 202); text-decoration-line: none; font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Nuno Gonzalez,</a><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> o dono da Quinta da Fonte do Milho. Esta quinta estava na posse da família de Nuno há décadas, mas nem os avós, nem os pais chegaram a lá viver. Foi quando teve de optar entre vender a propriedade ou assumi-la como o seu trabalho principal que Nuno - um apaixonado por automóveis, formado em gestão - largou a cidade de Vila Real, onde nasceu e cresceu, para se mudar de armas e bagagens para a aldeia. Não sabia nada de vinha vem de vinho, mas dispôs-se a aprender. E o negócio não tem parado de crescer.</span></p>]]></content:encoded>
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            <googleplay:description><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Neste episódio do </span>podcast<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> Rostos da Aldeia vamos até à aldeia vinhateira de Provesende, no concelho de Sabrosa, conhecer </span><a href="https://www.rostosdaaldeia.pt/vila-real/provesende/nuno-gonzalez-quinta-fonte-do-milho/" style="color: rgb(168, 0, 20); border-bottom: 1px solid rgb(202, 202, 202); text-decoration-line: none; font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Nuno Gonzalez,</a><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> o dono da Quinta da Fonte do Milho. Esta quinta estava na posse da família de Nuno há décadas, mas nem os avós, nem os pais chegaram a lá viver. Foi quando teve de optar entre vender a propriedade ou assumi-la como o seu trabalho principal que Nuno - um apaixonado por automóveis, formado em gestão - largou a cidade de Vila Real, onde nasceu e cresceu, para se mudar de armas e bagagens para a aldeia. Não sabia nada de vinha vem de vinho, mas dispôs-se a aprender. E o negócio não tem parado de crescer.</span></p>]]></googleplay:description>
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            <title><![CDATA[Hugo Gomes, o artista plástico de Manhouce]]></title>
            <link>http://www.publico.pt</link>
            <pubDate>Thu, 11 May 2023 08:16:00 GMT</pubDate>
            
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            <description><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Neste episódio do Rostos da Aldeia vamos até Manhouce, uma aldeia no concelho de São Pedro do Sul, e </span><a href="https://www.rostosdaaldeia.pt/viseu/manhouce/hugo-gomes-artista-manhouce/" style="color: rgb(168, 0, 20); border-bottom: 1px solid rgb(202, 202, 202); text-decoration-line: none; font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">conhecer Hugo Gomes,</a><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> um jovem de 22 anos muito empenhado em documentar e em valorizar as tradições culturais da sua aldeia. Hugo participa activamente nas colectividades de Manhouce - é cantador no rancho, sabe tocar bandolim e dançar. Não falha um ensaio, mesmo que tal obrigue a deslocações constantes entre a sua aldeia, e cidade de Caldas da Rainha, onde está a terminar a licenciatura em Artes Plásticas. Hugo diz que gostaria de ser professor de desenho numa escola secundária. Para já, assume-se como um jovem artista, um criativo que pinta lousas de xisto com imagens dos trajes tradicionais e é o mentor do projecto </span><em style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Amanhouçar</em><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">, no qual recolhe as tradições e costumes, recentes e antigos, da aldeia que o apaixona.</span></p><div> </div>]]></description>
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            <content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Neste episódio do Rostos da Aldeia vamos até Manhouce, uma aldeia no concelho de São Pedro do Sul, e </span><a href="https://www.rostosdaaldeia.pt/viseu/manhouce/hugo-gomes-artista-manhouce/" style="color: rgb(168, 0, 20); border-bottom: 1px solid rgb(202, 202, 202); text-decoration-line: none; font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">conhecer Hugo Gomes,</a><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> um jovem de 22 anos muito empenhado em documentar e em valorizar as tradições culturais da sua aldeia. Hugo participa activamente nas colectividades de Manhouce - é cantador no rancho, sabe tocar bandolim e dançar. Não falha um ensaio, mesmo que tal obrigue a deslocações constantes entre a sua aldeia, e cidade de Caldas da Rainha, onde está a terminar a licenciatura em Artes Plásticas. Hugo diz que gostaria de ser professor de desenho numa escola secundária. Para já, assume-se como um jovem artista, um criativo que pinta lousas de xisto com imagens dos trajes tradicionais e é o mentor do projecto </span><em style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Amanhouçar</em><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">, no qual recolhe as tradições e costumes, recentes e antigos, da aldeia que o apaixona.</span></p><div> </div>]]></content:encoded>
