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        <title>Física Marginal</title>
        <link>https://soundcloud.com/fisicamarginal</link>
        <pubDate>Sat, 30 Jun 2018 02:52:09 +0000</pubDate>
        <lastBuildDate>Sat, 30 Jun 2018 02:52:09 +0000</lastBuildDate>
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        <language>pt</language>
        <copyright>All rights reserved</copyright>
        <webMaster>feeds@soundcloud.com (SoundCloud Feeds)</webMaster>
        <description>Não estudamos para fazer prova, mas sim para ficarmos mais inteligentes. Assim, até passamos nas provas! ¯\_(ツ)_/¯</description>
        <itunes:subtitle>Física Marginal</itunes:subtitle>
        
        <itunes:author>prof. Idelfranio Moreira</itunes:author>
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          <title>Física Marginal</title>
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        <itunes:keywords>física,enem</itunes:keywords><itunes:summary>Não estudamos para fazer prova, mas sim para ficarmos mais inteligentes. Assim, até passamos nas provas! ¯\_(ツ)_/¯</itunes:summary><itunes:category text="Education"/><itunes:owner><itunes:email>idelfranio@fisicamarginal.com</itunes:email><itunes:name>prof. Idelfranio Moreira</itunes:name></itunes:owner><item>
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      <title>Máquinas frigoríficas representam fluxos não-espontâneos de calor</title>
      <pubDate>Tue, 01 Aug 2017 09:17:40 +0000</pubDate>
      <link>https://soundcloud.com/fisicamarginal/pdcfm31</link>
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      <itunes:author>prof. Idelfranio Moreira</itunes:author>
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      <itunes:summary>O calor NEM SEMPRE flui do corpo mais quente para o corpo mais frio! Esse é o fluxo ESPONTÂNEO do calor, de fato. Entretanto, sob a ação de trabalho é possível fazer o calor fluir do corpo mais frio para o corpo mais quente. Exemplo disso: geladeira, condicionador de ar etc.
Estes são exemplos de máquinas frigoríficas, sobre as quais é realizado trabalho para que cumpram sua função. Seu funcionamento é ao contrário das máquinas térmicas, das quais se obtém trabalho.</itunes:summary>
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      <description>O calor NEM SEMPRE flui do corpo mais quente para o corpo mais frio! Esse é o fluxo ESPONTÂNEO do calor, de fato. Entretanto, sob a ação de trabalho é possível fazer o calor fluir do corpo mais frio para o corpo mais quente. Exemplo disso: geladeira, condicionador de ar etc.
Estes são exemplos de máquinas frigoríficas, sobre as quais é realizado trabalho para que cumpram sua função. Seu funcionamento é ao contrário das máquinas térmicas, das quais se obtém trabalho.</description>
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      <title>Equação Fundamental Da Ondulatória - Exercício Resolvido 7</title>
      <pubDate>Fri, 21 Jul 2017 02:40:21 +0000</pubDate>
      <link>https://soundcloud.com/fisicamarginal/equacao-fundamental-da-ondulatoria-exercicio-resolvido-7</link>
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      <itunes:author>prof. Idelfranio Moreira</itunes:author>
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      <itunes:summary>Equação Fundamental Da Ondulatória - Exercício Resolvido 7 by prof. Idelfranio Moreira</itunes:summary>
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      <description>Equação Fundamental Da Ondulatória - Exercício Resolvido 7 by prof. Idelfranio Moreira</description>
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      <title>Luz incidente = luz refletida + luz absorvida + luz refratada</title>
      <pubDate>Wed, 19 Jul 2017 23:22:06 +0000</pubDate>
      <link>https://soundcloud.com/fisicamarginal/pdcfm30</link>
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      <itunes:author>prof. Idelfranio Moreira</itunes:author>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>Quando um feixe de raios de luz incide sobre uma superfície, três fenômenos podem acontecer: reflexão, absorção e refração.
Significa que uma parte/fração/porcentagem dos raios é refletida, uma parte absorvida e outra refratada (exceto nos meios opacos, nos quais não há refração).</itunes:summary>
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      <description>Quando um feixe de raios de luz incide sobre uma superfície, três fenômenos podem acontecer: reflexão, absorção e refração.
