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	<title>TMDQA!</title>
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	<description>Fundado em 2009, o TMDQA! é um dos principais portais de conteúdo sobre Música, Cultura e Entretenimento do Brasil.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 26 Jun 2026 03:02:55 +0000</lastBuildDate>
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	<item>
		<title>TMDQA! Entrevista: Marcos Valle reinventa Henri Salvador</title>
		<link>https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/06/26/tmdqa-entrevista-marcos-valle/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 03:02:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Henri Salvador]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Valle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aos 82 anos, artista está mais moderno do que nunca, colaborando com diferentes gerações</p>
<p>O post <a href="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/06/26/tmdqa-entrevista-marcos-valle/">TMDQA! Entrevista: Marcos Valle reinventa Henri Salvador</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com">TMDQA!</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://uploads.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/06/MarcosValleDivulg.jpg" alt="Marcos Valle, em registro promocional"/><figcaption>Divulgação</figcaption></figure>
<p>Se você colocar uma agulha para correr em qualquer linha do tempo da música pop global nos últimos sessenta anos, as chances de esbarrar nas digitais de <strong>Marcos Valle</strong> são gigantescas. O homem que ajudou a desenhar a segunda onda da Bossa Nova, que colocou o mundo inteiro para cantar o &#8220;<strong>Samba de Verão</strong>&#8221; e que virou um dos pilares do jazz-funk carioca &#8211; tornando-se, de quebra, um dos artistas brasileiros mais sampleados por DJs e rappers ao redor do planeta -, parece carregar o segredo do frescor eterno em sua camisa florida.</p>



<p>Agora, em pleno 2026, Marcos prova mais uma vez que suas fronteiras musicais não têm barreiras. Como diretor musical e arranjador do ambicioso projeto <em><strong>Henri Salvador do Brasil</strong></em>, ele assumiu a audaciosa missão de reimaginar a obra de uma lenda: <strong>Henri Salvador</strong> (1917-2008), o guitarrista de jazz e pioneiro do rock na França que, reza a lenda, ajudou a inspirar o nascimento da própria Bossa Nova no final dos anos 50.</p>



<p>Para dar vida a esse tributo, a lenda da música brasileira convocou um verdadeiro dream-team intergeracional: de veteranos como <strong>Seu Jorge</strong>, <strong>Zélia Duncan</strong> e <strong>Bebel Gilberto</strong> à nova e brilhante safra da MPB representada por nomes como <strong>Zé Ibarra</strong> e <strong>Dora Morelenbaum</strong>.</p>



<p>Nós, do <strong>TMDQA!</strong>, tivemos a oportunidade de bater um papo com Marcos Valle sobre como foi traduzir o ócio elegante francês para o suor e o balanço do samba-funk, a experiência de resgatar os laços históricos de Henri Salvador com o Rio de Janeiro e, claro, como ele consegue manter a sua música soando tão incrivelmente jovem e relevante depois de tantas décadas de estrada.</p>



<p>Desligue o piloto automático, prepare o seu café (ou abra uma cerveja gelada) e venha acompanhar essa aula de groove. Se liga!</p>



<p><em>Continua após o post</em></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-tmdqa-entrevista-marcos-valle">TMDQA! Entrevista Marcos Valle</h2>


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<p></p>



<p><strong>TMDQA!: Marcos, antes de qualquer coisa, muitíssimo obrigado por me receber, que honra imensa! Gostaria de saber como você está. Tudo bem contigo?</strong></p>



<p><strong>Marcos Valle:</strong> Está tudo ótimo, graças a Deus! Voltei de uma turnê grande na Europa, de 22 shows &#8211; foi coisa para caramba, mas foi muito legal. Estou muito feliz e já me preparando para uma próxima agora nos Estados Unidos, dando uma descontraída aqui um pouquinho. <strong>[risos]</strong></p>



<p><strong>TMDQA!: Fico feliz, cara! Mais uma vez, parabéns também pelo lançamento nesta sexta-feira. Eu queria começar te perguntando sobre o Tom Jobim, que meio que brincava que o Henri Salvador inventou a Bossa Nova por causa de &#8220;Dans mon île&#8221;. Se o Henri inventou essa bossa em Paris, dá para dizer que você, com seus sintetizadores e grooves californianos, inventou a &#8220;bossa do futuro&#8221; nos anos 70 e 80? Como foi o processo de vestir as canções dele com a sua identidade?</strong></p>



<p><strong>Marcos Valle:</strong> Se eu falar isso, vou perder a modéstia! <strong>[risos]</strong> Não, eu acho que essa modernidade na bossa que eu faço, na qual as pessoas mergulham, é uma coisa inerente que não sei explicar bem. Sempre tive influência de tudo desde cedo&#8230; com três ou quatro anos de idade, eu já tinha música na cabeça, então fui assimilando muita coisa. Daí criei esse estilo misturado.</p>



<p>Foi um prazer imenso poder fazer isso com o Henri porque respeito demais a música dele, gosto dele desde os meus 17 anos. Poder mexer na obra dele, colocar o meu lance, minhas harmonias e o meu <em>groove</em> foi algo que precisei fazer com muito cuidado &#8211; afinal, ele já não está aqui, mas está lá em cima e poderia dizer: <em>&#8220;pô, pera aí!&#8221;</em>. <br>Tudo o que procurei fazer respeitou muito o lance dele, mas jogando as minhas características. Acho que existe uma semelhança de diversidade e versatilidade entre a música dele e a minha, e foi esse o elo que encontrei para realizar o trabalho.</p>



<p><strong>TMDQA!: Em 1942, o Henri chegou ao Rio e fez a Urca dançar, enquanto em 1965 você estava lá em Los Angeles com o Brasil’s 65. Esse projeto parece o fechamento de um espelho histórico, se pararmos para pensar. Você sentiu que estava traduzindo esse &#8220;exílio carioca&#8221; do Henri para a linguagem do streaming de hoje?</strong></p>



<p><strong>Marcos Valle:</strong> Sim, era exatamente isso que eu queria fazer. Inclusive, o idealizador desse projeto é o <strong>Emmanuel de Ryckel</strong> &#8211; ele não é da área da música, trabalha com laboratório de medicina, mas é apaixonado pelo Rio de Janeiro e pelo Henri. Quando ele me procurou, me disse exatamente isto: <em>&#8220;Marcos, sei que você vai modernizar a música do Henri. Ou seja, nós vamos juntar dois públicos diferentes&#8221;</em>. </p>



<p>Ele pensou que, como eu tenho esse público jovem me acompanhando, essa juventude conheceria o Henri através da minha forma. Achei essa ideia de rejuvenescer a obra dele sensacional, foi o norte na hora de escolher os cantores e os arranjos: trazer essa música, que já é atemporal, para os dias de hoje.</p>



<p><strong>TMDQA!: Agora falando de fato sobre as faixas e aprofundando no trabalho &#8211; que tive a chance de ouvir e está maravilhoso -, vamos começar por um dos singles. A releitura de &#8220;Jardin d’hiver&#8221; (&#8220;Jardim&#8221;) virou um mambo elétrico com a Simone. Como foi a conversa de estúdio para convencer uma gigante da MPB a trocar o tom intimista original por essa energia incisiva e solar?</strong></p>



<p><strong>Marcos Valle:</strong> Cara, eu adoro a Simone, quando estamos juntos rola sempre uma coisa tão boa, de tanto amor&#8230; parece que nos encontramos todo dia, embora não seja assim. É sempre um encontro muito forte, ela gosta muito de trabalhar comigo e eu com ela. Quando cheguei com essa música &#8211; e fui eu mesmo quem ligou para os intérpretes, já que tinha essa facilidade -, ela topou de cara. Falei: <em>&#8220;olha, tenho uma música assim, vou te mostrar. Sei que você gosta do projeto&#8221;</em> e ela respondeu: <em>&#8220;Adorei o projeto, adoro o Henri&#8221;</em>. Eu completei: <em>&#8220;independentemente da parte burocrática, quero saber musicalmente&#8221;</em>. Mandei a música e ela achou linda, mas me deu carta branca: <em>&#8220;o que faz a tua cabeça? Faz o que você quiser&#8221;</em>.</p>



<p>Fui e fiz aquele arranjo que foge completamente da história original, com swing, com uma mistura ali, e ela entendeu perfeitamente. Ela sempre me diz: <em>&#8220;você é o eterno Menino do Rio&#8221;</em>. &#8211; eu já estou com 82 anos, mas Simone diz que não importa <strong>[risos]</strong> Esse lado solar foi maravilhoso para ela, que rendeu demais no estúdio, não podia ser melhor!</p>



<p><em>Continua após o vídeo</em></p>



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</div></figure>



<p></p>



<p><strong>TMDQA!: Inclusive, a faixa &#8220;Je parie&#8221;, cantada pela Paula Morelenbaum, traz a voz do próprio Henri Salvador ao fundo. Do ponto de vista técnico e emocional, qual é a sensação de fazer um dueto com um &#8220;fantasma&#8221; tão bem-humorado e elegante?</strong></p>



<p><strong>Marcos Valle:</strong> Cara, foi maravilhoso. Essa ideia surgiu porque, na época, o Henri tinha mandado uma fita cassete com essa música para a Paula, mas era aquela sonoridade antiga de fita cassete. Quando escolhemos a música e eu disse que faria o arranjo, propus à Paula tentarmos colocar a voz do Henri &#8211; ela achou maravilhoso, mas ficou na dúvida se conseguiríamos. Eu disse: <em>&#8220;deixa eu tentar, vamos ouvir os melhores momentos dele cantando&#8221;</em>. Falei com o <strong>Marcelo Saboya</strong>, nosso técnico de som, e ele garantiu que daria certo fazendo de uma maneira específica.</p>



<p>Ficou lindo, cara, porque parece que eles estão conversando. Existe uma filmagem antiga de quando o Henri encontrou a Paula em que ele diz: <em>&#8220;Um dia temos que cantar juntos&#8221;</em>. Nós realizamos isso. Os dois cantando ali ficou muito natural, parece que estavam lado a lado, ficou muito legal.</p>