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            <googleplay:description><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Neste episódio do Rostos da Aldeia vamos até Manhouce, uma aldeia no concelho de São Pedro do Sul, e </span><a href="https://www.rostosdaaldeia.pt/viseu/manhouce/hugo-gomes-artista-manhouce/" style="color: rgb(168, 0, 20); border-bottom: 1px solid rgb(202, 202, 202); text-decoration-line: none; font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">conhecer Hugo Gomes,</a><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> um jovem de 22 anos muito empenhado em documentar e em valorizar as tradições culturais da sua aldeia. Hugo participa activamente nas colectividades de Manhouce - é cantador no rancho, sabe tocar bandolim e dançar. Não falha um ensaio, mesmo que tal obrigue a deslocações constantes entre a sua aldeia, e cidade de Caldas da Rainha, onde está a terminar a licenciatura em Artes Plásticas. Hugo diz que gostaria de ser professor de desenho numa escola secundária. Para já, assume-se como um jovem artista, um criativo que pinta lousas de xisto com imagens dos trajes tradicionais e é o mentor do projecto </span><em style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Amanhouçar</em><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">, no qual recolhe as tradições e costumes, recentes e antigos, da aldeia que o apaixona.</span></p><div> </div>]]></googleplay:description>
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            <title><![CDATA[António Matos, o padeiro de Provesende]]></title>
            <link>http://www.publico.pt</link>
            <pubDate>Fri, 21 Apr 2023 17:42:02 GMT</pubDate>
            
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            <description><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Neste episódio do </span>podcast<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> Rostos da Aldeia vamos até Provesende, uma aldeia do concelho de Sabrosa, </span><a href="https://www.rostosdaaldeia.pt/vila-real/provesende/antonio-matos-padeiro-provesende/" style="color: rgb(168, 0, 20); border-bottom: 1px solid rgb(202, 202, 202); text-decoration-line: none; font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">conhecer António Matos</a><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">. E vamos encontrá-lo junto a um gigantesco fogão a lenha, onde está a enfornar as centenas de bolas de pão, ora de centeio, ora de trigo, que religiosamente faz, seguindo as receitas da sua mãe. António Joseph, como lhe chamam na aldeia, já andou pela Arábia Saudita e pela Suíça, mas tenciona acabar os seus dias de trabalho junto àquele forno onde sempre viu a mãe a cozer pão. E, recusando haver grandes segredos, garante que faz tudo da mesma maneira, desde sempre. O forno fica pronto de véspera, com lenha pronta, e as farinhas pesadas e prontas a amassar. Num dia faz broas de milho e </span>no outro broas<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> de centeio. Aprendeu com a mãe que o pão é como o comboio, </span>não espera<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> por ninguém. Diz que a vida na padaria não é fácil nem é para todos. Mas espera poder continuar por muito tempo.</span></p>]]></description>
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            <content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Neste episódio do </span>podcast<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> Rostos da Aldeia vamos até Provesende, uma aldeia do concelho de Sabrosa, </span><a href="https://www.rostosdaaldeia.pt/vila-real/provesende/antonio-matos-padeiro-provesende/" style="color: rgb(168, 0, 20); border-bottom: 1px solid rgb(202, 202, 202); text-decoration-line: none; font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">conhecer António Matos</a><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">. E vamos encontrá-lo junto a um gigantesco fogão a lenha, onde está a enfornar as centenas de bolas de pão, ora de centeio, ora de trigo, que religiosamente faz, seguindo as receitas da sua mãe. António Joseph, como lhe chamam na aldeia, já andou pela Arábia Saudita e pela Suíça, mas tenciona acabar os seus dias de trabalho junto àquele forno onde sempre viu a mãe a cozer pão. E, recusando haver grandes segredos, garante que faz tudo da mesma maneira, desde sempre. O forno fica pronto de véspera, com lenha pronta, e as farinhas pesadas e prontas a amassar. Num dia faz broas de milho e </span>no outro broas<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> de centeio. Aprendeu com a mãe que o pão é como o comboio, </span>não espera<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> por ninguém. Diz que a vida na padaria não é fácil nem é para todos. Mas espera poder continuar por muito tempo.</span></p>]]></content:encoded>
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            <googleplay:description><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Neste episódio do </span>podcast<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> Rostos da Aldeia vamos até Provesende, uma aldeia do concelho de Sabrosa, </span><a href="https://www.rostosdaaldeia.pt/vila-real/provesende/antonio-matos-padeiro-provesende/" style="color: rgb(168, 0, 20); border-bottom: 1px solid rgb(202, 202, 202); text-decoration-line: none; font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">conhecer António Matos</a><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">. E vamos encontrá-lo junto a um gigantesco fogão a lenha, onde está a enfornar as centenas de bolas de pão, ora de centeio, ora de trigo, que religiosamente faz, seguindo as receitas da sua mãe. António Joseph, como lhe chamam na aldeia, já andou pela Arábia Saudita e pela Suíça, mas tenciona acabar os seus dias de trabalho junto àquele forno onde sempre viu a mãe a cozer pão. E, recusando haver grandes segredos, garante que faz tudo da mesma maneira, desde sempre. O forno fica pronto de véspera, com lenha pronta, e as farinhas pesadas e prontas a amassar. Num dia faz broas de milho e </span>no outro broas<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> de centeio. Aprendeu com a mãe que o pão é como o comboio, </span>não espera<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> por ninguém. Diz que a vida na padaria não é fácil nem é para todos. Mas espera poder continuar por muito tempo.</span></p>]]></googleplay:description>