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      <title>O que é contato térmico</title>
      <pubDate>Tue, 18 Jul 2017 12:05:52 +0000</pubDate>
      <link>https://soundcloud.com/fisicamarginal/pdcfm29</link>
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      <itunes:author>prof. Idelfranio Moreira</itunes:author>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>Diferença de temperatura é condição necessária - mas, não suficiente - para que haja troca de calor.
Além dela é necessário que haja contato térmico entre os corpos/superfícies/ambientes quente e frio. O contato térmico pode acontecer com ou sem contato físico. 
Na transferência de calor por condução e por convecção o contato físico é, também, um contato físico; já na transferência de calor por irradiação, há contato térmico sem haver contato físico. Veja, por exemplo, a transferência do calor emitido a partir do Sol até a Terra: ocorre por ondas eletromagnéticas propagando-se através do vácuo do espaço.</itunes:summary>
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      <description>Diferença de temperatura é condição necessária - mas, não suficiente - para que haja troca de calor.
Além dela é necessário que haja contato térmico entre os corpos/superfícies/ambientes quente e frio. O contato térmico pode acontecer com ou sem contato físico. 
Na transferência de calor por condução e por convecção o contato físico é, também, um contato físico; já na transferência de calor por irradiação, há contato térmico sem haver contato físico. Veja, por exemplo, a transferência do calor emitido a partir do Sol até a Terra: ocorre por ondas eletromagnéticas propagando-se através do vácuo do espaço.</description>
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      <title>A queda livre é "!ivre" de quê?!</title>
      <pubDate>Mon, 17 Jul 2017 10:52:13 +0000</pubDate>
      <link>https://soundcloud.com/fisicamarginal/pdcfm28</link>
      <itunes:duration>00:09:49</itunes:duration>
      <itunes:author>prof. Idelfranio Moreira</itunes:author>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>Olá, bom dia! 

Olha só, queda livre não é "livre da gravidade", não, ok! É "livre" de resistência do ar. 
Assim, a única força atuante sobre o corpo durante a queda é seu peso, ou seja, a atração gravitacional exercida pelo planeta. 
Por isso, durante a aceleração da queda livre é a aceleração da gravidade, ou seja, o valor de aceleração imposto pelo campo gravitacional do planeta. 
Isso significa que corpos abandonados (do repouso) de uma mesma altura chegam ao solo ao mesmo tempo, independente de suas massas serem diferentes ou iguais!

Assista a esse vídeo aqui - https://www.youtube.com/watch?v=5C5_dOEyAfk - para ver um experimento realizado na lua demonstrando isso. É legal de ver! </itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Olá, bom dia! 

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      <description>Olá, bom dia! 

Olha só, queda livre não é "livre da gravidade", não, ok! É "livre" de resistência do ar. 
Assim, a única força atuante sobre o corpo durante a queda é seu peso, ou seja, a atração gravitacional exercida pelo planeta. 
Por isso, durante a aceleração da queda livre é a aceleração da gravidade, ou seja, o valor de aceleração imposto pelo campo gravitacional do planeta. 
Isso significa que corpos abandonados (do repouso) de uma mesma altura chegam ao solo ao mesmo tempo, independente de suas massas serem diferentes ou iguais!

Assista a esse vídeo aqui - https://www.youtube.com/watch?v=5C5_dOEyAfk - para ver um experimento realizado na lua demonstrando isso. É legal de ver! </description>
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      <title>A diferença entre corrente elétrica contínua e alternada</title>
      <pubDate>Fri, 14 Jul 2017 11:42:08 +0000</pubDate>
      <link>https://soundcloud.com/fisicamarginal/pdcfm27</link>
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      <itunes:author>prof. Idelfranio Moreira</itunes:author>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>Dá-se o nome de 'corrente elétrica' ao fluxo ordenado de elétrons-livres no interior de um (material) condutor elétrico submetido a uma d.d.p.