<p><strong>TMDQA!: Marcos, você entregou &#8220;Les voleurs d’eau&#8221;, uma música politicamente densa, para o Seu Jorge transformar nesse afro-samba com sabor de rum, e também colocou o Zé Ibarra para cantar music-hall em francês. Como você distribuiu esses papéis? Foi por intuição pura ou um quebra-cabeça cerebral?</strong></p>



<p><strong>Marcos Valle:</strong> Foi por intuição, mas acho que uma mistura das duas coisas. Eu escutei um monte de músicas &#8211; imagina quantas faixas do Henri eu precisei ouvir! Eu já conhecia várias, mas tive que ir mais fundo (pedi ajuda ao Emmanuel, que conhecia tudo). Fui selecionando e fazendo uma pré-seleção. Depois, precisei ver quem casaria com o quê, quem cantaria aquilo bem&#8230; às vezes a música é muito boa, mas não combina com determinado intérprete.</p>



<p>Eu já tenho esse lado de produtor bastante forte desde a época em que fiz o meu <em>songbook</em> e planejava: <em>&#8220;essa o Caetano vai gravar, essa a Bethânia, essa o Chico vai gostar&#8221;</em>, então segui muito a intuição. E deu certo. <br>Claro que os artistas também precisavam gostar. Eu mandava e dizia: <em>&#8220;escolhi essa para você, o que acha?&#8221;</em>. Às vezes dava duas opções para escolherem, mas quase sempre fui muito certeiro.</p>



<p>O Zé Ibarra, por exemplo, eu adoro. Ele veio aqui em casa, trocamos ideias sobre o que a música poderia ser e eu brinquei: <em>&#8220;agora está contigo. Quero que você crie o teu mundo&#8221;</em>. O mundo do Zé é fantástico, assim como o da Dora Morelenbaum. Depois eu só coloquei o meu piano, foi um processo intuitivo, mas também um quebra-cabeça pensado. Quando vi tudo pronto, pensei: <em>&#8220;hum, funcionou!&#8221;</em>.</p>



<p><strong>TMDQA!: É meio que impossível fazer uma entrevista com Marcos Valle sem falar sobre a sua trajetória. Quando você estava no estúdio gravando timbres brilhantes de sintetizadores nos anos 80, ou criando as harmonias de &#8220;Samba de Verão&#8221;, imaginava que um dia a sua música seria &#8220;espedaçada&#8221; e ressignificada por rappers americanos e europeus?</strong></p>



<p><strong>Marcos Valle:</strong> Não, nunca! A gente nunca tem noção de onde a música vai alcançar. Às vezes eu faço uma faixa e penso: <em>&#8220;pô, gosto dessa para caramba, gostaria que as pessoas conhecessem&#8221;</em>, mas o músico não tem esse controle. Quando fiz &#8220;Samba de Verão&#8221;, eu era muito novo, tinha uns 20 anos, cara. Com 20 anos, eu jamais poderia imaginar que seria sucesso no Brasil, quanto mais no mundo inteiro, tornando-se uma das músicas brasileiras mais executadas da história, não tinha como.</p>



<p>O mesmo vale para &#8220;<strong>Estrelar</strong>&#8220;. Você não tem essa noção, você simplesmente faz. Eu sempre acredito no que estou fazendo pelo lado do amor &#8211; eu preciso gostar para te mostrar. O que acontece depois é sempre uma grande surpresa e um imenso prazer, que traz uma energia fantástica para a carreira.</p>



<p><em>Continua após o vídeo</em></p>



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</div></figure>



<p></p>



<p><strong>TMDQA!: O Henri sempre flertou com a vanguarda, seja pela biguine, pelo pioneirismo no rock francês, etc. Você acha que esse espírito de &#8220;agente do caos&#8221; musical é o que mais une vocês dois através das gerações?</strong></p>



<p><strong>Marcos Valle:</strong> Acho, com certeza! Esse &#8220;caos&#8221;, essa mentalidade de estar de braços abertos para tudo, é vital. Estar aberto para isso, para aquilo, sem ficar preso pensando: <em>&#8220;ah, mas o que eu já fiz já está lá&#8221;</em>. O foco tem que ser: o que eu quero fazer agora? O que ainda posso criar? Que parcerias posso buscar? Para onde posso caminhar? Como posso abraçar as novidades do mundo e acompanhá-las? Isso é vital. </p>



<p>Por isso te falei que eu e o Henri temos muito em comum. Foi muito bom trabalhar com a obra dele porque a música dele é diversa, assim como a minha. Ora tem swing, ora foca na harmonia&#8230; É algo diferente. Essa afinidade facilitou muito o projeto.</p>



<p><strong>TMDQA!: Queria destacar essa questão da juventude, porque você conviveu com os arquitetos da Bossa Nova e da MPB e agora trabalha justamente com os filhos e netos dessa revolução &#8211; citamos Zé Ibarra, por exemplo. Essa convivência com a juventude te faz querer continuar com a camisa florida e o frescor eterno? Existe um segredo de juventude nessa sua harmonia?</strong></p>



<p><strong>Marcos Valle:</strong> Rapaz, eu te digo uma coisa: acho que o único segredo para estar bem na música e na própria vida é gostar da vida. Eu amo a vida, nunca fui preso ao passado. Quero saber o que estou conversando com você hoje, quero saber de novas parcerias, de gente nova. Quando essa garotada me procura, sei que é legal para eles, mas para mim é tão bom quanto, cara! Disso surge outro lance. Quando vou para o palco com essa garotada na turnê, olha a energia que eles me trazem!</p>



<p>Então, bicho, não tenho segredo. O único é este: gosto da vida, amo a música, a música é a minha vida. Penso em música o tempo inteiro, quero ouvir coisas novas, quero aprender. Falo sempre com os meus filhos, que têm 32 e 33 anos: <em>&#8220;eu quero aprender, tenho muito a aprender. Vocês querem aprender comigo? Não, eu aprendo com vocês, cara!&#8221;</em>. Quero saber o que está rolando. Penso de maneira positiva, agradeço o que tenho e sigo em frente.</p>



<p><strong>TMDQA!: Completamente admirável, Marcos. Quase fechando: se o Henri Salvador estivesse sentado aqui com a gente agora, tomando um cafezinho na sua casa ou na calçada em Copacabana, qual seria a primeira pergunta que você faria para ele sobre o que você aprontou com as músicas dele?</strong></p>



<p><strong>Marcos Valle:</strong> Primeiro a gente ia rir para caramba, porque ele era um cara muito bem-humorado e engraçado. Ele ia rir e dizer: <em>&#8220;seu danado, o que você quer me perguntar?&#8221;</em>. Aí eu diria: <em>&#8220;Henri, tomei a decisão de mexer nas suas músicas, nas harmonias, no ritmo todo. Mas fiz com o maior respeito e amor do mundo pela sua obra. Então me diga, por favor: você gostou?&#8221;</em>.</p>



<p>E eu acho que ele ia gostar, sem falsa modéstia. Acho que ele gostaria porque sabe exatamente disso que você falou: nós pensávamos de forma muito parecida em termos de abertura musical. Ele ia aprovar!</p>



<p><strong>TMDQA!: Espetacular! Estou completamente realizado com esse papo. Meu nome é Eduardo, estou aqui representando o <em>Tenho Mais Discos Que Amigos!</em> e, ao final de nossas entrevistas, temos uma tradição que eu gostaria muito de fazer contigo: queria pedir para você citar cinco álbuns que mudaram a sua vida e as razões para.</strong></p>



<p><strong>Marcos Valle:</strong> Com certeza, Eduardo. Deixe-me pensar&#8230;</p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li><strong>Dorival Caymmi – <em>Canções Praieiras</em></strong><em>:</em> O primeiríssimo. Eu era um menino que, desde cedo, gostava de música. Eu mal podia imaginar que, mais tarde, ficaria amigo da família Caymmi, mas aquele disco foi fantástico para mim.</li>



<li><strong>João Gilberto – <em>Chega de Saudade</em></strong><em>:</em> Esse foi muito marcante, uma influência fortíssima na minha vida.</li>



<li><strong>Marvin Gaye – <em>I Want You</em></strong><em>:</em> Outro disco fortíssimo. O engraçado é como as coisas se cruzam: anos depois, acabei me tornando parceiro do cara que produziu e escreveu esse disco com o Marvin, o <strong>Leon Ware</strong> (com quem fiz &#8220;Estrelar&#8221;). As coisas se juntam!</li>



<li><strong>Tom Jobim – <em>Matita Perê</em></strong><em>:</em> É maravilhoso, lindo e de uma criatividade absurda.</li>



<li><strong>Milton Nascimento – <em>Travesseia</em></strong><em>:</em> Para citar o quinto, lembro de quando o Milton gravou o primeiro disco dele. Antes disso, eu estava nos Estados Unidos, &#8220;Samba de Verão&#8221; tinha estourado lá, e quando voltei, encontrei o Milton, acabamos gravando &#8220;<strong>Viola Enluarada</strong>&#8221; juntos. Depois ele gravou o seu próprio álbum solo. Fiquei muito feliz e aquilo me mudou, porque pude ver toda a musicalidade dele e sentir que tive uma pequena participação ali, trazendo o Milton e ajudando a mostrar as músicas dele.</li>
</ol>



<p>É difícil selecionar só cinco, Eduardo, mas o caminho é por aí!</p>



<p><strong>TMDQA!: Eu não poderia ter ficado mais satisfeito com as escolhas, tá maluco! Marcos, mais uma vez, um prazer imenso. Muito obrigado mesmo pela entrevista, cara.</strong></p>



<p><strong>Marcos Valle:</strong> Obrigado, querido, obrigado a você. Tudo de bom. Tchau, Edu, valeu!</p>



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</div></figure>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading">OUÇA AGORA MESMO A PLAYLIST TMDQA! LANÇAMENTOS</h3>