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            <title><![CDATA[António Matias, o tirador de cortiça de Coruche]]></title>
            <link>http://www.publico.pt</link>
            <pubDate>Mon, 10 Apr 2023 12:45:40 GMT</pubDate>
            
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            <description><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Neste episódio do Rostos da Aldeia vamos até Coruche, um dos mais extensos concelhos de Portugal, e vamos até à freguesia de Santana do Mato conhecer </span><a href="https://www.rostosdaaldeia.pt/santarem/coruche/antonio-matias-tirador-de-cortica/" style="color: rgb(168, 0, 20); border-bottom: 1px solid rgb(202, 202, 202); text-decoration-line: none; font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">António Matias</a><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">, uma das últimas pessoas que ainda sabe tirar cortiça à falca com uma enxó. As palavras “falca” e “enxó” podem não dizer nada a muita gente, mas nas planícies corticeiras de Coruche são termos muito usados. A </span><em style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">falca</em><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> é a lenha que se retira da poda das árvores. A </span><em style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">enxó </em><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">é a pequena machadinha com que se lhe retira a cortiça. António Matias começou a trabalhar com seis anos de idade e só parou aos 82. E foi preciso um AVC para pousar as machadas corticeiras e as enxós. Já fez de tudo na sua longa vida de agricultor mas, se pousou os </span><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">objectos</span><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> de trabalho, não tenciona pousar o </span>cartachinho<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> – o “instrumento musical” que toca no grupo </span><em style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Os Camponeses, </em><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">de Santana do Mato.</span></p>]]></description>
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            <content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Neste episódio do Rostos da Aldeia vamos até Coruche, um dos mais extensos concelhos de Portugal, e vamos até à freguesia de Santana do Mato conhecer </span><a href="https://www.rostosdaaldeia.pt/santarem/coruche/antonio-matias-tirador-de-cortica/" style="color: rgb(168, 0, 20); border-bottom: 1px solid rgb(202, 202, 202); text-decoration-line: none; font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">António Matias</a><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">, uma das últimas pessoas que ainda sabe tirar cortiça à falca com uma enxó. As palavras “falca” e “enxó” podem não dizer nada a muita gente, mas nas planícies corticeiras de Coruche são termos muito usados. A </span><em style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">falca</em><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> é a lenha que se retira da poda das árvores. A </span><em style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">enxó </em><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">é a pequena machadinha com que se lhe retira a cortiça. António Matias começou a trabalhar com seis anos de idade e só parou aos 82. E foi preciso um AVC para pousar as machadas corticeiras e as enxós. Já fez de tudo na sua longa vida de agricultor mas, se pousou os </span><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">objectos</span><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> de trabalho, não tenciona pousar o </span>cartachinho<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> – o “instrumento musical” que toca no grupo </span><em style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Os Camponeses, </em><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">de Santana do Mato.</span></p>]]></content:encoded>
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            <googleplay:description><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Neste episódio do Rostos da Aldeia vamos até Coruche, um dos mais extensos concelhos de Portugal, e vamos até à freguesia de Santana do Mato conhecer </span><a href="https://www.rostosdaaldeia.pt/santarem/coruche/antonio-matias-tirador-de-cortica/" style="color: rgb(168, 0, 20); border-bottom: 1px solid rgb(202, 202, 202); text-decoration-line: none; font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">António Matias</a><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">, uma das últimas pessoas que ainda sabe tirar cortiça à falca com uma enxó. As palavras “falca” e “enxó” podem não dizer nada a muita gente, mas nas planícies corticeiras de Coruche são termos muito usados. A </span><em style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">falca</em><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> é a lenha que se retira da poda das árvores. A </span><em style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">enxó </em><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">é a pequena machadinha com que se lhe retira a cortiça. António Matias começou a trabalhar com seis anos de idade e só parou aos 82. E foi preciso um AVC para pousar as machadas corticeiras e as enxós. Já fez de tudo na sua longa vida de agricultor mas, se pousou os </span><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">objectos</span><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> de trabalho, não tenciona pousar o </span>cartachinho<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> – o “instrumento musical” que toca no grupo </span><em style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Os Camponeses, </em><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">de Santana do Mato.