Acontece que a d.d.p. determina o sentido desse fluxo, pois os elétrons deslocam-se no sentido do maior potencial elétrico. 
Assim, se os polos são fixos - como nas pilhas e baterias, por exemplo -, o fluxo dos elétrons tem sentido único, o que se chama 'corrente elétrica alternada'. Se os polos alternarem suas posições ao longo do tempo - como acontece na indução eletromagnética -, a fluxo também oscila entre os dois sentidos opostos. Dá-se o nome, então, de 'corrente elétrica alternada'.</itunes:summary>
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      <description>Dá-se o nome de 'corrente elétrica' ao fluxo ordenado de elétrons-livres no interior de um (material) condutor elétrico submetido a uma d.d.p.
Acontece que a d.d.p. determina o sentido desse fluxo, pois os elétrons deslocam-se no sentido do maior potencial elétrico. 
Assim, se os polos são fixos - como nas pilhas e baterias, por exemplo -, o fluxo dos elétrons tem sentido único, o que se chama 'corrente elétrica alternada'. Se os polos alternarem suas posições ao longo do tempo - como acontece na indução eletromagnética -, a fluxo também oscila entre os dois sentidos opostos. Dá-se o nome, então, de 'corrente elétrica alternada'.</description>
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    <author>idelfranio@fisicamarginal.com (prof. Idelfranio Moreira)</author><itunes:keywords>física,enem</itunes:keywords></item><item>
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      <title>Velocidade, aceleração e energia no M.H.S. e nas ondas periódicas</title>
      <pubDate>Thu, 13 Jul 2017 13:07:53 +0000</pubDate>
      <link>https://soundcloud.com/fisicamarginal/pdcfm26</link>
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      <itunes:author>prof. Idelfranio Moreira</itunes:author>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>Ondas periódicas representam Movimentos Harmônicos Simples (M.H.S.). Assim, os extremos da oscilação são representados pelas cristas e vales (ventres) da onda, e o centro da oscilação pelos nós da onda.
Nos extremos (ventres): velocidade e energia cinética nulas, aceleração e energia potencial máximas. No centro (nós): velocidade e energia cinética máximas, aceleração e energia potencial nulas.
Detalhe: nesse tipo de movimento não há ação de atritos (forças dissipativas), logo a energia mecânica se conserva, ou seja, em qualquer ponto da oscilação, a soma das energia cinética e potencial é sempre a mesma.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Ondas periódicas representam Movimentos Harmônico…</itunes:subtitle>
      <description>Ondas periódicas representam Movimentos Harmônicos Simples (M.H.S.). Assim, os extremos da oscilação são representados pelas cristas e vales (ventres) da onda, e o centro da oscilação pelos nós da onda.
Nos extremos (ventres): velocidade e energia cinética nulas, aceleração e energia potencial máximas. No centro (nós): velocidade e energia cinética máximas, aceleração e energia potencial nulas.
Detalhe: nesse tipo de movimento não há ação de atritos (forças dissipativas), logo a energia mecânica se conserva, ou seja, em qualquer ponto da oscilação, a soma das energia cinética e potencial é sempre a mesma.</description>
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    <author>idelfranio@fisicamarginal.com (prof. Idelfranio Moreira)</author><itunes:keywords>física,enem</itunes:keywords></item><item>
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      <title>Lei de Snell: Cuidados para não errar!</title>
      <pubDate>Wed, 12 Jul 2017 11:12:36 +0000</pubDate>
      <link>https://soundcloud.com/fisicamarginal/pdcfm25</link>
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      <itunes:author>prof. Idelfranio Moreira</itunes:author>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>Sobre a Lei de Snell-Descartes:
i) Todas as grandezas presentes são adimensionais.
ii) Os ângulos de incidência e de refração são definidos entre os raios de luz (incidente e refratado, respectivamente) e a reta normal (à superfície no ponto de incidência).
iii) Se a superfície de separação dos meios for plana/reta, então o ângulo entre o raio incidente/refratado e o ângulo de incidência/refração são complementares.</itunes:summary>
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      <description>Sobre a Lei de Snell-Descartes:
i) Todas as grandezas presentes são adimensionais.