<p>Quer ficar por dentro dos principais lançamentos nacionais e internacionais? Siga a <strong>Playlist TMDQA! Lançamentos e descubra o que há de melhor do mainstream ao underground; aproveite e <a href="https://open.spotify.com/playlist/05jyAgzDISm9DyKJt4WUj1?si=fa5ec8e47e7f49da" target="_blank" rel="noreferrer noopener">siga o TMDQA! no Spotify!</a> </strong></p>



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			<media:title type="html">TMDQA! Entrevista: Marcos Valle reinventa Henri Salvador &#124; TMDQA!</media:title>
			<media:description type="html">“Salvador do Brasil” é mais do que um disco, e não existiria ninguém melhor do que Marcos Valle para conduzir esse projeto; confira papo</media:description>
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			<media:keywords>Henri Salvador,Marcos Valle,Marcos Valle</media:keywords>
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		<item>
		<title>Bring Me The Horizon volta às origens com a pesadíssima inédita &#8220;Dehumanized&#8221;; veja o clipe</title>
		<link>https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/06/25/bring-me-the-horizon-dehumanized-clipe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Ernani]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 01:46:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Bring Me The Horizon]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Música chega acompanhada de um vídeo intenso e faz parte da divulgação de "Count Your Blessings &#124; Repented", relançamento do primeiro álbum da carreira</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://uploads.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/06/bmth-dehumanized-foto.jpg" alt="Bring Me The Horizon lança a inédita "Dehumanized""/><figcaption>Divulgação</figcaption></figure>
<p>Os fãs dos primeiros anos do <strong>Bring Me The Horizon</strong> estão cheios de motivos pra comemorar.</p>



<p>Enquanto a banda termina os preparativos para o lançamento de <em>Count Your Blessings | Repented</em>, versão regravada e repaginada do álbum de 2006, <strong>Oli Sykes</strong> e companhia aproveitaram a oportunidade para finalizar uma música inédita que resgata a sonoridade de 20 anos atrás com maestria.</p>



<p>&#8220;Dehumanized&#8221; conta ainda com um clipe intenso, bastante violento, e é descrita em um comunicado à imprensa como uma música que &#8220;carrega a agressão implacável e o caos dos primeiros materiais da banda enquanto reflete o escopo, ambição e precisão sonora que definiram a evolução do Bring Me The Horizon&#8221;.</p>



<p>Veja o novo clipe ao final da matéria!</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-bring-me-the-horizon-ira-relancar-seu-primeiro-disco">Bring Me The Horizon irá relançar seu primeiro disco</h2>



<p><em>Count Your Blessings | Repented</em> estará disponível na íntegra no próximo dia 10 de Julho, como parte da celebração de 20 anos do álbum de estreia do BMTH, que ainda contará com shows especiais ao longo do ano.</p>



<p>Na nova versão, a banda traz regravações completas de faixas como &#8220;Pray for Plagues&#8221; e &#8220;Black &amp; Blue&#8221; &#8211; esta última, inclusive, já disponível como um single, como você também pode ver mais abaixo.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Bring Me The Horizon - Dehumanized (Official Video)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/ilqeDbu4E8Y?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Black &amp; Blue (2026 Repented)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/HOMOl127nFc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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			<media:title type="html">Bring Me The Horizon volta às origens com &#34;Dehumanized&#34;; veja %%sep%% %%sitename%%</media:title>
			<media:description type="html">Resgatando elementos do Deathcore sob uma nova roupagem, o Bring Me The Horizon lançou a inédita &#34;Dehumanized&#34; com clipe intenso. Veja!</media:description>
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			<media:keywords>Bring Me The Horizon,Bring Me The Horizon</media:keywords>
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		<item>
		<title>Rolling Stones lançam single em parceria com Robert Smith, do The Cure</title>
		<link>https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/06/25/rolling-stones-robert-smith-divine-intervention/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 21:43:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Mick Jagger]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Smith]]></category>
		<category><![CDATA[The Cure]]></category>
		<category><![CDATA[The Rolling Stones]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Encontro no Metropolis Studios em Londres resultou em colaboração inédita para o álbum "Foreign Tongues", que sai em 10 de julho</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://uploads.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/06/hero-3aefd2af-8a5c-42f6-a50a-2dd0586d20ee.jpeg" alt="Rolling Stones lançam single em parceria com Robert Smith, do The Cure"/><figcaption>Imagem criada por inteligência artificial</figcaption></figure>


<p>Os <strong><a href="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/tag/rolling-stones/" type="post_tag" id="3188">Rolling Stones</a></strong> lançaram nesta quarta-feira (25) dois singles que antecipam o álbum <strong><em>Foreign Tongues,</em></strong> previsto para 10 de julho. A principal novidade é <strong>&#8220;Divine Intervention&#8221;</strong>, faixa inédita que traz <strong>Robert Smith</strong> do <strong><a href="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/tag/the-cure/" type="post_tag" id="430">The Cure</a> </strong>tocando guitarra e fazendo backing vocals, e <strong>&#8220;Jealous Lover&#8221;</strong>, com <strong>Steve Winwood e Andrew Watt</strong>.</p>



<p>A <a href="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/05/06/mick-jagger-robert-smith-novo-disco-rolling-stones/">colaboração entre Mick Jagger e Robert Smith aconteceu de forma espontânea</a> no Metropolis Studios, em Chiswick, Londres. O vocalista dos Stones contou que chegou ao estúdio para gravar seus vocais e se deparou com uma figura de costas vestindo um longo manto.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong><em>Apareci um dia para fazer meus vocais em Londres e tinha esse cara parado lá de costas com seu longo manto, e quando ele se virou estava coberto de batom.&#8221;</em></strong></p>
</blockquote>



<p>Ao reconhecer o músico, disse: &#8220;Você é Robert Smith do The Cure&#8221;. Smith respondeu: &#8220;É, a gente nunca se encontrou&#8221;.</p>



<p>Jagger então sugeriu: &#8220;Bem, já que você está aqui, é melhor ir lá e fazer alguma coisa&#8221;. Sobre o processo, o vocalista explicou: &#8220;É assim que colaborações funcionam às vezes. Vá lá e cante o vocal de apoio.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-letra-de-divine-intervention-e-falsetto-aos-82">Letra de &#8220;Divine Intervention&#8221; e falsetto aos 82</h2>



<p>Em &#8220;Divine Intervention&#8221;, Jagger canta: &#8216;Divine intervention is out of the question, I&#8217;m gonna dance in the flames, Cos&#8217; divine intervention is out of the question&#8217; (Intervenção divina está fora de questão, vou dançar nas chamas, porque intervenção divina está fora de questão).</p>



<p>A faixa marca um dos momentos em que o vocalista, aos 82 anos, ainda entrega uma performance impecável e em plena forma, característica que se mantém mesmo décadas após o auge da banda.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="The Rolling Stones - Divine Intervention (Official Audio)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/3mUf_DGhygA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-jealous-lover-e-producao-de-andrew-watt">&#8220;Jealous Lover&#8221; e produção de Andrew Watt</h2>



<p>O segundo single, &#8220;Jealous Lover&#8221;, é mais um Rock And Roll animado e com a pegada dos Stones, contando com a participação de Steve Winwood e do produtor Andrew Watt, que assina a produção de todo o álbum <em>Foreign Tongues</em>.</p>



<p>O jovem Watt, conhecido por trabalhos recentes com grandes nomes do rock como <strong>Ozzy Osbourne, Elton John, Paul McCartney, Pearl Jam </strong>e <strong>Iggy Pop</strong>, trouxe uma abordagem contemporânea ao som dos Stones sem perder a essência da banda.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-podcast-speaking-in-tongues">Podcast &#8220;Speaking in Tongues&#8221;</h2>



<p>Junto com os singles, os Rolling Stones lançaram o primeiro episódio do podcast Speaking in Tongues, que terá seis episódios ao todo. A série documental acompanha o processo de criação do novo álbum e traz reflexões da banda sobre a perda de <strong>Charlie Watts</strong>, baterista que morreu em 2021.</p>



<p></p>
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			<media:title type="html">Mestres: Rolling Stones lançam single com Robert Smith</media:title>
			<media:description type="html">Rolling Stones lançam &#039;Divine Intervention&#039; com Robert Smith do The Cure e &#039;Jealous Lover&#039; com Steve Winwood. Álbum &#34;Foreign Tongues&#34; sai em 10 de julho.</media:description>
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			<media:keywords>Lançamento,Mick Jagger,Robert Smith,The Cure,The Rolling Stones,Rolling Stones Robert Smith</media:keywords>
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		<item>
		<title>Jonabug lança o clipe de “you cut my wings” inspirada em clássicos do cinema</title>
		<link>https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/06/25/jonabug-clipe-you-cut-my-wings-classicos-cinema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel von Borell]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 20:59:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Jonabug]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vídeo aposta em uma estética cinematográfica em preto e branco sépia, transitando da leveza juvenil para uma atmosfera mais sombria e intensa</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://uploads.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/06/Jonabug-lanca-o-clipe-de-you-cut-my-wings-inspirada-em-classicos-do-cinema.jpeg" alt="Jonabug lança o clipe de “you cut my wings” inspirada em clássicos do cinema"/><figcaption>Crédito: Danilo Abreu de Souza</figcaption></figure>
<p>A banda <strong>Jonabug</strong> lançou o clipe de <strong>&#8220;you cut my wings&#8221;</strong>, faixa do álbum <strong><em>Três Tigres Tristes</em></strong> (2025). O lançamento marca o primeiro aniversário do disco, que ainda ganhou edição em vinil distribuída pelos selos +um HITS, Black Dog Alternative, Midwest Records e Undershows BR.</p>



<p>A música foi escolhida para o vídeo por abordar temas de transformação e autoconfronto. A produção foi dirigida e roteirizada por <strong>Laura Reis</strong>, trazendo a atriz <strong>Julia Martins</strong> no papel de um anjo que percorre um parque de diversões.</p>