</span></p>]]></googleplay:description>
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            <title><![CDATA[Vanessa Sousa, a socióloga de Campo Benfeito]]></title>
            <link>http://www.publico.pt</link>
            <pubDate>Wed, 22 Mar 2023 14:59:54 GMT</pubDate>
            
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            <description><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Neste episódio vamos até Campo </span>Benfeito<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">, uma aldeia do concelho de Castro Daire em plena Serra de Montemuro e vamos conhecer Vanessa Sousa. Vanessa nasceu em Lisboa, mas quando lhe perguntavam de onde era, respondia sempre que era de Campo </span>Benfeito<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">, a terra dos avós. E ao contrário da mãe, que considerava a aldeia o </span><span dir="RTL" style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">“</span><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">fim do mundo”, Vanessa acredita que a aldeia é o princípio de tudo. E quis tanto recuperar a casa da avó e mudar-se para Campo </span>Benfeito<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> que chegou a ir de avião todas as semanas para dar aulas na Universidade de Faro. Hoje gere um Alojamento Local e tem planos para criar um </span><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">projecto</span><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> comunitário de desenvolvimento social.</span></p>]]></description>
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            <content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Neste episódio vamos até Campo </span>Benfeito<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">, uma aldeia do concelho de Castro Daire em plena Serra de Montemuro e vamos conhecer Vanessa Sousa. Vanessa nasceu em Lisboa, mas quando lhe perguntavam de onde era, respondia sempre que era de Campo </span>Benfeito<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">, a terra dos avós. E ao contrário da mãe, que considerava a aldeia o </span><span dir="RTL" style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">“</span><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">fim do mundo”, Vanessa acredita que a aldeia é o princípio de tudo. E quis tanto recuperar a casa da avó e mudar-se para Campo </span>Benfeito<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> que chegou a ir de avião todas as semanas para dar aulas na Universidade de Faro. Hoje gere um Alojamento Local e tem planos para criar um </span><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">projecto</span><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> comunitário de desenvolvimento social.</span></p>]]></content:encoded>
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            <googleplay:description><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Neste episódio vamos até Campo </span>Benfeito<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">, uma aldeia do concelho de Castro Daire em plena Serra de Montemuro e vamos conhecer Vanessa Sousa. Vanessa nasceu em Lisboa, mas quando lhe perguntavam de onde era, respondia sempre que era de Campo </span>Benfeito<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">, a terra dos avós. E ao contrário da mãe, que considerava a aldeia o </span><span dir="RTL" style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">“</span><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">fim do mundo”, Vanessa acredita que a aldeia é o princípio de tudo. E quis tanto recuperar a casa da avó e mudar-se para Campo </span>Benfeito<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> que chegou a ir de avião todas as semanas para dar aulas na Universidade de Faro. Hoje gere um Alojamento Local e tem planos para criar um </span><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">projecto</span><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> comunitário de desenvolvimento social.</span></p>]]></googleplay:description>
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            <title><![CDATA[Sandra Pinto, a escultora de Santo António do Baldio]]></title>
            <link>http://www.publico.pt</link>
            <pubDate>Thu, 23 Feb 2023 22:22:19 GMT</pubDate>
            
