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		<title>Biodiesel salgado para o consumidor final</title>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 12:55:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>squizato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É de aproximadamente R$ 472 milhões a conta que o consumidor final vai pagar durante o segundo trimestre de 2010 para atender a determinação do governo federal de rodar com 5% de biodiesel misturado ao diesel no tanque. Como foram vendidos 565 milhões de litros de biodiesel no último leilão da ANP, isso significa que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É de aproximadamente R$ 472 milhões a conta que o consumidor final vai pagar durante o segundo trimestre de 2010 para atender a determinação do governo federal de rodar com 5% de biodiesel misturado ao diesel no tanque. Como foram vendidos 565 milhões de litros de biodiesel no último leilão da ANP, isso significa que em o aumento de preço ao consumidor é da ordem R$ 0,04 (quatro centavos) por litro.</p>
<p><span id="more-1022"></span></p>
<p>Para se ter uma ideia do incentivo à não adição do biocombustível, o custo do biodiesel por litro já equivale a 45% da margem média ponderada de lucro das distribuidoras (base dezembro 2009). Em outras palavras, distribuidoras que estiverem burlando a legislação podem aumentar a margem em 44%, ou aqueles mesmos R$ 0,04 por litro.</p>
<p>Uma conta aproximada indica que os consumidores vão pagar cerca de R$ 2 bilhões a mais do que seria necessário caso o diesel brasileiro não tivesse biodiesel. O cálculo, vale frisar, leva em conta apenas a diferença de custo do combustível entre refinaria e usina, desconsiderando eventuais ganhos de margem sobre esta diferença de distribuidoras e revendedores. Os dados são os oficiais da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) e Ministério de Minas e Energia.</p>
<p>Para um caminhoneiro que rode cerca de 156 mil quilômetros por ano, isso representa R$ 3.260,40 a menos no bolso na virada do ano.</p>
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		<title>Amyris e Codexis anunciam IPO nos EUA</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 15:31:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>squizato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se alguém (ainda) tinha dúvidas a respeito do sucesso da biotecnologia como ferramenta importante para o desenvolvimento de biocombustíves de segunda geração, pode ir tirando o cavalo da chuva. Duas das empresas que estão na vanguarda do desenvolvimento de novos combustíveis por meio de técnicas que envolvem biologia sintética e transgenia anunciaram no final de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se alguém (ainda) tinha dúvidas a respeito do sucesso da biotecnologia como ferramenta importante para o desenvolvimento de biocombustíves de segunda geração, pode ir tirando o cavalo da chuva. Duas das empresas que estão na vanguarda do desenvolvimento de novos combustíveis por meio de técnicas que envolvem biologia sintética e transgenia anunciaram no final de abril que irão lançar ações no mercado de capitais norte-americano.</p>
<p><span id="more-1021"></span></p>
<p>A primeira é a Amyris, que desde o surgimento da empresa colocamos como forte candidata nesta corrida. A empresa que tem escritório no Brasil e acordo firmado com a São Martinho e outros pré-acordos com Cosan, Bunge e Açúcar Guarani pretende levantar US$ 100 milhões. O documento entregues à Securities and Exchange Comission (SEC) em 16 de abril diz que a empresa pretende fabricar diesel, querosene de aviação, borracha sintética, lubrificantes, surfactantes e cosméticos, fragrâncias e flavorizantes.</p>
<p>A segunda empresa que anunciou lançamento de ações nos EUA foi a Codexis. A empres aé uma subsidiária da Shell e foi incluída no pré-acordo de joint venture assinado entre a petrolífera e a Cosan. A Codexis pretende captar cerca de US$ 68 milhões. Segundo o prospecto registrado na SEC, a Cosan ficaria com cerca de 89% da participação da empresa após a abertura de capital, caso a joint venture seja aprovada. Ainda de acordo com o prospecto, a Codexis pretende atuar com seu biocatalizador em cinco diferentes mercados: biocombustíveis, farmacêutico, ar, água e produtos químicos.</p>
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		<title>Cepea lança indicador diário para o álcool</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 14:23:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>squizato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Etanol]]></category>
		<category><![CDATA[Cepea]]></category>