<p>Visualmente, o clipe adota uma estética cinematográfica em preto e branco sépia, inspirada em filmes como <strong><em>Asas do Desejo</em></strong> (1987), de <strong>Wim Wenders</strong>, <strong><em>A Noite do Terror</em></strong> (1961), de<strong> Curtis Harrington</strong>, e <strong><em>Anjos Caídos</em></strong> (1995), de<strong> Wong Kar Wai</strong>.</p>



<p>A narrativa começa com a leveza e a liberdade associadas ao parque de diversões, mas gradualmente se torna mais sombria, incorporando imagens de cemitérios, sangue e fuga. A mudança acompanha a temática da canção, que fala sobre lutar contra o fracasso mesmo após ter as “asas cortadas”.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-jonabug-lanca-clipe-cinematografico-para-seu-novo-single">Jonabug lança clipe cinematográfico para seu novo single</h2>



<p>Segundo Laura Reis, o parque funciona como personagem central da história, enquanto o anjo representa alguém em busca de liberdade. Em nota para a imprensa, ela explicou:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-left"><em><strong>Parques de diversões nos tornam um pouco mais humanos, sentindo à flor da pele as emoções de andar na montanha russa, lembrar da infância no carrossel, ter medo, dar risada, sentir cheiro de churros, se apaixonar, tudo em questões de segundos nesse mesmo lugar estroboscópico. Quando escrevi o roteiro quis que o parque fosse o personagem principal e que o anjo, essa garota que foge de si mesma em busca da liberdade, nos guiasse por esse ambiente tão cheio de possibilidades.&#8221;</strong></em></p>
</blockquote>



<p>A diretora de fotografia <strong>Manuela Amor</strong> ajudou a construir um visual marcado por bordas borradas e uma sensação de vertigem, reforçando a atmosfera lúdica e inquietante do clipe.</p>



<p>Confira o vídeo de &#8220;you cut my wings&#8221; logo abaixo!</p>


<div class="wp-block-publisher-featured"><div class="wp-block-seox-content-feeds">
<article class="feed feed-sm-v2 " >
	<a class="feed-link text-decoration-none d-flex flex-row gap-3" href="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/06/24/reacao-oasis-sucesso-wonderwall-copa-do-mundo/"
	title="Sinceros: a reação do Oasis ao sucesso de &quot;Wonderwall&quot; na Copa do Mundo">
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			<picture class="d-flex"><source media="(max-width: 668px)" srcset="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/wp-content/uploads/2017/08/oasis-wonderwall-clipe-230x120.jpg"><source srcset="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/wp-content/uploads/2017/08/oasis-wonderwall-clipe.jpg 1x, https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/wp-content/uploads/2017/08/oasis-wonderwall-clipe-230x120.jpg 2x"><img decoding="async" width="180" height="100" src="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/wp-content/uploads/2017/08/oasis-wonderwall-clipe.jpg" class="h-96 w-96 aspect-1x1 fit-cover" alt="Oasis em Wonderwall" title="Oasis em Wonderwall" /></picture>			<i class="position-absolute inset user-select-none" aria-hidden="true"></i>
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			<p class="post-hat-feed-md feed-hat font-base fw-bold fs-3 line-fixed letter-wide mb-1">Veja o que os irmãos Gallagher disseram</p><h2 class="post-title-feed-sm feed-title font-base fw-variable fs-4 line-compact letter-relaxed lg:letter-wide line-clamp-4">Sinceros: a reação do Oasis ao sucesso de &quot;Wonderwall&quot; na Copa do Mundo</h2>			<div class="feed-hook">
							</div>
		</div>
	</a>
</article>
</div></div>


<p></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="you cut my wings - jonabug (official video)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/ExnE9jynxh0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p>O post <a href="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/06/25/jonabug-clipe-you-cut-my-wings-classicos-cinema/">Jonabug lança o clipe de “you cut my wings” inspirada em clássicos do cinema</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com">TMDQA!</a>.</p>
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			<media:title type="html">Jonabug lança o clipe de “you cut my wings” inspirada em clássicos do cinema &#124; TMDQA!</media:title>
			<media:description type="html">A banda Jonabug lançou o clipe de “you cut my wings”, faixa do álbum &#34;Três Tigres Tristes&#34;, com direção de Laura Reis.</media:description>
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			<media:keywords>Jonabug,Jonabug</media:keywords>
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			<media:title type="html">Oasis em Wonderwall</media:title>
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		<item>
		<title>Shawn James fala sobre “Passage” e música como terapia antes de shows no Brasil</title>
		<link>https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/06/25/shawn-james-passage-entrevista-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Liz Sacramento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 20:58:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Folk]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Americana]]></category>
		<category><![CDATA[Blues]]></category>
		<category><![CDATA[folk]]></category>
		<category><![CDATA[Passage]]></category>
		<category><![CDATA[Shawn James]]></category>
		<category><![CDATA[shows internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[The Last Of Us]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo álbum do cantor e compositor norte-americano chega antes de apresentações em Porto Alegre, São Paulo e Curitiba</p>
<p>O post <a href="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/06/25/shawn-james-passage-entrevista-brasil/">Shawn James fala sobre “Passage” e música como terapia antes de shows no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com">TMDQA!</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://uploads.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/06/Shawn_James_Divulgacao_Passage_Br_2026.jpg" alt="Shawn James lança “Passage” e se prepara para turnê no Brasil"/><figcaption>Foto: Divulgação/ Shawn James</figcaption></figure>
<p>O cantor, compositor e multi-instrumentista norte-americano <strong>Shawn James</strong> lançou <em><a href="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/06/17/shawn-james-album-passage-retorno-brasil-agosto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Passage</strong></a></em>, seu novo álbum de estúdio, em 12 de junho. </p>



<p>Liderado pela faixa <strong>“Headed for the End”</strong>, que também ganhou videoclipe, o disco chega pouco antes de uma <a href="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/05/11/shawn-james-shows-brasil-2026/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nova turnê pelo Brasil</a>, com shows em Porto Alegre, no dia 6 de agosto, no Teatro Opinião; em São Paulo, no dia 7 de agosto, no Cine Joia; e em Curitiba, no dia 8 de agosto, no Hard Rock Café. Para mais informações sobre ingressos, <a href="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/05/14/shawn-james-no-brasil-ingressos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>clique aqui</strong></a>.</p>



<p>Conhecido mundialmente por “Through The Valley”, canção que ganhou grande alcance com <em>The Last of Us</em>, James conversou com o <strong>TMDQA!</strong> sobre a nova fase, infância, música como terapia, os discos que mudaram sua vida e a relação intensa que criou com o público brasileiro.</p>



<p><em>[Continua após vídeo]</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Shawn James - Headed for the End" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/L0dpwoAqv8s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-entrevista-com-shawn-james">Entrevista com Shawn James</h2>



<p><strong>TMDQA!: </strong><em><strong>Passage</strong></em><strong> parece marcar um novo capítulo no seu trabalho. Quando você olha para esse álbum agora, o que parece diferente em relação aos discos anteriores?</strong></p>



<p><strong>Shawn James:</strong> Acho que é um progresso, um amadurecimento em relação ao lugar onde eu estava antes. Estou em turnê há 14 anos, viajando pelo mundo, lançando minha música, centenas de canções. No passado, eu era um pouco mais ingênuo, vinha de um lugar de simplesmente fazer e aprender.</p>



<p>Agora estou ficando mais velho, já tem cabelo grisalho na minha barba. Viajei muito mais, vivi mais coisas, e acho que estou trazendo essa experiência para as músicas novas. Hoje sinto que sei contar uma história do jeito que eu realmente quero, mais do que nunca.</p>



<p>Uma coisa bonita nesse álbum é que, embora ele seja novo, me lembra uma combinação de dois discos meus. O primeiro que lancei, <em><strong>Shadows</strong></em>, que muitos fãs adoram, é muito cru, gravado de forma <em>DIY</em>, com muitas arestas. E ele também me lembra <em>T<strong>he Dark and the Light</strong></em>, que é o álbum mais produzido que já lancei. <strong><em>Passage</em> </strong>parece estar no meio disso. Tem a crueza e tem a produção necessária. Acho isso poderoso.</p>



<p><strong>TMDQA!: A palavra “passage” sugere movimento, mas também perda, deixar coisas para trás e até morte em alguns contextos. O que essa palavra significou para você quando virou o título do álbum?</strong></p>



<p><strong>Shawn James:</strong> Acho que preciso começar um pouco antes para explicar isso. O último álbum que lançamos foi um disco conceitual chamado <em><strong>Honor and Vengeance</strong></em>. Ele era muito específico. Eu escrevi a história antes de escrever as músicas. Era um álbum sobre faroeste, foras da lei, bandidos.</p>



<p>Quando comecei este disco, eu não sabia como ele se chamaria. Eu não queria uma diretriz. Não queria que todas as músicas estivessem relacionadas. Queria que cada canção fosse sua própria história, para que você não precisasse ouvir o álbum inteiro para entender tudo, como acontecia no anterior.</p>



<p>Enquanto eu escrevia, estava refletindo muito sobre meu passado, sobre quem eu era e quem eu queria ser. Também estava pensando em deixar velhos hábitos para trás e tentar me tornar uma versão melhor de mim mesmo. Depois que escrevi o álbum, comecei a pensar no título. Para mim, cada disco que lanço é como uma fotografia de quem eu era e do que eu estava pensando naquele momento. Este é igual. Ele mostra o que estou vivendo agora, onde estou agora.</p>



<p><strong><em>Passage</em> </strong>significa outro capítulo. É como se eu tivesse vindo do último álbum até aqui e agora estivesse olhando para as coisas de outro jeito. Foi por isso que decidi chamá-lo assim. Parece mais um capítulo nessa jornada que é a música e a vida em geral.</p>



<p><strong>TMDQA!: Por quanto tempo você escreveu </strong><em><strong>Passage</strong></em><strong>?</strong></p>



<p><strong>Shawn James:</strong> Comecei a escrever <strong><em>Passage</em> </strong>cerca de um ano e meio atrás. Terminamos de gravar nossas partes em agosto do ano passado, e em novembro ele já estava mixado e masterizado. Então fiquei com essas músicas por bastante tempo. É estranho ter essas canções, conhecê-las por tanto tempo e não compartilhá-las com ninguém.</p>