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            <description><![CDATA[<p>Neste episódio vamos até ao Alentejo, ao concelho de Reguengos de Monsaraz e à aldeia de Santo António do Baldio. Vamos conhecer Sandra Pinto, uma mulher de 48 anos, nascida e criada em Lisboa e formada em geografia. Sandra foi professora durante seis anos. Trocou a docência pelo figurado em barro e começou a sonhar com uma casa no campo para a reforma. Mas quando o marido rescindiu o contrato com a empresa onde trabalhava, decidiram antecipar a ideia. E aos 40 anos, com duas filhas adolescentes, mudaram de vida e foram viver para a aldeia onde tinham uma casa de férias. Chegaram em 2012, e a vida no Alentejo só fez aumentar a criatividade artística de Sandra. O Alentejo, o cante, os compadres, os vizinhos estão todos nas figuras de barro que Sandra Pinto vende para todo o lado.</p>]]></description>
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            <content:encoded><![CDATA[<p>Neste episódio vamos até ao Alentejo, ao concelho de Reguengos de Monsaraz e à aldeia de Santo António do Baldio. Vamos conhecer Sandra Pinto, uma mulher de 48 anos, nascida e criada em Lisboa e formada em geografia. Sandra foi professora durante seis anos. Trocou a docência pelo figurado em barro e começou a sonhar com uma casa no campo para a reforma. Mas quando o marido rescindiu o contrato com a empresa onde trabalhava, decidiram antecipar a ideia. E aos 40 anos, com duas filhas adolescentes, mudaram de vida e foram viver para a aldeia onde tinham uma casa de férias. Chegaram em 2012, e a vida no Alentejo só fez aumentar a criatividade artística de Sandra. O Alentejo, o cante, os compadres, os vizinhos estão todos nas figuras de barro que Sandra Pinto vende para todo o lado.</p>]]></content:encoded>
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            <googleplay:description><![CDATA[<p>Neste episódio vamos até ao Alentejo, ao concelho de Reguengos de Monsaraz e à aldeia de Santo António do Baldio. Vamos conhecer Sandra Pinto, uma mulher de 48 anos, nascida e criada em Lisboa e formada em geografia. Sandra foi professora durante seis anos. Trocou a docência pelo figurado em barro e começou a sonhar com uma casa no campo para a reforma. Mas quando o marido rescindiu o contrato com a empresa onde trabalhava, decidiram antecipar a ideia. E aos 40 anos, com duas filhas adolescentes, mudaram de vida e foram viver para a aldeia onde tinham uma casa de férias. Chegaram em 2012, e a vida no Alentejo só fez aumentar a criatividade artística de Sandra. O Alentejo, o cante, os compadres, os vizinhos estão todos nas figuras de barro que Sandra Pinto vende para todo o lado.</p>]]></googleplay:description>
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            <title><![CDATA[Miguel Ferreira, o enólogo de Favaios]]></title>
            <link>http://www.publico.pt</link>
            <pubDate>Thu, 09 Feb 2023 04:46:00 GMT</pubDate>
            
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            <description><![CDATA[<p>Neste episódio vamos até ao Douro, ao planalto de Favaios, no concelho Alijó, conhecer o enólogo Miguel Ferreira. Miguel nasceu em Penafiel há 44 anos e não tinha qualquer ligação às vinhas. Tirou o curso de Enologia em Vila Real, onde conheceu a mulher, Berta Resende. Berta também é de um concelho do Douro, Tabuaço, mas também ela nunca tinha trabalhado com vinho ou nas vinhas. Agora compraram uma vinha em Favaios e estão a experimentar novas práticas de viticultura.</p>]]></description>
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            <content:encoded><![CDATA[<p>Neste episódio vamos até ao Douro, ao planalto de Favaios, no concelho Alijó, conhecer o enólogo Miguel Ferreira. Miguel nasceu em Penafiel há 44 anos e não tinha qualquer ligação às vinhas. Tirou o curso de Enologia em Vila Real, onde conheceu a mulher, Berta Resende. Berta também é de um concelho do Douro, Tabuaço, mas também ela nunca tinha trabalhado com vinho ou nas vinhas. Agora compraram uma vinha em Favaios e estão a experimentar novas práticas de viticultura.</p>]]></content:encoded>
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            <googleplay:description><![CDATA[<p>Neste episódio vamos até ao Douro, ao planalto de Favaios, no concelho Alijó, conhecer o enólogo Miguel Ferreira. Miguel nasceu em Penafiel há 44 anos e não tinha qualquer ligação às vinhas. Tirou o curso de Enologia em Vila Real, onde conheceu a mulher, Berta Resende. Berta também é de um concelho do Douro, Tabuaço, mas também ela nunca tinha trabalhado com vinho ou nas vinhas. Agora compraram uma vinha em Favaios e estão a experimentar novas práticas de viticultura.</p>]]></googleplay:description>
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            <title><![CDATA[Mário Rocha, o pintor de Arga]]></title>
            <link>http://www.publico.pt</link>
            <pubDate>Wed, 01 Feb 2023 20:05:04 GMT</pubDate>
            
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            <description><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Neste episódio vamos até ao Alto Minho e subir a Serra de </span>Arga<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">, até chegar a </span>Arga<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> de Baixo, no concelho de Caminha. É lá que vamos encontrar Mário Rocha, um pintor de 67 anos que trocou a casa no Porto, onde viveu quase toda a vida, pelo </span>atelier<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> que instalou no meio da serra. Foi há mais de 30 anos, quando ia a caminho da famosa romaria de São João </span>D’Arga<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">, a festa em que há concertinas a tocar em despique pela noite dentro, que Mário Rocha se apaixonou por aquele lugar e comprou uma casa em ruínas. No início era só uma casa de férias. Mas logo lhe abriu as portas para fazer o primeiro Arte na Leira, uma exposição de artes plásticas em plena serra. O evento, anual, aparece nos cartazes oficiais de Caminha. E hoje em dia, </span>Arga<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> de Baixo já é morada do pintor o ano todo.</span></p>]]></description>