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		<description><![CDATA[O Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) lançou ontem um indicador diário para o preço do álcool hidratado. Em seu primeiro dia o indicador marcou R$ 792,50 por metro cúbico, ou R$ 0,7925/litro. Não é viável comparar este indicador com o tradicional indicador semanal do Cepea, porque o novo cota o produto entregue [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) lançou ontem um indicador diário para o preço do álcool hidratado. Em seu primeiro dia o indicador marcou R$ 792,50 por metro cúbico, ou R$ 0,7925/litro. Não é viável comparar este indicador com o tradicional indicador semanal do Cepea, porque o novo cota o produto entregue em Paulínia (SP), enquanto o semanal é o preço para retirada na unidade de produção. Ou seja, a diferença entre os dois indicadores será uma média do custo médio (não ponderado, porque o novo indicador é calculado por média aritmética simples) de frete para o álcool no centro-sul.</p>
<p><span id="more-1020"></span></p>
<p>Ainda sobre a metodologia, segundo o Cepea:</p>
<blockquote>
<p>Os valores considerados neste Indicador podem se referir a compras realizadas em diferentes estados com destino especificamente a base de distribuição em Paulínia ou em regiões de sua influência, sendo consideradas as seguintes: Guarulhos, Barueri, Santo André, São Caetano do Sul, São José dos Campos, Cubatão, Ipiranga e São Paulo.</p>
</blockquote>
<p>Segundo a entidade ligada à Universidade de São Paulo (USP), o objetivo do indicador é &#8220;liquidar o contrato de etanol hidratado que a BVMF vai lançar.&#8221;</p>
<p>Ou seja, o novo indicador tem tudo para se tornar a principal referência do setor. Porém, o indicador semanal continuará a ser a melhor referência para o preço na usina.</p>
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		<title>Dois dos problemas com a mistura de anidro na gasolina</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 14:07:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>squizato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Etanol]]></category>
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		<description><![CDATA[Pioneiro e de vanguarda no uso de biocombustíveis, o Brasil desenvolveu há muito tempo um sistema que procura amortecer as naturais oscilações na oferta de biocombustíveis, pelo gerenciamento da demanda. O sistema é particularmente interessante para o etanol em virtude da safra. Ele é usado regularmente desde a década de 1970 (também foi usado durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pioneiro e de vanguarda no uso de biocombustíveis, o Brasil desenvolveu há muito tempo um sistema que procura amortecer as naturais oscilações na oferta de biocombustíveis, pelo gerenciamento da demanda. O sistema é particularmente interessante para o etanol em virtude da safra. Ele é usado regularmente desde a década de 1970 (também foi usado durante a década de 1930) . Prevê a oscilação do volume de álcool anidro misturado à gasolina. O que mudou ao longo do tempo foi a porcentagem usada e a área geográfica. Mas o que chama atualmente são dois fatores: a falta de atualização do mecanismo diante das mudanças no mercado e como ele é mal usado (não necessariamente nesta ordem)</p>
<p><span id="more-1018"></span></p>
<p>Desde 2002, a Lei 10.464 estabelece que o volume de álcool misturado à gasolina pode variar de 20% a 25%. E sempre que necessário as mudanças são definidas em portarias do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).</p>
<p>Quando foi criado o objetivo dele era exatamente reduzir os impactos das oscilações de oferta e demanda e, consequentemente, seus reflexos nos preços. A ideia pode parecer simples mas é bem engenhosa e, teoricamente, poderosa. Como todo instrumento ele precisa ser usado corretamente, caso contrário pode se tornar um tiro no pé.</p>
<p>Desde 2006, o governo alterou cinco vezes a proporção de álcool na gasolina. A primeira deste período – redução de 25% para 20% – foi um desastre. Adotada depois de muita discussão entre os agentes do setor veio em momentos anacrônico.</p>
<p>A redução do começo de 2006 não segurou o aumento de preços e gerou mais estoque que se somou a produção do início da safra. Após o início da colheita, os preços seguiram em queda até setembro.</p>
<p>O problema foi parcialmente compensado com um aumento da mistura em novembro daquele ano, para 23%, que manteve o preço em patamar saudável (algo entre R$ 0,8 e R$ 1 por litro) entre meados de dezembro e meio de maio de 2007, quando o preço entrou em queda livre até atingir o fundo do vale no início de julho, quando a mistura foi aumentada para 25%, onde permaneceu estável até 1º de fevereiro deste ano, quando foi reduzida novamente para 20%.</p>