<p>Mas também há uma beleza nisso. Quando escrevi, talvez eu estivesse pensando em uma coisa, em um sentimento ou emoção. Depois, ouvindo o disco quase um ano e meio mais tarde, passei a enxergar as músicas de outro jeito. Às vezes você escreve uma canção e não sabe exatamente sobre o que ela é. São sentimentos que você está tendo. Um ano depois, ou anos depois, você olha para trás e percebe: “isso era um reflexo direto do que eu estava vivendo”. E eu nem sabia que estava escrevendo sobre aquilo.</p>



<p><strong>TMDQA!: Você falou sobre olhar para si mesmo, e isso lembra muito terapia. A música funciona assim para você?</strong></p>



<p><strong>Shawn James:</strong> Cem por cento. Já falei sobre isso muitas vezes, mas a música é uma enorme forma de terapia para mim. Eu também já fiz terapia, e hoje reconheço que a música sempre foi terapia de alguma forma. Ela sempre foi outra forma disso.</p>



<p>Acho que esse é um dos motivos pelos quais as pessoas se conectam com o que faço. A música é terapêutica para mim, é autêntica, é genuína, fala de coisas que estou vivendo. As pessoas conseguem se conectar porque parece real.</p>



<p><strong>TMDQA!: Em </strong><em><strong>Tired of Trying</strong></em><strong>, você toca em exaustão, excesso e álcool sem transformar isso em discurso direto. De onde veio essa música?</strong></p>



<p><strong>Shawn James:</strong> Meu pai morreu quando eu era muito jovem porque era alcoólatra. Ele morreu por beber demais. Por muito tempo, eu evitei o álcool. Achava que era algo ruim. Ele também era um homem muito violento quando estava bravo e bêbado, e eu achava que era a bebida que fazia aquilo.</p>



<p>Depois fui ficando mais velho, convivi com pessoas que bebiam e ficavam bem, saudáveis. Então percebi que havia mais coisas envolvidas. Experimentei um pouco e, quando era mais jovem, bebi muito mais. Conforme fui envelhecendo, notei que o álcool talvez não estivesse me servindo da mesma forma que antes.</p>



<p><strong><em>Tired of Trying</em> </strong>é uma das músicas mais pesadas do disco. Eu estava passando por uma fase de esgotamento. Estava cansado de tudo: turnê, essa busca infinita por mais seguidores, mais curtidas, mais inscritos, mais disso, mais álcool, mais diversão, mais. Parecia que nunca acabava. Comecei a me sentir exausto e não sabia por quê.</p>



<p>Acho que foi daí que veio <em><strong>Tired of Trying</strong></em>: estou cansado de tentar para quê? Por quê? Hoje eu tenho esses motivos, claro, mas naquele momento acho que precisava de uma pausa para reavaliar por que estava fazendo tudo aquilo e qual era o sentido.</p>



<p>Escrevi essa música em um ano em que não estava em tanta turnê. Quando ficamos muito ocupados e enchemos a vida de coisas, acabamos distraídos. Quando desaceleramos, os problemas reais voltam. Acho que essa música veio desse momento em que parei e percebi: eu estou insatisfeito. Não era sobre preencher minha vida com mais e mais coisas. Era sobre encarar o que estava ali.</p>



<p><strong>TMDQA!: Sua voz carrega uma intensidade muito física. Ela pode soar íntima e confrontadora ao mesmo tempo. Você sente que controla essas nuances ou é algo mais ligado a desligar o mundo e deixar sair naturalmente?</strong></p>



<p><strong>Shawn James:</strong> Conforme fui ficando mais velho, passei a entender melhor como controlar a voz. Quando ouço <em>Shadows</em>, meu primeiro álbum, escuto uma versão muito mais jovem de mim. Alguém que simplesmente deixava tudo sair, sem pensar muito, apenas performando.</p>



<p>Com os anos, aprendi melhor como minha voz funciona. Hoje penso mais na emoção da música. Sobre o que é a canção? Como a voz pode servir à emoção que estou tentando escrever? Como faço as pessoas sentirem algo?</p>



<p>Sempre vai existir uma mistura entre a honestidade daquilo que você precisa colocar para fora e esse ato de desligar tudo e deixar sair. Mas, com o tempo, encontrei formas melhores de controlar a voz para conseguir me explicar melhor, contar melhor as histórias e entregar as emoções que eu quero.</p>



<p><strong>TMDQA!: E tem muitos &#8216;mi-me-ma-mo-mu&#8217;s? (risos) </strong>[forma de descrever exercício de aquecimento das pregas vocais]</p>



<p>Quando estou em turnê, também preciso tomar mais cuidado. Quando era mais jovem, podia fazer qualquer coisa, acordar no dia seguinte e estar perfeito. Agora preciso aquecer, beber bastante chá com mel. Tem um pouco disso também.</p>



<p><strong>TMDQA!: <a href="https://www.instagram.com/reels/DYU_xbtAgFV/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Entre os discos que mudaram sua vida</a>, você citou Nina Simone e Sam Cooke. Os dois tinham uma capacidade rara de fazer uma música soar espiritual, política e profundamente pessoal ao mesmo tempo. O que você aprendeu com eles?</strong></p>



<p><strong>Shawn James:</strong> Eu sou uma combinação das coisas que me inspiraram. As pessoas perguntam de onde vêm meus vocais, de onde vem meu estilo. E eu digo: vem de tudo que ouvi crescendo, de tudo que ouço agora. É uma mistura do que me inspira.</p>



<p><strong>Nina Simone</strong> é muito importante para mim. Sim, ela conseguia fazer declarações políticas com a música, de uma forma artística, em que você precisava traduzir aquilo. Mas o que mais gosto nela é a intensidade da autenticidade com que ela se apresentava. Muitos artistas parecem usar uma máscara, como se fosse uma atuação teatral. Com ela, eu sentia que era real. Eram as emoções dela. Ela estava sendo honesta e genuína. Às vezes, era como se ela sangrasse na sua frente.</p>



<p>Acho que uma parte disso não pode ser ensinada. Você precisa ter algumas experiências na vida para aprender a expressar certas coisas. Mas ouvir e ver Nina Simone como exemplo foi muito inspirador. Ela me mostrou outro caminho. Eu aprendi estudando artistas que me inspiravam e, ao longo dos anos, encontrando minha própria voz.</p>



<p>Também amo a habilidade de improviso dela. Você pode ouvir a versão de estúdio de uma música, depois uma versão ao vivo, depois outra, e são dez versões diferentes, com pequenas mudanças que tornam cada apresentação única. Às vezes, até a letra muda um pouco.</p>



<p>Eu faço isso também. Tenho uma música lançada de um jeito, mas, ao vivo, não quero repeti-la exatamente igual todas as noites. Às vezes você sente emoções novas, a música ganha novos significados, e isso torna a apresentação melhor. Quando alguém pergunta por que não cantei exatamente como no disco, eu penso: se você quer ouvir daquele jeito, a gravação está lá. O que você está vivendo agora é ao vivo. É real. É autêntico.</p>



<p>Com <strong>Sam Cooke</strong>, aquele disco ao vivo que coloquei no meu Top 5 é absurdo. Se você não ouviu, recomendo muito! A energia naquela sala é inacreditável. Ele me ensinou muito sobre shows ao vivo, sobre como as músicas mudam e sobre como se comunicar com o público. É uma experiência real, não uma apresentação teatral.</p>



<p><strong>TMDQA!: Você já tocou no Brasil em 2023 e 2024 e agora volta com </strong><em><strong>Passage</strong></em><strong>. O que mudou na sua relação com o público brasileiro depois desses shows e como você chega para os próximos shows agora, em 2026?</strong></p>



<p><strong>Shawn James:</strong> Antes de ir ao Brasil, eu tinha uma ideia do país a partir de filmes, programas de viagem, coisas que via na TV. Eu também via muitos comentários dizendo <em>“come to Brazil”</em>, “<em>come to Brazil</em>”, e pensava: isso é real ou são só pessoas digitando? Então fomos, apostamos nisso, e eu nunca vou esquecer a intensidade, a emoção e a paixão do público. </p>



<p>Em alguns lugares onde tocamos, parece existir uma separação clara entre o público e o artista. Nós tocamos, as pessoas esperam, batem palmas no final da música, depois na próxima, e assim por diante&#8230; No fim do show, alguém diz: <em>“foi o melhor show que eu já vi”</em>. E eu penso: sério? Porque eu não senti isso vindo de você.</p>



<p>No Brasil foi diferente. A emoção, a intensidade e a paixão fazem vocês serem parte ativa do show. Vocês não estão apenas assistindo. Vocês estão envolvidos. Isso faz a apresentação parecer muito mais viva. A gente se entrega a isso. Não estamos apenas tocando as músicas. Estamos tocando para vocês, porque vocês dão essa energia e nós devolvemos. É uma troca.</p>



<p>Quando voltamos ao Brasil pela segunda vez, estávamos mais preparados. Pensamos em criar momentos, tornar aquilo ainda mais uma experiência, porque já sabíamos um pouco mais o que esperar.</p>



<p>Agora, voltando com <em>Passage</em>, acho que haverá uma mistura. Tem coisas que continuam, porque não há nada de errado com o que já aconteceu. Mas cada apresentação precisa ser diferente, precisa ser uma experiência única. Vamos tocar oito ou nove músicas novas do disco, mas também vamos tocar clássicos antigos de novas formas. <em><strong>Through the Valley</strong></em>, por exemplo, é uma das músicas mais populares, mas eu não quero apenas repeti-la do mesmo jeito. A gente recria, dá uma vida nova. É uma experiência diferente da última vez.</p>



<p>Nunca pensei que um dia pudesse viajar pelo mundo, tocar em lugares diferentes e me conectar com culturas e pessoas tão diferentes. Isso ainda me impressiona. Estamos animados para compartilhar músicas novas, emoções novas, cantar junto as antigas e trazer de volta algumas canções que não tocamos da última vez e que muita gente pediu. Existe uma energia no Brasil e na América do Sul que não dá para recriar em nenhum outro lugar.</p>