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            <content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Neste episódio vamos até ao Alto Minho e subir a Serra de </span>Arga<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">, até chegar a </span>Arga<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> de Baixo, no concelho de Caminha. É lá que vamos encontrar Mário Rocha, um pintor de 67 anos que trocou a casa no Porto, onde viveu quase toda a vida, pelo </span>atelier<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> que instalou no meio da serra. Foi há mais de 30 anos, quando ia a caminho da famosa romaria de São João </span>D’Arga<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">, a festa em que há concertinas a tocar em despique pela noite dentro, que Mário Rocha se apaixonou por aquele lugar e comprou uma casa em ruínas. No início era só uma casa de férias. Mas logo lhe abriu as portas para fazer o primeiro Arte na Leira, uma exposição de artes plásticas em plena serra. O evento, anual, aparece nos cartazes oficiais de Caminha. E hoje em dia, </span>Arga<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> de Baixo já é morada do pintor o ano todo.</span></p>]]></content:encoded>
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            <googleplay:description><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">Neste episódio vamos até ao Alto Minho e subir a Serra de </span>Arga<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">, até chegar a </span>Arga<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> de Baixo, no concelho de Caminha. É lá que vamos encontrar Mário Rocha, um pintor de 67 anos que trocou a casa no Porto, onde viveu quase toda a vida, pelo </span>atelier<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> que instalou no meio da serra. Foi há mais de 30 anos, quando ia a caminho da famosa romaria de São João </span>D’Arga<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;">, a festa em que há concertinas a tocar em despique pela noite dentro, que Mário Rocha se apaixonou por aquele lugar e comprou uma casa em ruínas. No início era só uma casa de férias. Mas logo lhe abriu as portas para fazer o primeiro Arte na Leira, uma exposição de artes plásticas em plena serra. O evento, anual, aparece nos cartazes oficiais de Caminha. E hoje em dia, </span>Arga<span style="font-family: Georgia, "Times New Roman", serif; font-size: 20px;"> de Baixo já é morada do pintor o ano todo.</span></p>]]></googleplay:description>
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            <title><![CDATA[Joaquim Tavares, o mestre do Corval]]></title>
            <link>http://www.publico.pt</link>
            <pubDate>Thu, 12 Jan 2023 21:58:34 GMT</pubDate>
            
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            <description><![CDATA[<p>Hoje vamos até São Pedro do Corval, em Reguengos de Monsaraz, no Alentejo, conhecer Joaquim Tavares. Com 70 anos de idade, Joaquim Tavares não pode ser definido por uma prática só, porque ele tem muitas. É poeta popular, fitoterapeuta, oleiro, quiropata. É um dos poucos mestres oleiros que resistem em São Pedro do Corval e é o único que consegue fazer ânforas, talhas e projectos mais fora da caixa, ou de maiores dimensões. A culpa de tanto saber é a ânsia de continuar a procurar. E a certeza de saber que nunca se sabe tudo. E de querer partilhar tudo quanto se sabe. Joaquim Tavares pode ser muita coisa e o que é certo é que não conseguiria ser tanto, ou ser outra coisa, se não fosse São Pedro do Corval, a terra que o viu nascer. É lá que gosta de viver, no meio da natureza e das suas plantas.</p>]]></description>
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            <googleplay:description><![CDATA[<p>Hoje vamos até São Pedro do Corval, em Reguengos de Monsaraz, no Alentejo, conhecer Joaquim Tavares. Com 70 anos de idade, Joaquim Tavares não pode ser definido por uma prática só, porque ele tem muitas. É poeta popular, fitoterapeuta, oleiro, quiropata. É um dos poucos mestres oleiros que resistem em São Pedro do Corval e é o único que consegue fazer ânforas, talhas e projectos mais fora da caixa, ou de maiores dimensões. A culpa de tanto saber é a ânsia de continuar a procurar. E a certeza de saber que nunca se sabe tudo. E de querer partilhar tudo quanto se sabe. Joaquim Tavares pode ser muita coisa e o que é certo é que não conseguiria ser tanto, ou ser outra coisa, se não fosse São Pedro do Corval, a terra que o viu nascer. É lá que gosta de viver, no meio da natureza e das suas plantas.</p>]]></googleplay:description>
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            <title><![CDATA[Bernardo Neto - o produtor de amêndoas de Trevões]]></title>
            <link>http://www.publico.pt</link>
            <pubDate>Fri, 16 Dec 2022 18:17:14 GMT</pubDate>
            