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    <author>idelfranio@fisicamarginal.com (prof. Idelfranio Moreira)</author><itunes:keywords>física,enem</itunes:keywords></item><item>
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      <title>Pra qual lado as lâminas bimetálicas encurvam?</title>
      <pubDate>Tue, 11 Jul 2017 10:24:00 +0000</pubDate>
      <link>https://soundcloud.com/fisicamarginal/pdcfm24</link>
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      <itunes:author>prof. Idelfranio Moreira</itunes:author>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>Num curva, o arco maior sempre é o mais externo - e o mais interno sempre é mais curto.
Assim, as lâminas bimetálicas encurvam sempre para o lado do metal mais curto. A questão é saber qual metal fica mais curto ao final da dilatação. Lembrando que no aquecimento, fica mais curto aquele que cresce menos; no resfriamento, fica mais curto aquele que diminui mais.
E mais: como os dois metais têm comprimentos iniciais iguais e suas variações de temperatura são as mesmas, a dilatação é proporcional ao coeficiente de dilatação, neste caso.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Num curva, o arco maior sempre é o mais externo -…</itunes:subtitle>
      <description>Num curva, o arco maior sempre é o mais externo - e o mais interno sempre é mais curto.
Assim, as lâminas bimetálicas encurvam sempre para o lado do metal mais curto. A questão é saber qual metal fica mais curto ao final da dilatação. Lembrando que no aquecimento, fica mais curto aquele que cresce menos; no resfriamento, fica mais curto aquele que diminui mais.
E mais: como os dois metais têm comprimentos iniciais iguais e suas variações de temperatura são as mesmas, a dilatação é proporcional ao coeficiente de dilatação, neste caso.</description>
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    <author>idelfranio@fisicamarginal.com (prof. Idelfranio Moreira)</author><itunes:keywords>física,enem</itunes:keywords></item><item>
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      <title>No M.C.U. 'a velocidade' NÃO É CONSTANTE!</title>
      <pubDate>Mon, 10 Jul 2017 09:02:18 +0000</pubDate>
      <link>https://soundcloud.com/fisicamarginal/pdcfm23</link>
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      <itunes:author>prof. Idelfranio Moreira</itunes:author>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>A velocidade é uma grandeza vetorial, o que significa que sua caracterização completa precisa analisar seu valor (e sua consequente unidade de medida) e sua direção (e seu consequente sentido).
Assim, ao dizermos que um Movimento é Circular e também Uniforme, estamos nos referindo ao fato de a direção do vetor ser variável - já que o movimento não é retilíneo - e, ao mesmo tempo - estamos afirmando que seu valor permanece constante.
Acontece que não se pode dizer, simplesmente, 'a velocidade é constante', pois isto significaria 'a grandeza vetorial velocidade com sua direção e seu valor'.
Logo, num M.C.U., 'a velocidade' não é constante, apenas o seu valor.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A velocidade é uma grandeza vetorial, o que signi…</itunes:subtitle>
      <description>A velocidade é uma grandeza vetorial, o que significa que sua caracterização completa precisa analisar seu valor (e sua consequente unidade de medida) e sua direção (e seu consequente sentido).
Assim, ao dizermos que um Movimento é Circular e também Uniforme, estamos nos referindo ao fato de a direção do vetor ser variável - já que o movimento não é retilíneo - e, ao mesmo tempo - estamos afirmando que seu valor permanece constante.
Acontece que não se pode dizer, simplesmente, 'a velocidade é constante', pois isto significaria 'a grandeza vetorial velocidade com sua direção e seu valor'.
Logo, num M.C.U., 'a velocidade' não é constante, apenas o seu valor.</description>
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    <author>idelfranio@fisicamarginal.com (prof. Idelfranio Moreira)</author><itunes:keywords>física,enem</itunes:keywords></item><item>
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      <title>Potência e Resistência são direta ou inversamente proporcionais?</title>
      <pubDate>Fri, 07 Jul 2017 10:31:35 +0000</pubDate>
      <link>https://soundcloud.com/fisicamarginal/pdcfm22</link>
      <itunes:duration>00:10:36</itunes:duration>
      <itunes:author>prof. Idelfranio Moreira</itunes:author>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>A clássica questão do chuveiro elétrico ("o que devemos fazer com a resistência para que a temperatura da água aumente?") revela uma falha de aprendizado muito comum. Fique atento!