<p><strong>TMDQA!: Quando a gente tenta colocar sua música em uma caixa de gênero, parece sempre faltar alguma coisa. Tem folk, blues, rock, gospel, country, soul&#8230; Como você gostaria que sua música fosse descrita?</strong></p>



<p><strong>Shawn James:</strong> É uma pergunta difícil, e uma com a qual lidei a carreira inteira. Algumas músicas podem ser consideradas <em><strong>dark folk</strong></em>, como <em>Through the Valley</em>. Outras, como <em>Curse of the Fold</em>, têm algo de western, gótico, americana e country. Também tem rock and roll, gospel e blues.</p>



<p>É uma mistura das coisas que me inspiraram. Mas, se eu tivesse que escolher uma palavra, pensando na definição musical, acho que seria <em><strong>Americana</strong></em>. Quando você olha para a definição de Americana como gênero, é uma fusão de blues, gospel, rock, soul, folk, música latina, tudo em torno das Américas.</p>



<p>O problema é que, quando alguém ouve “Americana”, talvez pense em <strong>Johnny Cash</strong>, em country, e isso não é tudo. Essa é a dificuldade dos gêneros: você lida com a definição que outras pessoas têm daquela palavra. O que significa uma coisa para você pode significar outra para alguém.</p>



<p>Então é difícil responder. As músicas novas, os estilos mais interessantes, muitas vezes são misturas do que veio antes. Se eu tiver que responder pela definição, sim, é Americana, porque reúne todas essas coisas. Mas depende muito de como cada pessoa entende essa palavra.</p>
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			<media:title type="html">Shawn James fala sobre “Passage” e música como terapia %%sep%% %%sitename%%</media:title>
			<media:description type="html">Novo álbum do cantor e compositor norte-americano Shawn James chega antes de apresentações em Porto Alegre, São Paulo e Curitiba.</media:description>
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			<media:keywords>Americana,Blues,Entrevistas,folk,Passage,Shawn James,shows internacionais,The Last Of Us,Shawn James</media:keywords>
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		<title>5 hinos do Rock que são odiados por seus autores</title>
		<link>https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/06/25/icones-do-rock-classico-que-odeiam-suas-proprias-musicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lara Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 20:56:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
		<category><![CDATA[Listas]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Led Zeppelin]]></category>
		<category><![CDATA[Metallica]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira o que lendas da música já falaram sobre alguns dos maiores sucessos de suas bandas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/wp-content/uploads/2018/09/led-zeppelin-foto.jpg" alt="Led Zeppelin"/><figcaption>Foto via site oficial</figcaption></figure>
<p>Ao longo da história da música, os fãs já foram surpreendidos com diversos relatos de artistas consagrados que admitiram sentir desconforto ao revisitar alguns dos seus maiores sucessos.</p>



<p>Em alguns casos, os músicos criam aversão por determinada faixa por ela ter se tornado tão popular a ponto de praticamente definir a carreira de sua banda, ofuscando os demais trabalhos lançados. Em outros, músicos preferem deixar certas músicas no passado por questões pessoais ou até técnicas.</p>



<p>Bandas lendárias como<strong> Led Zeppelin </strong>e <strong>Radiohead </strong>e outros ícones do Rock já falaram abertamente sobre esse sentimento. Como resultado desse desprezo, em algumas situações, os músicos chegaram até mesmo a evitar determinadas músicas nos shows ou demonstraram publicamente o incômodo de serem associados quase exclusivamente a um único sucesso.</p>



<p>Confira abaixo uma lista reunida pelo<a href="https://faroutmagazine.co.uk/five-classic-rock-bands-cant-stand-their-own-songs/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Far Out</a> com alguns hits emblemáticos do Rock que são odiados por seus próprios criadores!</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-5-icones-do-rock-classico-que-odeiam-suas-proprias-musicas">5 ícones do Rock clássico que odeiam suas próprias músicas</h2>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-radiohead">Radiohead</h3>



<p>O <strong>Radiohead </strong>lançou “Creep” como o single de estreia do seu primeiro disco de estúdio <strong><em>Pablo Honey</em></strong>, de 1993, e a música em questão &#8211; que não era amada por <strong>Thom Yorke </strong>e seus companheiros &#8211; contrariou todas as previsões e se tornou um hit incontestável. </p>



<p>No mesmo ano em que lançou o primeiro álbum do Radiohead, Yorke admitiu em entrevista à <em>Rolling Stone</em> o que sentia pela música que se tornou o maior sucesso do grupo:</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><em>“Eu não estava muito feliz com a letra; achei que era bem ruim”.</em></strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Radiohead - Creep" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/XFkzRNyygfk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-led-zeppelin-stairway-to-heaven">Led Zeppelin – “Stairway to Heaven”</h3>



<p>O <strong>Led Zeppelin </strong>é dono de uma série de clássicos aclamados pelos fãs, mas tem uma música que <strong>Robert Plant </strong>não suporta: “Stairway to Heaven”. O vocalista da lendária banda já expressou seu descontentamento com o sucesso de 1971 inúmeras vezes e chegou a definir a faixa como &#8220;santimoniosa&#8221; e como a “música de casamento” da banda.</p>



<p>O desafeto pela música é tão intenso que, após ter seguido carreira solo, Robert só cantou “Stairway to Heaven” nas duas reuniões do Led Zeppelin em 1988 e 2007, e por um motivo nobre em 2023.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Led Zeppelin - Stairway To Heaven (Official Audio)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/QkF3oxziUI4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-pretenders-brass-in-pocket">Pretenders – “Brass in Pocket”</h3>



<p>A vocalista <strong>Chrissie Hynde</strong>, do <strong>Pretenders</strong>, ficou tão insatisfeita com o resultado da gravação do hit “Brass in Pocket” que disse ao seu produtor que ela “preferia morrer” do que lançar a faixa.</p>



<p>O que Hynde não imaginava é que a canção não apenas seria lançada, como acabaria sendo o single do disco de estreia homônimo da banda e alcançaria o topo das paradas. Sobre a canção, ela disse mais tarde à Classic Rock:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-left"><strong><em>Nunca achei que fosse tão boa. Era pop? Motown? Rock? Parecia que não sabia o que era. Eu costumava ficar constrangida quando ouvia minha voz naquelas primeiras gravações dos Pretenders, e aí ela chegou ao primeiro lugar! Lembro de andar por Oxford Circus ouvindo-a tocando alto nos rádios das pessoas. Eu morria de vergonha.”</em></strong></p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Pretenders - Brass In Pocket (Official Music Video)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/0H6re3PCP3E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-metallica-escape">Metallica – “Escape”</h3>



<p>A faixa “Escape” é uma das canções que o <strong>Metallica </strong>gostaria de nunca ter lançado. A música, que tem uma pegada mais radiofônica, também dividiu opiniões entre os fãs da banda, sendo talvez a única desta lista que não se tornou um hit.</p>



<p>A influente banda de Metal voltou a demonstrar seu desgosto pela canção em 2023, quando um fã do Metallica postou um vídeo no TikTok escutando “Escape” em vinil depois de muito tempo sem ouvi-la e declarou que ela era “melhor do que eu me lembrava”. </p>



<p>Na época, a própria banda fez questão de responder o internauta nos comentários do vídeo com uma brincadeira: “Não, não é!”. Melhor esquecer mesmo&#8230;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Escape (Remastered)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/kGYD3hkCPAc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-the-who-pinball-wizard">The Who – “Pinball Wizard”</h3>



<p>“Pinball Wizard” é um dos maiores sucessos da carreira do <strong>The Who </strong>e chegou a ser regravada por <strong>Elton John</strong>. Mesmo sendo uma música tão aclamada, o guitarrista e segundo vocalista da banda, <strong>Pete Townshend</strong>, nunca foi um grande admirador da faixa.</p>



<p>Além de já ter dito que a canção que integra o disco de ópera rock <strong><em>Tommy </em></strong>é uma música “horrível”, o músico também escreveu no encarte do álbum, supostamente destinado a fornecer uma visão sobre o processo criativo: </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong><em>Estou envergonhado. Isso soa como uma canção de teatro”. </em></strong></p>
</blockquote>



<p>Porém, talvez o ódio não fosse tão forte assim, já que a música continuou marcando presença no setlist dos shows do The Who.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="The Who - Pinball Wizard (Lyric Video)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/hHc7bR6y06M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>
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			<media:title type="html">5 hinos do Rock que são odiados por seus autores &#124; TMDQA!</media:title>
			<media:description type="html">Metallica, Led Zeppelin e mais estão entre as bandas que odeiam músicas que são consideradas clássicos de sua sua carreira. Confira a lista!</media:description>
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			<media:keywords>Led Zeppelin,Metallica,rock,Rock</media:keywords>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Planetas e Botões inaugura nova fase com o lançamento de “A Tarde Aqui”; veja clipe</title>
		<link>https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/06/25/planetas-e-botoes-nova-fase-lancamento-a-tarde-aqui-clipe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel von Borell]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 18:37:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Planetas e Botões]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Faixa explora temas como pertencimento, amadurecimento e saudade, transformando lembranças de uma pequena cidade do interior em uma experiência musical íntima</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://uploads.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/06/Planetas-e-Botoes-inaugura-nova-fase-com-o-lancamento-de-A-Tarde-Aqui-veja-clipe.jpg" alt="Planetas e Botões inaugura nova fase com o lançamento de “A Tarde Aqui”; veja clipe"/><figcaption>Crédito: divulgação</figcaption></figure>
<p>A banda gaúcha <strong>Planetas e Botões</strong> apresentou oficialmente<strong>“A Tarde Aqui”</strong>, seu novo single que veio acompanhado de um clipe marcando o início da nova etapa na trajetória do grupo.</p>



<p>A faixa revela uma evolução sonora sem abandonar a essência construída pela banda desde seus primeiros trabalhos, explorando uma combinação entre o Rock Alternativo, Emo e Indie Rock, com forte presença melódica e emocional.</p>