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            <description><![CDATA[<p>Hoje vamos até ao concelho de São João da Pesqueira, no Douro, para visitar a aldeia vinhateira de Trevões. Vamos conhecer Bernardo Neto, um jovem de 35 anos que nasceu e cresceu em Lisboa, e só ia até Trevões, à terra do avô materno, durante as férias. Bernardo viveu sempre em Lisboa, tirou o curso de tradução, mas cansou-se da cidade e de viver à secretária, rodeado de papéis e burocracia. Pensou em montar um negócio longe dali, e lembrou-se que a família já tinha um montado. Resolveu afirmar-se como produtor em amêndoa biológica. Primeiro experimentou passar um inverno na aldeia. Como viu que não era difícil, convenceu a namorada a acompanhá-lo. Dizia-lhe que um dia mau no Douro é melhor do que um dia bom em Lisboa. Não foi difícil convencê-la.</p><p>Hoje Bernardo e Mariana já fizeram a família a crescer, e já nasceu a pequena Alice, uma das mais novas habitantes de Trevões.</p>]]></description>
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            <content:encoded><![CDATA[<p>Hoje vamos até ao concelho de São João da Pesqueira, no Douro, para visitar a aldeia vinhateira de Trevões. Vamos conhecer Bernardo Neto, um jovem de 35 anos que nasceu e cresceu em Lisboa, e só ia até Trevões, à terra do avô materno, durante as férias. Bernardo viveu sempre em Lisboa, tirou o curso de tradução, mas cansou-se da cidade e de viver à secretária, rodeado de papéis e burocracia. Pensou em montar um negócio longe dali, e lembrou-se que a família já tinha um montado. Resolveu afirmar-se como produtor em amêndoa biológica. Primeiro experimentou passar um inverno na aldeia. Como viu que não era difícil, convenceu a namorada a acompanhá-lo. Dizia-lhe que um dia mau no Douro é melhor do que um dia bom em Lisboa. Não foi difícil convencê-la.</p><p>Hoje Bernardo e Mariana já fizeram a família a crescer, e já nasceu a pequena Alice, uma das mais novas habitantes de Trevões.</p>]]></content:encoded>
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            <googleplay:description><![CDATA[<p>Hoje vamos até ao concelho de São João da Pesqueira, no Douro, para visitar a aldeia vinhateira de Trevões. Vamos conhecer Bernardo Neto, um jovem de 35 anos que nasceu e cresceu em Lisboa, e só ia até Trevões, à terra do avô materno, durante as férias. Bernardo viveu sempre em Lisboa, tirou o curso de tradução, mas cansou-se da cidade e de viver à secretária, rodeado de papéis e burocracia. Pensou em montar um negócio longe dali, e lembrou-se que a família já tinha um montado. Resolveu afirmar-se como produtor em amêndoa biológica. Primeiro experimentou passar um inverno na aldeia. Como viu que não era difícil, convenceu a namorada a acompanhá-lo. Dizia-lhe que um dia mau no Douro é melhor do que um dia bom em Lisboa. Não foi difícil convencê-la.</p><p>Hoje Bernardo e Mariana já fizeram a família a crescer, e já nasceu a pequena Alice, uma das mais novas habitantes de Trevões.</p>]]></googleplay:description>
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            <title><![CDATA[Cátia Custódio, a veterinária de Salzedas]]></title>
            <link>http://www.publico.pt</link>
            <pubDate>Thu, 08 Dec 2022 19:13:38 GMT</pubDate>
            
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            <description><![CDATA[<p>Neste episódio vamos até à aldeia de Salzedas, no concelho de Tarouca, conhecer Cátia Custódio, uma jovem de 24 anos que nasceu em Madrid, a capital europeia onde viveu até aos 13 anos. Vinha a Salzedas todos os anos, passar o verão, e lembra-se de chorar quando acabavam as férias, porque nunca queria ir embora, queria ficar na aldeia que ficou famosa por causa do seu mosteiro cisterciense.</p><p>Quando a família quis regressar de vez, foi uma das mais entusiastas. Deixou amigos em Madrid, mas não teve nenhum problema de integração. Inscreveu-se, de imediato, na Banda Filarmónica de Salzedas, onde o pai conheceu a mãe.</p><p>Cátia fez o ensino secundário numa escola de Tarouca, o curso de veterinária na Universidade de Vila Real, e frequenta a Banda Filarmónica da aldeia onde toca saxofone. Curso terminado, facilmente arranjou emprego, no canil municipal e no parque biológico de Lamego. É também o mais jovem membro da junta de Freguesia de Salzedas.</p>]]></description>
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            <content:encoded><![CDATA[<p>Neste episódio vamos até à aldeia de Salzedas, no concelho de Tarouca, conhecer Cátia Custódio, uma jovem de 24 anos que nasceu em Madrid, a capital europeia onde viveu até aos 13 anos. Vinha a Salzedas todos os anos, passar o verão, e lembra-se de chorar quando acabavam as férias, porque nunca queria ir embora, queria ficar na aldeia que ficou famosa por causa do seu mosteiro cisterciense.</p><p>Quando a família quis regressar de vez, foi uma das mais entusiastas. Deixou amigos em Madrid, mas não teve nenhum problema de integração. Inscreveu-se, de imediato, na Banda Filarmónica de Salzedas, onde o pai conheceu a mãe.</p><p>Cátia fez o ensino secundário numa escola de Tarouca, o curso de veterinária na Universidade de Vila Real, e frequenta a Banda Filarmónica da aldeia onde toca saxofone. Curso terminado, facilmente arranjou emprego, no canil municipal e no parque biológico de Lamego. É também o mais jovem membro da junta de Freguesia de Salzedas.</p>]]></content:encoded>