<p>Desta vez contudo, já se previu o aumento para o início da safra, novamente para 25%. Porém o que ocorreu é que os prços novamente despencaram, o que já faz as usinas solicitarem a antecipação da data de aumento para 25% para meados de abril.</p>
<p>O que fica claro é que nos anos recentes faltou agilidade na adoção deste mecanismo. É algo que precisa ser aprimorado. Mas este não é o único problema. O sistema deixou de ser eficaz porque o mercado de etanol (anidro mais hidratado) cresceu muito desde 2002.</p>
<p>Deve-se pensar em ampliar a faixa de mistura, para que o impacto deste instrumento seja mais efetivo, ou pelo menos seja readequado aos atuais níveis de produção e consumo de álcool no país. Em 2000, o consumo nacional de gasolina C e álcool hidratado era de 27,2 bilhões de litros. Em 2009 o número havia crescido para 41,9 b de litros.</p>
<p>Como a maior parte do aumento foi no álcool, o instrumento perdeu eficiência. Em 2000, cada 1% de anidro na gasolina representava 5% do mercado de álcool hidratado, Em 2009, 1% de anidro representou apenas 1,5% do mercado de hidratado. Ou seja, em 2000 uma mudança de cinco pontos porcentuais tinha capacidade de aumentar, ou reduzir, a demanda de álcool em 25% do que era consumido no mercado. Atualmente ela afeta apenas 7,5% do mercado. Logo, o mecanismo tornou-se menos efetivo.</p>
<p>Isso é ainda mais importante quando se lembra que a Petrobras não pretende produzir gasolina nas novas refinarias que irá construir. Isso irá colocar a pressão sobre o fornecimento de gasolina como ocorreu agora na virada de 2009 para 2010, sempre que houver problemas na oferta de álcool no futuro.</p>
<p>Embora o mecanismo seja eficiente e útil, obviamente ele não é suficiente para amortecer as oscilações de mercado, mesmo com modificações. Uma política de estocagem eficiente e estável precisa ser criada para dar segurança aos agentes e estabilidade ao mercado. Isso envolve mais mecanismos financeiros do que questões físicas. Destacam-se linhas de financiamento e contratos futuros que funcionem e tenham liquidez.</p>
<p>Mas a falta desses últimos não é desculpa para um uso mais efetivo e pontual da mistura carburante, muito menos para a adequação do mecanismo à nova realidade de mercado. Resta saber quem no governo vai comprar esta briga.</p>
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		<title>CTNBio aprova primeiro microorganismo geneticamente modificado para uso comercial</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 15:14:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>agreco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[amyris]]></category>
		<category><![CDATA[CTNBio]]></category>
		<category><![CDATA[Sacharomycces ceravisie]]></category>

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		<description><![CDATA[A CTNBio acaba de aprovar o primeiro microorganismo geneticamente modificado para uso comercial no Brasil. O microorganismo é a levedura Saccharomyces cerevisae da empresa Amyris. O pedido foi aprovado por 19 votos a favor e duas abstenções. A aprovação coloca a Amyris um passo à frente da concorrência. A partir de hoje ela pode efetivamente comercializar sua levedura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A CTNBio acaba de aprovar o primeiro microorganismo geneticamente modificado para uso comercial no Brasil. O microorganismo é a levedura <em>Saccharomyces cerevisae</em> da empresa Amyris. O pedido foi aprovado por 19 votos a favor e duas abstenções.</p>
<p>A aprovação coloca a Amyris um passo à frente da concorrência. A partir de hoje ela pode efetivamente comercializar sua levedura para a produção de produtos que vão de biocombustíveis, como diesel a partir de cana-de-áçucar e combustível de aviação, a produtos para a indústria química (cosméticos, solventes, detergentes etc). No final de 2009, a empresa já havia feito uma joint-venture com a o gru<span id="brtpOlho">po São Martinho para a fabricação de produtos químicos e biocombustíveis a partir da cana-de-açúcar; e também um acordo de cooperação com os grupos <strong><span style="font-weight: normal;">Cosan, Guarani e Bunge para produção de especialidades químicas a partir da cana-de-açúcar.</span></strong></span></p>
<p>A Amyris nasceu originalmente para baratear a produção de artemisina, medicamento de combate à malária, com o uso da <em>Saccharomyces</em>. O expertise conseguido com o projeto &#8212; modificar a <em>Saccharomyces &#8211; <span style="font-style: normal;">levou a empresa a diversificar seus produtos.</span></em></p>