<p>Com arranjos mais atmosféricos e uma estética contemplativa, “A Tarde Aqui” amplia a identidade artística ao transformar sentimentos como memória, pertencimento e saudade em uma experiência musical intimista e cinematográfica. O lançamento também apresenta ao público a atual formação do grupo, estabelecida após importantes mudanças realizadas em 2024.</p>



<p>A canção nasceu de uma reflexão sobre o tempo e sobre a maneira como pessoas e momentos permanecem vivos dentro de nós. Inspirada pelas lembranças e experiências de uma pequena cidade do interior, a composição percorre temas como amadurecimento, distância e a tentativa de preservar afetivamente histórias que ajudaram a construir nossas identidades.</p>



<p>Por meio da melancolia e uma interpretação vocal carregada de emoção, “A Tarde Aqui” propõe uma pausa diante da velocidade da vida moderna. A música convida o ouvinte a revisitar suas próprias memórias e valorizar pequenos instantes, reconhecendo a permanência de vínculos que resistem mesmo diante das mudanças impostas pelo tempo.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-planetas-e-botoes-gravou-video-para-o-single-a-tarde-aqui">Planetas e Botões gravou vídeo para o single &#8220;A Tarde Aqui&#8221;</h2>



<p>O clipe constrói uma narrativa visual marcada pela nostalgia e pelo acolhimento. Com imagens de forte carga emotiva, a produção amplia os significados presentes na canção e transforma lembranças pessoais em uma experiência visual sobre afeto e passagem do tempo. Sobre o conceito do lançamento, o fundador da Planeta e Botões, <strong>Artur Laste</strong>, comentou:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-left"><strong><em>Com o tempo, comecei a perceber que muitas das pessoas com quem convivi já faleceram ou foram embora, e que aos poucos vamos esquecendo rostos, histórias e momentos compartilhados ao longo da vida. Foi daí que surgiu a vontade de não deixar essas pessoas serem apagadas pelo tempo. Esse vídeo acabou se tornando uma forma de eternizar aquela cidade e aquelas pessoas através desse recorte de vida, guardando sorrisos, olhares e momentos de um presente tão intenso, mas que muitas vezes acaba sendo consumido pelo imediatismo dos grandes centros urbanos.”</em></strong></p>
</blockquote>



<p>Formada em Porto Alegre (RS) em 2018, a Planetas e Botões surgiu a partir do encontro entre estudantes do curso de Produção Fonográfica que compartilhavam o desejo de criar músicas autorais capazes de questionar a forma como percebemos o mundo e nossa própria existência.</p>



<p>Ao longo de sua trajetória, o grupo lançou singles como <strong>“Labirinto”</strong> e <strong>“Polifonia”</strong>, e o EP <strong><em>Da Mente às Estrelas</em></strong> (2020), produzido integralmente de forma remota durante a pandemia. O compacto, aliás, aprofundou o caráter conceitual da banda e fortaleceu sua presença na cena alternativa.</p>



<p>Atualmente, além de Artur Laste Furlanetto (guitarra, violão e vocais), a formação do grupo conta com <strong>Henrique Martins</strong> (vocais e contrabaixo), <strong>Adriano Quadros</strong> (teclados e vocais) e <strong>Pedro Dubois</strong> (bateria e vocais).</p>



<p>Confira o clipe de “A Tarde Aqui” logo abaixo!</p>


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	<a class="feed-link text-decoration-none d-flex flex-row gap-3" href="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/06/24/brasileira-tocou-campainha-jungkook-bts-133-vezes/"
	title="Brasileira tocou campainha de Jungkook, do BTS, 133 vezes seguidas">
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			<p class="post-hat-feed-md feed-hat font-base fw-bold fs-3 line-fixed letter-wide mb-1">Obsessão</p><h2 class="post-title-feed-sm feed-title font-base fw-variable fs-4 line-compact letter-relaxed lg:letter-wide line-clamp-4">Brasileira tocou campainha de Jungkook, do BTS, 133 vezes seguidas</h2>			<div class="feed-hook">
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<p></p>



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			<media:title type="html">Planetas e Botões inaugura nova fase com o lançamento de “A Tarde Aqui”; veja clipe &#124; TMDQA!</media:title>
			<media:description type="html">A banda gaúcha Planetas e Botões apresentou ao público “A Tarde Aqui”, novo single e clipe que marca uma nova fase do grupo.</media:description>
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			<media:title type="html">Brasileira é presa na Coreia do Sul após perseguir integrante do BTS</media:title>
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		<title>Morrissey volta a atacar Johnny Marr após anúncio de novo podcast sobre o The Smiths</title>
		<link>https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/06/25/morrissey-ataque-johnny-marr-novo-podcast-the-smiths/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel von Borell]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 18:33:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alternativo]]></category>
		<category><![CDATA[Indie]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[johnny marr]]></category>
		<category><![CDATA[Morrissey]]></category>
		<category><![CDATA[The Smiths]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cantor afirmou não ter sido convidado para participar de série da BBC e acusou produção de apresentar narrativa desfavorável a seu respeito</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/wp-content/uploads/2024/08/morrissey-johnny-marr.jpg" alt="Morrissey com Johnny Marr, do The Smiths"/></figure>
<p>A mais que conturbada relação entre <strong>Morrissey</strong> e <strong>Johnny Marr</strong> ganhou um novo capítulo. Décadas após o fim do <strong>The Smiths</strong>, uma das bandas mais influentes dos anos 1980, as divergências entre os dois ex-colegas voltaram ao centro das atenções por causa de uma nova produção da BBC.</p>



<p>A emissora britânica anunciou a série de podcasts <em><strong>The Rise and Fall of the Smiths</strong></em>, composta por oito episódios e apresentada por <strong>Steve Lamacq</strong> e <strong>Elizabeth Alker</strong>. Com estreia marcada para 13 de julho, a produção promete revisitar a trajetória do grupo, desde sua rápida ascensão até a separação que marcou o fim da banda em 1987.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-novo-podcast-do-the-smiths-que-irritou-morrissey">O novo podcast do The Smiths que irritou Morrissey</h2>



<p>Segundo a sinopse divulgada pela BBC (via <em><a href="https://www.loudersound.com/bands-artists/morrissey-launches-another-attack-on-johnny-marr" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Loudersound</a></em>), a série utiliza entrevistas de arquivo com os quatro integrantes dos Smiths, incluindo <strong>Andy Rourke</strong> e <strong>Mike Joyce</strong>, além de depoimentos de figuras importantes ligadas à história do grupo, como <strong>Tony Wilson</strong>, cofundador da Factory Records.</p>



<p>Outros personagens da obra são os produtores <strong>Stephen Street</strong> e <strong>Grant Showbiz</strong>; representantes da Rough Trade Records; e o empresário<strong> Joe Moss</strong>. O objetivo é analisar como os Smiths ajudaram a moldar o Indie Rock moderno e influenciaram o surgimento do Britpop, ao mesmo tempo em que examina as tensões que levaram ao rompimento do grupo.</p>



<p>Antes mesmo da estreia, a série já provocou reação de Morrissey. Em uma publicação posteriormente removida de seu site Morrissey Central, intitulada “The Art of Forgery” (“A Arte da Falsificação”), o cantor de 67 anos afirmou que não foi convidado a participar do projeto e acusou a BBC de adotar uma abordagem hostil em relação à sua figura.</p>



<p>No texto, Morrissey argumentava que a narrativa sobre o fim dos Smiths tem sido repetida há décadas sob uma perspectiva que favorece Johnny Marr. De acordo com ele, diversos documentários e especiais anteriores apresentaram versões semelhantes dos acontecimentos, retratando Marr de forma positiva enquanto o responsabilizam pelos conflitos que levaram ao encerramento da banda.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-morrissey-atacou-johnny-marr-por-causa-de-nova-serie-de-podcast">Morrissey atacou Johnny Marr por causa de nova série de podcast</h2>



<p>O polêmico músico também voltou a questionar relatos antigos sobre sua relação com os demais integrantes, como a história de que Andy Rourke teria sido demitido por meio de um bilhete deixado em seu carro. Morrissey nega a versão e afirma que jamais teve autoridade para dispensar o baixista, argumentando que sequer foi responsável por sua contratação.</p>



<p>Grande parte da declaração é dedicada a reforçar aquilo que considera sua contribuição fundamental para a identidade artística dos Smiths. Morrissey afirma que a voz, as letras, os títulos das músicas e dos álbuns, além da direção estética dos lançamentos e a visão criativa do grupo, partiram dele. </p>



<p>Para ilustrar seu argumento, ele comparou as críticas direcionadas à sua pessoa ao que seria “odiar David Bowie e amar os Spiders From Mars”, sugerindo que seria impossível separar sua figura da obra construída pela banda.</p>



<p>O cantor também direciona críticas ao jornal <em>The Guardian</em>, que, segundo ele, passou a atacá-lo com frequência nos últimos anos. Na visão de Morrissey, esse cenário teria sido aproveitado por Johnny Marr para reforçar a ideia de que os Smiths eram um esforço coletivo, e não um projeto liderado artisticamente por ele.</p>



<p>As acusações mais contundentes, entretanto, são reservadas ao ex-guitarrista. Morrissey afirma que Marr teria dividido deliberadamente os fãs entre facções favoráveis a um ou outro integrante e o acusa de tentar controlar o legado do grupo. Em um dos trechos mais duros do texto, declara:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-left"><strong><em>Ele reivindicou legalmente a marca registrada ‘The Smiths’ como sua, sabendo muito bem que o nome foi criado por Morrissey. Dedicou toda a sua vida a destruir Morrissey de todas as formas possíveis. Seu esporte predatório de ‘xingar Morrissey’ está agora em ritmo frenético e desenfreado.”</em></strong></p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-morrissey-manifestou-suas-frustracoes-atraves-de-carta-aberta">Morrissey manifestou suas frustrações através de carta aberta</h2>