Num caso em que a tensão elétrica (d.d.p.) permanece constante - como neste do chuveiro elétrico - a potência e a resistência são inversamente proporcionais. Logo, para ter mais potência é necessário diminuir a resistência (o que aumentaria, neste caso, a intensidade da corrente; daí haver mais efeito Joule).</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A clássica questão do chuveiro elétrico ("o que d…</itunes:subtitle>
      <description>A clássica questão do chuveiro elétrico ("o que devemos fazer com a resistência para que a temperatura da água aumente?") revela uma falha de aprendizado muito comum. Fique atento!
Num caso em que a tensão elétrica (d.d.p.) permanece constante - como neste do chuveiro elétrico - a potência e a resistência são inversamente proporcionais. Logo, para ter mais potência é necessário diminuir a resistência (o que aumentaria, neste caso, a intensidade da corrente; daí haver mais efeito Joule).</description>
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    <author>idelfranio@fisicamarginal.com (prof. Idelfranio Moreira)</author><itunes:keywords>física,enem</itunes:keywords></item><item>
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      <title>'O que é' (e não 'como mede') comprimento de onda.</title>
      <pubDate>Thu, 06 Jul 2017 09:43:32 +0000</pubDate>
      <link>https://soundcloud.com/fisicamarginal/pdcfm21</link>
      <itunes:duration>00:09:17</itunes:duration>
      <itunes:author>prof. Idelfranio Moreira</itunes:author>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>Uma onda resulta da vibração de uma fonte a partir da qual energia se propaga no espaço. Toda vibração é um movimento oscilatório. Se esta oscilação se repete em iguais intervalos de tempo resulta uma onda periódica. O espaço percorrido pela energia durante um período de oscilação da fonte é o que se chama 'comprimento de onda'.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Uma onda resulta da vibração de uma fonte a parti…</itunes:subtitle>
      <description>Uma onda resulta da vibração de uma fonte a partir da qual energia se propaga no espaço. Toda vibração é um movimento oscilatório. Se esta oscilação se repete em iguais intervalos de tempo resulta uma onda periódica. O espaço percorrido pela energia durante um período de oscilação da fonte é o que se chama 'comprimento de onda'.</description>
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      <title>Cada cor tem seu próprio índice de refração</title>
      <pubDate>Wed, 05 Jul 2017 10:40:46 +0000</pubDate>
      <link>https://soundcloud.com/fisicamarginal/pdcfm20</link>
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      <itunes:author>prof. Idelfranio Moreira</itunes:author>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>A experiência de Newton com a luz solar sendo refratada num prisma e fazendo aparecer um arco-íris demonstra que cada cor de luz tem um desvio diferente ao refratar. Isto, segundo a lei de Snell, revela que cada cor - cada frequência - tem seu próprio índice de refração num mesmo meio.
O único meio no qual todas as cores têm o mesmo índice de refração é o vácuo, onde todas as frequências têm a mesma velocidade de propagação.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A experiência de Newton com a luz solar sendo ref…</itunes:subtitle>
      <description>A experiência de Newton com a luz solar sendo refratada num prisma e fazendo aparecer um arco-íris demonstra que cada cor de luz tem um desvio diferente ao refratar. Isto, segundo a lei de Snell, revela que cada cor - cada frequência - tem seu próprio índice de refração num mesmo meio.
O único meio no qual todas as cores têm o mesmo índice de refração é o vácuo, onde todas as frequências têm a mesma velocidade de propagação.</description>
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      <title>'Maior coeficiente' nem sempre é 'maior dilatação'...</title>
      <pubDate>Tue, 04 Jul 2017 09:33:46 +0000</pubDate>
      <link>https://soundcloud.com/fisicamarginal/pdcfm19</link>
      <itunes:duration>00:07:17</itunes:duration>
      <itunes:author>prof. Idelfranio Moreira</itunes:author>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>A dilatação depende da dimensão inicial (comprimento, área ou volume) e da variação de temperatura (aumento ou diminuição) além do coeficiente de dilatação (linear, superficial ou volumétrica). 