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            <googleplay:description><![CDATA[<p>Neste episódio vamos até à aldeia de Salzedas, no concelho de Tarouca, conhecer Cátia Custódio, uma jovem de 24 anos que nasceu em Madrid, a capital europeia onde viveu até aos 13 anos. Vinha a Salzedas todos os anos, passar o verão, e lembra-se de chorar quando acabavam as férias, porque nunca queria ir embora, queria ficar na aldeia que ficou famosa por causa do seu mosteiro cisterciense.</p><p>Quando a família quis regressar de vez, foi uma das mais entusiastas. Deixou amigos em Madrid, mas não teve nenhum problema de integração. Inscreveu-se, de imediato, na Banda Filarmónica de Salzedas, onde o pai conheceu a mãe.</p><p>Cátia fez o ensino secundário numa escola de Tarouca, o curso de veterinária na Universidade de Vila Real, e frequenta a Banda Filarmónica da aldeia onde toca saxofone. Curso terminado, facilmente arranjou emprego, no canil municipal e no parque biológico de Lamego. É também o mais jovem membro da junta de Freguesia de Salzedas.</p>]]></googleplay:description>
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        <dc:creator>podcasts@publico.pt (Público)</dc:creator></item>
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            <title><![CDATA[Mateus Miragaia, o último fazedor de tesouras de tosquia]]></title>
            <link>http://www.publico.pt</link>
            <pubDate>Sat, 26 Nov 2022 20:03:59 GMT</pubDate>
            
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            <description><![CDATA[<p>Neste episódio vamos até à aldeia de Donfins, no concelho da Guarda, conhecer Mateus Filipe Miragaia, o último fazedor de tesouras de tosquia em Portugal. Aos 80 anos, o “velho da martelada”, como se auto-intitula, ainda acende a sua forja em Donfins para fazer tesouras. A par com a companheira de vida, Imelda Trindade, criou cinco filhos, a quem fez, com as próprias mãos um parque de diversões que continua a ostentar no jardim - e que agora serve os netos.</p><p>Tem um rosto feliz e uma gargalhada fácil, foi homem de trabalho a vida toda.</p><p>E é o ultimo que continua a profissão naquela que todos conhecem como terra de ferreiros - no centro da aldeia de Donfins, ergue-se uma tesoura gigante em sua homenagem.</p>]]></description>
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            <googleplay:description><![CDATA[<p>Neste episódio vamos até à aldeia de Donfins, no concelho da Guarda, conhecer Mateus Filipe Miragaia, o último fazedor de tesouras de tosquia em Portugal. Aos 80 anos, o “velho da martelada”, como se auto-intitula, ainda acende a sua forja em Donfins para fazer tesouras. A par com a companheira de vida, Imelda Trindade, criou cinco filhos, a quem fez, com as próprias mãos um parque de diversões que continua a ostentar no jardim - e que agora serve os netos.</p><p>Tem um rosto feliz e uma gargalhada fácil, foi homem de trabalho a vida toda.</p><p>E é o ultimo que continua a profissão naquela que todos conhecem como terra de ferreiros - no centro da aldeia de Donfins, ergue-se uma tesoura gigante em sua homenagem.</p>]]></googleplay:description>
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            <title><![CDATA[Pedro Pedrosa, o empreendedor de Ferraria de São João]]></title>
            <link>http://www.publico.pt</link>
            <pubDate>Fri, 11 Nov 2022 23:44:15 GMT</pubDate>
            
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            <description><![CDATA[<p>Neste episódio vamos até ao coração da serra da Lousã, até ao concelho de Penela, para conhecer a aldeia de Ferraria de São João. Foi lá que Pedro Pedrosa, um engenheiro nascido em Leiria, formado em Lisboa, e um verdadeiro cidadão do mundo, escolheu viver. Foi lá que construiu casa própria a partir de um palheiro em ruínas e foi lá que criou uma acolhedora unidade de turismo rural que foi, também, o primeiro bike-hotel do país.</p><p>Pedro Pedrosa esteve também muito envolvido na criação de uma associação de moradores, a mesma que criou uma zona de protecção à aldeia, arrancando árvores e plantando outras, para tentar impedir a repetição do susto que todos viveram no incêndio de Junho de 2017. Hoje em dia Pedro Pedrosa convida toda a gente a experimentar como é a vida numa aldeia.</p><p>A plataforma Rostos da Aldeia é um projecto da jornalista Luísa Pinto, do blogger Filipe Morato Gomes, do videógrafo Tiago Cerveira e do compositor Daniel Pereira Cristo.</p><p> </p>]]></description>
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            <title><![CDATA[Barbara Moreira, a sonhadora de Ima do Jarmelo]]></title>
            <link>http://www.publico.pt</link>
            <pubDate>Fri, 28 Oct 2022 13:34:18 GMT</pubDate>
            
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            <description><![CDATA[<p>Neste episódio do podcast Rostos da Aldeia vamos até Ima do Jarmelo, uma pequena aldeia do concelho da Guarda e que tem pouco mais de quatro dezenas de habitantes, para conhecer Bárbara Moreira. Nascida e criada no Porto, formou-se em marketing, trabalhou em Londres, teve sempre uma vida urbana. Mas em 2018, com 28 anos de idade, mudou-se para Ima do Jarmelo para concretizar o projecto LAR, um projecto de apoio à integração de migrantes e refugiados e que neste momento está a acolher quatro famílias.</p><p>Bárbara convenceu os moradores da aldeia a cederem casas e terrenos, fez parcerias com mecenas e contratos de prestação de serviços e criou na aldeia vários postos de trabalho. Neste momento, entre os moradores da aldeia de Ima há gente que saiu do Uganda, da Nigéria e da Costa do Marfim.</p><p>A plataforma<a href="http://www.rostosdaaldeia.pt/"> Rostos da Aldeia </a>é um projecto da jornalista Luísa Pinto, do <em>blogger</em> Filipe Morato Gomes, do videógrafo Tiago Cerveira e do compositor Daniel Pereira Cristo.</p>]]></description>
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