<p>Além de Marr, Morrissey demonstrou decepção com declarações atribuídas ao produtor <strong>Grant Showbiz</strong> na série da BBC, as classificando como difamatórias e lamentando que tenham partido de alguém por quem dizia ter grande respeito.</p>



<p>Ao longo do texto, o cantor sustenta que o comportamento do ex-colega estaria prejudicando o legado dos Smiths ao perpetuar disputas e alimentar dúvidas sobre a história da banda. Para Morrissey, a insistência em revisitar conflitos do passado revela uma obsessão que impede Johnny Marr de seguir adiante.</p>



<p>Em tom nostálgico, o artista também lamentou que o guitarrista tenha deixado os Smiths quando o grupo ainda estava em plena atividade criativa. Segundo ele, a banda poderia ter produzido, pelo menos, mais quatro álbuns caso Marr não tivesse optado por seguir outros caminhos, incluindo sua passagem pelos <strong>Pretenders</strong>.</p>



<p>A declaração terminou de forma desafiadora, com Morrissey afirmando que continuará resistindo às críticas e reafirmando sua crença de que a verdadeira contribuição artística vem daqueles que criam, e não daqueles que, na visão dele, vivem de destruir a reputação alheia.</p>



<p>Vale lembrar que a troca de acusações entre os ex-companheiros no The Smiths acontece menos de um ano após Johnny Marr revelar que recusou uma proposta milionária para uma reunião da lendária banda. Confira a carta de Morrissey na íntegra logo abaixo!</p>


<div class="wp-block-publisher-featured"><div class="wp-block-seox-content-feeds">
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	<a class="feed-link text-decoration-none d-flex flex-row gap-3" href="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/06/24/olivia-rodrigo-melhores-discos-estreia-historia/"
	title="Olivia Rodrigo elege os melhores discos de estreia da história">
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			<p class="post-hat-feed-md feed-hat font-base fw-bold fs-3 line-fixed letter-wide mb-1">Icônicos!</p><h2 class="post-title-feed-sm feed-title font-base fw-variable fs-4 line-compact letter-relaxed lg:letter-wide line-clamp-4">Olivia Rodrigo elege os melhores discos de estreia da história</h2>			<div class="feed-hook">
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<p></p>


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			<media:title type="html">Olivia Rodrigo elege os melhores discos de estreia da história</media:title>
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		<item>
		<title>A banda de Rock que o goleiro Alisson, da Seleção, ouve antes dos jogos</title>
		<link>https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/06/25/alisson-goleiro-selecao-brasileira-dire-straits/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lara Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 18:04:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Alisson Becker]]></category>
		<category><![CDATA[copa do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Dire Straits]]></category>
		<category><![CDATA[Seleção Brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Goleiro da Seleção Brasileira e do Liverpool já revelou sua música favorita da lendária banda britânica de Rock</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://uploads.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/06/alisson-becker-dire-straits.jpg" alt="Alisson, goleiro da seleção Brasileira, ouve Dire Straits antes dos jogos"/><figcaption>Reprodução/Instagram | Reprodução/YouTube</figcaption></figure>
<p><strong>Alisson Becker</strong>, goleiro da Seleção Brasileira e um dos principais nomes de sua posição no futebol mundial, já deu uma série de indícios de que o <strong>Dire Straits </strong>pode estar em sua lista de bandas favoritas.</p>



<p>Em um vídeo recente divulgado pelo Reusch Goalkeeper Gloves em sua conta do Instagram, o brasileiro revelou alguns de seus hábitos em dias de jogo e, ao ser questionado sobre qual música usa para se motivar antes das partidas, o camisa 1 do Liverpool respondeu sem hesitar:</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><em>“Gosto de Dire Straits”.</em></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-alisson-ouve-dire-straits-antes-dos-jogos">Alisson ouve Dire Straits antes dos jogos</h2>



<p>A preferência não chega a ser novidade. Em janeiro de 2025, durante uma <a href="https://www.liverpoolfc.com/news/if-i-had-choose-one-song-play-anywhere" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sessão de perguntas e respostas promovida pela Premier League</a>, Alisson já havia apontado “Sultans of Swing” como sua música favorita para qualquer ocasião:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-left"><strong><em>Gosto de muitos estilos musicais. Mas se eu tivesse que escolher uma música para tocar em qualquer lugar, seja no carro, antes de uma partida ou em um churrasco: Dire Straits, &#8216;Sultans of Swing&#8217;. Clássico.”</em></strong></p>
</blockquote>



<p>A admiração pela banda britânica de Rock parece ir além do gosto pessoal. Segundo informações divulgadas pelo The Athletic (via <a href="https://www.rousingthekop.com/2025/04/28/new-unlikely-liverpool-anthem-emerges-as-alisson-becker-turns-dj-during-premier-league-title-charge/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rousing The Kop</a>) em abril do ano passado, Alisson ajudou a transformar “Sultans of Swing” em uma espécie de hino informal do vestiário do Liverpool durante a campanha do título da Premier League. Outra faixa do grupo, “Walk of Life”, também teria ganhado espaço entre os jogadores.</p>



<p>Sendo assim, não é difícil imaginar que Alisson tenha recorrido às músicas do Dire Straits horas antes de entrar em campo contra a Escócia nesta quarta-feira (24). O goleiro teve mais uma atuação de destaque na vitória por 3 a 0 da Seleção Brasileira, com defesas importantes que ajudaram a garantir a classificação do Brasil para a próxima fase da Copa do Mundo.</p>



<p>Confira abaixo o vídeo recente de Alisson Becker comentando seus hábitos em dias de jogo e, em seguida, ouça a música favorita do goleiro!</p>


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<p></p>



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<iframe title="Dire Straits - Sultans Of Swing (Official Music Video)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/h0ffIJ7ZO4U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p>O post <a href="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/06/25/alisson-goleiro-selecao-brasileira-dire-straits/">A banda de Rock que o goleiro Alisson, da Seleção, ouve antes dos jogos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com">TMDQA!</a>.</p>
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			<media:description type="html">O lendário Dire Straits está na lista de bandas favoritas do goleiro da Seleção Brasileira, Alisson Becker. Saiba mais!</media:description>
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		<item>
		<title>Blur só deve se reunir quando o Oasis acabar, diz baixista</title>
		<link>https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2026/06/25/blur-reuniao-oasis-acabar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lara Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:58:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Blur]]></category>
		<category><![CDATA[Oasis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alex James comenta sobre o possível retorno do Blur, que fez sua última apresentação em 2024</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/wp-content/uploads/2023/07/Blur-2.jpg" alt="Blur"/><figcaption>Créditos da Imagem: Reuben Bastienne-Lewis</figcaption></figure>
<p><strong>Alex James</strong>, baixista do <strong>Blur</strong>, refletiu recentemente sobre algo que pode estar influenciado na decisão da lendária banda de Britpop liderada por <strong>Damon Albarn </strong>de retomar os trabalhos.</p>



<p>Como muitos sabem, o Britpop voltou a ganhar força no ano passado, em grande parte graças à aclamada turnê de reunião do <strong>Oasis</strong>, que marcou o reencontro dos irmãos <strong>Liam </strong>e <strong>Noel Gallagher</strong> nos palcos depois de 16 anos.</p>



<p>Porém, enquanto eles<strong> </strong>fizeram as pazes e rodaram o mundo com sua turnê, o Blur, que teve uma forte rivalidade com o Oasis ao longo da década de 1990, tem feito uma pausa em suas atividades desde Abril de 2024, quando realizou sua última apresentação no <a href="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2024/04/22/blur-ultimo-show-carreira-coachella/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Coachella</a>.</p>



<p>Em uma nova entrevista na Radio X (via <a href="https://faroutmagazine.co.uk/battle-britpop-alex-james-blur-oasis-stuff-out-way-before-comeback/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Far Out</a>), Alex James foi questionado sobre a possibilidade de voltar a se reunir com Damon Albarn e seus outros colegas de banda e, em tom de brincadeira, jogou para o Oasis a culpa pela falta de atividade do Blur.</p>



<p>Antes de entrar no assunto, o músico comentou que assistiu ao show recente do <strong>Gorillaz </strong>no Estádio de Londres, e comparou com a &#8220;parte final de <em>La La Land</em>, onde ambos estão vivendo seus sonhos, mas não estão mais juntos&#8221;. Em seguida, quando o apresentador Chris Moyles apontou que o Blur não tinha acabado completamente, o baixista disse:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-left"><em><strong>Já faz muito tempo – 2023. Sim, acho que precisamos deixar o Oasis lançar o que tem que lançar antes mesmo de considerarmos essa possibilidade&#8221;.</strong></em></p>
</blockquote>



<p>Alex possivelmente citou 2023 por ter sido o último ano em que o Blur lançou um novo material. Na ocasião, a banda divulgou seu nono disco de estúdio, <em><strong>The Ballad of Darren</strong></em>, tocou em diversos festivais pelo mundo e ainda fez apresentações memoráveis no Wembley Stadium, em Londres, que foram transformadas em um compilado.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-baixista-do-blur-fugiu-de-provocacoes-ao-oasis">Baixista do Blur fugiu de provocações ao Oasis</h2>



<p>Depois, ao ser provocado de forma descontraída se o Blur deveria tocar em Knebworth, fazendo alusão ao histórico show do Oasis no parque em 1996, Alex comentou:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-left"><em><strong>Não, não. Honestamente, honestamente, não quero cutucar esse vespeiro de novo, acredite em mim!”</strong></em></p>
</blockquote>



<p>As falas do baixista do Blur surgem enquanto o Oasis segue fazendo mistério sobre a possibilidade de mais datas da sua elogiada turnê ao longo de 2027.</p>



<p>Enquanto isso, James está aproveitando o espírito renovado do Britpop e realizando uma série de shows no Reino Unido com sua turnê <em>Britpop Classica</em>l. Nas apresentações, o músico reinterpreta uma série de canções clássicas do gênero dos anos 90 com a ajuda da <strong>London Concert Orchestra </strong>e da <strong>Royal Philharmonic Concert Orchestra</strong>.</p>



<p></p>
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