Assim, na comparação entre dois corpos, SE suas dimensões iniciais forem iguais e suas variações de temperatura também, então a dilatação é proporcional ao coeficiente de dilatação. Aí, sim, quem tem o maior coeficiente de dilatação dilata mais!
Entretanto, num outro exemplo, pode-se ter dois corpos que tenham a mesma dilatação quando sofrem a mesma variação de temperatura. Neste caso, o coeficiente de dilatação é inversamente proporcional à dimensão inicial. Em outras palavras: pode-se ter a mesma dilatação mesmo tendo diferentes coeficientes de dilatação.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A dilatação depende da dimensão inicial (comprime…</itunes:subtitle>
      <description>A dilatação depende da dimensão inicial (comprimento, área ou volume) e da variação de temperatura (aumento ou diminuição) além do coeficiente de dilatação (linear, superficial ou volumétrica). 
Assim, na comparação entre dois corpos, SE suas dimensões iniciais forem iguais e suas variações de temperatura também, então a dilatação é proporcional ao coeficiente de dilatação. Aí, sim, quem tem o maior coeficiente de dilatação dilata mais!
Entretanto, num outro exemplo, pode-se ter dois corpos que tenham a mesma dilatação quando sofrem a mesma variação de temperatura. Neste caso, o coeficiente de dilatação é inversamente proporcional à dimensão inicial. Em outras palavras: pode-se ter a mesma dilatação mesmo tendo diferentes coeficientes de dilatação.</description>
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      <title>O Teorema do Impulso e a 2a lei de Newton</title>
      <pubDate>Mon, 03 Jul 2017 11:52:34 +0000</pubDate>
      <link>https://soundcloud.com/fisicamarginal/pdcfm18</link>
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      <itunes:author>prof. Idelfranio Moreira</itunes:author>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>O Teorema do Impulso é, na verdade, a 2a lei de Newton reescrita. Entende-se que uma força aplicada durante um certo intervalo de tempo provoca a variação do vetor velocidade (e da quantidade de movimento). 
Detalhe fundamental: velocidade, quantidade de movimento, força e impulso são todas grandezas vetoriais. Em outras palavras, sua variação leva em consideração mudanças no sentido e na direção, além do valor/módulo/intensidade.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O Teorema do Impulso é, na verdade, a 2a lei de N…</itunes:subtitle>
      <description>O Teorema do Impulso é, na verdade, a 2a lei de Newton reescrita. Entende-se que uma força aplicada durante um certo intervalo de tempo provoca a variação do vetor velocidade (e da quantidade de movimento). 
Detalhe fundamental: velocidade, quantidade de movimento, força e impulso são todas grandezas vetoriais. Em outras palavras, sua variação leva em consideração mudanças no sentido e na direção, além do valor/módulo/intensidade.</description>
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    <author>idelfranio@fisicamarginal.com (prof. Idelfranio Moreira)</author><itunes:keywords>física,enem</itunes:keywords></item><item>
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      <title>Resistores em paralelo: 'a corrente' não 'se divide'; 'as correntes' é que 'se somam', isso sim!</title>
      <pubDate>Fri, 30 Jun 2017 09:24:53 +0000</pubDate>
      <link>https://soundcloud.com/fisicamarginal/pdcfm17</link>
      <itunes:duration>00:11:53</itunes:duration>
      <itunes:author>prof. Idelfranio Moreira</itunes:author>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>É comum pensar que numa associação de resistores em paralelo 'a corrente se divide'. Entretanto, fisicamente, o que acontece é que 'as correntes se somam'.