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		<title>Nosso Twitter de hoje</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 16:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>squizato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[@SugarcaneBlog Probably more, if considered tech advances at fields and mills. But this means nothing without answering when&#8230; in reply to SugarcaneBlog # Petrobras produz biodiesel com blend de 30% de óleo de mamona e 70% de girassol. #]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul class="aktt_tweet_digest">
<li>@<a href="http://twitter.com/SugarcaneBlog" class="aktt_username">SugarcaneBlog</a> Probably more, if considered tech advances at fields and mills. But this means nothing without answering when&#8230; <a href="http://twitter.com/SugarcaneBlog/statuses/6465698745" class="aktt_tweet_reply">in reply to SugarcaneBlog</a> <a href="http://twitter.com/biocomb/statuses/6468725760" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>Petrobras produz biodiesel com blend de 30% de óleo de mamona e 70% de girassol. <a href="http://twitter.com/biocomb/statuses/6468748250" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
</ul>
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		<title>Nosso Twitter de hoje</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 16:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>squizato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Novo post: &#8220;É melhor não ter acordo em Copenhague&#8221;, afirma James Hansen http://bit.ly/7muRGc (via @blogdaterra) # São Martinho assina joint venture com Amyris. Em breve em http://biocomb.com.br/ #]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul class="aktt_tweet_digest">
<li>Novo post: &#8220;É melhor não ter acordo em Copenhague&#8221;, afirma James Hansen <a href="http://bit.ly/7muRGc" rel="nofollow">http://bit.ly/7muRGc</a> (via @<a href="http://twitter.com/blogdaterra" class="aktt_username">blogdaterra</a>) <a href="http://twitter.com/biocomb/statuses/6300692742" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
<li>São Martinho assina joint venture com Amyris. Em breve em <a href="http://biocomb.com.br/" rel="nofollow">http://biocomb.com.br/</a> <a href="http://twitter.com/biocomb/statuses/6304493094" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
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		<title>Nosso Twitter de hoje</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 16:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>squizato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Piratas somalis sequestram petroleiro grego com capacidade para 300 mil toneladas de petróleo. http://bit.ly/4tVJSQ #]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul class="aktt_tweet_digest">
<li>Piratas somalis sequestram petroleiro grego com capacidade para 300 mil toneladas de petróleo. <a href="http://bit.ly/4tVJSQ" rel="nofollow">http://bit.ly/4tVJSQ</a> <a href="http://twitter.com/biocomb/statuses/6198813661" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
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		<title>Vídeo do primeiro voo de passageiros com biocombustível</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 11:24:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O vídeo abaixo, produzido pela Reuters, mostra o primeiro voo comercial feito por uma empresa aérea usando biocombustível em uma das turbinas. O avião é um Boeing da KLM. Receba as notícias de Biocomb em seu computador, assine nosso feed por este link. Se preferir receber por email, assine nossa Newsletter diária gratuita.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O vídeo abaixo, produzido pela Reuters, mostra o primeiro voo comercial feito por uma empresa aérea usando biocombustível em uma das turbinas. O avião é um Boeing da KLM.</p>
<p><span id="more-1010"></span><br />
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		<title>Nosso Twitter de hoje</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 16:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>squizato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Novo post: Vazamento de emails coloca em dúvida dados sobre aquecimento global http://bit.ly/4Zx9lg/ (via @blogdaterra) #]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul class="aktt_tweet_digest">
<li>Novo post: Vazamento de emails coloca em dúvida  dados sobre aquecimento global <a href="http://bit.ly/4Zx9lg/" rel="nofollow">http://bit.ly/4Zx9lg/</a> (via @<a href="http://twitter.com/blogdaterra" class="aktt_username">blogdaterra</a>) <a href="http://twitter.com/biocomb/statuses/6006167042" class="aktt_tweet_time">#</a></li>
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