Perceba que ao adicionar resistores em paralelo você está adicionando mais elétrons-livres ao fluxo total do circuito, aumentando a intensidade da corrente elétrica total. Assim, quanto mais resistores associados, maior a intensidade da corrente elétrica total. Portanto, retirar/desligar um dos resistores equivale a diminuir a intensidade da corrente elétrica total - pela subtração de elétrons-livres do fluxo total.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>É comum pensar que numa associação de resistores …</itunes:subtitle>
      <description>É comum pensar que numa associação de resistores em paralelo 'a corrente se divide'. Entretanto, fisicamente, o que acontece é que 'as correntes se somam'.
Perceba que ao adicionar resistores em paralelo você está adicionando mais elétrons-livres ao fluxo total do circuito, aumentando a intensidade da corrente elétrica total. Assim, quanto mais resistores associados, maior a intensidade da corrente elétrica total. Portanto, retirar/desligar um dos resistores equivale a diminuir a intensidade da corrente elétrica total - pela subtração de elétrons-livres do fluxo total.</description>
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    <author>idelfranio@fisicamarginal.com (prof. Idelfranio Moreira)</author><itunes:keywords>física,enem</itunes:keywords></item><item>
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      <title>Energia, Potência e Intensidade das Ondas Sonoras</title>
      <pubDate>Thu, 29 Jun 2017 09:56:55 +0000</pubDate>
      <link>https://soundcloud.com/fisicamarginal/pdcfm16</link>
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      <itunes:author>prof. Idelfranio Moreira</itunes:author>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>A amplitude de uma onda revela sua quantidade de energia.
A quantidade de energia despendida a cada segundo representa a potência da onda.
A quantidade de energia em cada metro quadrado do espaço, a cada segundo, equivale à intensidade da onda.
Pensando em fontes sonoras puntiformes, é possível entender as ondas sonoras como esféricas, assim a intensidade diminui com o quadrado da distância até a fonte (que é o raio de uma esfera em redor da fonte).</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A amplitude de uma onda revela sua quantidade de …</itunes:subtitle>
      <description>A amplitude de uma onda revela sua quantidade de energia.
A quantidade de energia despendida a cada segundo representa a potência da onda.
A quantidade de energia em cada metro quadrado do espaço, a cada segundo, equivale à intensidade da onda.
Pensando em fontes sonoras puntiformes, é possível entender as ondas sonoras como esféricas, assim a intensidade diminui com o quadrado da distância até a fonte (que é o raio de uma esfera em redor da fonte).</description>
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    <author>idelfranio@fisicamarginal.com (prof. Idelfranio Moreira)</author><itunes:keywords>física,enem</itunes:keywords></item><item>
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      <title>Refração não é desvio!</title>
      <pubDate>Wed, 28 Jun 2017 08:28:13 +0000</pubDate>
      <link>https://soundcloud.com/fisicamarginal/pdcfm15</link>
      <itunes:duration>00:10:56</itunes:duration>
      <itunes:author>prof. Idelfranio Moreira</itunes:author>
      <itunes:explicit>no</itunes:explicit>
      <itunes:summary>O meio determina a velocidade de propagação da luz. Assim, ao mudar de meio, ocorre mudança no valor da velocidade da luz. Este fenômeno é chamado refração.
Caso a incidência da luz seja oblíqua à superfície de separação dos meios ocorrerá desvio da trajetória, com aproximação ou afastamento em relação à normal (no ponto de incidência). Entretanto, se a incidência for perpendicular/normal à superfície, a própria lei de Snell-Descartes prova que o raio refratado terá a mesma direção, não sofrendo desvio!</itunes:summary>
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      <description>O meio determina a velocidade de propagação da luz. Assim, ao mudar de meio, ocorre mudança no valor da velocidade da luz. Este fenômeno é chamado refração.
Caso a incidência da luz seja oblíqua à superfície de separação dos meios ocorrerá desvio da trajetória, com aproximação ou afastamento em relação à normal (no ponto de incidência). Entretanto, se a incidência for perpendicular/normal à superfície, a própria lei de Snell-Descartes prova que o raio refratado terá a mesma direção, não sofrendo desvio!</description>
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    <author>idelfranio@fisicamarginal.com (prof. Idelfranio Moreira)</author><itunes:keywords>física,enem</itunes:keywords></item>
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